<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732</id><updated>2012-01-31T17:14:59.446-08:00</updated><category term='Ficção-científica'/><category term='Fábio Fernandes'/><category term='Llyr'/><category term='Fantasia'/><category term='Literatura Fantástica'/><category term='Gérson Lodi-Ribeiro'/><category term='Nelson de Oliveira'/><category term='Manoel Ricardo'/><category term='Octavio Aragão'/><category term='ficção científica'/><category term='Draco'/><category term='Editora Draco'/><category term='quadrinhos'/><category term='Tzvetan Todorov'/><category term='Intempol'/><title type='text'>Octavio Aragão</title><subtitle type='html'>Portfolio, artigos, notícias, resenhas e tudo o que eu quiser</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>97</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7603600678321400695</id><published>2012-01-31T16:57:00.003-08:00</published><updated>2012-01-31T16:57:47.879-08:00</updated><title type='text'>Tempolítico</title><content type='html'>Por Octavio Aragão (artigo originalmente publicado no jornal AcheiUSA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The past is not dead, it is living in us, and will be alive in the future which we are now helping to make&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;William Morris&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Never underestimate the power of human stupidity. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Robert A. Heinlein&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo, para os políticos, é percebido de maneira diferente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto  cada um de nós economiza em cadernetas de poupança, faz planos para a  velhice e pensa na aposentadoria, o máximo que um político consegue em  termos de vislumbre do futuro são as próximas eleições. Imaginem como  deve soar surrealista para um deputado ou um senador quando alguém fala  que, se não pararmos de poluir a Terra agora, nossos netos herdarão uma  bola de lama solta no espaço.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0370/images/octavio.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0370/images/octavio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Pois  é. Nossos netos, vejam só que coisa curiosa, essas pequenas criaturas  que, em sua grande maioria, nem foram geradas ainda e que, por isso, não  estarão de posse do título de eleitor em menos, de, com sorte, caso as  crianças estejam sendo geradas neste instante, dezesseis ou dezoito  anos. Ou seja, qualquer atitude política que leve em consideração  eleitores intra-uterinos não será levada a sério por nossos  representantes governamentais (que, sempre é bom recordar, exercem  mandatos, contratos usados para regulamentar uma autorização que se faz a  outras pessoas para praticar atos em seu nome ou administrar seus bens,  no caso, o bem público).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, pergunto: como poderíamos  fazer para acelerar esse relógio? Parece que nosso consumo, de acordo  com um relatório publicado pela ONG World Wildlife Fund, já supera em  30% a capacidade de reposição do planeta, o que sugere que não são  apenas os políticos que precisam acertar os ponteiros. No entanto, o  Brasil ocupa o quarto lugar na lista dos maiores mercados mundiais de  automóveis e o sexto no ranking de fabricantes. É muito carro, não? E os  belos números que colocam Rio e São Paulo como cidades mais poluídas  que Nova York e Londres? Isso me faz recordar aquele eufemismo da época  do governo militar: “poluição é sinônimo de desenvolvimento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok,  somos todos contra a poluição. Somos todos contra a corrupção. Mas  somos todos a favor de conforto. Queremos ar condicionado e automóvel na  garagem, de preferência um para cada membro da família. Queremos  fartura de eletrodomésticos e adoramos um motor a combustão porque temos  pressa. Queremos correr o tempo todo, chegar primeiro, demorar o mínimo  no trânsito e o máximo nos ambientes climatizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É  hora de fazer escolhas e entender que os homens que escrevem as leis  refletem – queiramos ou não – as vontades e os caprichos de seus  eleitores. Esperar que os políticos e sua lógica eleitoral sejam capazes  de lidar sozinhos com um problema de causa e efeito geracional dessa  magnitude é quase o mesmo que pedir para um deficiente visual descrever o  espectro solar, eles não possuem equipamento específico para a função. É  necessário que nos conscientizemos de nossa responsabilidade individual  e tiremos o máximo de tomadas dos plugões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;É isso ou enfrentar o fim dos tempos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-7603600678321400695?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/7603600678321400695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=7603600678321400695' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7603600678321400695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7603600678321400695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2012/01/tempolitico.html' title='Tempolítico'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5836508603619510479</id><published>2012-01-15T17:08:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T08:18:37.634-08:00</updated><title type='text'>Hal Foster, Bob Kane e o papel manteiga</title><content type='html'>Todo mundo sabe que, na Golden Age das HQs americanas, nos anos 30 e   40, a prática da cópia era comum, mas dá um certo desconforto ao vermos   alguém com o renome de um Bob Kane “passar por cima com papel manteiga” de um desenho de   outro mestre, Hal Foster, um dos mais bem sucedidos artistas das comic   strips.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam o Tarzan de Foster (1929) e um dos primeiros desenhos de Batman, por Bob Kane (1939).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IPgfNCd0dqQ/TxN6Igv21RI/AAAAAAAAARI/LwaWI1vUshc/s1600/TarzanBatman.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://2.bp.blogspot.com/-IPgfNCd0dqQ/TxN6Igv21RI/AAAAAAAAARI/LwaWI1vUshc/s320/TarzanBatman.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E o mais engraçado é que o desenho de Kane foi tão popularizado que até virou uma bela estatueta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8YPxChMTT0o/TxN7N6QBdwI/AAAAAAAAARQ/4CIW5bTG61E/s1600/ELT200712302326522417617.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-8YPxChMTT0o/TxN7N6QBdwI/AAAAAAAAARQ/4CIW5bTG61E/s320/ELT200712302326522417617.JPG" width="290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Juro que deu vontade de ver algo parecido com o Tarzan de Foster.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5836508603619510479?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5836508603619510479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5836508603619510479' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5836508603619510479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5836508603619510479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2012/01/hal-foster-e-bob-kane.html' title='Hal Foster, Bob Kane e o papel manteiga'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-IPgfNCd0dqQ/TxN6Igv21RI/AAAAAAAAARI/LwaWI1vUshc/s72-c/TarzanBatman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-4189613179036062283</id><published>2011-12-28T09:58:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T18:03:39.804-08:00</updated><title type='text'>Eis o primeiro projeto de 2012 - Design Thinking</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BWSFyPy1kGQ/TvvKdAihWQI/AAAAAAAAAQ0/l1HF5V_wdwk/s1600/Design+Thinking.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-BWSFyPy1kGQ/TvvKdAihWQI/AAAAAAAAAQ0/l1HF5V_wdwk/s320/Design+Thinking.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-4189613179036062283?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/4189613179036062283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=4189613179036062283' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4189613179036062283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4189613179036062283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/12/eis-o-primeiro-projeto-de-2012-design.html' title='Eis o primeiro projeto de 2012 - Design Thinking'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-BWSFyPy1kGQ/TvvKdAihWQI/AAAAAAAAAQ0/l1HF5V_wdwk/s72-c/Design+Thinking.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-4903651381679394649</id><published>2011-12-15T07:52:00.000-08:00</published><updated>2011-12-15T17:53:34.185-08:00</updated><title type='text'>Badman, a HQ que nunca existiu. Até hoje.</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HUs7MjuwOJQ/TuobOIJyWOI/AAAAAAAAAQI/X0_ALNGOKK4/s1600/222941_10150193581457964_739892963_6872937_580452_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="272" src="http://2.bp.blogspot.com/-HUs7MjuwOJQ/TuobOIJyWOI/AAAAAAAAAQI/X0_ALNGOKK4/s400/222941_10150193581457964_739892963_6872937_580452_n.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Gilberto Zavarezzi, eu e Osmarco Valladão. No estúdio de Gilberto.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Em 1991, o ilustrador &lt;a href="https://picasaweb.google.com/zavarezzi/Ilustracoes3DGilbertoZavarezzi#5255976483641548418" target="_blank"&gt;Gilberto Zavarezzi&lt;/a&gt;, o designer &lt;a href="http://osmarcovalladao.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Osmarco Valladão&lt;/a&gt;  e eu nos unimos por muitos fins de semana para desenvolver projetos de  quadrinhos. A ideia era criar uma editora de HQs, como as diversas que  existem hoje. Escrevemos &lt;i&gt;plots&lt;/i&gt;, fizemos diversos &lt;i&gt;brainstorms&lt;/i&gt; e  desenhamos muito. Dali saíram experimentos técnicos,  como desenhar sobre folhas de PVC (que geraram elogios de &lt;a href="http://www.dccomics.com/dcu/graphic_novels/?gn=1340" target="_blank"&gt;George Pratt&lt;/a&gt;) e reunir estilos diferentes,  unificando-os sob a mão de apenas um de nós, às vezes Osmarco, quando  era necessário um acabamento alto-contrastado, mas na maioria das vezes,  do Gilberto, que coloria tudo com aerógrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Computadores? &lt;i&gt; Photoshop&lt;/i&gt;? Ainda um sonho de ficção científica. Tudo era rigorosamente  feito à mão. Máscaras, guache, óleo, tira linhas, lápis de cor e até  canetas hidrocor. Esse era o material com o qual trabalhávamos no  apartamento do Gilberto, na Tijuca. Muitas vezes recebemos visitas e até  alguns auxílios luxuosos de outros ilustradores e tudo acabava numa  grande e divertida reunião de bate-papo regada a cerveja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todos os projetos bolados na época, o principal foi &lt;i&gt;Badman&lt;/i&gt;,  a versão que gosto de chamar de “horror chic” do Cruzado Embuçado de  Gotham City. Foram meses de pesquisa, desenhos e rios de tinta  até chegarmos a estudos de personagens que nos agradassem. John, nosso  infeliz Coringa, Dana Dale, a jornalista curiosa e &lt;i&gt;sexy&lt;/i&gt;, uma versão &lt;i&gt; soft porn&lt;/i&gt; de Vicky Vale, o inspetor de polícia, um Gordon parecido com  Stephen King e, claro, Payne, o gigantesco magnata que tem o mau hábito  de sair à noite para fazer coisas inconfessáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, pela primeira vez, reuni as páginas produzidas nessa fase - algumas pela metade - e as exponho aqui. &lt;i&gt;Enjoy&lt;/i&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gzpneUVento/TuoWXVwVskI/AAAAAAAAAPQ/yc9Y54upckA/s1600/Badman5.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Yiq0eKkz-WU/TuoWaFkVRiI/AAAAAAAAAPY/qZMexrX_gz8/s1600/Badman3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-Yiq0eKkz-WU/TuoWaFkVRiI/AAAAAAAAAPY/qZMexrX_gz8/s640/Badman3.jpg" width="456" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gzpneUVento/TuoWXVwVskI/AAAAAAAAAPQ/yc9Y54upckA/s1600/Badman5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-gzpneUVento/TuoWXVwVskI/AAAAAAAAAPQ/yc9Y54upckA/s640/Badman5.jpg" width="464" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pWG0ezMI558/TuoWfDS7wNI/AAAAAAAAAPo/ZN0sRV0IUwc/s1600/Badman6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-pWG0ezMI558/TuoWfDS7wNI/AAAAAAAAAPo/ZN0sRV0IUwc/s640/Badman6.jpg" width="464" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zRrD6KAZSDI/Tuoc09KTOyI/AAAAAAAAAQQ/RJeNIynCR8A/s1600/Badman4%2528comTibu%25CC%2581rcio%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-zRrD6KAZSDI/Tuoc09KTOyI/AAAAAAAAAQQ/RJeNIynCR8A/s640/Badman4%2528comTibu%25CC%2581rcio%2529.jpg" width="459" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Notem os desenhos de Tibúrcio, finalizados por Osmarco Valladão e Gilberto Zavarezzi&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZZ7TOpIX9WA/TuoWcuTd_YI/AAAAAAAAAPg/byarOQFXnWY/s1600/Badman2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZZ7TOpIX9WA/TuoWcuTd_YI/AAAAAAAAAPg/byarOQFXnWY/s640/Badman2.jpg" width="456" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;John, nosso Coringa deformado, décadas antes do filme de Cristopher Nolan&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8NttJxEEd2M/TuoWRFAMJuI/AAAAAAAAAPI/9f0_mPe5jyo/s1600/Badman1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-8NttJxEEd2M/TuoWRFAMJuI/AAAAAAAAAPI/9f0_mPe5jyo/s640/Badman1.jpg" width="454" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-4903651381679394649?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/4903651381679394649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=4903651381679394649' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4903651381679394649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4903651381679394649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/12/badman-hq-que-nunca-existiu-ate-hoje.html' title='Badman, a HQ que nunca existiu. Até hoje.'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-HUs7MjuwOJQ/TuobOIJyWOI/AAAAAAAAAQI/X0_ALNGOKK4/s72-c/222941_10150193581457964_739892963_6872937_580452_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7860432884731420313</id><published>2011-11-21T01:20:00.000-08:00</published><updated>2011-11-21T01:30:35.876-08:00</updated><title type='text'>AnimaEco - Animação na UFRJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.latec.ufrj.br/animaeco/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-qEKbVkFAEw0/TsoXwY9ytJI/AAAAAAAAAPA/bj2YkqQ8jE8/s320/mime.jpg" width="119" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O ANIMAECO acontece nesta terça-feira  (&lt;b&gt;22/11&lt;/b&gt;), dia destinado à  Animação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O evento é coordenado pela  professora Cristina Haguenauer, e conta com participação da ECO, EBA e  LETRAS.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Acima segue a programação de  terça-feira, voltada para Animação, que acontecerá no &lt;b&gt;Auditório do CFCH&lt;/b&gt;, com  inscrições a partir das &lt;b&gt;14:30h.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Haverá dois estudos de  caso:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;1. (15:30h) curta 3D&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Obsoleto&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, vencedor dos  prêmios:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Anima Mundi 2011  :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;3º Melhor Curta  Brasileiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;1º Melhor Curta de Estudante  Brasileiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Animarte 2011  :&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;1º Melhor Filme&amp;nbsp;Universitário&amp;nbsp;-&amp;nbsp;Júri&amp;nbsp;Técnico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;3º Melhor Filme&amp;nbsp;Universitário&amp;nbsp;-&amp;nbsp;Júri&amp;nbsp;Popular&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;AnimaSerra 2011  :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;1º Melhor filme de animação  3D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;2. (16:15h) a evolução das  Aberturas de&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Malhação&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(TV Globo) e da vinheta de abertura  de&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Afinal, o que Querem as  Mulheres&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A seguir (17:00h) debate  sobre a formação do profissional de animação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black; font-family: Arial;"&gt;De 21 a 25 de  novembro,&amp;nbsp;o projeto&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_1119148750"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black; font-family: Arial;"&gt;AnimaEco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;a href="http://www.latec.ufrj.br/animaeco/" target="_blank"&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: #0000cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt; terá a  terceira edição do&amp;nbsp;evento sobre&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black; font-family: Arial;"&gt;animação, games e  realidade virtual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;. Este ano, o evento conta com  atividades presenciais&amp;nbsp;em diferentes unidades da UFRJ: na&amp;nbsp;Escola de  Belas Artes (dia 21), na Escola de Comunicação (dias 22, 23 e 24) e  na&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black; font-family: Arial;"&gt;Faculdade de Letras  (dia 25, sexta, de 9h às 11h30, no auditório G-1),&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;além de  discussões on-line através do &lt;a href="https://www.facebook.com/pages/AnimaECO-2011/234663559928658" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Inscreva-se  no &lt;a href="http://www.latec.ufrj.br/animaeco/" target="_blank"&gt;site&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt; e confira  a &lt;a href="http://www.blogger.com/htt%20p://www.latec.ufrj.br/animaeco/progatualizado1711.pdf" target="_blank"&gt;programação completa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.latec.ufrj.br/animaeco/progatualizado1711.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: #0000cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 50%; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;Divulgação: Elizabete de  Cerqueira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9pt;"&gt;Núcleo e Assessoria de Imprensa da  ECO/UFRJ&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-7860432884731420313?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/7860432884731420313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=7860432884731420313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7860432884731420313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7860432884731420313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/11/animacon-animacao-na-ufrj.html' title='AnimaEco - Animação na UFRJ'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qEKbVkFAEw0/TsoXwY9ytJI/AAAAAAAAAPA/bj2YkqQ8jE8/s72-c/mime.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-6256863955847601943</id><published>2011-11-10T08:21:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T18:35:58.309-08:00</updated><title type='text'>Como classificar essa capa, parte 2: Nem e a popificação dos desafetos</title><content type='html'>O jornal &lt;i&gt;Meia-Hora &lt;/i&gt;dá seguimento às caricaturas do traficante Nem, identificando-o hoje com a popular personagem &lt;i&gt;Valéria&lt;/i&gt;, interpretada pelo comediante &lt;span class="st"&gt;Rodrigo Sant'Anna, num quadro de sucesso do humorístico &lt;i&gt;Zorra Total&lt;/i&gt;, da Rede Globo (cujo bordão, por coincidência, é &lt;i&gt;como estou bandida&lt;/i&gt;). Não consegui comprar a primeira edição, que esgotou nas primeiras horas do dia, mas aqui está a imagem do site.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="st"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DoCke6-gXv8/TrvvoXr28VI/AAAAAAAAAOw/MhH_H30yDH0/s1600/Screen+shot+2011-11-10+at+1.29.56+PM.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-DoCke6-gXv8/TrvvoXr28VI/AAAAAAAAAOw/MhH_H30yDH0/s320/Screen+shot+2011-11-10+at+1.29.56+PM.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O criminoso Nem retratado como a &lt;i&gt;Valéria&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Zorra Total&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="st"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Creio que poderíamos, para tentar compreender o impacto dessas imagens, fazer um paralelo entre essa série de &lt;i&gt;portrait charges&lt;/i&gt; e aquelas produzidas por Thomas Nast para o &lt;i&gt;Harper’s Weekly,&lt;/i&gt; em 1871, nas quais denunciava o prefeito William            Magear (Boss) Tweed como corrupto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://faculty.tcc.edu/LRainard/online/his-122/spri/8b-week/images/bosstweed.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://faculty.tcc.edu/LRainard/online/his-122/spri/8b-week/images/bosstweed.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Boss Tweed.          By T. Nast, &lt;i&gt;Harper's Weekly&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;No caso de Nast, havia uma campanha ideológica visando derrubar um político por intermédio do humor e do deboche. O jornal carioca, numa primeira análise, parece desejar o mesmo efeito, divulgando a foto do criminoso e criando uma gag visual, conforme visto &lt;a href="http://octavioaragao.blogspot.com/2011/11/ok-como-classificar-essa-capa.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Porém, será que o &lt;i&gt;Meia-Hora&lt;/i&gt; não acaba por criar uma “aura de simpatia” em torno do meliante? Enquanto Nast depreciava Tweed – um político, um representante do poder instituído, não um criminoso assumido – usando o riso como arma, as caricaturas do &lt;i&gt;Meia-Hora&lt;/i&gt;, pelo contrário, visam o riso pelo riso, talvez banalizando o fato de que aquele ali retratado é um assassino comprovado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que, como efeito colateral, o tablóide não estaria tornando o criminoso numa celebridade, no bom e velho estilo das &lt;i&gt;dime novels&lt;/i&gt; que relatavam as aventuras de Jesse James e Billy The Kid, notórios bandoleiros, ou dos cordéis que louvavam Lampião?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há dúvidas que, em termos comerciais, é um acerto, já que a edição esgotou em tempo récorde nas bancas, mas creio que ainda há muito a discutir a respeito desse tipo de opção editorial, além do aspecto econômico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-6256863955847601943?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/6256863955847601943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=6256863955847601943' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6256863955847601943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6256863955847601943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/11/como-classificar-essa-capa-parte-2.html' title='Como classificar essa capa, parte 2: Nem e a popificação dos desafetos'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-DoCke6-gXv8/TrvvoXr28VI/AAAAAAAAAOw/MhH_H30yDH0/s72-c/Screen+shot+2011-11-10+at+1.29.56+PM.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-6726402631038528778</id><published>2011-11-09T04:57:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T04:57:02.593-08:00</updated><title type='text'>Ok, como classificar essa capa?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://a3.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/391856_316973864984109_148914881790009_1549159_437587025_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://a3.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/391856_316973864984109_148914881790009_1549159_437587025_n.jpg" width="278" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Também acho engraçado, mas não sei se é matéria, charge ou algo ainda não classificado. O que acham?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-6726402631038528778?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/6726402631038528778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=6726402631038528778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6726402631038528778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6726402631038528778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/11/ok-como-classificar-essa-capa.html' title='Ok, como classificar essa capa?'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-4704276004378575523</id><published>2011-11-09T04:22:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T04:22:14.268-08:00</updated><title type='text'>Cadê, de Graça Lima</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_QMjm9v8L2gM/SkE0r7cgbQI/AAAAAAAAEGM/mc2bRa5Wylc/s400/Picture+1.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="184" src="http://3.bp.blogspot.com/_QMjm9v8L2gM/SkE0r7cgbQI/AAAAAAAAEGM/mc2bRa5Wylc/s320/Picture+1.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoramos o livro da ilustradora, escritora e professora &lt;a href="http://capaduraemcingapura.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Graça Lima&lt;/a&gt;. Guilherme, o mais novo de meus herdeiros, amou as ilustrações e o jogo de metáforas que compõem a narrativa página a página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não foi apenas o pequeno quem se deleitou com o Cadê. Fiquei um bom tempo mergulhado nas ilustrações, curtindo cada matiz, cada mancha, cada montagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado, Graça, pelos momentos de leitura, diversão e aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QMjm9v8L2gM/SjzM18r7d5I/AAAAAAAAEFM/455G7f-tHOc/s400/Cad%C3%AA-Gra%C3%A7a-Lima.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="305" src="http://1.bp.blogspot.com/_QMjm9v8L2gM/SjzM18r7d5I/AAAAAAAAEFM/455G7f-tHOc/s320/Cad%C3%AA-Gra%C3%A7a-Lima.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-4704276004378575523?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/4704276004378575523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=4704276004378575523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4704276004378575523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4704276004378575523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/11/cade-de-graca-lima.html' title='Cadê, de Graça Lima'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_QMjm9v8L2gM/SkE0r7cgbQI/AAAAAAAAEGM/mc2bRa5Wylc/s72-c/Picture+1.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-8950482952301000200</id><published>2011-10-10T21:41:00.000-07:00</published><updated>2011-11-06T09:19:55.483-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Intempol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Manoel Ricardo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ficção científica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Octavio Aragão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editora Draco'/><title type='text'>Meu primeiro álbum em quadrinhos em pré-venda</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Para tudo se acabar na quarta-feira, de Octavio Aragão e Manoel Ricardo em &lt;a href="http://editoradraco.com/2011/10/11/pre-venda-de-para-tudo-se-acabar-na-quarta-feira-com-20-de-desconto-e-frete-incluso/#.TpPC4RtbTrU.twitter"&gt;pré-venda no site da Draco&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="date"&gt;&lt;div class="dateleft"&gt;&lt;span class="time"&gt;10/10/2011&lt;/span&gt; - por: &lt;a href="http://editoradraco.com/author/admin/" title="Posts de Editora Draco"&gt;Editora Draco&lt;/a&gt; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span class="style1"&gt;Seção:                       &lt;a href="http://editoradraco.com/category/destaques/" rel="category tag" title="Ver todos os posts em Destaques"&gt;Destaques&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://editoradraco.com/category/produtos/" rel="category tag" title="Ver todos os posts em Produtos"&gt;Produtos&lt;/a&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="dateright"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt;&lt;a class="addthis_button_facebook_like at300b" href="http://editoradraco.com/2011/10/10/1475/#" title="Send to Facebook_like"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="atc_s addthis_button_compact" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4024503125730472732&amp;amp;postID=8950482952301000200&amp;amp;from=pencil"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://editoradraco.com/2011/10/10/1475/"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-full wp-image-1477" height="339" src="http://editoradraco.com/wp-content/uploads/2011/10/intempol_quartafeira_interna.jpg" title="intempol_quartafeira_interna" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Criado em 1998 pelo carioca Octavio Aragão, Intempol surpreende  por ser um conceito aberto e permitir que virtualmente qualquer  história, em qualquer estilo, possa ser escrita, tendo, como base, a  ficção científica”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Delfin (Universo HQ)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Na série Intempol o leitor é confrontado com tantas teorias  quanto as há sobre o mundo real – o que torna o conjunto tão  singularmente real quanto surreal, que desmistifica com eficácia as  convenções das formas mais estereotipadas da FC”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Antônio Luiz M. C. Costa (Carta Capital)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Histórias repletas de ação e movimento, em que se brinca  descaradamente com os paradoxos temporais, com a história do nosso mundo  e com as instituições que supostamente servem para fazer cumprir a lei,  seja ela qual for”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Jorge Candeias (e-Nigma.com.pt)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Inserindo em sua narrativa mutável e contraditória todo o  espírito do canalha, do velho malandro e de quem não hesita em usar  métodos rothianos na hora de extrair informações de um prisioneiro,  Intempol definiu uma metodologia de ação brasileira a ser seguida pelo  universo”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Marcus Vinícius de Medeiros (Omelete)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Depois da leitura deste álbum de quadrinhos, só fica uma pergunta na cabeça do leitor: quando o próximo será publicado?”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;Roberto Elísio dos Santos (ECA-USP)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Dizem que uma das origens da Intempol, a Polícia Internacional do Tempo, ocorreu no ano de 1998, como cenário para o conto &lt;b&gt;&lt;i&gt;Eu Matei Paolo Rossi&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;,  de Octavio Aragão. Outros relatos optam pelo ano 2000 como ponto de  partida, com o lançamento do livro Intempol – uma antologia de contos  sobre viagens no tempo. Uma terceira versão aponta o álbum em quadrinhos  The Long Yesterday, de Osmarco Valladão e Manoel Magalhães, como a  primeira encarnação da série de aventuras, mas a webtira A Mortífera  Maldição da Múmia, de 2002, baseada em um conto de Carlos Orsi e  ilustrada pela Calango Produktado, também está no páreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, talvez nenhuma dessas histórias seja verdadeira e a Intempol,  como todo bom paradoxo, esteja dando seus primeiros passos este ano, com  a publicação de Para tudo se acabar na quarta-feira, álbum de Octavio  Aragão e Manoel Ricardo, publicado pela Editora Draco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que este seja um recomeço para os agentes intemporais, em nova casa. Com o entusiasmo de sempre.&lt;br /&gt;Em meio a uma guerra pelo controle do crime organizado nos morros do  Rio de Janeiro, um grupo de traficantes descobre que cada um de seus  atos são parte de um plano maior e que seu futuro é um conceito  questionável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles têm quatro dias para descobrir quem dá a corda no relógio de suas  vidas e tentar virar a ampulheta a seu favor, antes de se afogarem em  samba, suor e sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #993366;"&gt;OCTAVIO ARAGÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Designer gráfico por decisão e acadêmico por destino. Trabalhou com  cinema, jornalismo e publicidade, escreveu um romance (A Mão Que Cria,  2006) e já fez muitas coisas, mas gosta mesmo é de estudar de tudo um  pouco. Hoje é professor adjunto da ECO-UFRJ, onde leciona jornalismo  gráfico, coordena eventos como a V Semana de Quadrinhos da UFRJ e a  SpaceBlooks, mas curte mesmo é a família. Mora no Rio de Janeiro, no  bucólico bairro de Laranjeiras, com a esposa Luciana e os filhos Pedro  Henrique e José Guilherme,&amp;nbsp;suas melhores criações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #993366;"&gt;MANOEL RICARDO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ex-fanzineiro de mangá em sua primeira publicação de quadrinhos, desenha  desde sempre, e profissionalmente desde os 14 com pequenas editoras. Já  ilustrou livros infantis, materiais didáticos, infográficos em jornal,  ilustrações editoriais e já se aventurou na indústria de games.  Autodidata convicto, fez seu primeiro curta metragem de animação em 2010  chamado “Rock’n Roll na Minha Vida”, disponível na internet. Também é  músico e toca baixo elétrico em shows locais de MPB, pop, rock, samba e  reggae, com pitadas de groove funk-soul. Cursa Desenho Industrial na  Ufes, e é pai da Manuely, garotinha muito maneira que curte cantar,  desenhar e jogar videogame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;Para tudo se acabar na quarta-feira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Autores: &lt;/b&gt;Octavio Aragão (roteiro) e Manoel Ricardo (desenhos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;b&gt;ISBN:&lt;/b&gt; 978-85-62942-28-0&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;b&gt;Gênero: &lt;/b&gt; HQ – ficção científica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;b&gt;Formato: &lt;/b&gt;17cm x 24cm&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;b&gt;Preço de capa: &lt;/b&gt;R$ 24,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Para selecionar como “desejado” no &lt;a href="http://www.skoob.com.br/livro/196740-para-tudo-se-acabar-na-quarta-feira" target="_blank"&gt;Skoob&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-8950482952301000200?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://editoradraco.com/2011/10/10/1475/' title='Meu primeiro álbum em quadrinhos em pré-venda'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/8950482952301000200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=8950482952301000200' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8950482952301000200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8950482952301000200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/10/meu-primeiro-album-em-quadrinhos-em-pre.html' title='Meu primeiro álbum em quadrinhos em pré-venda'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-271763139367170617</id><published>2011-10-06T08:04:00.001-07:00</published><updated>2011-10-06T08:04:47.686-07:00</updated><title type='text'>2ª semana de integração acadêmica da UFRJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SIKkDNEZ34U/To3Db08TubI/AAAAAAAAAOc/1YTzjIZk_ZE/s1600/mime.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-SIKkDNEZ34U/To3Db08TubI/AAAAAAAAAOc/1YTzjIZk_ZE/s320/mime.jpg" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-271763139367170617?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/271763139367170617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=271763139367170617' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/271763139367170617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/271763139367170617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/10/2-semana-de-integracao-academica-da.html' title='2ª semana de integração acadêmica da UFRJ'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SIKkDNEZ34U/To3Db08TubI/AAAAAAAAAOc/1YTzjIZk_ZE/s72-c/mime.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1421247115016116693</id><published>2011-10-06T07:25:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T07:25:39.338-07:00</updated><title type='text'>Intempol: A capa definitiva de Para Tudo Se Acabar na Quarta-feira</title><content type='html'>http://www.universohq.com/quadrinhos/2011/n06102011_03.cfm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1421247115016116693?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://intemblog.blogspot.com/2011/09/capa-definitiva-de-para-tudo-se-acabar.html?spref=fb' title='Intempol: A capa definitiva de Para Tudo Se Acabar na Quarta-feira'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1421247115016116693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1421247115016116693' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1421247115016116693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1421247115016116693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/10/intempol-capa-definitiva-de-para-tudo.html' title='Intempol: A capa definitiva de Para Tudo Se Acabar na Quarta-feira'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-9213998511431312055</id><published>2011-09-25T10:28:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T09:44:25.504-07:00</updated><title type='text'>Vocês não acreditaram em mim, agora vão pagar caro</title><content type='html'>&lt;div align="LEFT"&gt;Por Octavio Aragão&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;a href="http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0348/images/octavio.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img align="right" alt="Octavio Aragão" border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" height="395" src="http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0348/images/octavio.jpg" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;(artigo publicado originalmente no jornal &lt;a href="http://www.acheiusa.com/acheiusa/achei-colunistas-octavio.asp"&gt;Achei USA&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Não   se pode viver no isolamento; a vida, portanto, é relação, e relação é ação.&lt;/i&gt;   Krishnamurti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Em meus momentos escuros&lt;br /&gt;Em que em mim não há ninguém,&lt;br /&gt;E tudo é névoas e muros&lt;br /&gt;Quando a vida dá ou tem, (...)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que a culpa de tudo é o bulliyng colegial. Eis que a desculpa de tudo é   a falta de coragem em dar o troco na hora certa, ser coitadinho é salvo   conduto para a chacina de inocentes, de crianças que nem sabem que um dia   você foi alvo de piadas, foi pele no colégio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Demorei para decidir escrever esta coluna porque um certo   senso de fatalidade me assombrava, como se o fato de tocar no assunto do   massacre de Realengo de alguma forma sobrenatural repetisse a tragédia, mas   sinto que ainda há um ângulo sobre o qual a luz de todos os psicólogos   amadores que se debruçaram sobre o horror ocorrido no subúrbio do Rio ainda   não incidiu: a formação de um tipo de clube do Dr. Silvana.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;O Dr Silvana era o arqui-inimigo do Capitão Marvel, um   velhinho genial que foi humilhado por seus pares cientistas e considerado   uma figura ridícula e meio doida que deveria ser, no máximo, motivo de   chacota. Esse velhinho careca, franzino e feio como a necessidade declara   guerra não apenas à comunidade científica, mas também a toda a humanidade.   Silvana comete toda sorte de crimes sempre combatido e derrotado pelo   apolíneo Capitão Marvel, que na verdade é Billy Batson, um menino de 12 anos   de idade capaz de se transformar num gigante superpoderoso. Ou seja, Silvana   e Marvel podem ser encarados como uma metáfora ao grande mito contemporâneo   do valor da juventude. Juventude em todas as facetas, como sinônimo de   saúde, beleza, poder e de um tipo de imortalidade artificial almejada por   todos.&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Geralmente os planos de Silvana giram em torno do roubo ou   da apropriação indireta dos poderes de Marvel, a sabedoria de Salomão, a   força de Hércules, o vigor de Atlas, o poder de Zeus, a invulnerabilidade de   Aquiles e a velocidade de Mercúrio. Deixando de lado o improvável   sincretismo hebreu-greco-romano e a ironia de um sujeito sábio com Salomão   sempre cair nas mesmas armadilhas, o que podemos perceber é que aquele que   não pertencer ao ideal olímpico encarnado no Capitão Marvel seria   necessariamente um pária social, mesmo com qualidades dignas de nota. Diante   disso, é fácil entender porque pessoas que sofreram agressões e humilhações   na infância se identificariam com o comportamento do vilão. O problema é   que, enquanto as ações de Silvana são inócuas e sempre neutralizadas pelos   poderes divinos de Marvel, os silvanas do mundo real machucam, matam e   mutilam de maneira irreversível. A família não sabe que o filho agride ou é   agredido por colegas e a escola, na maioria das vezes, não se considera   responsável por esses casos. Como resultado desse impasse e na falta de um   Capitão Marvel para dar uma sova nos silvaninhas, agora o Ministério Público   quer que o bullying seja considerado crime, o que me parece um erro.&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;A solução não soluciona, ela agrava o problema. A   provocação, a gozação, o humor por intermédio do ridículo são elementos   indesejáveis, mas infelizmente comuns no desenvolvimento social. É preciso   saber lidar com isso, como com todos os percalços que nos atropelarão vida a   fora. O ridículo cruel existe e tentar puní-lo nas crianças não resolve, mas   o clube dos Silvanas cresce a cada dia, com os ressentimentos e as invejas   introjectadas servindo como estopim para explosões de raiva. Cada um deles   se acha um herói injustiçado em busca de vingança e também de um tempo de   exposição midiática. Quase todos deixam registros em imagem ou gravações numa busca dos quinze minutos de fama. Eles querem a peculiar   imortalidade da fama após a morte, a velocidade dos tubos catódicos e da   comunicação de massa, um tipo de ressurreição midiática que repete imagens   violentas como se o matador fosse um Minotauro correndo pelos corredores do   labirinto de Creta, exterminando suas vítimas eternamente. Tornam-se   fantasmas em vídeo, que voltam para agredir seus ex-carrascos explicando   seus planos e motivos como vilões bidimensionais de histórias em quadrinhos   impressas em preto, branco e vermelho.&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/kn8PJ4AEhmY/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kn8PJ4AEhmY&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/kn8PJ4AEhmY&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;Devemos fugir desses rostos pixelados ou, ao contrário,   observá-los sempre que possível para aprender como combatê-los? Adiantaria   escondermos as fotos de Adolf Hitler? Apagar o nazismo e seus malefícios   consertaria o mundo? Olhar para o lado, fingir não enxergar nada mais é do   que tentar esconder os fatos. Sem dúvida é mais confortável não ver a   miséria, mas fechar os olhos nunca ajudou ninguém a viver melhor. Houve quem   reclamasse da hiperexposição post mortem do assassino de Realengo, mas   talvez a repetição sensacionalista (sensacionalista sim, porque também temos   de admitir nosso voyerismo sádico) do close up do monstro nas páginas dos   jornais e nas TVs nos permitam reconhecer os inimigos, e o pior é que cada   um deles, com seu tom monocórdico, olhar frio e expressão nula, caras de lua   nas telas quadradas, são o nosso reflexo, o inverso dos sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-9213998511431312055?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/9213998511431312055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=9213998511431312055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/9213998511431312055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/9213998511431312055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/09/voces-nao-acreditaram-em-mim-agora-vao.html' title='Vocês não acreditaram em mim, agora vão pagar caro'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-8421546223796571901</id><published>2011-09-10T21:37:00.000-07:00</published><updated>2011-09-10T21:41:52.590-07:00</updated><title type='text'>O futuro não é mais como era antigamente</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0333/images/otavio.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img align="right" alt="Octavio Aragão" border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" height="326" src="http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0333/images/otavio.jpg" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;por Octavio Aragão (publicado originalmente no jornal Achei USA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"&gt;   &lt;/span&gt;“&lt;i&gt;(...)   é através dos assim chamados filmes de nostalgia que o processamento   propriamente alegórico do passado tornou-se possível; é porque o aparato   formal dos filmes de nostalgia nos treinou a consumir o passado em termos de   imagens sofisticadas que essas novas formas e colocações mais complexas da   ‘pós-nostalgia’ se tornaram possíveis.&lt;/i&gt;” &lt;br /&gt;Fredric Jameson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;i&gt;É necessário considerar o que deve acontecer como já sucedido, é necessário   ver o presente no futuro, porque este nada mais é do que um presente remoto.&lt;/i&gt;”&lt;br /&gt;Júlio Verne &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passado, apesar de toda a alergia que causa aos menores de trinta anos,   está na moda. Mas não se trata de um passado qualquer, conhecido e   confortável. Estamos falando aqui de um pretérito mais que perfeito, um   tempo tão improvável e imprevisível quanto o mais longínquo futuro. Um   século 19 que nunca existiu, mas que teria sido fantástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando assistimos a um filme que emula um passado fantasioso é como se   descobríssemos uma nova possibilidade de futuro, pois o que veio antes torna-se   tão atraente quanto o que nos aguarda na próxima esquina. Quem sabe o fato   de estarmos no começo da segunda década de um século insondável nos faça   olhar para trás em busca de parâmetros comportamentais confiáveis que pautem   os anos vindouros usando um mix de iPod (ou iPad, de acordo com o gosto do   freguês) com óculos de piloto de biplano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez isso seja um efeito colateral de um certo achatamento da perspectiva   da história recente, que faz com que os últimos cinquenta anos estejam   disponíveis a qualquer pessoa, a qualquer hora, sim, mas sem uma identidade   própria, sem uma característica que defina cada década, transformando tudo   em uma “pasta imagética” onde Frank Sinatra poderia ter sido contemporâneo   de Kurt Cobain, consumida por uma geração que acredita que a Segunda Guerra   Mundial ainda acontecia em 1978, como um adolescente me perguntou outro dia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correndo o risco de parecer um nostágico mais velho do que gostaria,   reconheço que sinto certa saudade do tempo em que as poucas emissoras de TV   do Brasil não tinham vergonha de exibir filmes de Frank Capra, Vittorio de   Sica ou Otto Preminger, tanto à tarde quanto na madrugada. Hoje, apesar do   paraíso informacional, a compartimentação da programação nos obriga a   assistir a um canal a cabo especializado no que se acostumou a chamar de   “cult”, algo parecido com uma lata na qual se joga qualquer coisa que difira   do padrão não muito claro das etiquetas, como única opção e mesmo assim   corre-se o risco de ver muito material que não merece ser “cultuado” nem   pelo mais simplório fã de novelas mexicanas (afinal, num certo sentido, elas   também são cult, não é mesmo?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, não basta saber pesquisar no Google, tem de saber como pesquisar.   Igual a todo e qualquer oráculo da antiguidade, de Delfos ao I-Ching, essa   hoje indispensável universopédia exige que se pense antes de perguntar e,   para isso, é preciso cultura, sob o risco de se obter respostas mais   enigmáticas que a questão original. Se o consulente não souber a diferença   entre laranjas e bananas, como poderá entender uma resposta que envolva   frutas cítricas? Ou ainda, é necessário que se compreenda o que se pode   perguntar, como aconteceu, por exemplo, com um aluno que, diante do meu   pedido para que produzisse um esboço com lápis e papel, recorreu à internet   para saber “como se poderia fazer um sketch”. Isso, infelizmente, não há   pitonisa ou mago Merlin que responda, ou o sujeito faz ou não faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, quem sabe fazer, aquele pessoal que conhece as raízes   culturais dos produtos de cultura de massa, está arrecadando milhões com   remakes e continuações de filmes de trinta anos atrás ou escrevendo roteiros   que evocam cenários de séculos passados, mas com entusiasmo juvenil. O   estilo nascido da paixão pelo imaginário da InglaterraVitoriana, por exemplo,   tem nome. Chama-se steampunk, que significa a junção do “vapor” de   locomotivas ou de outras tecnologias retrô envolvendo eletricidade e   magnetismo com o espírito anarquista dos punks contemporâneos, como visto no   filme O Grande Truque (The Prestige, 2006). Já aqueles que preferem um clima   do início do século 20, adotam a alcunha dieselpunk e adoram máquinas e   roupas que remetem ao estilo Art Déco, de acordo com o que se pode ver no   filme Capitão Sky e O Mundo do Amanhã (Captain Sky and The World of   Tomorrow, 2004). Ésempre bom recordar que tudo isso nasceu das cabeças de   autores como Bruce Sterling e William Gibson, acostumados a antecipar o   futuro em vivemos hoje escrevendo romances que receberam a alcunha de   cyberpunk.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/11Mide2KXow/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/11Mide2KXow&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/11Mide2KXow&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por aí vai o trem, cultivando e construindo uma nova memória afetiva para   jovens que têm saudades do que não viveram e que, de uma certa maneira,   buscam unir o melhor de todos os mundos possíveis, mas sem abrir mão de um   saudável viés anarquista. Eu só gostaria que todo esse revisionismo fosse   temperado, como acontece nas versões literárias, com influências dos   trabalhos de Charles DIckens ou Machado de Assis, porque o que é bom, mas   bom de verdade, perdura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-8421546223796571901?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/8421546223796571901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=8421546223796571901' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8421546223796571901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8421546223796571901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/09/o-futuro-nao-e-mais-como-era.html' title='O futuro não é mais como era antigamente'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-6521632414766131599</id><published>2011-09-10T07:10:00.000-07:00</published><updated>2011-09-10T07:10:53.161-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura Fantástica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção-científica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fantasia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tzvetan Todorov'/><title type='text'>Definições do Gênero Fantástico de acordo com Tzvetan Todorov</title><content type='html'>Eis um quadro provisório que montei para estruturar os conceitos e definições do estudioso Tzvetan Todorov no livro &lt;span class="st"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_323751199"&gt;&lt;i&gt;Introdução à Literatura&lt;/i&gt; &lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://ebooksgratis.com.br/livros-ebooks-gratis/tecnicos-e-cientificos/letras-introducao-a-literatura-fantastica-tzvetan-todorov/"&gt;Fantástica&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="st"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Convido os amigos a discutir/acrescentar/desenvolver os tópicos apresentados. Quem sabe não conseguimos responder àquelas perguntas do tipo “isso é Ficção Científica?”, “o que é o Fantástico para você?” ou “qual a diferença entre esse e aquele subgênero?” que sempre nos cercam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HQzy7LS7Z3c/TmtvgYNU_jI/AAAAAAAAAOY/oFsO5a5nzmA/s1600/Definic%25CC%25A7o%25CC%2583es+do+ge%25CC%2582nero+fanta%25CC%2581stico1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://3.bp.blogspot.com/-HQzy7LS7Z3c/TmtvgYNU_jI/AAAAAAAAAOY/oFsO5a5nzmA/s320/Definic%25CC%25A7o%25CC%2583es+do+ge%25CC%2582nero+fanta%25CC%2581stico1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-6521632414766131599?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/6521632414766131599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=6521632414766131599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6521632414766131599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6521632414766131599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/09/definicoes-do-genero-fantastico-de.html' title='Definições do Gênero Fantástico de acordo com Tzvetan Todorov'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HQzy7LS7Z3c/TmtvgYNU_jI/AAAAAAAAAOY/oFsO5a5nzmA/s72-c/Definic%25CC%25A7o%25CC%2583es+do+ge%25CC%2582nero+fanta%25CC%2581stico1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-8593336552403191885</id><published>2011-09-09T11:24:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T11:28:36.690-07:00</updated><title type='text'>Guidelines para a nova antologia editada por Gerson Lodi-Ribeiro e publicada pela Editora Draco: Solarpunk</title><content type='html'>&lt;b&gt;Antologia Solarpunk&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Guidelines &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://ih1.redbubble.net/work.6586648.1.flat,550x550,075,f.utopia-islands-cities-of-the-future.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://ih1.redbubble.net/work.6586648.1.flat,550x550,075,f.utopia-islands-cities-of-the-future.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Depois da &lt;i&gt;Vaporpunk&lt;/i&gt; (2010) e da &lt;i&gt;Dieselpunk&lt;/i&gt; (2011), 2012 será o ano da Solarpunk! &lt;br /&gt;Ao&amp;nbsp; contrário&amp;nbsp; das&amp;nbsp; duas&amp;nbsp; antologias&amp;nbsp; punks&amp;nbsp; anteriores,&amp;nbsp; na&amp;nbsp; &lt;i&gt;Solarpunk&lt;/i&gt;&amp;nbsp; não&amp;nbsp; julgamos&amp;nbsp; necessário enfatizar o elemento “punk”.&amp;nbsp; Julgamos o “solar” mais importante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sério?&amp;nbsp; Como assim? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples.&amp;nbsp; Ao escrever seu trabalho com vistas à submissão para a &lt;i&gt;Solarpunk&lt;/i&gt;, o autor não precisa se preocupar&amp;nbsp; em&amp;nbsp; exalar&amp;nbsp; aquele&amp;nbsp; clima &lt;i&gt;mezzo&amp;nbsp; noir&lt;/i&gt;,&amp;nbsp; aquele&amp;nbsp; cheiro&amp;nbsp; &lt;i&gt;mezzo&lt;/i&gt;&amp;nbsp; pessimista,&amp;nbsp; referência&amp;nbsp; de&amp;nbsp; boa parte da literatura fantástica &lt;i&gt;punk&lt;/i&gt;.&amp;nbsp; Desejamos que o próprio “solar” seja encarado &lt;i&gt;lato sensu&lt;/i&gt;: enredos inspirados&amp;nbsp; no&amp;nbsp; emprego&amp;nbsp; não&amp;nbsp; apenas&amp;nbsp; da&amp;nbsp; energia&amp;nbsp; solar&amp;nbsp; em&amp;nbsp; si,&amp;nbsp; mas&amp;nbsp; em&amp;nbsp; formas&amp;nbsp; de&amp;nbsp; energia&amp;nbsp; alternativas, preferencialmente&amp;nbsp; limpas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Neste&amp;nbsp; sentido,&amp;nbsp; chegamos&amp;nbsp; a&amp;nbsp; cogitar&amp;nbsp; batizar&amp;nbsp; a&amp;nbsp; antologia&amp;nbsp; &lt;i&gt;Greenpunk&lt;/i&gt;,&amp;nbsp; ideia rapidamente&amp;nbsp; arquivada&amp;nbsp; pelo&amp;nbsp; fato&amp;nbsp; de&amp;nbsp; abrigar&amp;nbsp; —&amp;nbsp; ao&amp;nbsp; menos&amp;nbsp; em&amp;nbsp; aparência&amp;nbsp; —&amp;nbsp; certa&amp;nbsp; contradição&amp;nbsp; de conceitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tramas tanto podem ser ambientadas&amp;nbsp; em&amp;nbsp; cenários&amp;nbsp; históricos alternativos quanto em futuros próximos ou remotos. Como imaginação está&amp;nbsp; aí para isto, não&amp;nbsp; é inconcebível&amp;nbsp; se&amp;nbsp; pensar&amp;nbsp; em enredos &lt;i&gt;solarpunks&lt;/i&gt;,&amp;nbsp; conforme&amp;nbsp; os&amp;nbsp; conceitos&amp;nbsp; esboçados&amp;nbsp; acima,&amp;nbsp; ambientados em&amp;nbsp; cenários&amp;nbsp; mais&amp;nbsp; típicos&amp;nbsp; do horror ou da fantasia. Desta forma, pretendemos reunir na antologia &lt;i&gt;Solarpunk&lt;/i&gt; contos e noveletas de ficção científica, história alternativa, horror ou fantasia escritos em bom português, com fins de publicação pela editora Draco em 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fixamos&amp;nbsp; os&amp;nbsp; limites&amp;nbsp; das&amp;nbsp; submissões&amp;nbsp; entre&amp;nbsp; 4.000&amp;nbsp; e&amp;nbsp; 10.000&amp;nbsp; palavras. Isto&amp;nbsp; não&amp;nbsp; quer&amp;nbsp; dizer,&amp;nbsp; em absoluto, que submissões fora deste intervalo serão sumariamente rejeitadas.&amp;nbsp; Se o trabalho submetido possuir qualidade literária e se enquadrar na temática proposta, essa qualidade pesará muito em nossa apreciação,&amp;nbsp; ainda&amp;nbsp; que&amp;nbsp; o&amp;nbsp; texto&amp;nbsp; seja&amp;nbsp; menor&amp;nbsp; ou maior&amp;nbsp; do&amp;nbsp; que&amp;nbsp; o&amp;nbsp; limite&amp;nbsp; proposto.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No&amp;nbsp; entanto,&amp;nbsp; cumpre esclarecer de antemão que olharemos com mais simpatia trabalhos dentro do intervalo citado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analogamente,&amp;nbsp; gostaríamos&amp;nbsp; de&amp;nbsp; receber&amp;nbsp; trabalhos&amp;nbsp; criativos&amp;nbsp; e&amp;nbsp; originais&amp;nbsp; cujos&amp;nbsp; enredos&amp;nbsp; dissessem respeito, direta ou indiretamente, às culturas brasileira e/ou portuguesa, mostrando o impacto social do emprego dessas formas de energia alternativas na(s) história(s) dessa(s) cultura(s).&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditamos que é mais&amp;nbsp; fácil&amp;nbsp; escrever&amp;nbsp; bem&amp;nbsp; sobre&amp;nbsp; o&amp;nbsp; que&amp;nbsp; conhecemos&amp;nbsp; melhor. Não&amp;nbsp; se&amp;nbsp; trata&amp;nbsp; de&amp;nbsp; uma&amp;nbsp; exigência&amp;nbsp; estrita.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhos que nada tenham a ver com o Brasil ou com Portugal serão apreciados com a atenção devida e poderão ser eventualmente aceitos. Porém, convém frisar nossa predileção irrestrita por textos que sejam lusófonos&amp;nbsp; de&amp;nbsp; corpo&amp;nbsp; (i.e,&amp;nbsp; escritos&amp;nbsp; por&amp;nbsp; autores&amp;nbsp; portugueses&amp;nbsp; e brasileiros)&amp;nbsp; e&amp;nbsp; de&amp;nbsp; espírito&amp;nbsp; (enredo, personagens, ambientação lusófonos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o poder infinito da imaginação de nossos autores, a amplitude espaçotemporal da temática proposta é incomensurável. Desde as clássicas velas solares (empregadas ora em viagens a outros sistemas estelares, ora em regatas espaciais dentro da gravitosfera do Sol), dos coletores orbitais e&amp;nbsp; dos&amp;nbsp; sistemas&amp;nbsp; eólicos&amp;nbsp; avançados,&amp;nbsp; até&amp;nbsp; geradores capazes&amp;nbsp; de&amp;nbsp; extrair&amp;nbsp; energia&amp;nbsp; do&amp;nbsp; vácuo&amp;nbsp; quântico&amp;nbsp; e injetores&amp;nbsp; de&amp;nbsp; energia vital,&amp;nbsp; coletores&amp;nbsp; de&amp;nbsp; energia&amp;nbsp; multidimensionais&amp;nbsp; ou&amp;nbsp; saltos&amp;nbsp; hiperespaciais proporcionados&amp;nbsp; por&amp;nbsp; orgasmos,&amp;nbsp; diríamos&amp;nbsp; que,&amp;nbsp; literalmente,&amp;nbsp; os universos&amp;nbsp; físicos&amp;nbsp; e&amp;nbsp; ficcionais&amp;nbsp; são&amp;nbsp; os únicos limites para a mente criativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em limites, nossa deadline é 31 de março de 2012, uma vez que o objetivo primário é lançar a antologia na Fantasticon 2012, no início do segundo semestre do ano que vem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&amp;nbsp; submissão&amp;nbsp; deve&amp;nbsp; ser&amp;nbsp; mandada&amp;nbsp; somente&amp;nbsp; em&amp;nbsp; versão&amp;nbsp; eletrônica,&amp;nbsp; formato&amp;nbsp; rich&amp;nbsp; text&amp;nbsp; file&amp;nbsp; (.RTF), para&amp;nbsp; o&amp;nbsp; e-mail glodir@unisys.com.br,&amp;nbsp; com&amp;nbsp; cópia&amp;nbsp; de&amp;nbsp; segurança&amp;nbsp; para ericksama@gmail.com&lt;br /&gt;.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Confirmaremos a recepção de cada trabalho submetido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de dúvida, não hesite em nos contatar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se&amp;nbsp; julgar&amp;nbsp; necessário&amp;nbsp; discutir&amp;nbsp; determinada&amp;nbsp; trama&amp;nbsp; ou&amp;nbsp; certa&amp;nbsp; linha&amp;nbsp; de&amp;nbsp; enredo&amp;nbsp; conosco,&amp;nbsp; sinta-se&amp;nbsp; à vontade.&amp;nbsp; O antologista está aqui para isto.☺&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardamos a submissão do seu trabalho. &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Gerson Lodi-Ribeiro&lt;/i&gt; (antologista) &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Erick Sama&lt;/i&gt; (editor). &lt;br /&gt;Setembro de 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-8593336552403191885?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/8593336552403191885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=8593336552403191885' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8593336552403191885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8593336552403191885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/09/guidelines-para-nova-antologia-editada.html' title='Guidelines para a nova antologia editada por Gerson Lodi-Ribeiro e publicada pela Editora Draco: Solarpunk'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1155097311979803908</id><published>2011-08-21T11:47:00.000-07:00</published><updated>2011-08-21T12:16:10.362-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Llyr'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Draco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gérson Lodi-Ribeiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nelson de Oliveira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fábio Fernandes'/><title type='text'>Dias de amor e cobras: As Cidades Indizíveis e Dieselpunk</title><content type='html'>A partir deste mês estarei presente em duas antologias de contos lançadas simultaneamente. A primeira é &lt;i&gt;As Cidades Indizíveis&lt;/i&gt;, lançada pela &lt;a href="http://llyreditorial.wordpress.com/nossos-livros/catalogo/as-cidades-indiziveis/"&gt;Llyr&lt;/a&gt;, daqui do Rio de Janeiro, que reúne histórias de fantasia urbana, um estilo não muito difundido no Brasil, mas que teve um expoente em &lt;i&gt;Cidades Invisíveis&lt;/i&gt;, de Ítalo Calvino, influência assumida dos editores Nelson de Oliveira e Fábio Fernandes. Compareci com &lt;i&gt;O dia em que Vesúvia descobriu o amor&lt;/i&gt;, uma das histórias mais diferentes que já escrevi. A resenha do livro vai a seguir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZZGB599jI3I/TlFPKSuH_oI/AAAAAAAAAOQ/jDVM-CNfs2Y/s1600/cidades_frente.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZZGB599jI3I/TlFPKSuH_oI/AAAAAAAAAOQ/jDVM-CNfs2Y/s320/cidades_frente.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Capa de &lt;span class="st"&gt;Marcelo Amado &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;Da última vez que você olhou para cima, conseguiu ver o céu? Ou  nuvens, sol e estrelas foram substituídos por torres de concreto,  janelas reluzentes e antenas de celular? Quando foi que a Cidade roubou o  céu? Quando foi que ela tomou conta de você, roubou sua alma e fez com  que se tornasse mais um dos seus súditos (in)felizes?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A Humanidade passou por grandes mudanças, que convencionou chamar de  Revoluções. Nenhuma foi tão grande quanto aquela que nos fez construir  cidades, ainda no Neolítico. Contra as bestas que nos caçavam em lugares  abertos, contra os perigos de cavernas estreitas, nós erguemos cidades e  estabelecemos nosso próprio lugar no mundo. Uma realização sem  paralelo. Sim, você pode comparar uma cidade a uma colmeia ou um  formigueiro. Mas somos mais caóticos, mais desorganizados. Mais únicos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;As &lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Cidades Indizíveis&lt;/i&gt;&lt;i&gt; é uma celebração disso tudo. Pedaços  de ficções urbanas, fantásticas ou surreais. Lugares que você nunca viu,  desconhecia completamente, porém sempre estiveram lá, no fundo da sua  alma, esperando para serem visitados.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Cidades que se amam, cidades que queimam, cidades que se alimentam de  dores, desejos e segredos. Cidades que parecem familiares, mas estão  distorcidas. Os caminhos não são mais os mesmos. As trilhas mudaram e  ainda mudam, cada vez mais. Até chegar o momento em que você irá tentar  voltar, para o lugar de onde veio.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mas será tarde demais para você, perdido no meio das Cidades Indizíveis.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Com organização de Nelson de Oliveira e Fábio Fernandes.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Contos:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Galimatar&lt;/b&gt;, de Fábio Fernandes;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Céu do Nunca&lt;/b&gt;, de Guilherme Kujawski;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Longo Caminho de Volta&lt;/b&gt;, de Ana Cristina Rodrigues;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Dia Em Que Vesúvia Descobriu O Amor&lt;/b&gt;, de Octavio Aragão;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Harmonia&lt;/b&gt;, de Roberto de Sousa Causo;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro de Abril: Corpus Christi&lt;/b&gt;, de Luiz Bras;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Coletivo&lt;/b&gt;, Luís Henrique Pellanda;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mnemomáquina&lt;/b&gt;, de Ronaldo Bressane;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cidade Vampira (Entidade Urbana)&lt;/b&gt;, de Fausto Fawcett.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Título: As Cidades Indizíveis&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ISBN:&amp;nbsp;9788564298378&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&amp;nbsp;2011&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Páginas:&amp;nbsp;180&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://libernauta.files.wordpress.com/2011/07/dieselpunk1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://libernauta.files.wordpress.com/2011/07/dieselpunk1.jpg" width="210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Capa de Erick Sama&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A segunda antologia é &lt;i&gt;Dieselpunk&lt;/i&gt;, uma continuação de &lt;i&gt;Vaporpunk&lt;/i&gt;, lançada no ano passado, e parte de uma trilogia que se fechará com &lt;i&gt;Solarpunk&lt;/i&gt;, em 2012, todas editadas por Gérson Lodi-Ribeiro e publicadas pela &lt;a href="http://blog.editoradraco.com/2011/06/dieselpunk-reimaginando-o-passado/"&gt;Draco&lt;/a&gt;, de São Paulo. Meu conto é &lt;i&gt;O dia em que Virgulino cortou o rabo da cobra sem fim com o chuço excomungado&lt;/i&gt;, que narra o estrepitoso e escalafobético encontro do bando de Lampião com a Coluna Prestes no sertão baiano e como o mundo (sim, o mundo) nunca mais foi o mesmo depois disso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Os companheiros de jornada são:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Ao perdedor, as baratas, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;de &lt;/b&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Antonio Luiz Costa;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Auto do extermínio&lt;/i&gt;, de Cirilo Lemos,&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cobra de fogo&lt;/i&gt;, de Sidemar Castro;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O dia em que Virgulino cortou o rabo da cobra sem fim com o chuço excomungado, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Octavio Aragão;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;A fúria do escorpião azul, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Carlos Orsi Martinho;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Grande G, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Tibor Moricz;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Impávido colosso, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Hugo Vera;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Pais da aviação, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Gerson Lodi-Ribeiro;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Só a morte te resgata, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Jorge Candeias&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;***&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Prometo que, depois disso, jamais  escreverei nada que comece com “&lt;i&gt;O dia em que...&lt;/i&gt;”, mas acho legal que  essas duas histórias “diurnas” tenham vindo à luz no mesmo mês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1155097311979803908?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1155097311979803908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1155097311979803908' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1155097311979803908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1155097311979803908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/08/dias-de-amor-e-cobras-dois-lancamentos.html' title='Dias de amor e cobras: As Cidades Indizíveis e Dieselpunk'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ZZGB599jI3I/TlFPKSuH_oI/AAAAAAAAAOQ/jDVM-CNfs2Y/s72-c/cidades_frente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-762059290616468168</id><published>2011-08-05T18:27:00.000-07:00</published><updated>2011-08-06T08:26:56.124-07:00</updated><title type='text'>A um Pássaro do Paraíso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;por Octavio Aragão (Coluna originalmente publicada no jornal AcheiUSA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A tautologia é um desmaiar propício, uma afasia salutar, uma morte, ou, se prefere, uma comédia, a “representação” indignada dos direitos do real contra a linguagem. Mágica, ela só pode, evidentemente, proteger-se por trás de um argumento de autoridade, tal como os pais que, não sabendo mais o que dizer, respondem à criança que insiste em explicações: “é assim porque é assim”&lt;/i&gt;&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Roland Barthes&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O fiel sempre quer consumir o seu Deus.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;Edgar Morin&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr align="left"&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="http://hiwaay.net/%7Eoliver/ggza2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://hiwaay.net/%7Eoliver/ggza2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Greta Garbo, na caricatura de Nino Za&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O tempo das celebridades inquestionáveis, acima do bem o do mal, acabou. Depois do advento das redes sociais, a torre de marfim que abrigava as divindades neo-olímpicas foi demolida e junto com ela a impunidade que orbitava as opiniões dos famosos. Hoje, se um erro gramatical é eventualmente perdoado (mas sempre ridicularizado), palpites politicamente incorretos e aforismos mal construídos podem custar caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O filósofo Edgar Morin postulava que fotografias e autógrafos seriam fetiches-chave que materializam os fetiches-mexerico, a vontade dos admiradores de entrar de uma maneira mais direta na intimidade dos ídolos. Pois hoje, com a facilitação das imagens e das comunicações interpessoais, o fetiche evoluiu para uma obsessão que muitas vezes cria um paradoxo ao mundanizar a divindade antes inacessível. É nessa dualidade que se equilibra o público, entre a idolatria incondicional ao ídolo marmóreo emoldurado no tubo de raios catódicos e o desprezo pelo ser humano hiper-exposto - e por consequência, frágil, às portas do ridículo - que propaga impropérios muitas vezes imperdoáveis. Cada grosseria, cada indelicadeza ou deslize são colecionados com a mesma ânsia que os méritos e as frases de efeito são etiquetadas para futura referência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os objetos de desejo, por sua vez, beiram a esquizofrenia ao alternar vontades de brilho com rompantes que clamam por privacidade, paródias de Greta Garbo numa sociedade cada vez mais ávida por filmes piratas e fotos picantes. Durante os debates que anteciparam a eleição de Dilma Rousseff, uma celebridade declarou-se no Twitter avesso à ridicularização da imagem dos candidatos. Do alto de minha ingenuidade pergunto como sobreviveriam os caricaturistas caso se promulgasse uma lei anti ridicularização da imagem, já que a função de um caricaturista é representar a torpeza do caráter humano pelo exagero da expressão facial. O grotesco, desde os tempos de Rabelais, é uma ferramenta de crítica social e política e optar por uma censura à ridicularização parece um flerte perigoso com ideais de manipulação da imagem que campeiam em regimes totalitários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É compreensível que as celebridades não estejam preparadas para esse choque de realidade. Durante décadas suas opiniões divulgadas pela mídia beneficiaram-se com a distância, uma inacessibilidade que lhes emprestava segurança. Agora a possibilidade de ser questionado ou mesmo discordado pode parecer mais desconfortável que uma cama de pregos. Bem faz o escritor Paulo Coelho que, a cada vez que é enxovalhado por conta de seus livros, responde tranquilo algo parecido com “não gostou? Não faz mal, volte no mês que vem. Tenho certeza que vai adorar o próximo”. Coelho é um artista adaptado aos novos tempos e às novas mídias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Twitter, Facebook, Orkut, LinkedIn etc são os novos oráculos de mão dupla, que não apenas baixam a palavra dos deuses, como elevam a dos homens, colocando-os quase em pé de igualdade. O passarinho símbolo do Twitter alça voo e assume o papel da ave mitológica cuja pena feriu o olho imortal de Heimdall, o porteiro de Asgard, antecipando a queda dos deuses nórdicos, mas também produzindo a ascensão de almas ao panteão graças a determinados números que, no novo código binário da fama, traduzem popularidade. Afinal, ter mil seguidores já não é mais privilégio de profetas ou pastores bem sucedidos, basta você ter um blog bem visitado ou uma conta no Twitter, coisas que custam pouco e podem dar um retorno considerável em divulgação. É o paraíso da divindade democratizada, mas que pode, exatamente por sua facilidade em ascender, tornar-se efêmera. Quem lembra das celebridades da década passada levante a mão. Ou seja, o processo de reinvenção de cada um deve ser potencializado a cada ano, sob pena de perder-se o primeiro degrau no pódio&amp;nbsp; da fama pós-tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os deuses teutônicos perderam o bonde e sua única saída pode ser a superexposição, ombreando diariamente com a horda bárbara que ameaça os muros da capital divina, seja ela qual for. Ou talvez não. Quem sabe os novos eremitas, gente imbuída do espírito do escritor Thomas Pynchon, que jamais permitiu a publicação de qualquer fotografia sua, possa reescrever o livro das Revelações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-762059290616468168?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/762059290616468168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=762059290616468168' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/762059290616468168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/762059290616468168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/08/um-passaro-do-paraiso.html' title='A um Pássaro do Paraíso'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-9113576080868751355</id><published>2011-08-05T06:56:00.000-07:00</published><updated>2011-08-05T16:46:16.908-07:00</updated><title type='text'>Toscano e os Coelhos Comandos</title><content type='html'>Vocês conhecem o Lucas Toscano? Não? Pois preparem-se para uma surpresa quando virem o que esse cara faz com uma singela caneta esferográfica nas mãos. Abaixo alguns sketches de personagens para a série dos Coelhos Comandos (ou Bunny Squad). Aguardem para breve algumas novidades sobre esses guerreiros urbanos dentuços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IFqY92u6uOA/Tjv2X-Z9cQI/AAAAAAAAAOA/An90Jx9Mc9w/s1600/Coelho4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="260" src="http://1.bp.blogspot.com/-IFqY92u6uOA/Tjv2X-Z9cQI/AAAAAAAAAOA/An90Jx9Mc9w/s320/Coelho4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3whkhfCJ6Fk/Tjv2aDXgwmI/AAAAAAAAAOE/pRihlOfvY0Q/s1600/Coelho3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-3whkhfCJ6Fk/Tjv2aDXgwmI/AAAAAAAAAOE/pRihlOfvY0Q/s320/Coelho3.jpg" width="316" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fuYMNS1ZRmk/Tjv2bUMHiSI/AAAAAAAAAOI/ixRoROmWqpc/s1600/Coelho2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-fuYMNS1ZRmk/Tjv2bUMHiSI/AAAAAAAAAOI/ixRoROmWqpc/s320/Coelho2.jpg" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-L7OGpacXyNg/Tjv2cTG74RI/AAAAAAAAAOM/3TQdoeiU9XI/s1600/Coelho1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-L7OGpacXyNg/Tjv2cTG74RI/AAAAAAAAAOM/3TQdoeiU9XI/s320/Coelho1.jpg" width="238" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-9113576080868751355?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/9113576080868751355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=9113576080868751355' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/9113576080868751355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/9113576080868751355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/08/toscano-e-os-coelhos-comando.html' title='Toscano e os Coelhos Comandos'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-IFqY92u6uOA/Tjv2X-Z9cQI/AAAAAAAAAOA/An90Jx9Mc9w/s72-c/Coelho4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-666352818224334197</id><published>2011-08-01T19:27:00.000-07:00</published><updated>2011-08-01T19:27:31.711-07:00</updated><title type='text'>Concurso para a capa do novo livro de Gilberto Strunck</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Mestre &lt;a href="http://www.posdesign.com.br/designer_24.asp"&gt;Gilberto Strunck&lt;/a&gt;, um dos grandes do design gráfico no Brasil, manda avisar que a capa de seu novo livro, &lt;i&gt;Compras por Impulso&lt;/i&gt;, será escolhida por meio de um concurso apenas para estudantes de design, publicidade, marketing e comunicação. O prêmio será um iPad e as regras podem ser idas &lt;a href="http://www.comprasporimpulso.com.br/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Boa sorte, pessoal, e mãos à obra!&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PzqsKRgWaFY/TjdeuNdsgQI/AAAAAAAAAN8/RaA6dMZ0Pho/s1600/mime.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="167" src="http://4.bp.blogspot.com/-PzqsKRgWaFY/TjdeuNdsgQI/AAAAAAAAAN8/RaA6dMZ0Pho/s320/mime.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-666352818224334197?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/666352818224334197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=666352818224334197' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/666352818224334197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/666352818224334197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/08/concurso-para-capa-do-novo-livro-de.html' title='Concurso para a capa do novo livro de Gilberto Strunck'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-PzqsKRgWaFY/TjdeuNdsgQI/AAAAAAAAAN8/RaA6dMZ0Pho/s72-c/mime.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7368812447019930836</id><published>2011-07-30T20:10:00.000-07:00</published><updated>2011-08-01T18:50:47.612-07:00</updated><title type='text'>Encontro com personagens notáveis (ou “olha eu aqui nas páginas de um compêndio internacional”)</title><content type='html'>Um ano após seu lançamento, chegaram meus exemplares de &lt;i&gt;Crossovers - A Secret Chronology of the World&lt;/i&gt; &lt;i&gt;1&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;2&lt;/i&gt; (aproximadamente 470 páginas cada, Black Coat Press Book, 2010), do norteamericano Win Scott Eckert, especialista na obra de Philip José Farmer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_yPWyFZEdY0s/TFEDhxS9r8I/AAAAAAAARXU/HYYYLNpzAvw/s400/crossovers-2books.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_yPWyFZEdY0s/TFEDhxS9r8I/AAAAAAAARXU/HYYYLNpzAvw/s400/crossovers-2books.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;As capas dos dois volumes do compêndio&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de pesquisar a extensa bibliografia de Farmer, sobre a qual escreveu diversos artigos, Eckert também foi parceiro do escritor de Peoria no romance &lt;i&gt;The Evil in Pemberly House&lt;/i&gt;, mas seu trabalho mais ambicioso é esse compêndio com ares enciclopédicos que busca listar e classificar se não todos, ao menos uma quantidade ciclópica de romances, contos, histórias em quadrinhos, filmes e games que tenham por característica definidora o “&lt;i&gt;crossover&lt;/i&gt;” entre personagens, ou seja, o encontro entre diversas criaturas originadas muitas vezes em obras de autores diferentes. As capas dos volumes já dão pistas mais do que suficientes para que qualquer leigo deduza o teor do território que adentra ao virar as quase mil páginas, pois Sherlock Holmes, Fu Manchu, Mandrake, Doc Savage, King Kong, Flash Gordon e outros menos cotados aparecem reunidos em um mesmo cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um guia que considero imprescindível para se compreender a produção &lt;i&gt;pulp&lt;/i&gt; dos três últimos séculos e, para minha alegria, entre as centenas de obras elencadas ali, consta meu romance &lt;i&gt;A Mão Que Cria&lt;/i&gt; (Editorial Mercuryo, 2006), com uma versão anglófona do título, &lt;i&gt;The Hand That Creates&lt;/i&gt;, e talvez seja a única citação a um trabalho brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reproduzo aqui o verbete que resume pequena parte do &lt;i&gt;plot&lt;/i&gt; do romance e lista alguns poucos&lt;span id="goog_916501683"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_916501684"&gt;&lt;/span&gt; personagens que habitam suas páginas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The Hand That Creates&lt;i&gt;, a novel by Octavio Aragão, Editorial Mercuryo, São Paulo, Brasil, 2006. It takes place in an alternate world where Jules Verne became the first president of France and opened the city of Paris to some of the greatest scientific genius of his time. Crossover references include Professor Pierre Aronnax e a very, very old Ned Land (Verne’s &lt;/i&gt;20,000 Leagues under the Sea&lt;i&gt;), Charles Edward Prendick of the Moreau Foundation (H. G. Wells’ &lt;/i&gt;The Island of Dr. Moreau&lt;i&gt;), Frankenstein’s creature, Professor William Channing Webb (H. P. Lovecraft’s &lt;/i&gt;The Call of Cthulhu&lt;i&gt;), Jean D’Aiglemont (related to Victor D’Aiglemont, a character from Honoré de Balzac’s &lt;/i&gt;A Woman of Thirty&lt;i&gt;), Axel Lidenbrock II (Verne’s &lt;/i&gt;Journey to the Center of the Earth&lt;i&gt;), Roskhoff and Polevitch (perhaps based on E. R. Burroughs’ Rokoff and Paulvich from the Tarzan novels?), Nicole Ardan (a descendant of Michel Ardan, from Verne’s &lt;/i&gt;From Earth to the Moon&lt;i&gt;), Priamo Kowalsky (a descendant of Stanley Kowalski, from the play &lt;/i&gt;A Streetcar Named Desire&lt;i&gt;, by Tennessee Williams), Mark Emmanuel Harris (based on the Mark Harris character from the television show &lt;/i&gt;The Man From Atlantis&lt;i&gt;), and a tall, bronzed and silent Danish botanist named Kronn (a modern version of Conan, but not directly related, just an homage to R. E. Howard)&lt;/i&gt;”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-7368812447019930836?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/7368812447019930836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=7368812447019930836' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7368812447019930836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7368812447019930836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/07/uma-encruzilhada-inesperada-ou-como-fui.html' title='Encontro com personagens notáveis (ou “olha eu aqui nas páginas de um compêndio internacional”)'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_yPWyFZEdY0s/TFEDhxS9r8I/AAAAAAAARXU/HYYYLNpzAvw/s72-c/crossovers-2books.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5236690385736656105</id><published>2011-07-11T16:42:00.000-07:00</published><updated>2011-07-11T16:47:11.046-07:00</updated><title type='text'>Logo do N Design e o National Kid: seria culpa dos Incas Venusianos ou dos Seres Abissais?</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7GeQ5dFKaPc/ThuJ7HwT8II/AAAAAAAAANo/UmFz63BdMPY/s1600/NationalKidXNDesign.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-7GeQ5dFKaPc/ThuJ7HwT8II/AAAAAAAAANo/UmFz63BdMPY/s320/NationalKidXNDesign.jpg" width="252" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O super-herói nipônico e o logo do N Design &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5236690385736656105?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5236690385736656105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5236690385736656105' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5236690385736656105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5236690385736656105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/07/logo-do-n-design-seria-culpa-dos-incas.html' title='Logo do N Design e o National Kid: seria culpa dos Incas Venusianos ou dos Seres Abissais?'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-7GeQ5dFKaPc/ThuJ7HwT8II/AAAAAAAAANo/UmFz63BdMPY/s72-c/NationalKidXNDesign.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1200760472194702946</id><published>2011-06-14T09:31:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T06:31:54.523-07:00</updated><title type='text'>Resenha de Perdido Street Station, de China Miéville</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://matheusblach.files.wordpress.com/2010/02/hieronymus-bosch1024.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://matheusblach.files.wordpress.com/2010/02/hieronymus-bosch1024.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Se conhece um pouco de história da arte, imagine um tríptico de Hyronimus Bosch. Um mundo onde cidades existem à sombra de esqueletos,  coleópteros concebem esculturas de secreções coloridas e o prefeito  pode, em momentos de crise, solicitar uma entrevista com o Inferno.  Esse é o universo de New Crobuzon, uma urbe-estado com todos os  (des)confortos da contemporaneidade e mais, muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor dessa colcha de retalhos pós tudo é China Miéville (1972- …),  um dos representantes britânicos do novíssimo subgênero batizado com o  título &lt;i&gt;New Weird&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante, porém, no romance de Miéville, não é o quanto de surreal  existe no cenário, mas como podemos nos identificar com os personagens  apesar da overdose de ácido impressa nas páginas. Todos críveis,  polidimensionais, mesmo que sejam xenianos – humanóides parcialmente  insetos, vegetais ou pássaros -, cyborgues escravos da moda ou IAs  zumbis que perambulam pelos depósitos de lixo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://universofantastico.files.wordpress.com/2008/09/china_perdido-street_capaa.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" class="alignleft size-full wp-image-2516" height="321" src="http://universofantastico.files.wordpress.com/2008/09/china_perdido-street_capaa.jpg?w=200&amp;amp;h=321" title="china_perdido-street_capaa" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Ao contrário da FC literária que nos acostumamos a ver por aí, não  importam as origens dessas criaturas que habitam as páginas de &lt;i&gt;Perdido  Street Station&lt;/i&gt;, mas os dilemas, sonhos e frustrações de artistas,  traficantes e inventores. E, claro, há uma busca para nortear a  história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História não, saga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trajetória do pesquisador Isaac Dan der Grimnebulin em busca das  asas perfeitas, com as quais pretende fazer um homem-pássaro mutilado  alçar vôo, é prometéica. Como o titã grego ele rouba – inadvertidamente, é  verdade, mas com resultados desastrosos — uma terrível  maravilha guardada a sete chaves pelo governo, que coloca em risco toda uma  estrutura social parcamente equilibrada e até, de forma indireta, a vida  da mulher (ou algo parecido) que ama.&lt;br /&gt;Isaac acaba acorrentado a um destino trágico: é obrigado a reparar  seu erro e viver na própria carne os dilemas dos meio-humanos. Enquanto  empreende uma caçada desesperançada em busca de uma arma definitiva que  elimine de vez a ameaça que foi liberada por suas próprias mãos, se vê  como juiz e carrasco numa chacina onde a diferença entre puros e ímpios é  desimportante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se, enfim, da história do homem para quem a vontade de corrigir erros se confunde com a erosão do caráter. Também é a história da artista presa pela integridade de seu  trabalho. Uma fábula sobre a ilusão da honra e o dom de voar. E ainda é  um conto sobre a morte de uma comunidade puída pelo crime e vício,  imersa numa noite sem sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando bem, &lt;i&gt;Perdido Street Station&lt;/i&gt; não é um tríptico de Bosch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a esquina da nossa rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Publicado originalmente na revista MANDALA #2&lt;/b&gt; – por Octavio Aragão – jul2004&lt;br /&gt;&lt;small&gt;      &lt;/small&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1200760472194702946?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1200760472194702946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1200760472194702946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1200760472194702946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1200760472194702946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/06/resenha-de-perdido-street-station-de.html' title='Resenha de Perdido Street Station, de China Miéville'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5897653508702812775</id><published>2011-06-12T19:13:00.000-07:00</published><updated>2011-06-12T19:40:20.977-07:00</updated><title type='text'>A exposição de charges de Diego Novaes</title><content type='html'>&amp;nbsp;Tenho a honra e o dever de anunciar aqui que &lt;a href="http://www.diegonovaes.blogspot.com/"&gt;Diego Novaes&lt;/a&gt;, o coração por trás da Semana de Quadrinhos da UFRJ, inaugura sua nova exposição de charges, que vai de 13 a 22 de junho de 2011, no hall da Reitoria da UFRJ, onde também está situada a EBA, Escola de Belas Artes&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, o &lt;i&gt;release&lt;/i&gt; da nova expo e uma das apresentações que escrevi para a antiga. Espero que gostem.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;***&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CpZhlp6sbzE/TfV39KqM3xI/AAAAAAAAANY/TY0kDT30mTU/s1600/mime.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-CpZhlp6sbzE/TfV39KqM3xI/AAAAAAAAANY/TY0kDT30mTU/s320/mime.jpg" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;De 13 a 22 de junho, a Universidade Federal do Rio de Janeiro abre suas portas para a exposição &lt;i&gt;Bye-bye, Reitor – o fim de uma era&lt;/i&gt;, do chargista Diego Novaes. Com curadoria de Carlos Terra, diretor da Escola de Belas Artes da UFRJ, a exposição é um retrato crítico, porém bem-humorado, da gestão de Aloísio Teixeira enquanto reitor da UFRJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mostra, estarão expostos originais, estudos e esboços das charges e ilustrações de Diego Novaes, traçando não só um panorama de seu processo de criação, da construção de sua sintaxe visual, mas também um registro histórico dos diferentes temas e abordagens que utilizou nesses últimos cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os visitantes da exposição poderão, ainda, levar para casa caricaturas feitas ao vivo pelo coletivo de cartunistas Caricatura Solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura da exposição será dia 13 de junho às 13 horas no hall da Reitoria da UFRJ: Av. Pedro Calmon, n∞ 550 - Prédio da Reitoria, 1º andar, Cidade Universitária - Illha do Fundão, Rio de Janeiro, RJ.&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.sintuperj.org.br/boletins/boletim98_arquivos/image017.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Traços de caráter&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diego Novaes é uma incongruência: um jovem cartunista das antigas. Não no sentido de ter um trabalho datado, mas porque, longe do conformismo, almeja traços limpos e tiradas sujas, apesar de coloridas, sem descuidar do real significado da charge, o ataque. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Direto, sem metáforas, sua regra pessoal é clara: jamais ceder à tentação do humor corriqueiro, comportado, com o choque causado pelo contraste entre o desenho propositadamente infantil e as mensagens à beira do grotesco rabelaisiano. Assim, policial, político e proxeneta, por mais coloridos e sorridentes, são retratados em atitudes radicais, ferinas, despertando o riso mais pela surpresa que pela piada fácil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dessa maneira, Diego assume seu papel como representante de uma tradição de ilustradores-jornalistas ácidos que incluiria Aroeira, Angeli e Carlos Estêvão, com fortes ligações com as charges sociais de características cartunescas, onde o humor, apesar de muitas vezes estar ligado a um fato localizado no tempo, não depende do reconhecimento do leitor, mas de uma conjuntura, uma construção do sentido por intermédio do desenho, tornando a fruição atemporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Destemido, o caráter de Diego impregna seu trabalho. Está em cada linha, cada mancha, cada ruga na cara das caricaturas. Ele desenha o que acredita e nisso não há incongruência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5897653508702812775?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5897653508702812775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5897653508702812775' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5897653508702812775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5897653508702812775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/06/exposicao-de-charges-de-diego-novaes.html' title='A exposição de charges de Diego Novaes'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-CpZhlp6sbzE/TfV39KqM3xI/AAAAAAAAANY/TY0kDT30mTU/s72-c/mime.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5396336498367656245</id><published>2011-05-26T03:10:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T03:11:11.390-07:00</updated><title type='text'>ArteFórum UFRJ - Fórum de Ciência e Cultura</title><content type='html'>&lt;div id="wrap"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="content"&gt;&lt;div id="pathway"&gt;&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="createdate" valign="top"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;ARTEFÓRUM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;PALÁCIO UNIVERSITÁRIO DA PRAIA VERMELHA - UFRJ&lt;br /&gt;FÓRUM DE CIÊNCIA E CULTURA DA UFRJ&lt;br /&gt;DIAS 4 E 5 DE JUNHO DE 2011&lt;br /&gt;Av. Pasteur, 250 - Urca&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;DIA 4 - sábado&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10h - Abertura:&lt;/b&gt; Beatriz Resende e Denilson Lopes (Curadores)&lt;br /&gt;Cristiane Costa (Curadora do Núcleo de Literatura Digital)&lt;br /&gt;Ângela Leite Lopes (Curadora do Núcleo Performance)&lt;br /&gt;Katia Maciel (Curadora do Núcleo Transcinema)&lt;br /&gt;Samuel Araújo (Curador do Núcleo Paisagens Sonoras)&lt;br /&gt;Glória Ferreira (Curadora do Núcleo Instalações)&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10h às 14h – Workshop de Criação Literária: a construção da narrativa dinâmica e como publicá-la na internet&lt;/b&gt; &lt;b&gt;, com Ana Paula Maia – Núcleo Literatura Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Introdução   à história do folhetim e à abordagem prática de uma construção   narrativa, além de sua adaptação para a web. Utilizando a ferramenta   blogspot, os alunos criarão uma história durante a aula e, por fim, irão   publicá-la na internet em capítulos curtos em série. Local: Sala 206  da  Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10h às 14h – Oficina Narrativa para HQ&lt;/b&gt;, com Octávio Aragão – Núcleo Literatura Digital&lt;br /&gt;A   produção de uma série de cinco sequências de histórias em quadrinhos  de  três quadros, desenhados ao vivo pelo quadrinista durante a   apresentação, servirá à demonstração do processo de compreensão e   leitura de uma sequência de HQ. Com base em textos de Violette Morin,   Scott McCloud, Will Eisner e Moacy Cirne, o artista demonstrará que o   desenho, independentemente de sua qualidade técnica, pode ser adaptado à   necessidade narrativa de qualquer comunicador. Local: Sala 210 da   Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11h30   às 12h30 - Intervenção crítica de Daniel Link, “Arte y técnica hoy:   Youtube, el Neolítico superior” [Arte e técnica hoje: YouTube, o   Neolítico superior] &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm uma vez afirmou que o  período  pós-guerra (e com maior intensidade a década de 1960 e a  cultura a ela  associada, a cultura pop) era equivalente ao Neolítico.  Poder-se-ia  pensar que, em efeito, as transformações tecnológicas  envolvidas em  ambos os períodos são de tão vasto alcance e transformam  de maneira tão  radical a qualidade do viver que as experiências dessas  eras poderiam  ser comparáveis. Mas se poderia assinalar, ao menos, uma  diferença: o  Neolítico marchou para a escritura (quer dizer, para seu  próprio fim),&amp;nbsp;  enquanto a cultura pop marcha para o YouTube (quer  dizer, para sua  perpetuação indefinida).&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1&lt;b&gt;4h às 18h - MixLit: Oficina de Mash-Up e Remix Literário, com Leonardo Villa-Forte – Núcleo Literatura Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Reconstrução   literária e novas práticas de criação são propostas a partir da  leitura  e da internet numa relação de contaminação entre textos/livros e  novas  mídias, através de intervenções práticas nos conteúdos e formas  dos  textos. A ação remete à remixagem de músicas por DJs e toma em   consideração uma visão de literatura como um jogo, onde o papel do   leitor é o de um co-criador que dialoga, inseparavelmente, com os textos   e com suas inclinações pessoais. Como disparador da oficina, temos o   trabalho realizado pelo site http://mixlit.wordpress.com e a produção e   debate de textos semelhantes aos do MixLit, organizados pelos   participantes sob orientação do ministrante.&lt;br /&gt;Local: Sala 206 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;14   às 18h – Gamerama Workshow: coletivo de desenvolvimento de narrativas   para jogos, com Guilherme Xavier e Arthur Protásio – Núcleo Literatura   Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O evento é uma introdução à prática de criação e de   desenvolvimento de jogos para jovens, por meio da metodologia lúdica  de  produção de histórias com atividades dinâmicas e objetivas. Serão   apresentadas as ferramentas básicas de criação (argumento, imagem e   interação), com a realização de uma narrativa completa pelo grupo.&lt;br /&gt;Local: Sala 210 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;14h às 16h – Sequência de Intervenções - Núcleo Performance&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;“Cena para um figurino 2”, de Desirée Bastos, com Suzana Nascimento&lt;br /&gt;Resumo:   Projeto de performance que propõe interdisciplinaridade entre artes   plásticas e teatro por meio de um figurino-instalação.&amp;nbsp; No centro de sua   ideia está a criação de cenas a partir da interação do intérprete com o   figurino, além da modificação do espaço pela ligação direta do  figurino  com o ambiente por meio de cabos.&amp;nbsp; A criação de espacialidade  se dá  pelas linhas que desenham o espaço enquanto o performer cria as  cenas  pela interação com a veste. A intervenção possui uma forma  abstrata,  maleável, ligada ao espaço por elásticos e funciona como uma  obra  aberta, podendo ser modificada a partir do momento em que é  vestida.&lt;br /&gt;Local: Hall do Instituto de Economia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Caixa preta", coreografia de Lara Seidler e Patrícia Pereira, performance de Lara Seidler&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Naquele   pequeno lugar escuro o mundo não pode me ver. Ali, eu me escondo da   razão e deixo os pensamentos e o corpo perambularem livremente.&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"A gente muda...", encenação de João Saldanha, atuação de Maria Alice Poppe e direção musical de Tato Taborda&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Tendo   como ponto de partida experimento coreográfico em que contracena com   Angel Vianna, o duo&amp;nbsp; "...qualquer coisa a gente muda", Maria Alice   Poppe, agora no solo "A gente muda...", reencontra o sentido de   supressão como motivador da cena.&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Uma fala de 29 min sobre performance na rua seguida de conversa sem fim", com Eleonora Fabião&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Desde   2008, Eleonora Fabião vem realizando séries de performances em ruas e   praças de grandes cidades – “Ações Cariocas”, “Ações Berlinenses”,   “Ações Bogotanas”, “Ações Fortalezenses”, “Peça Linha-Nova Iorque”.&amp;nbsp; A   proposta é sair da caixa preta do teatro ou branca da galeria e ocupar o   espaço urbano. Realizar ações dissonantes o suficiente para   desnaturalizar corpos, comportamentos e meio e, ao mesmo tempo,   inclusivas, demoradas e precárias o bastante para que não se tornem   espetaculares. Nesta fala serão apresentadas algumas das ações   realizadas, suas motivações (políticas, estéticas, teóricas) e as   estratégias dramatúrgicas. Conversar sobre essas performances em   festivais, encontros e eventos artísticos tem sido parte fundamental do   projeto.&lt;br /&gt;Local: Cantina do Instituto de Economia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;15h às 16h - Divino Futurista, com Fernando Mendonça&amp;nbsp; – Núcleo Paisagens Sonoras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Participação especial: Caixeiras do Divino&lt;br /&gt;O   festejo do Divino, forma do catolicismo arcaico, deu origem a diversas   práticas da música popular brasileira. Em Divino Futurista,Fernando   Mendonça apresenta uma releitura da tradição em uma versão   pop-contemporânea onde os instrumentos utilizados nas antigas festas são   reconstruídos com materiais alternativos, pintados pelo artista   plástico e incorporados a um repertório musical em que ele retrata o   homem pós-moderno em seu cotidiano,&amp;nbsp; com cortejos,&amp;nbsp; danças e o “toque”   das caixas.&lt;br /&gt;Local: Jardins da Fachada e Átrio do Fórum de Ciência e Cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16h às 18h – Silencioso aspecto das coisas - concepção de Laura Lima com apresentação do DJ LUKS – Núcleo Transcinema&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Um DJ totalmente surdo toca sua música. A apresentação dura cerca de duas horas. &lt;br /&gt;Local: Salão Pedro Calmon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16h30 às 18h - Vídeomúsica, Nanda Bessa&amp;nbsp; – Núcleo Paisagens Sonoras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O   desenvolvimento das novas tecnologias tem permitido cada vez mais o   acesso do artista aos meios de produção e contato direto com o público   pela internet e por equipamentos digitais como câmeras e celulares. A   proposta desse trabalho é a produção de dez miniclipes musicais para   exibição e reflexão sobre os novos suportes, processos de criação,   registro e difusão musical. &lt;br /&gt;Local: Sala 203 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;17h   às 21h – Sarau de Avatares&amp;nbsp; e Heterônimos, com direção de Jaqueline   Rodrigues de Souza Raymundo.&amp;nbsp; Com João Paulo Cuenca, Márvio dos Anjos,   Ramon Mello, Betina Kopp, Ismar Tirelli Neto e Cecília Giannetti&amp;nbsp; -   Núcleo Literatura Digital &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não será um encontro qualquer, em  que  os escritores recitam suas poesias e contos. No sarau high tech,  que  mistura literatura, teatro e software, autores/atores vão  contracenar  com seus avatares nas telas, dialogando com heterônimos,  personagens e  alter egos inventados para dar conta de suas fantasias.  Direção do  Sarau: Jaqueline Rodrigues &lt;br /&gt;Local: Sala Oduvaldo Vianna Filho (Vianninha, na ECO) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;18h   às 19h - Intervenção crítica de Jorge La Ferla, “El video en la   historia de las artes audiovisuales" [O vídeo na história das artes   audiovisuais] - Núcleo Literatura Digita&lt;/b&gt;l&lt;br /&gt;Uma arqueologia  dos  meios a partir de uma reflexão sobre a videoarte em sua  especificidade  tecnológica, suas variáveis discursivas e sua relação  com os outros  meios. A imagem eletrônica e seus usos artísticos, da  sala obscura e seu  traslado aos espaços de arte. Uma viagem por seus  míticos começos até  seu hibridismo com a televisão, com o cinema, com o  digital e sua adesão  à arte contemporânea em um presente pós-vídeo.&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;18h às 21h – Workshop “Fundamentos da Arte Digital” (e-Sense LAB), com Richard Colson - Núcleo Literatura Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Introdução   às ferramentas de código aberto para computação física e de  programação  para artistas. O seminário será uma oportunidade para os  iniciantes de  utilizar aplicativos de código aberto para compor  aplicações que  detectem mudanças físicas no meio ambiente imediato.  Mostrará como  captar os dados após a detecção e como usá-los para  controlar motores,  controles de luz ou projeções em uma tela e será  focado na plataforma de  prototipagem aberta Arduino, baseada em  hardware e software de uso  fácil e flexível. Também cobrirá o  desenvolvimento do ambiente de código  livre de processamento para fazer  a interface com o Arduino. Conteúdo:  dados RFID (Radio Frequency  Identification), Range Ultrasonic Finders,  trabalhando com pequenos  grupos. A oficina também vai ajudar os  interessados a conhecer a  quantidade de informação disponível por meio  de comunidades e grupos na  internet.&lt;br /&gt;Local: Sala 213 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;19h - Intervenção Guarda-Chuvas Sonoros, de Romano - Núcleo Instalação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Anônimo passeia entre o público com guarda-chuva que emitem sons de chuva.&lt;br /&gt;Local: Arredores do Teatro de Arena Carvalho Netto&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;19h30 às 20h - Intervenção -&amp;nbsp; Núcleo Performance&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Performance   "Somos românticos-punks, pierrôs-pós-modernos!", encenação de Ivan   Sugahara, assistência de Guilherme Delgado, iluminação de José Geraldo,   figurinos de Desirée Bastos, com Ana Abbott, Elisa Pinheiro e Laila   Garin. Participação especial de Perebah &amp;amp; Jair.&lt;br /&gt;Trabalho inédito,   criado especialmente para o evento. A performance, que conta com três   atrizes - Ana Abbott, Elisa Pinheiro e Laila Garin - e participação   especialíssima da dupla funk Perebah &amp;amp; Jair, aborda o amor   contemporâneo, utilizando textos de Arnaldo Jabor.&amp;nbsp; O título foi   extraído de uma de suas crônicas. A tentativa é falar sobre os   sentimentos que perpassam o espírito amoroso do nosso tempo, com suas   promessas de liberdade e seus enganos. A ideia é colocar o público no   centro do teatro de arena e fazer uma espécie de arena invertida, com a   ação acontecendo ao seu redor.&amp;nbsp; E, deste modo, trazer os espectadores   para dentro da performance, para que possam vivenciá-la junto com os   intérpretes. Músicas, projeções de vídeo e efeitos de luz serão   amplamente utilizados. &lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;20h   às 21h - Intervenção crítica de Ana Maria Ochoa, "Naturaleza,   tecnología, sonido e imagen en el Caribe colombiano:&amp;nbsp; repensar la noción   de patrimonio &lt;/b&gt;intangible como recurso político”&amp;nbsp; [Natureza,   tecnologia, som e imagem no Caribe colombiano: repensar a noção de   patrimônio intangível como recurso político]&lt;br /&gt;A ideia de que a cultura   é um recurso para atingir fins políticos se acentuou na última década.   No caso do reconhecimento de práticas associadas à cultura popular,  esse  processo, frequentemente, implica um ajuste das definições do que é   cultural que permitam elaborar estratégias de reconhecimento público,   tais como adaptar-se às noções de patrimônio intangível propostas pela   Unesco. No entanto, a adoção de tecnologias de produção midiática   contemporâneas por parte de distintos grupos, seja para   autorrepresentar-se ou simplesmente para autoproduzir suas próprias   imagens e sons, frequentemente vai&amp;nbsp; contra esses processos de   objectualização folclorizante da cultura e tem muito mais a ver com o&amp;nbsp;   que a antropologia recente tem chamado de um reordenamento dos sentidos e   que Rancière chama de uma “redistribuição do sensível”.&amp;nbsp; Encontramos   ainda certas lógicas que não separam o tecnológico, o cultural e a   natureza e que, embora esteja claro que utilizam a cultura como recurso   político, seu sentido de articulação primordial, incluindo o político,   não passam pelas evidentes estratégias instrumentais. Aqui a palavra   sentidos apela não só à benjaminiana transformação do sensório através   das tecnologias, mas também a lógicas estéticas e míticas da relação   entre tecnologia, arte e cultura. Esta intervenção se centra em ideias   buscam trabalhar simultaneamente em duas experiências muito diferentes   da costa colombiana do Caribe: a autopromoção da música champeta&amp;nbsp; em   Cartagena das Índias e a produção de audiovisuais como mecanismo de   defesa do território entre os indígenas da Serra Nevada de Santa Marta.   Embora, indubitavelmente, ambos os processos recorram à relação entre   arte e tecnologia como um recurso de mobilização política, as   estratégias de sentido da relação passam melhor por uma   reconceitualização&amp;nbsp; entre arte, tecnologia e espaço, seja este o espaço   urbano da champeta ou aquele da natureza do mundo audiovisual indígena.   Parte da apresentação será feita através de meio audiovisual.&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;ATIVIDADES PERMANENTES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO LITERATURA DIGITAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;10H ÀS 22H -&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Mil Casmurros,&amp;nbsp; a leitura coletiva de Machado de Assis&lt;br /&gt;Atividade   baseada em projeto homônimo, realizado pela&amp;nbsp; TV Globo em 2009, para a   divulgação da minissérie Capitu. O projeto original foi premiado em   Cannes.&lt;br /&gt;Local: Hall do Instituto de Economia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exposição Paisagens Urbanas Quase sem Paisagens – Street Poetry,&amp;nbsp; de Alberto Pucheu&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A   exposição reúne fotografias de frases encontradas escritas em paredes e   muros das ruas de cidades como Rio de Janeiro, São Luís e Lisboa,   expandindo o campo do poético e do teórico às artes visuais, formando   uma espécie de cidade-livro.&lt;br /&gt;Local: Galeria Vitrine (Escola de Comunicação) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO TRANSCINEMA: DESFAZER/REFAZER&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;10H ÀS 22H - &lt;br /&gt;Resumo: Artistas são convidados a desfazer e a refazer seus trabalhos na relação com o espaço. &lt;br /&gt;Local: Salão Pedro Calmon &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VIDEOART SYSTEM: RIO 40°, do Coletivo Filé de Peixe &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Seleção ao vivo de trabalhos de videoarte, tendo como foco principal a produção de jovens artistas do Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Toucados&amp;nbsp; (mixed media, 2011), de&amp;nbsp; Gláucia Mayer&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Série de trabalhos onde objetos assumem cabelos que são penteados ou adornados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atempo [cinema] – (vídeo, 2007-2008), de João Modé&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Uma   sequência de 12 filmes curtos é projetada numa pequena estrutura feita   de papelão que remete a um cinema ou um palco. Os filmes – que  retratam a  passagem do tempo – foram feitos numa ilha na Bretanha,  durante  residência do artista no outono de 2007, quando a ilha estava   semideserta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Effort&amp;nbsp; (vídeo, 2009), de Julia Pombo &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Exercício físico ou mental, tentativa. Tensão, concentração, construção e desconstrução. Esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Silencioso aspecto das coisas (2011), concepção de Laura Lima com apresentação do DJ LUKS.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Um DJ totalmente surdo toca sua música. A apresentação dura cerca de duas horas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quem desliza é o espaço para o corpo que vem (instalação fotográfica, 2011), de Luiza Crosman &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Direção e vertigem do caminho. Relação de trânsito entre o corpo e o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I&lt;b&gt;sso (Taça de Cristal) e Isso (Taça Azul) (vídeos em organismo maquínico, 2008), de Mariana Manhães&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A   artista apresentará duas obras em que vídeos de taças que falam   comandam sons e movimentos na obra. Os trabalhos serão interconectados,   ou seja, funcionarão como dois organismos em simbiose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Des-limite&amp;nbsp; (vídeo, 2006), de Waléria Américo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Descer   repetidas vezes de um andar a outro de um prédio, por meio do inusual   recurso de uma escada externa instalada de modo a ligar duas janelas.   Proposição para experimentar o des-limite entre corpo e cidade, dentro e   fora, risco e segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO INSTALAÇÕES&lt;br /&gt;10H ÀS 22H –- INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área externa, em frente ao portão da Av. Pasteur com a Av. Venceslau Brás:&lt;br /&gt;Bus 1, de Helio Branco &lt;br /&gt;Uma kombi da UFRJ é emaranhada com fitilhos que se estendem&amp;nbsp; em diversas direções no espaço envolvendo também outros objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No hall de entrada do Fórum, em frente ao jardim interno da Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Chuveiro sonoro, de Romano &lt;br /&gt;Um chuveiro de aço instalado no meio do caminho emite sons de cantores anônimos durante o banho.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Laguinho&amp;nbsp; - Jardim interno da Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Arquitetuvore(a). Projeto Muro, de AoLeo (Leonardo Motta)&lt;br /&gt;Um muro de barbante é tecido entre duas árvores.&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;Balaio de gatos, de Ronald Duarte &lt;br /&gt;Uma grande malha translúcida feita com trama de fitas de garrafa PET flutua no espaço entre as árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no chafariz do Laguinho:&lt;br /&gt;A&amp;nbsp; fonte, de Bruno Miguel &lt;br /&gt;Intervenção com terra, sementes germinadas e tacos de madeira na fonte desativada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Sala 111 da Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Onde os olhos alcançam,&amp;nbsp; de Analu Cunha &lt;br /&gt;Projeção do vídeo digital realizado pela artista especialmente para o ArteFórum no campus Praia Vermelha da UFRJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Sala 113 da Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Furta Cor, de Gustavo Prado&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Projeções sobre diversas camadas de tecido translúcidas suspensas no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Sala 115 Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Fotografias da Série 4 elementos, de AoLeo (Leonardo Motta)&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;1000 pássaros para o Rio de Janeiro,&amp;nbsp; de Rosana Ricalde&amp;nbsp; &lt;br /&gt;1000   imagens de pássaros impressas sobre papel de pipa cobrem a parede. As   folhas de papel podem ser levadas pelo público durante o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no antigo Bandejão, ao lado da Central da Produção Multimídia (CPM): &lt;br /&gt;Instalação Cartazes Arapuca, com o Coletivo Gráfico &lt;br /&gt;Intervenção com cartazes lambe-lambe e impressos em serigrafia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10h às 22h – A Livraria da UFRJ ficará aberta durante todo o evento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DIA 5 - domingo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10h às 11h - Cyclophonica Paisagem Sonora Carioca Desemboca no ArteFórum – Núcleo Paisagens Sonoras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A   Cyclophonica, única orquestra de câmara de bicicletas do mundo,   consiste em um conceito de grupo musical e de ambiente de projeção   artística no qual os músicos se locomovem em bicicletas convencionais,   tocando arranjos e instrumentos especialmente elaborados e adaptados.   Música é a mais difundida, universal e estimulante forma de expressão   humana; ciclismo é o mais popular, econômico, ecológico e acessível meio   de transporte e lazer no planeta.&amp;nbsp; Portanto, Cyclophonica é Música e   Movimento. A performance é feita de maneira interativa através de   ciclovias, ruas, monumentos, jardins, estradas e cidades. O público pode   assumir diversas configurações com relação à formação, tais como   estática, caminhando, de bicicleta, de patins e combinações destas. A   Cyclophonica tem tocado em palcos, teatros, bienais de música, passeios   ciclísticos, eventos ambientais, eventos universitários e festivais de   música internacionais. Foi concebida inicialmente por Leo Fuks, oboísta  e  professor da Escola de Música, e nasceu praticamente dentro da UFRJ,   com seus professores e ex-alunos, na sua maioria. Sua estréia foi em  um  concerto na Praça Paris em 1999, durante um congresso de Engenharia  de  Produção. &lt;br /&gt;Nesse evento parceiro, a Cyclophonica Orquestra de  Câmara  de Bicicletas chegará à Praia Vermelha&amp;nbsp; finalizando&amp;nbsp; um concerto  que  será iniciado na Praia do Leme às 9h,&amp;nbsp; seguindo pela Avenida  Princesa  Isabel, Túnel Novo, sede antiga do Botafogo Futebol Clube,  IPUB  (interagindo com o projeto musical local) e chegando ao campus  UFRJ na  Praia Vermelha.&lt;br /&gt;Nos jardins da fachada do Fórum, às 10h15,  uma  performance terá início formando um "carrossel" sonoro, com músicas   populares, eruditas, MPB, contemporâneas, com a possibilidade de   convidar os presentes a tocar com o grupo em instrumentos parados ou em   movimento. A Cyclophonica, em seu projeto Paisagem Sonora Carioca, tem o   patrocínio Oi e Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, com   apoio do Oi Futuro. www.cyclophonica.blogspot.com.&lt;br /&gt;Diretor: Leonardo Fuks&lt;br /&gt;Músicos-ciclistas:   Leandro Soares, Maíra Freitas, Manoela Marinho, Sheila Zagury, Denise   Padilha, Cosme Silveira, Sérgio Magalhães, Sérgio Naidin, Gabriel   Guenter e Leonardo Fuks.&lt;br /&gt;Local: Jardins da fachada do Palácio Universitário &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10h   às 14h - Workshop de Criação Literária: a construção da narrativa   dinâmica e como publicá-la na internet, com Ana Paula Maia -&amp;nbsp; Núcleo   Literatura Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Introdução à história do folhetim e à   abordagem prática de uma construção narrativa, além de sua adaptação   para a web. Utilizando a ferramenta blogspot, os alunos criarão uma   história durante a aula e, por fim, irão publicá-la na internet em   capítulos curtos em série. Local: Sala 206 da Faculdade de Administração   e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10h às 14h - Oficina narrativa para HQ, com Octávio Aragão -&amp;nbsp; Núcleo Literatura Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A   produção de uma série de cinco sequências de histórias em quadrinhos  de  três quadros, desenhados ao vivo pelo quadrinista durante a   apresentação, servirá à demonstração do processo de compreensão e   leitura de uma sequência de HQ. Com base em textos de Violette Morin,   Scott McCloud, Will Eisner e Moacy Cirne, o artista demonstrará que o   desenho, independentemente de sua qualidade técnica, pode ser adaptado à   necessidade narrativa de qualquer comunicador.&amp;nbsp; Local: Sala 210 da   Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11h30   às 12h30 - Intervenção crítica de Richard Colson , "Sense before   Feeling:&amp;nbsp; Working towards a digital algebra of the senses" [Sentidos   antes dos sentimentos: trabalhando em direção a uma álgebra digital dos   sentidos]&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A palestra vai descrever os tipos de  oportunidades que  estão surgindo como resultado de um novo tipo de  enfraquecimento ou  supressão das fronteiras&amp;nbsp; entre os sentidos. Novas  tecnologias e  recentes desenvolvimentos&amp;nbsp; na neurociência estão criando  situações em  que um sentido pode mesmo tomar o papel de outro e  tornar-se seu  substituto.&amp;nbsp; Colson tocará nos aspectos da disfunção nos  trabalhos da  mente no que diz respeito&amp;nbsp; às áreas das sensações,&amp;nbsp;&amp;nbsp; na  esperança de  que, fazendo isso, poderá jogar luz em relevantes  descobertas sobre  nosso entendimento da plasticidade no cérebro e de  como isso será  relevante para o futuro de nossa cultura. A palestra vai  ser ilustrada  com exemplos oriundos da própria carreira de Colson como  artista e  também de outros praticantes cujo trabalho seja&amp;nbsp; dependente  de um  entendimento proprioceptivo da experiência.&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11h30   às 13h - Oficina de construção de Instrumentos Alternativos Coletivos,   com Leonardo Fuks Participação de Leandro Finotti (monitor) – Núcleo   Paisagens Sonoras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Construção, operação e performance usando   flautas e clarinetas gigantes para grupos, bambolês sonoros, órgão de   tubos humano, carrilhões de sinos, vergalhões e peças cerâmicas.&lt;br /&gt;Dentre   a grande variedade de instrumentos musicais que podem ser construídos   com poucos recursos,&amp;nbsp; focalizamos aqueles que podem ser tocados   coletivamente e que elucidem sobre seu funcionamento (e de instrumentos   mais complexos), estimulem o interesse na música e permitam a   socialização e a estruturação de um trabalho sonoro comunitário. &lt;br /&gt;No   decorrer da oficina, com duração prevista de 90 minutos,   exemplificaremos a produção de alguns destes instrumentos e   exercitaremos seu uso.&lt;br /&gt;Local: Sala 203 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;14h às 18h - MixLit: Oficina de Mash-Up e Remix Literário, com Leonardo Villa-Forte – Núcleo Literatura Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Reconstrução   literária e novas práticas de criação são propostas a partir da  leitura  e da internet numa relação de contaminação entre textos/livros e  novas  mídias, através de intervenções práticas nos conteúdos e formas  dos  textos. A ação remete à remixagem de músicas por DJs e toma em   consideração uma visão de literatura como um jogo, onde o papel do   leitor é o de um co-criador que dialoga, inseparavelmente, com os textos   e com suas inclinações pessoais. Como disparador da oficina, temos o   trabalho realizado pelo site http://mixlit.wordpress.com e a produção e   debate de textos semelhantes aos do MixLit, organizados pelos   participantes sob orientação do ministrante.&lt;br /&gt;Local: Sala 206 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;14   às 18h – Gamerama Workshow: coletivo de desenvolvimento de narrativas   para jogos, com Guilherme Xavier e Arthur Protásio – Núcleo Literatura   Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O evento é uma introdução à prática de criação e de   desenvolvimento de jogos para jovens, por meio da metodologia lúdica  de  produção de histórias com atividades dinâmicas e objetivas. Serão   apresentadas as ferramentas básicas de criação (argumento, imagem e   interação), com a realização de uma narrativa completa pelo grupo.&lt;br /&gt;Local: Sala 210 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;14h30 às 15h30 - Intervenção crítica de Steven Shaviro, "The Universe of Things" &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A palestra versa sobre o resultado de tomar os objetos, ou as coisas,   seriamente: afirmando sua existência independente&amp;nbsp; e reconhecendo que   todo objeto ou entidade tem sua própria “perspectiva”. O resultado de   tal mudança no pensamento, longe do antropocentrismo, será de que nós   devemos considerar a possibilidade de alguma forma de vitalismo ou   panpsiquismo.&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16h às 17h - Zecora Ura apresenta o processo de criação de Hotel Medea – Núcleo Paisagens Sonoras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Hotel   Medea é uma colaboração entre Brasil e Inglaterra:&amp;nbsp; Zecora Ura Theatre   Network e Persis-Jade Maravala/Londres. A obra foi elaborada durante   quatro anos por uma prática de treinamento contínuo,&amp;nbsp; e as residências   foram feitas em todo o mundo com artistas locais e internacionais em&amp;nbsp; um   extenso período de pesquisa e desenvolvimento.&lt;br /&gt;A colaboração nasceu   de um desejo de criar o teatro que se estendesse além dos limites   normais de tempo e lugar, insistindo na radical participação, interação e   imersão do público. Incorporando performance e música ao vivo,   multimídia e tecnologia da comunicação e uma reinterpretação do mito,   Hotel Medea desafia noções de teatro. Essa experiência singular dura de   meia-noite até o amanhecer. Espaços e percepções são transformados,   performer e público festejam juntos o começo da alvorada em um triunfo   contra a noite.&lt;br /&gt;Em ArteFórum, a companhia vai abordar, por meio de   imagens de vídeo do espetáculo Hotel Medea, vídeo-link de Londres com   projeções, e a demonstração de metodologia de trabalho compartilhada com   o público presente, o processo de criação e a metodologia desenvolvida   para o espetáculo, influenciado por algumas manifestações populares,   como o tambor de crioula e o jongo, e o vasto potencial imaginativo   explorado pelo uso de novas tecnologias. &lt;br /&gt;Local: Sala Oduvaldo Vianna Filho (Vianninha)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;17h30 - Filme Spiral Jetty&amp;nbsp; (1970, cor, 32 min)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Filme   feito por Robert Smithson sobre sua principal obra de land art,   realizada num lago salgado no deserto de Utah (EUA), cujo entorno foi   grandemente afetado por operações industriais. Uma abordagem   cinematográfica que combina diversos materiais e processos narrativos.&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;18h às 19h - Intervenção crítica de Nelson Brissac, Paisagens Críticas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As   principais obras de Robert Smithson, um dos mais importantes artistas   do pós-minimalismo norte-americano, a partir das relações entre arte,   ciência e indústria. Também serão apresentadas intervenções urbanas   realizadas no projeto Arte/Cidade, em São Paulo&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;17h45 às 18h - Intervenção, Guarda- Chuvas Sonoros, de Romano -&amp;nbsp; Núcleo Instalação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Anônimo passeia entre o público com guarda-chuva que emitem sons de chuva.&lt;br /&gt;Local: Arredores do Teatro de Arena Carvalho Netto&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;18h às 21h – Workshop “Fundamentos da Arte Digital” (e-Sense LAB), com Richard Colson – Núcleo Literatura Digital&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Introdução às ferramentas de código aberto para computação física e de   programação para artistas. O seminário será uma oportunidade para os   iniciantes de utilizar aplicativos de código aberto para compor   aplicações que detectem mudanças físicas no meio ambiente imediato.   Mostrará como captar os dados após a detecção e como usá-los para   controlar motores, controles de luz ou projeções em uma tela e será   focado na plataforma de prototipagem aberta Arduino, baseada em hardware   e software de uso fácil e flexível. Também cobrirá o desenvolvimento  do  ambiente de código livre de processamento para fazer a interface com  o  Arduino. Conteúdo: dados RFID (Radio Frequency Identification),  Range  Ultrasonic Finders, trabalhando com pequenos grupos. A oficina  também  vai ajudar os interessados a conhecer a quantidade de informação   disponível através de comunidades e grupos na internet.&lt;br /&gt;Local: Sala 213 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;20h   às 21h - Apresentação “O poço e o pêndulo”, de Nuno Ramos, com a   participação especial de&amp;nbsp; D. Inah e de Eduardo Clima, seguida de debate   com Flora Süssekind&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Apresentação inspirada num conto de  Edgar  Allan Poe. Leitura de trechos de livros de Nuno Ramos, à qual o  artista  acrescenta as palavras “poço” e “pêndulo”. Estas palavras  acionam uma  instalação sonora de Nuno chamada Carolina, enquanto  Eduardo Clima e D.  Inah cantam sambas.&lt;br /&gt;Local: Teatro de Arena Carvalho Netto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ATIVIDADES PERMANENTES&lt;br /&gt;NÚCLEO LITERATURA DIGITAL&lt;br /&gt;10H ÀS 22H - &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mil Casmurros,&amp;nbsp; a leitura coletiva de Machado de Assis&lt;br /&gt;Atividade   baseada em projeto homônimo, realizado pela&amp;nbsp; TV Globo em 2009, para a   divulgação da minissérie Capitu. O projeto original foi premiado em   Cannes.&lt;br /&gt;Local: Hall do Instituto de Economia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exposição Paisagens Urbanas Quase sem Paisagens – Street Poetry,&amp;nbsp; de Alberto Pucheu&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A   exposição reúne fotografias de frases encontradas escritas em paredes e   muros das ruas de cidades como Rio de Janeiro, São Luís e Lisboa,   expandindo o campo do poético e do teórico às artes visuais, formando   uma espécie de cidade-livro.&lt;br /&gt;Local: Galeria Vitrine (Escola de Comunicação) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO TRANSCINEMA: DESFAZER/REFAZER&lt;br /&gt;10H ÀS 22H - &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Artistas são convidados a desfazer e a refazer seus trabalhos na relação com o espaço. &lt;br /&gt;Local: Salão Pedro Calmon &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIDEOART SYSTEM: RIO 40°, do Coletivo Filé de Peixe &lt;br /&gt;Seleção ao vivo de trabalhos de videoarte, tendo como foco principal a produção de jovens artistas do Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toucados&amp;nbsp; (mixed media, 2011), de&amp;nbsp; Gláucia Mayer&lt;br /&gt;Série de trabalhos onde objetos assumem cabelos que são penteados ou adornados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atempo [cinema] – (vídeo, 2007-2008), de João Modé&lt;br /&gt;Uma   sequência de 12 filmes curtos é projetada numa pequena estrutura feita   de papelão que remete a um cinema ou um palco. Os filmes – que  retratam a  passagem do tempo – foram feitos numa ilha na Bretanha,  durante  residência do artista no outono de 2007, quando a ilha estava   semideserta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Effort&amp;nbsp; (vídeo, 2009), de Julia Pombo &lt;br /&gt;Exercício físico ou mental, tentativa. Tensão, concentração, construção e desconstrução. Esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silencioso aspecto das coisas (2011), concepção de Laura Lima com apresentação do DJ LUKS.&lt;br /&gt;Um DJ totalmente surdo toca sua música. A apresentação dura cerca de duas horas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem desliza é o espaço para o corpo que vem (instalação fotográfica, 2011), de Luiza Crosman &lt;br /&gt;Direção e vertigem do caminho. Relação de trânsito entre o corpo e o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso (Taça de Cristal) e Isso (Taça Azul) (vídeos em organismo maquínico, 2008), de Mariana Manhães&lt;br /&gt;A   artista apresentará duas obras em que vídeos de taças que falam   comandam sons e movimentos na obra. Os trabalhos serão interconectados,   ou seja, funcionarão como dois organismos em simbiose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Des-limite&amp;nbsp; (vídeo, 2006), de Waléria Américo&lt;br /&gt;Descer   repetidas vezes de um andar a outro de um prédio, por meio do inusual   recurso de uma escada externa instalada de modo a ligar duas janelas.   Proposição para experimentar o des-limite entre corpo e cidade, dentro e   fora, risco e segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO INSTALAÇÕES&lt;br /&gt;10H ÀS 22H –- INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área externa, em frente ao portão da Av. Pasteur com a Av. Venceslau Brás:&lt;br /&gt;Bus 1, de Helio Branco &lt;br /&gt;Uma kombi da UFRJ é emaranhada com fitilhos que se estendem&amp;nbsp; em diversas direções no espaço envolvendo também outros objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No hall de entrada do Fórum, em frente ao jardim interno da Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Chuveiro sonoro, de Romano &lt;br /&gt;Um chuveiro de aço instalado no meio do caminho emite sons de cantores anônimos durante o banho.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Laguinho&amp;nbsp; - Jardim interno da Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Arquitetuvore(a). Projeto Muro, de AoLeo (Leonardo Motta)&lt;br /&gt;Um muro de barbante é tecido entre duas árvores.&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;Balaio de gatos, de Ronald Duarte &lt;br /&gt;Uma grande malha translúcida feita com trama de fitas de garrafa PET flutua no espaço entre as árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no chafariz do Laguinho:&lt;br /&gt;A&amp;nbsp; fonte, de Bruno Miguel &lt;br /&gt;Intervenção com terra, sementes germinadas e tacos de madeira na fonte desativada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Sala 111 da Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Onde os olhos alcançam,&amp;nbsp; de Analu Cunha &lt;br /&gt;Projeção do vídeo digital realizado pela artista especialmente para o ArteFórum no campus Praia Vermelha da UFRJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Sala 113 da Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Furta Cor, de Gustavo Prado&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Projeções sobre diversas camadas de tecido translúcidas suspensas no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Sala 115 Escola de Comunicação:&lt;br /&gt;Fotografias da Série 4 elementos, de AoLeo (Leonardo Motta)&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;1000 pássaros para o Rio de Janeiro,&amp;nbsp; de Rosana Ricalde&amp;nbsp; &lt;br /&gt;1000   imagens de pássaros impressas sobre papel de pipa cobrem a parede. As   folhas de papel podem ser levadas pelo público durante o evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no antigo Bandejão, ao lado da Central da Produção Multimídia (CPM): &lt;br /&gt;Instalação Cartazes Arapuca, com o Coletivo Gráfico &lt;br /&gt;Intervenção com cartazes lambe-lambe e impressos em serigrafia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10h às 22h – A Livraria da UFRJ ficará aberta durante todo o evento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realização: Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ&lt;br /&gt;Patrocínio: Globo Universidade, PR-3, SG-6, Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE), Banco do Brasil, Capes, CNPq, FUJB&lt;br /&gt;Apoio:   PR-5, Prefeitura da UFRJ, Escola de Comunicação (ECO),&amp;nbsp; Faculdade de   Administração e Ciências Contábeis (FACC),&amp;nbsp; Instituto de Economia (IE),   Faculdade de Educação (FE), Casa da Ciência – Centro Cultural de  Ciência  e Tecnologia da UFRJ, GráficaUFRJ,&amp;nbsp; Divisão de Transporte da  UFRJ,&amp;nbsp;&amp;nbsp;  Central de Produção Multimídia e Setor de Extensão (ECO/UFRJ),  Escola de  Educação Física e Desportos, Instituto de Psiquiatria.&lt;br /&gt;Agradecimentos especiais a&amp;nbsp; Márcia Cabral – Estúdio MC, responsável pela&amp;nbsp; identidade visual do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SOBRE OS COORDENADORES&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carioca   do Rio de Janeiro, Beatriz Resende é bacharel e licenciada em  Português  e Literaturas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro  (1969),  mestre em Teoria da Literatura (1980) e doutora em Letras  (Literatura  Comparada) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro  (1989). Realizou  estágio de Pós-Doutorado no Museu Nacional da UFRJ  (2000). É  pesquisadora 1-B CNPq e do Programa Avançado de Cultura  Contemporânea -  PACC/UFRJ e Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ desde  2006. É  professora do Departamento de Teoria do Teatro e do Programa  de  Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Teatro da Universidade   Federal do Estado do Rio de Janeiro e professora colaboradora do   Programa de Pós-Graduação em CIência da Literatura da UFRJ. Atualmente é   Coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do   Rio de Janeiro. Trabalha em especial com os seguintes temas: Literatura   contemporânea, Estudos da Cidade, Lima Barreto, Literatura e novos   suportes. Escreve regularmente para suplementos literários do Rio e São   Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denílson Lopes possui graduação em Comunicação Jornalismo   pela Universidade de Brasília (1989), mestrado em Literatura pela   Universidade de Brasília (1992) e doutorado em Sociologia pela   Universidade de Brasília (1997). Foi professor da Faculdade de   Comunicação da Universidade de Brasília, onde coordenou o Programa de   Pós-Graduação. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do   Rio de Janeiro, bolsista do Conselho Nacional de Pesquisa, colaborador  -  International Resource Network/Center for Lesbian and Gay Studies,   membro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema, membro da   Associação Brasileira de Literatura Comparada e membro da Associação   Brasileira  de Estudos de Homocultura, da qual também já foi Presidente.   Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Estética da   Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: estética da   comunicação, cinema contemporâneo, estudos de gênero (estudos gays e   transgêneros), crìtica de cultura e arte contemporâneas, estudos   culturais, literatura comparada. Autor de A Delicadeza: Estética,   Experiência e Paisagens (Brasília, EdUnB, a sair em 2007), O Homem que   Amava Rapazes e Outros Ensaios (RJ, Aeroplano, 2002) e Nós os Mortos:   Melancolia e Neo-Barroco (RJ, 7Letras, 1999) e co-organizador de Imagem e   Diversidade Sexual (SP, Nojosa, 2004) e organizador de O Cinema dos   Anos 90 (Chapecó, Argos, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;SOBRE OS CURADORES E JOVENS CURADORES&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Núcleo Performance - sob a curadoria de Ângela Leite Lopes -&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Dentro   da perspectiva dessa conversa de linguagens proposta pelo ArteFórum, a   performance aparece como um dos meios privilegiados para o diálogo por   colocar, por definição, o gesto artístico em contracena. Convidando   artistas que têm na cena seu campo de origem – autores, encenadores,   atores, coreógrafos, bailarinos, cenógrafos, figurinistas, iluminadores   –, a ideia é transitar pelos eixos escolhidos e, junto com criadores de   outros campos, explorar a teatralidade do Palácio Universitário da  Praia  Vermelha, que tem, ele mesmo, muita história para contar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ângela   Leite Lopes é graduada em Artes Cênicas (UNIRIO) e doutora em  Filosofia  (Université Paris 1, Panthéon-Sorbonne). É professora do  Programa de  Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas-Artes da  UFRJ e  pesquisadora das relações entre teatro, pintura e filosofia,  entre  outros temas. É autora de Nélson Rodrigues, trágico, então  moderno (Rio  de Janeiro: Nova Fronteira, 2007, 2. ed. revista e  ampliada) e diretora  da coleção dramaturgias da editora 7 Letras onde  estão publicados, entre  outros, Notas sobre o teatro e Regras para  atores de Lenz e Goethe, Os  gigantes da montanha de Pirandello, além de  suas traduções da obra de  Valère Novarina. Participa da linha de  pesquisa “Fundamentos da cena  moderna” do Núcleo de Estudo e Pesquisa  em Artes Cênicas da EBA/UFRJ.  Alguns de seus artigos em periódicos são:  Na fronteira da pintura e do  teatro: Tadeusz Kantor e Valère Novarina,  Arte e Ensaio, v. 18, p.  62-69, 2009; O teatro e a cena da filosofia,  Terceira Margem, v. 17, p.  57-64, 2007. É colaboradora de O Globo  (Suplemento Prosa&amp;amp;Verso),&amp;nbsp;  Bravo!, O Estado de S. Paulo e da Folha  de S. Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem Curador: Lara Seidler&lt;br /&gt;Lara  Seidler é  bailarina, coreógrafa e pesquisadora, docente do Departamento  de Arte  Corporal da UFRJ. Mestre em Ciência da Arte (UFF) e doutoranda  em Artes  Visuais na Escola de Belas Artes/UFRJ. Participa da Companhia  de Dança  Contemporânea da UFRJ e integra o Grupo de Pesquisa de Arte   Corporal/UFRJ. Atualmente participa do espetáculo Veia e dirige a   performance Conversas na Noite. Participa também do grupo de performance   e tecnologia ACHO (Antonieta chegou hoje) como pesquisadora e   performer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Núcleo Literatura digital - sob a curadoria de Cristiane Costa – &lt;br /&gt;O contexto cultural que se descortina aponta para a convergência de   mídias e saberes. Na literatura, os verbos ver, ler e ouvir se fundem   numa nova experiência de leitura. Da realidade aumentada à fan fiction,   das fotonovelas e HQs animadas aos romances para celular, dos games à   ciberpoesia, novas linguagens e estruturas narrativas são criadas a   partir da mixagem de informações visuais e textuais, rompendo com a   linearidade da página impressa. No Projeto Arte Fórum, serão   apresentadas algumas destas experiências que apontam para a criação de   novos gêneros narrativos com base na mídia digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristiane   Henriques Costa é doutora em Comunicação pela Universidade Federal do   Rio de Janeiro e pesquisadora do pós-doutorado do Programa Avançado de   Cultura Contemporânea, onde desenvolve pesquisa sobre novas estratégias   narrativas em mídias digitais.&amp;nbsp; É professora e coordenadora do curso de   Jornalismo da ECO/UFRJ. Foi editora da Nova Fronteira, das revistas   Nossa História e BrHistória, do Portal Literal e do Caderno Idéias,   suplemento literário do Jornal do Brasil. É autora de Pena de aluguel:   escritores jornalistas no Brasil 1904-2004 (São Paulo: Companhia das   Letras, 2005), pesquisa premiada com a Bolsa Vitae de Literatura em   2001, e de Eu compro essa mulher: romance e consumo nas telenovelas   brasileiras e mexicanas (Jorge Zahar Editor, 2000).&amp;nbsp; Coordenou a criação   do curso Publishing Management – O negócio do livro, da FGV. Foi   curadora dos eventos “Eu Vejo Novela” e “Laboratório do Escritor”, no   CCBB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem Curador – Cecília Gianetti &lt;br /&gt;Formada em   Comunicação Social – Jornalismo em 2003 pela Universidade Federal do Rio   de Janeiro – UFRJ. Cecília Giannetti, 35 anos, é autora de Lugares que   não conheço, pessoas que nunca vi (Ediouro/Agir, 2007), finalista do   Prêmio São Paulo de Literatura 2008. Contato:   http://escrevescreve.wordpress.com;   www.blogdaceciliagiannetti.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Núcleo Instalações - sob a curadoria de Glória Ferreira – &lt;br /&gt;Como   termo que se refere às modalidades de apresentação e de exposições de   obras de artes, incorporando diversos elementos constitutivos dos   lugares específicos em que ocorrem, sejam eles históricos, sociais ou de   ordens diversas, como os mitológicos, as instalações não se supõem uma   segunda linguagem, mas o próprio acontecimento da arte.&amp;nbsp; No Projeto  Arte  Fórum, trata-se essencialmente de trabalhos artísticos que visam  ao  diálogo, com possíveis revelações e redescobertas, com um espaço com   longa vigência histórica na cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria da   Glória Araújo Ferreira possui graduação no Institut D’Etudes du   Développement Economique et Social – Université Paris 1   (Panthéon-Sorbonne), pós-graduação em História da Arte e da Arquitetura   Brasileira, PUC-RJ, 1988, mestrado (1990)&amp;nbsp; e doutorado (1996) no   Institut d’Art et d’Archéologie (Université Paris 1, Panthéon-Sorbonne),   pós-doutorado na Escola de Belas Artes – UFRJ, 1996-1997). Atualmente é   professora colaboradora da EBA-UFRJ, crítica de arte e curadora   independente. Coordenou&amp;nbsp; curso de Aprofundamento na Escola de Artes   Visuais do Parque Lage, em 2010. Entre suas curadorias recentes   destacam-se&amp;nbsp; Imagens em migração. Uma exposição de Vera Chaves   Barcellos,&amp;nbsp; 2009; Anos 70 – Arte como questão, 2007; Trilogias. Nelson   Felix, 2005. Entre suas publicações, co-organizou as coletâneas Clement   Greenberg e o debate crítico, 1997, e Escritos de artistas 1960/1970,   2006.&amp;nbsp; Organizou a coletânea Critica de arte no Brasil: Temáticas   Contemporâneas, 2006,&amp;nbsp; e Arte contemporáneo brasileño: documentos&amp;nbsp; y   críticas / Contemporary Brazilian Art: Documents and Critical Texts,   2009.&amp;nbsp; Foi co-editora da revista Arte&amp;amp;Ensaios, de 1997 à 2006.   Dirigiu a coleção Arte+, publicada pela Jorge Zahar Editor. É   colaboradora da Revista Das Artes – Artes Visuais em Revista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem Curador: Izabela Pucu&lt;br /&gt;é artista, produtora e pesquisadora. Mestre em Artes Visuais pelo   PPGAV/EBA/UFRJ, participou de exposições no Brasil e no exterior, entre   elas Brésil Dynamiques de Création, Avignon, 2005, e de editoração de   livros como Crítica de Arte no Brasil: Temáticas contemporâneas, (org.   Glória Ferreira), Funarte, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Núcleo Transcinema - sob a curadoria de Kátia Maciel – &lt;br /&gt;Conceituamos   transcinema como uma imagem pensada para gerar ou criar uma nova   construção de espaço-tempo cinematográfico em que a presença do   participador&amp;nbsp; ativa a trama que se desenvolve. Transcinema é uma forma   híbrida entre a experiência das artes visuais e do cinema na criação de   um espaço para o envolvimento sensorial do espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kátia   Maciel possui graduação em História pela Pontifícia Universidade   Católica do Rio de Janeiro (1984), mestrado em Cinema e História pela   École des Hautes Études en Sciences Sociales (1990), além de doutorado   em Comunicação (UFRJ) e pós-doutorado em Artes Interativas (Universidade   de Wales, Newport). Professora associada da UFRJ/Escola de  Comunicação,  onde é também coordenadora do Núcleo de Tecnologia da  Imagem e diretora  das Coleções N-Imagem e N-ensaios. É bolsista de  produtividade em  pesquisa do CNPq, nível 2. Participa dos projetos de  pesquisa  “Transcinema: dispositivo e narrativa” e “As cineinstalações e  os  estados de presença na arte contemporânea”. É organizadora das  obras&amp;nbsp;  Transcinemas (Rio de Janeiro: Contracapa, 2009) e&amp;nbsp; O que se vê, o  que é  visto (Rio de Janeiro: Contracapa, 2010, com A. P. Fatorelli).  Como  pesquisadora do campo de arte e mídia, interessa-se, em  particular,  pelas relações entre cinema e artes visuais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem curador: Luiza Crosman&lt;br /&gt;nascida   no Rio de Janeiro, em 1987, é formada em Design pela PUC-Rio. É  artista  visual e desde 2007 cursa a EAV do Parque Lage. Seus trabalhos  versam  sobre a experiência do espaço e do tempo interior e exterior ao  corpo e  tomam forma em suportes diversos, tais como fotografia, vídeo,   instalação, entre outros. Palestrante sobre arte e seu processo   artístico em cursos de ensino médio e universitários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Núcleo Paisagens Sonoras - sob a curadoria de Samuel Araújo – &lt;br /&gt;Em   se tratando de novas tecnologias e diferentes códigos culturais, os   caminhos da experimentação sonora vêm se expandindo continuamente.   Trilha sonora, som ambiente, música de fundo e sonoplastia em   contracena. Interações entre som e imagem traduzindo contextos,   conceitos e sentidos em representações cênicas e performáticas. A série   Paisagens Sonoras se propõe a apresentar uma mostra da produção   contemporânea, com trabalhos individuais e coletivos, fomentando   sinergias transformadoras por meio de distintas formas expressivas e   abrindo novo espaço à linha de frente do processo criativo   contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Samuel Araújo fez doutorado em Etnomusicologia   (Universidade de Illinois em Urbana- Champaign, EUA) sob a orientação de   Bruno Nettl.&amp;nbsp; É professor adjunto de Etnomusicologia e Folclore  Musical  da Escola de Música da UFRJ. Tem publicado capítulos em livros,  como  Música Popular en América Latina&amp;nbsp; (Santiago de Chile: Fondart,  1999) e  Ao Encontro da Palavra Cantada&amp;nbsp; (Rio de Janeiro: 7 Letras,  2001). É  autor de diversos artigos e resenhas de livros e de CDs em  periódicos  especializados, como Ethnomusicology, Revista Brasileira de  Música,  Yearbook for Traditional Music, Latin American Music Review,  Brasiliana,  entre outras. Produziu dois audiodocumentários em CD, um  sobre a música  gravada comercialmente no Rio de Janeiro entre 1910 e  1917 (São Paulo:  Instituto Moreira Salles, 1999) e outro dedicado ao  auto popular do  Cavalo Marinho em Bayeux, Paraíba, lançado pela  Tradisom (Lisboa, 1998).  Pesquisador do CNPq e da Faperj e membro do  Conselho Diretor do  International Council for Traditional Music  (ICTM).&amp;nbsp; Fundador, cantor e  violonista do grupo musical Tira o Dedo do  Pudim, com o qual lançou, em  1999, um CD com a música popular do  compositor César Guerra-Peixe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem curador: Nanda Bessa&lt;br /&gt;é   musicóloga pós-graduada pela UFRJ. Produziu os CDs Nanda Bessa Nova   Bossa; Nanda Bessa Lua Branca; Ex-votos Futuristas e Caixeiras do   Divino, nos quais participou como cantora, compositora, violonista e   percussionista. Produziu diversos filmes em vídeo, fotografias e artigos   sobre artes plásticas, dança e música. Criou a série Tradições  Musicais  do Brasil, inaugurada no Fórum de Ciência e Cultura em 2007,   contemplando produção artística e acadêmica sobre a cultura popular do   “Divino”. Atualmente faz parte da equipe do Laboratório de   Etnomusicologia da Escola de Música da UFRJ dedicando-se ao projeto de   pesquisa “Música e Memória Tupi-Guarani”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SOBRE OS CONVIDADOS INTERNACIONAIS,&amp;nbsp; NACIONAIS E OS ARTISTAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Convidados Internacionais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana   Maria Ochoa Gautier obteve seu Ph.D em&amp;nbsp; Etnomusicologia e Folclore  pela  Universidade de Indiana (1996). Foi diretora do Arquivo de Música  do  Ministério da Cultura da Colômbia, investigadora no Instituto  Colombiano  de Antropologia e História, entre outros,&amp;nbsp; e professora  assistente no  Departamento de Música da Universidade de Columbia. Sua  pesquisa  concentra-se na América Latina. Publicou Entre Deseos y los  Derechos, Un  Ensayo Sobre Crítico Políticas Culturais (Bogotá, 2003) e  Músicas  Locales en Tiempos de Globalización (Buenos Aires: Editorial  Norma),  entre outros. Tem sido também beneficiária de bolsas de  investigação e  de vários prêmios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Link é um das mais  influentes e  criativos críticos literários argentinos, transitando do  ensaio à  ficção, incorporando o formato digital não só como suporte,  mas também  como base de uma outra escritura. É professor catedrático de  Literatura  do Século XX da Universidad de Buenos Aires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge  La Ferla é  mestre em Artes pela Universidade de Pittsburgh,  Pennsylvania, EUA,  graduado pelo Centro de Estudos Latino-Americanos da  Universidade de  Pittsburgh, Pennsylvania, EUA e possui Licence  d'Enseignement pela  Université Paris VIII, Vincennes.&amp;nbsp; É professor e  pesquisador em artes e  mídia audiovisual, videomaker, TV e multimídia e  tem experiência  acadêmica na área de artes audiovisuais – cinema,  vídeo, TV e novas  tecnologias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richard Colson é conferencista  sênior em arte  digital da Thames Valley University. Trabalhou em  coleções permanentes  da Câmara dos Comuns, da Câmara dos Lordes, da  Royal Dutch Shell PLC e  na Pearson PLC.&amp;nbsp; Ensina digital media há muitos  anos na área acadêmica  da Inglaterra. Foi Reader for Art and Digital  Media Practice na Thames  Valley University e é autor de Fundamentals of  Digital Art (2007, AVA  Publishing).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steven Shaviro é um dos  mais estimulantes críticos  de cinema nos EUA, tendo começado suas  reflexões a partir de uma leitura  crítica de Deleuze, contribuindo com  toda uma discussão sobre o corpo;  inclui em suas análises obras também  comerciais, de videoclips a filmes  B. Polemizando com o impacto do  cognitivismo nos estudos de cinema,  desenvolve importantes reflexões  sobre o afeto e a cultura digital. É  DeRoy Professor of English na  Wayne State University e tem doutorado  pela Universidade de Yale  (1981).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Convidados Nacionais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nelson   Brissac é filósofo, curador e professor do Departamento de Tecnologias   da Inteligência e Design Digital da Pontifícia Universidade Católica de   São Paulo.&amp;nbsp; Organizador e curador do projeto Arte/Cidade   www.artecidade.org.br. Autor de Arte/Cidade - Intervenções Urbanas   (Senac, 2002); Paisagens Urbanas (Senac, 1996),&amp;nbsp; Cenários em Ruínas   (Brasiliense, 1987) e A Sedução da Barbárie (Brasiliense, 1982).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuno   Ramos é escultor, pintor, desenhista, cenógrafo, ensaísta, videomaker.   Cursou filosofia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas  da  Universidade de São Paulo.&amp;nbsp; Trabalhou como editor das revistas   Almanaque 80 e Kataloki, entre 1980 e 1981. Começou a pintar em 1983,   quando fundou o Ateliê Casa 7. Realizou os primeiros trabalhos   tridimensionais em 1986. No ano seguinte, recebeu do Museu de Arte   Contemporânea da Universidade de São Paulo a 1ª Bolsa Émile Eddé de   Artes Plásticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flora Süssekind é professora, ensaísta e   pesquisadora do Setor de Filologia do Centro de Pesquisas da Fundação   Casa de Rui Barbosa. Regularmente publica livros e artigos que formam um   autêntico painel da atual produção literária brasileira. Preocupada em   identificar os movimentos de ruptura e de continuidade tanto nos  autores  que se consagraram no século XX quanto nos que estão surgindo  nesse  início de século XXI, Süssekind destaca-se por sua erudição e  pela  competência presente em suas análises. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dona Inah, nascida  no  interior de São Paulo, é cantora. Aos 18 anos, iniciou sua carreira   artística em rádios paulistanas, em meados de 1950. Dona de uma voz   firme, que chama a atenção dos ouvidos mais desapercebidos, Dona Inah é   uma das grandes sambistas paulistas de longa data, mas o reconhecimento   de seu trabalho veio somente após os 60 anos, depois de uma vida muito   dura e fora dos palcos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Clima é artista plástico,   cineasta e compositor. Formado em Cinema pela Escola de Comunicações e   Artes da USP (1976-1980), realiza exposições em museus, instituições   culturais e galerias de arte no Brasil e no exterior, como o MAM de São   Paulo e do Rio, o MAC/USP, o Centro Universitário Mariantonia e em   galerias como a Sycomore Art em Paris, entre outras. Produz filmes e   vídeos de curta e média metragem exibidos no Brasil e no exterior   (Berlim, Paris, Lima, Cidade do México e Bruxelas), individualmente ou   em parceria com Nuno Ramos e Gustavo Moura.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Artistas Nacionais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO LITERATURA DIGITAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Paula Maia, 33 anos, é autora de O habitante das falhas   subterrâneas e A guerra dos bastardos, entre outros. Publicou o primeiro   folhetim pulp da internet brasileira, em 2006, a novela Entre rinhas  de  cachorros e porcos abatidos, que em 2009 ganhou edição impressa.   Contato: www.killing-travis.blogspot.com. &lt;br /&gt;Octávio Aragão é doutor em   Artes Visuais pela UFRJ e professor adjunto da ECO/UFRJ. É autor do   romance A Mão que Cria (2006) e editor da antologia Intempol (2000) e   coautor de Imaginário Brasileiro e Zonas Periféricas (2005). Participou   de diversas antologias literárias no Brasil e em Portugal.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Leonardo Villa-Forte, 26 anos, é formado em Psicologia pela UFRJ com a   monografia “Redes sociais virtuais: troca de informação e formação de   identidade” e estudou literatura espanhola na Universidad de Salamanca,   Espanha. Pesquisador da produtora Plumagenz e premiado no concurso de   contos do Prêmio Off-Flip. Contato: www.mixlit.wordpress.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guilherme   Xavier é doutorando em Design pela PUC-Rio, game designer, CEO e   Diretor de Artes e Design da Donsoft Entertainment. Professor de   disciplinas acadêmicas relacionadas à imagem e mídia digital, é&amp;nbsp;   consultor de integração entre entretenimento e atividades educacionais,   instrucionais, laborais e artísticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arthur Protásio é  bacharel  em Direito com Domínio Adicional em Mídia Digital, coordenador  do  projeto Game Studies do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV-RJ e   presidente da International Game Developers - RJ. Suas obras,  ficcionais  e acadêmicas, estão disponíveis em www.vagrantbard.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João   Paulo Cuenca, 33 anos, é músico e autor dos romances Corpo presente   (2003), O dia Mastroianni (2007) e O único final feliz para uma história   de amor é um acidente (Companhia das Letras, 2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márvio dos   Anjos, 32 anos, é poeta, compositor, cantor e performer. Seus poemas   estão em antologias da editora Íbis Libris e da Biblioteca Nacional.   Contato: www.nobrefarsa.blogspot.com(poesia); www.mariafilo.com.br/blog   (colunista); www.myspace.com/radiocabaret (música e performance). &lt;br /&gt;Ramon   Mello, 27 anos, é escritor, poeta, jornalista e ator, formado pela   Escola de Teatro Martins Pena. Autor de Tumorgrafias (2006), Vinis   Mofados (2009) e All Star Bom É All Star Sujo. Contato:   www.sorrisodogatodealice.blogspot.com. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Betina Kopp, 28 anos, já   levou poesia ao palco do Canecão e ao Presídio Bangu I. É autora de   Corpinturada e apresentadora do programa “Sensacionalista – um jornal   isento de verdade”, no canal Multishow. Atua em eventos com performances   poéticas. Contato: http://becodebb.blogspot.com. &lt;br /&gt;Ismar Tirelli   Neto, 26 anos, cria teatro, poesia, contos e crônicas. Cantor e   compositor, está à frente da banda Os Subterrâneos e é autor de   Synchronoscopio. Contatos: www.sonetosoitavaserie.blogspot.com e   http://oamigosolteiro.wordpress.com.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Cecília Giannetti, 35 anos, é   autora de Lugares que não conheço, pessoas que nunca vi (Ediouro/Agir,   2007), finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2008. Contato:   http://escrevescreve.wordpress.com;   www.blogdaceciliagiannetti.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaqueline Rodrigues de   Souza Raymundo - membro da International Federation of Theatre Research,   é especialista e mestre em Artes Cênicas, analista de sistemas, atriz e   pesquisadora de teatro, com foco nos temas teatro, software,   cibernética, interação humano-computador, novas mídias, arte e cultura   digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alberto Pucheu, 45 anos, é poeta e professor de Teoria   Literária/UFRJ.&amp;nbsp; É autor de A Fronteira Desguarnecida e de Poesia   Reunida 1993-2007. Como ensaísta, publicou Pelo colorido, para além do   cinzento: a literatura e seus entornos interventivos (2007) e Antonio   Cicero por Alberto Pucheu (2010), entre outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO PERFORMANCE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana   Abbott - atriz formada pela CAL (1998) e em Artes Cênicas pela Uni-Rio   (2004). Foi co-fundadora do Grupo Alice 118, tendo atuado em vários   espetáculos. Em 2009, integrou o Teatro Oficina Uzyna Uzona, de José   Celso Martinez Corrêa, trabalhando em Cacilda!! Estrela Brazyleira a   Vagar-Cacilda!! e O Banquete. Em cinema atuou em curtas, como Retrato do   Artista com 38 na mão, e em longas, como Memórias Póstumas, Dom e   Cilada.com. Está em cartaz com Senhora dos Afogados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desirée   Bastos - cenógrafa e figurinista, graduou-se em Artes Cênicas (UFRJ) em   duas habilitações: Indumentária e Cenografia. Possui mestrado em Artes   Visuais pela EBA/UFRJ (2010) com o trabalho Cena para um figurino.  Desde  2003, atua em televisão, cinema, teatro, ópera, publicidade e  carnaval.  Atualmente é professora efetiva da UFRJ no curso de  Indumentária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eleonora  Fabião – atriz, performer e teórica da  performance.&amp;nbsp; Professora Adjunta  do Curso de Direção Teatral (ECO/  UFRJ), Doutora em Estudos da  Performance (New York University) e Mestre  em História Social da Cultura  (PUC-RJ).&amp;nbsp; Fabião tem realizado  performances e publicado no Brasil, nas  Américas e na Europa.  Atualmente desenvolve pesquisa sobre performance  latino-americana nos  anos 60 e 70 para o Projeto “Re.Act.Feminism”  baseado em Berlin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elisa  Pinheiro – atriz, formada em Teoria  Teatral (Uni-Rio). Atuou em  teatro, cinema, TV e publicidade, como as  peças Labirinto (2011);  Ensina-me a Viver (2009); os filmes Cilada.com  (2010), Uma Professora  Muito Maluquinha (2009);&amp;nbsp; comerciais para a  Embratel, O Globo e Skol,  entre outros; na TV, trabalhou em diversas  séries e novelas, como  Clandestinos (2010), Quase Anônimos (2009),&amp;nbsp; A  Favorita (2008). No  Canal Futura, fez a série Multicurso (2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guilherme  Delgado -  é bacharel em Artes Cênicas - Habilitação em Direção Teatral  pela  UFRJ. Participou como ator das peças A Comédia dos Erros e Eles não   Usam Black-Tie e dirigiu os espetáculos A Mais Forte, Os Aviões não   Esperam e Nariz! Trabalhou com a diretora francesa Claude Buchvald e sua   companhia. É mestrando em Artes Visuais na EBA/UFRJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivan   Sugahara é formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (1997) e pela   Faculdade de Teoria do Teatro da Uni-Rio (2005).&amp;nbsp; Nos últimos anos,   dirigiu diversos espetáculos, entre eles: Terra do Nunca, Tudo que   existe entre nós, Tristão e Isolda ao Vivo, Tempo de Solidão, Blitz,   Sade em Sodoma, Pelo amor de Deus, não fala assim comigo! Fundador e   diretor da Cia. Os dezequilibrados há quinze anos, encenou mais 12   espetáculos do grupo, alguns indicados ao Prêmio Shell de Melhor   Direção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Saldanha – estudou dança moderna e balé no Brasil,   Inglaterra e França entre 1978 e 1994. Fundou sua companhia, o Atelier   de Coreografia, em 1986, e desde então recebeu diversas premiações.  Foi  contemplado com uma residência artística no ano de 2005 em Paris,  onde  idealizou o projeto Domingos no Municipal, com preços populares e   programação de dança contemporânea brasileira.&amp;nbsp; Em janeiro de 2011   construiu o trabalho Núcleos para a bailarina e mestra Angel Vianna pela   celebração de seus 60 anos de vida artística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Geraldo   Furtado - formou-se pela EBA/UFRJ. Trabalha como iluminador desde 1984,   com projetos nas áreas de vídeo, exposições, música, dança, ópera e   teatro. Professor da disciplina “Elementos Cênicos” da Faculdade de   Dança Angel Vianna. Desenvolve um trabalho plástico autoral em que   investiga as relações que a luz estabelece com o meio ambiente e como   isso afeta sua percepção. Recebeu os Prêmios RioDança&amp;nbsp; (1998 e 2000) na   categoria Iluminação e de Melhor Cenário Teatro infantil no 19º&amp;nbsp;   Festival Nacional de Teatro de São José Do Rio Preto-SP, em 1998.   Contato: http://josegeraldofurtado.carbonmade.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laila Garin –   atriz e cantora franco-brasileira. Formada pela Escola de Teatro da   Universidade Federal da Bahia, fez estudos de canto lírico e popular e   de Mímica Corporal Dramática do francês Etienne Decroux. Atriz de   cinema, pocket-óperas e peças, está em cartaz como protagonista do   musical Eu te Amo Mesmo Assim, que alterna com temporadas na França do   espetáculo Moi et mon cheveu, em Marselha. Atuou como cantora da trilha   sonora de Clandestinos, da TV Globo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lara Seidler é bailarina,   coreógrafa e pesquisadora, docente do Departamento de Arte Corporal da   UFRJ. Mestre em Ciência da Arte (UFF) e doutoranda em Artes Visuais na   Escola de Belas Artes/UFRJ. Participa da Companhia de Dança   Contemporânea da UFRJ e integra o Grupo de Pesquisa de Arte   Corporal/UFRJ. Atualmente participa do espetáculo Veia e dirige a   performance Conversas na Noite. Participa também do grupo de performance   e tecnologia ACHO (Antonieta chegou hoje) como pesquisadora e   performer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Alice Poppe é bailarina, professora formada em   balé clássico e graduada em Licenciatura Plena em Dança pela Faculdade   Angel Vianna, onde leciona Dança Moderna e Contemporânea desde 1995. &lt;br /&gt;Juntamente   com o coreógrafo Paulo Caldas, fundou a Staccato Dança Contemporânea,   que se apresentou em festivais no Brasil e no exterior. Ganhadora de   vários prêmios (RioDança, Mambembe), atuou em vários espetáculos (Tempo   de Valsa, Moderado com Elegância, Tempo Líquido, Ela, entre outros).   Atualmente é professora da Faculdade Angel Vianna e do Curso de Dança da   UFRJ de técnica de dança e composição coreográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrícia   Pereira é bailarina, coreógrafa, pesquisadora e professora de dança.   Mestre em Ciência da Arte pela UFF. Professora do Curso de Bacharelado   em Dança da UFRJ com atuação nas disciplinas de Técnica de Dança,   Laboratórios e Composição Coreográfica desde 1998.&amp;nbsp; Ministrou diversas   oficinas de dança contemporânea no Brasil e nos Estados Unidos e   coordenou o Circuito de Dança nas Lonas Culturais. Assinou a direção e   coreografia dos espetáculos da Cia. de Dança Contemporânea da UFRJ Veia   (2010), Vai fazer o quê? (2008), Êxtase de Teresa (2002), entre  outros.&amp;nbsp;  É integrante do GT da ABRACE: Processos de Criação Expressão  Cênicas,  com trabalhos publicados nos Anais do Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perebah  &amp;amp;  Jair – baterista e cantor, respectivamente, produzem batidas  funk.&amp;nbsp;  Criaram joias como a canção Coisa Boa A Gente Gosta, em que  diversas  ideias rápidas condensam poemas-pílula, com força de slogan,  sobre bases  kraftwerkkafkianas.Outras criações da dupla: Baratas  Voadoras, Cerol  Geral, Caracanta na Central, Saci. Com passagens pelo  Circo Voador,  Teatro Odisseia, vagão da Leopoldina, Teatro Café  Pequeno, Centro  Cultural Justiça Federal e CCBB, os shows da dupla têm  agitado nas  pessoas a vontade de inventar. Contato:  www.perebahejair.com.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suzana  Nascimento - atriz | performer |  dramaturga | contadora de histórias.  Formada em Interpretação pela  Casa das Artes de Laranjeiras/ RJ e em  Produção Cultural pela UFF. Como  atriz, atuou recentemente em Cena para  um figurino (2011) e em Santas e  Clarice (em pós-produção). Trabalhou em  intervenções urbanas, clipes,  TV e teatro.&amp;nbsp; Atua como contadora de  histórias desde 2002 e escreve  para o público infanto-juvenil, com  destaque para o conto Invadiram o  país das obras de arte, acolhido pelo  Prêmio Projéteis de Arte  Contemporânea - Funarte.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tato Taborda  – Compositor, pianista,  professor e curador de eventos artísticos. Como  compositor, tem obras  encomendadas por instituições brasileiras e  estrangeiras. Estreou em  2010 a ópera Amazonas, por encomenda da Bienal  de Munique. Compôs para  mais de 40 espetáculos de teatro e dança. Em  parceria com Alexandre  Boratto, constrói o multi-instrumento Geralda,  uma orquestra  eletroacústica com mais de 70 fontes sonoras. Lançou o CD  Tato Taborda e  Geralda - Música para Orquestra. Seu doutorado na UniRio  analisou a  fronteira entre a comunicação de criaturas de hábitos  noturnos, como  sapos, grilos e vagalumes e as técnicas de polifonia e  contraponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO TRANSCINEMA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Glaucia Mayer é  graduada em Pintura pela EBA/UFRJ e estudante da EAV  do Parque Lage  entre 2006 e 2007. Desenvolve trabalhos da relação entre  arte, moda,  corpo e lugar, colocando-se muitas vezes como parte da  obra. Participou  de diversas coletivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Modé - Foi membro  fundador do grupo  Visorama.&amp;nbsp; Seu trabalho articula-se por uma noção  plural de linguagens e  espaços de atuação. Participou das Bienais de  São Paulo, do Mercosul e  de Praga. Alguns projetos, como REDE e  Constelações, envolvem a  participação direta do público. Recentemente  fez exposição individual no  MAMAM (De Sertão, Recife),&amp;nbsp; na Fundação Eva  Klabin (RJ). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julia  Pombo, nascida no Rio de Janeiro, em 1985,  é formada em Pintura pela  EBA/UFRJ e mestranda em Artes Visuais. Tem  como mídias fundamentais a  fotografia, o vídeo e as interseções entre  ambos. Investiga o uso do  corpo na imagem e as implicações físicas e  emocionais da presença da  própria artista nos trabalhos, relacionado  isso à produção de textos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura Lima, mineira, é formada em  Filosofia pela UFRJ. Frequentou a EAV  do Parque Lage. Fundou em 2003,  com outros artistas, a galeria de arte A  Gentil Carioca. Participou de  inúmeras exposições nacionais e  internacionais . É ganhadora do Prêmio  Marcantônio Vilaça de 2006, entre  outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiza Crosman,  nascida no Rio de Janeiro, em 1987, é  formada em Design pela PUC-Rio. É  artista visual e desde 2007 cursa a  EAV do Parque Lage. Seus trabalhos  versam sobre a experiência do espaço e  do tempo interior e exterior ao  corpo e tomam forma em suportes  diversos, tais como fotografia, vídeo,  instalação, entre outros.  Palestrante sobre arte e seu processo  artístico em cursos de ensino  médio e universitários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariana  Manhães - (Niterói, 1977),  participou de diversas coletivas em  instituições e galerias no Brasil e  exterior. Sua individual mais  recente foi realizada em 2010 no Centro  Cultural Banco do Brasil/RJ.  Recebeu prêmios relevantes e tem sua obra  representada em acervos e  coleções nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Waléria Américo (Fortaleza,  1979), é artista visual. Suas  experimentações trafegam entre vídeo,  fotografia e intervenção,  investigando as relações entre o corpo e seu  entorno, a habitação e a  trajetividade. É graduada em Artes Plásticas  pela Faculdade da Grande  Fortaleza e especialista em Audiovisual e  Meios Eletrônicos/UFC.  Participou de coletivas no Brasil e no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coletivo Filé  de Peixe - formado por Alex Topini, Felipe Cataldo e  Fernanda Antoun,  desde 2006 realiza ações de intervenção urbana com  base no audiovisual e  projetos de ocupação artística em espaços não  convencionais. Possui o  projeto PIRATÃO, que, ao modo e preços  praticados pelos camelôs pirata,  comercializou mais de 4.300 vídeos da  produção videoartística nacional e  internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEO PAISAGENS SONORAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nanda   Bessa é musicóloga pós-graduada pela UFRJ. Produziu os CDs Nanda Bessa   Nova Bossa; Nanda Bessa Lua Branca; Ex-votos Futuristas e Caixeiras do   Divino, nos quais participou como cantora, compositora, violonista e   percussionista. Produziu diversos filmes em vídeo, fotografias e artigos   sobre artes plásticas, dança e música. Criou a série Tradições  Musicais  do Brasil, inaugurada no Fórum de Ciência e Cultura em 2007,   contemplando produção artística e acadêmica sobre a cultura popular do   “Divino”. Atualmente faz parte da equipe do Laboratório de   Etnomusicologia da Escola de Música da UFRJ dedicando-se ao projeto de   pesquisa “Música e Memória Tupi-Guarani”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leandro Finotti   iniciou seus estudos em flauta doce e, no Conservatório Brasileiro de   Música, estudou flauta transversa. Cursou violino e oboé e integrou   grupos como a Orquestra Sinfônica, a Orquestra Popular e o Núcleo de   Música Antiga. Atualmente cursa bacharelado em oboé na UFRJ e integra a   Orquestra Sinfônica da UFRJ, o Quinteto Experimental da UFRJ e o   Quarteto Wanhal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cyclophonica é considerada a única orquestra de   câmara de bicicletas do mundo. Criada em 1999 por Leonardo Fuks e   colegas músicos-ciclistas, reúne música, esporte, urbanismo e lazer,   estabelecendo uma nova proposta de escuta e produção de som: o som em   movimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo Fuks é músico, construtor de instrumentos e   professor na Escola de Música/UFRJ. Combina uma sólida formação   acadêmica em engenharia acústica e mecânica com uma carreira de mais de   20 anos como oboísta de orquestra e como multi-instrumentista em música   contemporânea. Criador da Cyclophonica e do projeto Cellphonica. Dá   oficinas de construção de instrumentos no Brasil e no exterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando   Mendonça - artista multimídia. Compositor, pintor, gravador, cantor e   poeta. Radicado no Rio de Janeiro, desenvolve, desde 1985, sua  linguagem  de cronista e performer. Participou dos grupos Laborarte/MA,&amp;nbsp;  Ex-votos  Futuristas/RJ, As Três Marias&amp;nbsp; Núcleo de Folclore  Brasileiro/RJ. Nas  artes plásticas, participou de diversas exposições  coletivas e  importantes individuais, destacando-se as duas últimas nas  galerias  Paulo Fernandes (RJ)&amp;nbsp; e Marília Razuk (SP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zecora Ura -  Com base  em Londres desde 2001, e no Brasil desde 2004, estando  sediada em  Miguel Pereira/RJ, Zecora Ura promove encontros ativos que  pretendem  desconstruir visões rígidas do fazer teatral para reinventar a  prática  teatral como uma ponte inclusiva e provocadora entre  identidade  individual e políticas vigentes de tecnologia e comunicação.  Vem  ganhando reconhecimento internacional por trabalhar relações   sustentáveis com comunidades, artistas e parceiros em todo o mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;GRUPO INSTALAÇÕES&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Analu   Cunha - formada em Comunicação Visual, com Pós-Graduação em História  da  Arte e da Arquitetura no Brasil, mestrado em Linguagens Visuais   (EBA/UFRJ), sendo doutoranda na mesma instituição. É professora no   Instituto de Artes da UERJ e na EAV do Parque Lage. Contato:    &lt;a href="mailto:analulic@terra.com.br"&gt;analulic@terra.com.br&lt;/a&gt;; www.analucunha.blogspot.com;  http://br.youtube.com/naluacunha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno Miguel - (Rio de  Janeiro, 1981), possui Licenciatura em Educação  Artística/Artes  Plásticas e Pintura na Escola de Belas Artes/UFRJ. Já  fez diversos  cursos na área. Foi professor na EBA/UFRJ em 2010 e está  atualmente da  EAV Parque Lage. Participou de várias exposições  coletivas na América do  Sul. Contato:   &lt;a href="mailto:brunoeba@gmail.com"&gt;brunoeba@gmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coletivo  Gráfico - criado em  2010, o grupo atua no intermédio entre o campo da  arte, da pesquisa  acadêmica, da arte de rua e do design. Alguns  trabalhos de intervenção  do Coletivo: o muro do Espaço Cultural Sérgio  Porto e o trabalho Cristo  Vazado em ruas de Botafogo, Humaitá e Centro.  Contato:  http://www.coletivografico.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gustavo Prado (Rio de  Janeiro,  1981), é graduado em Filosofia (UFRJ) e em Programação Visual,  estudou  na EAV Parque Lage com Ana Bella Geiger, Iole de Freitas,  Paulo Sérgio  Duarte e Charles Watson. Participou de várias exposições  coletivas.  Obras suas compõem o acervo do MAM-RJ, na coleção Gilberto   Chateaubriand. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helio Branco (Rio de Janeiro, 1963), formou-se em   escultura e possui mestrado em Linguagens Visuais. Estudou pintura,   teoria da arte, serigrafia, fotografia, cor e estética. A mais recente   exposição, dESAPEGO, de 2010, é uma ação independente nas ruas da   cidade. Integra o coletivo de artistas Imaginário Periférico e o grupo   Pós-Formance, dentre outros. Contato:   &lt;a href="mailto:heliobranco@yahoo.com.br"&gt;heliobranco@yahoo.com.br&lt;/a&gt;;  http://www.heliobranco.com.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo  Motta Campos (ou AoLeo)  (Rio de Janeiro, 1983). Atua como artista,  diretor, cenógrafo, ator e  performer. É formado em Artes Plásticas  (UERJ) e cursou Artes Cênicas  (UFRJ), Habilitação em Direção Teatral  (incompleto). Fez cursos na EAV  do Parque Lage. Contato:   &lt;a href="mailto:leomottacampos@yahoo.com.br"&gt;leomottacampos@yahoo.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romano   (Floriano Araujo Peixoto)(Rio de Janeiro, 1969), formou-se em Gravura  na  EBA/UFRJ e é mestre em Linguagens Visuais. Recebeu diversos prêmios e   bolsas de estudo. Expôs seu trabalho em mostras coletivas, tais como a   Nova Arte Nova (CCBB, RJ, 2009); Futuro do Presente (Itaú Cultural,   2007); e a mostra individual Do Deslocamento (Portugal, 2000). Contato:     &lt;a href="mailto:romano.art@gmail.com"&gt;romano.art@gmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ronald  Duarte (Rio de Janeiro, 1963), é  mestre em Linguagens Visuais pela  EBA/UFRJ. Desde 1997, participa de  exposições coletivas no Brasil e no  exterior, entre elas Choque de  Monstro (MAM-RJ) e Estrela de Luz  (Havana, 2011), além de expor em  Espanha, Holanda e Argentina. Recebeu o  Prêmio Marcantonio Vilaça (2006)  e a Bolsa Iberê Camargo (2008).  Contato: www.ronalduarte.com. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosana  Ricalde (Rio de Janeiro,  1971), é bacharel em Gravura (EBA/UFRJ).  Realizou inúmeras exposições  individuais (O Percurso da Palavra;  Palavras Compartilhadas; Jardines  Móviles – esta junto com Felipe  Barbosa) e coletivas (MAPPAMUNDI;  Gigantes por su propia naturaleza; Ya  se leer). Fez residências  artísticas no exterior. Recebeu o Prêmio  Marcantonio Vilaça III edição.  Contato:   &lt;a href="mailto:rosanaricalde@gmail.com"&gt;rosanaricalde@gmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;FÓRUM&amp;nbsp; DE CIÊNCIA&amp;nbsp; E CULTURA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Aloisio Teixeira – Reitor da UFRJ/ Presidente do Fórum de Ciência e Cultura&lt;br /&gt;Sylvia de Mello Vargas – Vice-Reitora&lt;br /&gt;Beatriz Resende – Coordenação&lt;br /&gt;Denilson Lopes – Coordenação&lt;br /&gt;Heliane Rocha – Superintendência Administrativa&lt;br /&gt;Paulo César Caetano – Chefia de Gabinete &lt;br /&gt;Maria do Amparo Miranda Dias - Direção de Produção&lt;br /&gt;Sandra Mello - Produção de convidados&lt;br /&gt;Antonio Oswaldo Cruz&amp;nbsp; - Produção de conferências e tradução&lt;br /&gt;Josinaldo Idalino da Silva – Assistente de produção&lt;br /&gt;Arllen Guerra – Logística&lt;br /&gt;Lena Vieira- Secretária de produção&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Elizabeth Castro – Setor de alimentação&lt;br /&gt;Bira Soares e Eneraldo Carneiro – fotógrafos&lt;br /&gt;Tuker Marçal – Produção de documentário&lt;br /&gt;Zilda Martins ¬– Jornalismo&lt;br /&gt;Rafael Barcellos – Assessoria de Imprensa&lt;br /&gt;Sonja Cavalcanti – Edição de textos/ Revisão&lt;br /&gt;Magali Costa – Revisão&lt;br /&gt;Elisa Gomes e Rosângela Pereira - Divulgação&lt;br /&gt;Júlio Ferretti e Lila Montezuma – Programação visual&lt;br /&gt;Alexandre Terto – Coordenador de áudio e multimídia&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Bernardo Pereira&amp;nbsp; e Flávio Zariano da Silva&amp;nbsp; – Técnicos em audiovisual&lt;br /&gt;Luís Carlos da Silva Braga – Coordenador da Informática&lt;br /&gt;Jorge Alves – Técnico em informática&lt;br /&gt;Augusto Lohmann - Webdesigner&lt;br /&gt;José Geraldo Furtado – Iluminação&lt;br /&gt;Desirée&amp;nbsp; Bastos - Cenografia&lt;br /&gt;Ricardo – Técnico de luz&lt;br /&gt;Alexandre – Eletricista&lt;br /&gt;Fernando da Silva -&amp;nbsp; Chefe do Setor de finanças&lt;br /&gt;Rosa Maria Malheiros - Chefe do Setor de compras&lt;br /&gt;Valternei de Almeida – Administração&lt;br /&gt;Bianca Chagas – Assistente do setor de compras&lt;br /&gt;Prefeitura UFRJ – Sinalização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;INTERVENÇÕES CRÍTICAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ANA   MARIA OCHOA GAUTIER Colômbia / DANIEL LINK Argentina / JORGE LA FERLA   Argentina / NUNO RAMOS Brasil / NÉLSON BRISSAC Brasil / STEVEN SHAVIRO   Estados Unidos / RICHARD COLSON Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NÚCLEOS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Literatura Digital&lt;br /&gt;Cristiane Costa – Curadora&lt;br /&gt;Cecília Giannetti&amp;nbsp; – Jovem Curadora&amp;nbsp; e Artista&lt;br /&gt;Clécia Oliveira e Waldelice Souza – Produção &lt;br /&gt;Artistas:   Alberto Pucheu, Ana Paula Maia, Arthur Protásio, Betina Kopp, Cecília   Giannetti,&amp;nbsp; D. Inah, Eduardo Clima, Guilherme Xavier, Ismar Tirelli   Netto,&amp;nbsp; Jaqueline Rodrigues de Souza Raymundo, João Paulo Cuenca,   Leonardo Villa-Forte, Márvio dos Anjos, Octávio Aragão, Ramon Mello.   Crítica: Flora Süssekind.&lt;br /&gt;Contatos:   &lt;a href="mailto:cristiane.costa@eco.ufrj.br"&gt;cristiane.costa@eco.ufrj.br&lt;/a&gt; /  &lt;a href="mailto:entreparenteses@gmail.com"&gt;entreparenteses@gmail.com&lt;/a&gt; /  &lt;a href="mailto:greciaoliveira@yahoo.com.br"&gt;greciaoliveira@yahoo.com.br&lt;/a&gt; /&amp;nbsp;&amp;nbsp;   &lt;a href="mailto:walsouza@forum.ufrj.br"&gt;walsouza@forum.ufrj.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Performance&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ângela Leite Lopes – Curadora&lt;br /&gt;Lara Seidler – Jovem Curadora e Artista&lt;br /&gt;André Aguiar Protásio – Produção&lt;br /&gt;Artistas:   Ana Abbott, Desirée Bastos, Eleonora Fabião, Elisa Pinheiro, Guilherme   Delgado, Ivan Sugahara, João Saldanha, José Geraldo, Laila Garin, Lara   Seidler, Maria Alice Poppe, Patrícia Pereira, Perebah &amp;amp; Jair,  Suzana  Nascimento, Tato Taborda.&lt;br /&gt;Contatos:   &lt;a href="mailto:angelall58@gmail.com"&gt;angelall58@gmail.com&lt;/a&gt; /   &lt;a href="mailto:laraseidler@yahoo.com.br"&gt;laraseidler@yahoo.com.br&lt;/a&gt; /   &lt;a href="mailto:andre@forum.ufrj.br"&gt;andre@forum.ufrj.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Transcinema&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Katia Maciel – Curadora&lt;br /&gt;Luiza Crosman – Jovem Curadora e Artista&lt;br /&gt;Manoel Silvestre Friques – Jovem Produtor&lt;br /&gt;Adolfo Lachtermacher – Produção &lt;br /&gt;Artistas:   Coletivo Filé de Peixe (Alex Topini, Felipe Cataldo e Fernanda  Antoun),  Gláucia Mayer, João Modé, Julia Pombo, Laura Lima, Luiza  Crosman,  Mariana Manhães, Waléria Américo.&lt;br /&gt;Contatos:&amp;nbsp;   &lt;a href="mailto:kmacieltoledo@gmail.com"&gt;kmacieltoledo@gmail.com&lt;/a&gt; /   &lt;a href="mailto:luizacrosman@gmail.com"&gt;luizacrosman@gmail.com&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:manoel.friques@gmail.com"&gt;manoel.friques@gmail.com&lt;/a&gt; /   &lt;a href="mailto:alachtermacher@yahoo.com.br"&gt;alachtermacher@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Paisagens Sonoras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Samuel Araújo – Curador&lt;br /&gt;Nanda Bessa – Jovem Curadora &lt;br /&gt;Vanessa Rocha – Produção &lt;br /&gt;Artistas: Caixeiras do Divino, Cyclophonica, Fernando Mendonça, Leandro Finotti, Leonardo Fuks, Nanda Bessa, Zecora Ura.&lt;br /&gt;Contatos:   &lt;a href="mailto:araujo.samuel@gmail.com"&gt;araujo.samuel@gmail.com&lt;/a&gt; /   &lt;a href="mailto:fernandacheferrino@gmail.com"&gt;fernandacheferrino@gmail.com&lt;/a&gt;   &lt;a href="mailto:vanessarocha@forum.ufrj.br"&gt;vanessarocha@forum.ufrj.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Instalações &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Glória Ferreira – Curadora&lt;br /&gt;Izabela Pucu – Jovem Curadora&lt;br /&gt;Adolfo Lachtermacher – Produção&lt;br /&gt;Artistas:   Analu Cunha, Bruno Miguel, Coletivo Gráfico, Gustavo Prado,&amp;nbsp; Helio   Branco, Leonardo Motta (AoLeo), Romano, Ronald Duarte, Rosana Ricalde.&lt;br /&gt;Contatos:   &lt;a href="mailto:gloria.a.ferreira@gmail.com"&gt;gloria.a.ferreira@gmail.com&lt;/a&gt; /   &lt;a href="mailto:izabelapucu@gmail.com"&gt;izabelapucu@gmail.com&lt;/a&gt; /   &lt;a href="mailto:adolfo@forum.ufrj.br"&gt;adolfo@forum.ufrj.br&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bolsistas PIBEX, Jornalismo e voluntário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ana   Beatriz Rangel, Andrey Raychtock, Bruno dos Santos Lopes, Clarissa   Ribeiro Silva, Diego Blanco de Amorim, Gabriela Cunha, Jefferson de   Albuquerque Mendes, Julia Ricciardi, Lidiana Gonçalves Nunes, Marcela de   Oliveira Ramos, Mariana Hipólito Costa, Raquel Campos Gaio e Rebeca   Brandão Vargas. &lt;br /&gt;Felipe Araújo (Núcleo Performance) - Assistente de produção voluntário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="footer"&gt;&lt;div class="moduletable"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.ouviroria.ufrj.br/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="rodape-ouvidoria" height="98" src="http://www.pr5.ufrj.br/images/stories/rodape-ouvidoria.jpg" width="101" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.siga.ufrj.br/sira/temas/zire/frames.jsp" target="_blank"&gt;&lt;img alt="rodape-siga" height="98" src="http://www.pr5.ufrj.br/images/stories/rodape-siga.jpg" width="106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.sigma.ufrj.br/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="rodape-sigma" height="98" src="http://www.pr5.ufrj.br/images/stories/rodape-sigma.jpg" width="124" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://sigpet.mec.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="rodape-sigpet" height="98" src="http://www.pr5.ufrj.br/images/stories/rodape-sigpet.jpg" width="121" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://sigproj.mec.gov.br/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="rodape-sigproj" height="98" src="http://www.pr5.ufrj.br/images/stories/rodape-sigproj.jpg" width="119" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.renex.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="rodape-forproext" height="98" src="http://www.pr5.ufrj.br/images/stories/rodape-forproext.jpg" width="115" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5396336498367656245?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5396336498367656245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5396336498367656245' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5396336498367656245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5396336498367656245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/05/arteforum-ufrj-forum-de-ciencia-e.html' title='ArteFórum UFRJ - Fórum de Ciência e Cultura'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-9011595430770776514</id><published>2011-05-13T12:40:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T12:40:25.051-07:00</updated><title type='text'>Cidade Phantástica: Pulp fiction à brasileira</title><content type='html'>&lt;a href="http://cidadephantastica.blogspot.com/2011/05/pulp-fiction-brasileira.html"&gt;Cidade Phantástica: Pulp fiction à brasileira&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-9011595430770776514?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cidadephantastica.blogspot.com/2011/05/pulp-fiction-brasileira.html' title='Cidade Phantástica: Pulp fiction à brasileira'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/9011595430770776514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=9011595430770776514' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/9011595430770776514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/9011595430770776514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/05/cidade-phantastica-pulp-fiction.html' title='Cidade Phantástica: Pulp fiction à brasileira'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-4268295824419716732</id><published>2011-05-04T08:49:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T05:14:34.198-07:00</updated><title type='text'>SpaceBlooks2011, ArteFórum e outras coisas.</title><content type='html'>Eis que a semana começa cheia de promessas quase realizadas e projetos.&lt;br /&gt;Finalmente as negociações para a versão 2011 do evento carioca de ficção científica &lt;i&gt;SpaceBlooks&lt;/i&gt; vieram a bom termo e conseguimos fechar não apenas dois, mas três dias seguidos na livraria preferida de todos os aficcionados por literatura de gênero, cinema e HQs, que repete este ano a bem sucedida empreitada de 2010, reunindo autores e fãs para mesas redondas e lançamentos de novas publicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elisa Ventura, dona da &lt;a href="http://blooks.com.br/"&gt;&lt;i&gt;Blooks&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, e Toinho Castro, mago das telecomunicações, juntamente com os parceiros da &lt;i&gt;Cultura Inglesa&lt;/i&gt; e da &lt;i&gt;Edelman Significa&lt;/i&gt;, me permitiram o &lt;i&gt;background&lt;/i&gt; para contactar autores daqui e de outros mundos tendo como objetivo ampliar o alcance e o escopo deste que foi um evento que chamou atenção para a produção nacional de FC&amp;amp;F no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação é a seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4nfLetlNSac/TcFynMCplNI/AAAAAAAAANU/lgjAqHgd-Vk/s1600/spaceblooks2011.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="231" src="http://4.bp.blogspot.com/-4nfLetlNSac/TcFynMCplNI/AAAAAAAAANU/lgjAqHgd-Vk/s320/spaceblooks2011.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Dia 30/05: &lt;b&gt;Mashup de Assis&lt;/b&gt;, mesa redonda com Lúcio Manfredi (&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21877243/dom+casmurro+e+os+discos+voadores"&gt;&lt;i&gt;Dom Casmurro e Os Discos Voadores&lt;/i&gt;, Leya&lt;/a&gt;) e Pedro Vieira (&lt;a href="http://www.tarjalivros.com.br/detalheprod.asp?produto=62"&gt;&lt;i&gt;Memórias Desmortas de Brás Cubas&lt;/i&gt;, Tarja Editorial&lt;/a&gt;), dois dos autores que ousaram lançar mão de obras do Bruxo do Cosme Velho em romances polêmicos e que mexeram com o panorama literário no final do ano passado falam sobre as gêneses de suas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 31/05: &lt;b&gt;Ficção Científica na TV&lt;/b&gt;, palestra com o escritor britânico vencedor do World Fantasy Awards e finalista do prestigiado prêmio Hugo, &lt;a href="http://www.robertshearman.net/"&gt;Robert Shearman&lt;/a&gt;, um dos roteiristas responsáveis pela série &lt;i&gt;cult&lt;/i&gt; britânica Dr Who. Assisti a &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=v9gfvapI2Y8"&gt;uma leitura&lt;/a&gt; de Shearman e adorei a maneira como lida com o público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 1º/06: &lt;b&gt;Lançamento&lt;/b&gt; de &lt;i&gt;A Guardiã da Memória&lt;/i&gt;, romance de Gérson Lodi-Ribeiro, e da antologia &lt;i&gt;Space Opera&lt;/i&gt;, que reúne textos de diversos autores brasileiros sobre naves espaciais, alienígenas e armas futuristas. Os dois livros são publicados pela &lt;a href="http://editoradraco.com/"&gt;&lt;i&gt;Editora Draco&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, de São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as novidades não se esgotam em &lt;i&gt;SpeceBlooks&lt;/i&gt; 2011. Meu núcleo de pesquisa, &lt;i&gt;NelGraf&lt;/i&gt;, sediado na ECO UFRJ, ganhou uma &lt;a href="http://www.blogger.com/%3Chttp://b200.nce.ufrj.br/eco/index.php/pesquisa/nelgraf.html%3Ehttp://b200.nce.ufrj.br/eco/index.php/pesquisa/nelgraf.html"&gt;página própria&lt;/a&gt; dentro do site da universidade. É um passo importante que nos propiciará voos mais altos num futuro próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também participarei do &lt;a href="http://www.forum.ufrj.br/index/040511.pdf%20"&gt;ArteFórum da UFRJ&lt;/a&gt;, que exibirá exposições, conferências, interferências, performances, intervenções e ocupações, tendo como foco a questão da transversalidade e as intersecções na arte por meio de suas diversas linguagens, como a música, a literatura, as artes plásticas, o cinema, a televisão, o vídeo, a dança e o teatro, bem como pelo uso de suas ferramentas multimídia e das novas tecnologias. Ministrarei uma oficina de HQs, fazendo tiras de três quadros ao vivo e a cores, trabalhando algumas modalidades narrativas, mexendo com representações de tempo e espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abertura&lt;/b&gt; do Fórum será no sábado/04 de junho, às 10h, no Teatro de Arena Carvalho Netto e programação completa &lt;a href="http://www.forum.ufrj.br/index/040511.pdf%20"&gt;aqui&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também estarei em Leopoldina, MG, em 11 de junho de 2011, no &lt;a href="http://octavioaragao.blogspot.com/2011/04/1-encontro-leopoldinense-de-literatura.html"&gt;1º Encontro Leopoldinense de Literatura e Educação&lt;/a&gt;, no qual terei a honra de participar com uma pequena introdução à Literatura Fantástica Contemporânea. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, meus contos “diurnos” &lt;i&gt;O dia em que Vesúvia descobriu o amor&lt;/i&gt; e&lt;i&gt; O dia em que Virgulino cortou o rabo da cobra sem fim com o chuço excomungado&lt;/i&gt; estão em vias de publicação, o primeiro já saindo na antologia &lt;i&gt;Cidades Indizíveis&lt;/i&gt;, organizada por &lt;a href="http://urbanalenda.blogspot.com/"&gt;Nelson de Oliveira&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://oescritorselvagem.opsblog.org/"&gt;Fábio Fernandes&lt;/a&gt;, e o segundo acabou de ser aprovado por &lt;a href="http://alternative-highwayman.blogspot.com/"&gt;Gerson Lodi-Ribeiro&lt;/a&gt; para sua novíssima antologia &lt;i&gt;Dieselpunk&lt;/i&gt;, que dá seguimento à aclamada &lt;i&gt;Vaporpunk&lt;/i&gt;, de 2010. &lt;i&gt;Cidades Indizíveis&lt;/i&gt; é uma publicação da &lt;a href="http://llyreditorial.wordpress.com/"&gt;&lt;i&gt;Llyr Editorial&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; e &lt;i&gt;Dieselpunk&lt;/i&gt; sairá pela &lt;i&gt;Draco&lt;/i&gt;. Também recebi permissã da &lt;a href="http://www.naoeditora.com.br/"&gt;Não Editora&lt;/a&gt; para republicar meu conto sherlockiano que ganhou boas resenhas na revista &lt;i&gt;Ficção de Polpa&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;A Aventura do Americano Audaz&lt;/i&gt;, em versão competa, sem cortes, em outra antologia que deve pintar por aí (sim, ainda é segredo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somando isso à minha participação como membro do&amp;nbsp; Conselho Científico da &lt;a href="http://observatoriodehistoriasemquadrinhos.blogspot.com/2011/02/primeira-chamada-de-trabalhos-para-as-i.html"&gt;&lt;i&gt;1ª Jornada Internacional de Histórias em Quadrinhos&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, capitaneada pela ECA USP, à coordenação da &lt;a href="http://semanadequadrinhosdaufrj.blogspot.com/p/missao-da-v-semana-de-quadrinhos-da.html"&gt;&lt;i&gt;V Semana de Quadrinhos da UFRJ&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, que acontecerá em agosto, e à finalização do álbum em quadrinhos &lt;a href="http://acabandoaquartafeira.wordpress.com/2010/07/29/the-page-of-doom/"&gt;&lt;i&gt;Para tudo se acabar na quarta-feira&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, em parceria com o ilustrador Manoel Ricardo, posso afirmar que este ano está sendo uma verdadeira jornada nas estrelas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-4268295824419716732?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/4268295824419716732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=4268295824419716732' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4268295824419716732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4268295824419716732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/05/novidades-novidades-novidades.html' title='SpaceBlooks2011, ArteFórum e outras coisas.'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-4nfLetlNSac/TcFynMCplNI/AAAAAAAAANU/lgjAqHgd-Vk/s72-c/spaceblooks2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5594017066492135498</id><published>2011-05-03T06:31:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T11:23:02.874-07:00</updated><title type='text'>Mais realista que o rei</title><content type='html'>por Octavio Aragão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado originalmente no jornal Achei USA, em 20/02/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dez anos, um então promissor cartunista e provisório companheiro de mesas de bar teimou comigo sobre um detalhe de Os Trabalhadores do Mar, romance de Victor Hugo. Discutíamos sobre as características popularescas de autores considerados sérios e respeitados e lembrei de uma cena em que o protagonista, um pescador de poucas palavras chamado Gilliatt, enfrentava um polvo gigante no melhor estilo Tarzã, com uma faquinha e mais nada. O chargista exibiu um sorrisinho de troça e mandou “você está enganado. Victor Hugo jamais escreveu uma bobagem assim”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito falou com tal segurança, que, mesmo tendo certeza do que dizia, duvidei de minha memória. Mas insisti “como assim? Gilliatt mete o braço num buraco perseguindo um caranguejo e é atacado pelos tentáculos que quase o sufocam. Pega a faca e, depois de dois capítulos, consegue matar o bicho”. Pois nem minha descrição do confronto demoveu meu adversário, que, àquela altura, já havia conseguido me transformar em alvo de pilhéria do resto da mesa. Dois amigos faziam “sons de polvo” (uma onomatopéia parecida com “purrr, purrr”), balançando guardanapos molhados na frente do meu nariz, o que, convenhamos, não colaborou para meu bom humor. “Veja bem,” continuava o sujeito “Victor Hugo era um escritor realista, nunca se deixaria levar por cenas estapafúrdias como essa”. Mais gargalhadas e, lá pelas tantas, comentei que a batalha contra o octópode tinha me exaurido. Para minha surpresa, o adversário acrescenta: “ah, o octópode? Ah, sim, tinha um octópode lá”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem preciso dizer o que aconteceu em seguida. Uma pequena revolução tomou conta da mesa do bar, com gente revoltada dizendo que polvo e octópode eram estritamente a mesma coisa, enquanto o recalcitrante repetia obstinado que “não! Polvo é uma coisa e octópode é outra completamente diferente”. A briga durou metade da noite e há pouco tempo ainda era motivo de piadas entre os que vivenciaram o episódio. Mas o ponto relevante e revelador desse caso não reside em diferenças zoológicas ou se Victor Hugo usou ou não a palavra “polvo” em Os Trabalhadores do Mar (usou sim, duas vezes. Ele preferia o termo &lt;i&gt;pieuvre&lt;/i&gt;, mas usou polvo e cefalópode também. Octópode aparece uma vez), mas no motivo da repulsa à idéia de um elemento pretensamente fantástico inserido no texto de um autor realista, porque, afinal de contas, o realismo é muito mais sério, importante e digno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa premissa é muito comum em diversas mídias. A maioria das telenovelas, por exemplo, carrega com orgulho a bandeira do realismo, muitas vezes fingindo que fantasmas, premonições e telepatia são eventos corriqueiros de nosso dia a dia. Viver a Vida, de Manoel Carlos, que ainda não apresentou nenhuma alma de outro mundo como outras obras do autor, já teve sua cota de eventos sobrenaturais ao mostrar a mãe “sentindo” o acidente sofrido pela filha no momento em que ocorria em outro continente. No entanto, ninguém ousa dizer que não se trata de um folhetim “realista”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/UEcGnFH5V0E/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UEcGnFH5V0E&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/UEcGnFH5V0E&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;O bordão “baseado em fatos reais” funciona como um chamariz para várias produções cinematográficas, mas um exemplo recente mostra que, às vezes, o que nos parece mais real é exatamente o oposto. Operação Valquíria, filme de Bryan Singer, conta a história (verídica) de um oficial nazista que chefiou um atentado contra Hitler. Bastardos Inglórios, filme de Quentin Tarantino, conta a história (falsa) de um oficial judeu-americano que chefiou um atentado contra Hitler. Os filmes têm diversos pontos em comum: dois astros de primeiro escalão de Hollywood (Tom Cruise e Brad Pitt) encabeçando um elenco de talentosos coadjuvantes semi-obscuros, cenas de suspense e montagem vertiginosa.&amp;nbsp; Porém, para mim, um é satisfatório e o outro não. No momento em que distorce a história a seu bel prazer (e não vou contar como isso acontece, já que você, leitor, pode não ter assistido) o filme de Tarantino torna-se imprevisível, imponderável, desarmando a audiência da mesma maneira que o polvo de Victor Hugo, enquanto o filme de Singer&amp;nbsp; perde o foco ao se manter aparentemente fiel ao senso comum de como as coiosas aconteceram e acaba ajudando a canonizar um novo tipo de mutante improvável: o bom nazista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O realismo em Bastardos Inglórios é uma desculpa, uma pista falsa que desvia a atenção da audiência e faz com que o desfecho tenha um efeito amplificado, mas Tarantino não inventou a arte da manipulação das expectativas do público. Gustave Flaubert, no clímax de Madame Bovary, transforma um romance de costumes picante num monumento gore, envenenando a personagem e descrevendo sua agonia e morte com uma frieza capaz de virar o estômago de leitores mais sensíveis, como numa ilustração hiper realista ou num infográfico científico, mostrando entranhas e detalhes que, apesar de existentes, seriam imperceptíveis a olho nu. Outro é Herman Melville, que relata o dia a dia de um baleeiro no século XIX com a mesma fleugma metódica com que cavalga a metafórica Moby Dick, cuja presença pontual contrasta com o cenário naturalista emprestando-lhe um tempero surreal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os fantasmas e premonições de Manoel Carlos e a arrogância verborrágica de Tarantino, que distorce fatos e fotos, o fantástico, o paranormal e o maravilhoso em Victor Hugo, Flaubert e Melville vêm à tona aliados ao factível, ao prosaico e ao mensurável, lançando tentáculos sobre o leitor e assombrando-o pelo resto da vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5594017066492135498?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5594017066492135498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5594017066492135498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5594017066492135498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5594017066492135498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/05/mais-realista-que-o-rei.html' title='Mais realista que o rei'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1917095435136098483</id><published>2011-04-17T18:28:00.000-07:00</published><updated>2011-04-22T10:19:44.362-07:00</updated><title type='text'>Garimpando o Imponderável: energia limpa e sociedade suja - Palestra sobre o filme Stalker, de Andrei Tarkovski</title><content type='html'>Por Octavio Aragão (Texto apresentado no Cineclube Ciência em Foco, em 03 de abril de 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ecDM2lW9dKA/TauTavKoOWI/AAAAAAAAANM/jhrp-v4XaOI/s1600/1269887919_flyer_abril.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="245" src="http://1.bp.blogspot.com/-ecDM2lW9dKA/TauTavKoOWI/AAAAAAAAANM/jhrp-v4XaOI/s320/1269887919_flyer_abril.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porvir imediato e pretérito automático&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estamos preparados para um mundo limpo? &lt;i&gt;“Os filme do mestre russo Andrei Tarkovski são mais ambientações que entretenimento”&lt;/i&gt;, diz o crítico Roger Ebert (EBERT, 465). Podemos acrescentar que eles usam de uma narrativa demorada, como no caso de &lt;i&gt;Stalker&lt;/i&gt;, para representar o que seria uma “velocidade da vida”, jogando a audiência numa zona crepuscular, onírica, propícia à meditação. Essa “vida lenta” incomoda os espíritos mais fugazes, que buscam no cinema apenas o escapismo e a diversão, pois a lentidão produz a ansiedade do porvir, da cena seguinte, o que obriga nossa consciência a ir além do “agora”, mirando um futuro que nunca se materializa em presente, pois logo é passado. É esse vício no porvir imediato e no pretérito automático que compromete a aposta num mundo limpo, sem o consumo que é o combustível para a felicidade idealizada ocidental, tema que aparece nas entrelinhas (ou deveríamos dizer, “entrefotogramas”) de &lt;i&gt;Stalker&lt;/i&gt;, com seus peregrinos cercados por artefatos degradados, em busca de um local idealizado, a Zona, onde todos os desejos se materializariam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No romance &lt;i&gt;Piknik na Obotchine&lt;/i&gt; (algo como “Piquenique à beira da estrada”), de Arkadi e Boris Strugatski, no qual o filme foi baseado, as Zonas de Visita (na verdade, existiriam seis delas, em torno do planeta) são resultado de uma ação extraterrestre nunca descrita em detalhes (STRUGASTSKI, 7) e os &lt;i&gt;stalkers&lt;/i&gt; do título são uma mescla de guias, exploradores, garimpeiros e contrabandistas que exploram essas Zonas em busca de artefatos estranhos que possam ser vendidos a colecionadores ou universidades. Um desses objetos é um anel que, uma vez colocado em movimento, jamais cessa de girar, ou seja, um moto-contínuo que produz a energia da qual se alimenta. Mas, como se a Zona fosse um tipo de Serra Pelada alienígena, os objetos recuperados jamais alcançam um valor de mercado muito alto por conta da incapacidade humana de decifrá-los, o que faz deles meros artigos “colecionáveis”, curiosidades sem uso prático, “objetos-paixão”, nas palavras de Jean Baudrillard: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Todo objeto tem dessa forma duas funções: uma que é ser utilizado, a outra a de ser possuído. (...) O objeto estritamente prático toma um estatuto social: é a máquina.Ao contrário, o objeto puro, privado de função ou abstraído de seu uso, toma um estatuto estritamente subjetivo: torna-se objeto de coleção&lt;/i&gt; (BAUDRILLARD, pg 94)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um objeto esférico, porém, subverte essa regra, pois há quem diga que se trata de uma “lâmpada de Aladim”, capaz de realizar as vontades do usuário. Assim, romance e filme têm finais contraditórios quando os personagens reagem de maneiras diferentes aos objetos de desejo. Enquanto Tarkovski faz com que o receio impeça a trinca de protagonistas (eles não têm nomes no filme, são chamados por suas ocupações: um é o &lt;i&gt;Stalker&lt;/i&gt;, o segundo é o Físico e o último é o Escritor) de entrar no quarto dos sonhos, na novela dos Strugatski, Redrick Stuart, um &lt;i&gt;stalker&lt;/i&gt; veterano, não tem pruridos em aferrar-se à bola e fazer um voto em prol de toda a humanidade (STRUGATSKI, 185)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Felicidade para todos. Gratuitamente. E que ninguém saia prejudicado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como interpretar esse clamor sobre a felicidade irrestrita numa história que, entre outras coisas, pode ser encarada como uma alegoria crítica ao desejo, ao consumo, ao tráfico, à posse? Néstor Canclini afirma que o consumo poderia ser uma ferramenta para a melhoria da sociedade se conseguíssemos democratizar a oferta a um nível mundial compatível com a realidade salarial das diversas populações (CANCLINI, 89). Tal utopia econômica, porém, necessitaria de uma publicidade menos afeita a exageros e distorções e de uma distribuição de renda equânime, o que implicaria em mais e mais produção para um consumo cada vez maior, com artefatos e produtos sendo substituídos por modelos mais novos duas ou três vezes por ano. Ou seja, apesar de gerar mais empregos e girar o fluxo de caixa, distribuindo riquezas a um número maior de pessoas, o sonho socioeconômico necessariamente colocaria em risco o meio ambiente, pois enraizaria suas soluções numa hipotética natureza auto-renovável, capaz de prover matéria prima eternamente. Felicidade para todos, como se encarada dentro de uma ótica individualista/capitalista, implicaria no fim irrevogável do planeta, imerso em lixo não degradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nOPYx3jOfCE/TauUf9Iy6JI/AAAAAAAAANQ/mOxIhX78LvI/s1600/1979-stalker-fra-01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-nOPYx3jOfCE/TauUf9Iy6JI/AAAAAAAAANQ/mOxIhX78LvI/s320/1979-stalker-fra-01.jpg" width="234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Thorstein Veblen explicita que o consumo exacerbado é uma prática (ou desejo consolidado) recente na sociedade, já que antes da Revolução Industrial, acreditava-se que apenas uma pequena classe ociosa e aristocrática teria o “direito” (leia-se “dinheiro”) de/para cultivar hábitos como o colecionismo, o consumo pelo consumo, não necessariamente relacionado às necessidades imediatas de subsistência. Porém, com o incentivo advindo da publicidade, um tipo de “necessidade de consumo”, aliada ao inconformismo resultado do desejo de posse de artigos e artefatos como representativos de staus quo, estabelece-se como mola mestra de uma produção constante e avassaladora. Conceitos como “obsolescência programada” tornaram-se indispensáveis para a saúde de empresas que mesclam moda, design e tecnologia como elementos sedutores do público, apostando na constante descartabilidade. &lt;i&gt;Stalker&lt;/i&gt; é um filme sobre a integridade perene, sobre os valores do indivíduo e a fé imutável que resistem ao ambiente em constante mutação. Seus personagens garimpam o cenário em busca de respostas, mas no máximo resgatam outras perguntas, artefatos imponderáveis e sedutores que não apresentam um fim, mas podem ser apenas lixo largado à beira da estrada por visitantes que não se importam com os anfitriões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Humberto Pererira da Silva afirma que&lt;i&gt; “Tarkovski é um artista cuja obra incomoda porque exige que o espectador pense tanto na função da arte sobre sua própria vida e o mundo quanto no papel do cinema para exibir os sentimentos mais sublimes”&lt;/i&gt; (SILVA, 120).&amp;nbsp; Deleuze, por sua vez, evoca a imagem do “cristal de tempo” (DELEUZE, 95) para definir o cinema de Tarkovski, que ao girar em torno de si próprio interroga aqueles que nele se refletem, seja a Rússia natal, sejam os personagens ou cada um de seus espectadores, mas ressalta que, em &lt;i&gt;Stalker&lt;/i&gt;, há um teor de opacidade encarnado na porta fechada que impede o trio de adentrar no quarto milagroso. Ali não há há reflexo, apenas a certeza da intransponibilidade e da impossibilidade de solucionar os mistérios por meio da realização dos desejos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1917095435136098483?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1917095435136098483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1917095435136098483' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1917095435136098483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1917095435136098483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/04/garimpando-o-imponderavel-energia-limpa.html' title='Garimpando o Imponderável: energia limpa e sociedade suja - Palestra sobre o filme Stalker, de Andrei Tarkovski'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ecDM2lW9dKA/TauTavKoOWI/AAAAAAAAANM/jhrp-v4XaOI/s72-c/1269887919_flyer_abril.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1187004396802876401</id><published>2011-04-14T20:36:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T20:36:56.381-07:00</updated><title type='text'>Literatura Fantástica no 1º Encontro Leopoldinense de Literatura e Educação</title><content type='html'>Acontecerá em Leopoldina, MG, em 11 de junho de 2011, sob a batuta da profesora Natânia Nogueira, o 1º Encontro Leopoldinense de Literatura e Educação, no qual terei a honra de participar com uma pequena introdução à Literatura Fantástica Contemporânea. Mais dados seguem abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Auditório do CEFET&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÚMERO DE VAGAS&lt;br /&gt;Palestra e mesa redonda: 230 vagas&lt;br /&gt;Oficinas: 200&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO PROVISÓRIA&lt;br /&gt;Credenciamento e inscrição para oficinas (08:00 – 09:00)&lt;br /&gt;Abertura (09:00)&lt;br /&gt;Mesa redonda: Leitura e educação: uma parceria de sucesso&amp;nbsp; (09:30 – 11:30)&lt;br /&gt;Mediadora: Glaucia Maria N Costa de Oliveira&lt;br /&gt;1&amp;nbsp; -&amp;nbsp; Leila Cristina Barros – doutora e mestre em Letras/Estudos Literários, pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais e coordenadora do Programa de Bibliotecas da Prefeitura de Belo Horizonte.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Hellenice Ferreira – Professora, bacharel em Filosofia e especialista em Arteterapia. Trabalha na Secretaria Municipal de Educação de Duque de Caxias. Coordenadora da Sala dos professores Mestre Paulo Freire da Secretaria Municipal de Duque de Caxias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Cristina Silveira – Pedagoga. Especialista em dificuldades de aprendizagem e mestranda em Educação Cultura e Comunicação. Autora dos Livros Ziraldo na Sala de Aula e A Turma do Pererê Vai à Escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almoço (11:30 – 13:00)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TARDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestra&amp;nbsp; – A literatura fantástica contemporânea&amp;nbsp; (13:00 – 14:00)&lt;br /&gt;Octávio Aragão: professor Adjunto da Escola de Comunicação - ECO/Universidade Federal do Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;Oficinas (14:00 – 17:00)&lt;br /&gt;* Com intervalo de meia hora para o café&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – Patrícia Góes: A formação do leitor e a contação de histórias como estratégia de leitura. (28 vagas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 –&amp;nbsp; PROLER – “Poesia vira arte - a criatividade&amp;nbsp;e a produção artística através de textos poéticos (o &amp;nbsp;poema e a prosa poética)” (28 vagas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Cristina Silveira – Atividades da Professora Maluquinha"). (28 vagas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Renata Arantes – Oficina de Arte e Educação (28 vagas)&lt;br /&gt;6 -&amp;nbsp; Jailza Furtado -&amp;nbsp; oficina de Teatro (28 vagas)&lt;br /&gt;7 -&amp;nbsp; Flávio Valadares -&amp;nbsp; Oficina as Mil faces da leitura (28 vagas) &lt;br /&gt;Palestra de encerramento - Quem não é de sua terra não é de lugar nenhum (17:00 – 18:00)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Elias Fajardo, escritor, pintor, roteirista e membro da ALLA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento de livros e coquetel de encerramento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1187004396802876401?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1187004396802876401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1187004396802876401' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1187004396802876401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1187004396802876401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/04/1-encontro-leopoldinense-de-literatura.html' title='Literatura Fantástica no 1º Encontro Leopoldinense de Literatura e Educação'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-294065985361963118</id><published>2011-04-03T04:05:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T14:20:42.437-07:00</updated><title type='text'>A saga dos nove mil títulos</title><content type='html'>O blog &lt;a href="http://pipocaenanquim.com.br/2011/04/minha-estante-octavio-aragao/"&gt;Pipoca &amp;amp; Nanquim&lt;/a&gt; me entrevistou em 1º de abril de 2011 e falamos um pouco sobre minha coleção de HQs. Foi bom conversar a respeito de um tópico tão querido, mas não pude mostrar minha estante, que está em pleno processo de rearrumação, ou seja, uma zona completa. Porém isso não me impediu de tirar algums fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lFCzk1BFF6A/TZhT7McAqcI/AAAAAAAAANI/Ft2-T4XxkmM/s1600/Eisner%253APratt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-lFCzk1BFF6A/TZhT7McAqcI/AAAAAAAAANI/Ft2-T4XxkmM/s320/Eisner%253APratt.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Autógrafos de George Pratt (Ás Inimigo) e Will Eisner (Sketchbook)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Vão lá e divirtam-se!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-294065985361963118?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/294065985361963118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=294065985361963118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/294065985361963118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/294065985361963118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/04/saga-dos-nove-mil-titulos.html' title='A saga dos nove mil títulos'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lFCzk1BFF6A/TZhT7McAqcI/AAAAAAAAANI/Ft2-T4XxkmM/s72-c/Eisner%253APratt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-9071291480725250278</id><published>2011-03-21T21:01:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T21:01:32.730-07:00</updated><title type='text'>High water marks and shadows: Interview with Michael Kaluta</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-XrVOA98uwN8/TYgchxd2t8I/AAAAAAAAANE/TShFJZSyah4/s1600/ss-cvr07.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-BbygO9yGHZ8/TYgccVbrq4I/AAAAAAAAANA/fB1X2jyqN0E/s1600/ss-cvr01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-Gg2BCOZcYaE/TYgXaFP1KKI/AAAAAAAAAM0/TNUbKYqfAbE/s1600/02elrondfbig.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-30VqSTbx7qI/TYgV9EF0GLI/AAAAAAAAAMs/ZGnOc91dEew/s1600/TheStudioKaluta.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="307" src="https://lh5.googleusercontent.com/-30VqSTbx7qI/TYgV9EF0GLI/AAAAAAAAAMs/ZGnOc91dEew/s320/TheStudioKaluta.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Berni Wrightson, Jeffrey Jones, Michael Kaluta and Barry Windsor-Smith&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Once upon a time, in a kingdom called The Seventies, a group of talented artists banded togheter in a group called The Studio (they could have been called The Fellowship of The Rug, but seemed to be something wrong with the name). We found one of these wizards and he agreed to chat with us about his days among the Studio partners and before. Dear friends, let’s praise Mr. Michel Kaluta, the Shadowman of Middle Earth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Octavio Aragão&lt;/b&gt; –&amp;nbsp; You had an incredible experience early in your career: to share a studio with other illustrators where all of you worked together. Who were the other artists, how was that experience and how did it helped you to build your style (if it helped at all)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Michael Kaluta&lt;/b&gt; – Between 1976 and 1980 I shared a Studio on West 26th Street, NYC, with Bernie Wrightson, Jeffrey Jones and Barry Windsor-Smith. The room was large, had three huge banks of windows that looked out over Manhattan, high ceilings, wood floors and enough space for each of us to mark out an equal large area in which to work.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Of the four areas, Jeffrey Jones' space was the most austere, but that doesn't mean uninteresting. Large canvases were flanked by tripods mounting 4x5 format cameras, hand crafted easels, shelves of books and supplies with an almost Oriental Art approach to the art objects that enhanced the area into a quiet, encouraging work space.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barry Windsor-Smith's area, up against the windows on one side of the room, had large dark wooden filing cabinets and elegant shelving, large 4' x 8' tables with areas for print and art storage, a huge drawing board and drawing easel and at least one large, old-fashioned desk. Amidst this furniture were large areas of art prints, originals, lighting and tall stools to work from. This space also included a Gibson Les Paul Guitar and Marshall Amp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernie Wrightson's area against the windows on the other side of the room had more idiosyncratic shelving, the spaces filled with skulls, bottled specimens, primitive weapons, pieces of machinery and masonry, pelts, towers of cabinets in which no one knew what lurked, all surrounding his very large drawing board and comfortable, if older, office chair. This area also sported a full human skeleton hanging from the ceiling.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My space, the Michael Wm Kaluta area, had bits and bobs of everything that the others had: guitars, though non-electric, skulls, perhaps the most books (all had books but most were kept at our homes), buckets of brushes and other tools, toys, doo-dads, large tables, supply shelving, art, frames and personal sound system for late night listening, all surrounding and supporting my large and smaller drawing board. Every Space and the Spaces In Between had Peacock Feathers, Art, Drapes, Costumes, Swords, a Dart Board, screens, light boxes, a darkroom, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art was done in all areas, though there was only a small time of the day when all four artists were in attendance. I was a Late Night, Over Night artist. Jeffrey Jones: an Early Morning to Afternoon Artist, Bernie Wrightson: an Afternoon to Evening Artist, and Barry Windsor-Smith a Later Afternoon/Evening and late night artist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The best part about having so many really top flight artists in close proximity was how it enhanced the urge to do work that they'd admire.&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-Gg2BCOZcYaE/TYgXaFP1KKI/AAAAAAAAAM0/TNUbKYqfAbE/s1600/02elrondfbig.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="285" src="https://lh6.googleusercontent.com/-Gg2BCOZcYaE/TYgXaFP1KKI/AAAAAAAAAM0/TNUbKYqfAbE/s320/02elrondfbig.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A pastoral scene from The Lord of The Rings&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Your ambitious series of illustrations about Tolkien's &lt;i&gt;The Lord Of the Rings&lt;/i&gt;, produced for a 1994 calendar, surely wasn't an easy task to accomplish. How long did it take from the first research to the final rendering? And what were - if there were any - the problems you faced in the making of this project?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;MK&lt;/b&gt; – The Tolkien Art was originally developed to try to "get" the job of doing the 1979-1980 Tolkien Calendar. In conjunction with my old friend Steve Hickman, then living in Northern Virginia but working through New York City, I worked up 6 to 10 drawings to try to get Ian Ballantine to let Steve and I do the new calendar. Steve had been called by Ian Summers, the original Tolkien Calendar Editor at Ballantine, and told the Hildebrant Brothers had been "let go", and that the calendar was open. Steven and I both did our best to get a huge bunch of art together to impress the company. Had it all been painted at the time it was shown there's no doubt we'd have got the commission: After the Hildebrants left, Ballantine didn't commission a new artist, but rather collected finished art of varying quality from several convention art shows and put it all together in that next year's calendar. Too bad for everyone except the artists represented.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-xCipDKi7qzw/TYgZZq8CycI/AAAAAAAAAM4/KxNzxL9PCu0/s1600/shadowstandingbig.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;So, I had about 10 very finished pencil drawings with no place for them to go. I adapted the piece that was slated for the center spread (back then the Tolkien Calendar always had a center spread piece of art) for the wrap-around cover for Marvel's Encyclopedia of the Conan Universe, replacing the Hill Trolls in my &lt;/i&gt;First Stroke of Lightning At Helm's Deep&lt;i&gt; with Conan on a white horse with some extra warriors, lengthening the legs and shortening the arms of the Orcs so they appeared more human and painting it up. The art as it was done for Marvel appears in &lt;/i&gt;The Realms Of Tolkien&lt;i&gt; in its full Conan glamor. In the 1994 calendar I had the art flopped, so Helm's Deep was in its proper geography, and the Conan grouping trimmed off. Hence, it is the weakest of the pieces in the calendar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 1982-84 a publishing friend sent copies of my Tolkien pencil drawings to Jane Johnson in the UK, the publisher that was handling the Tolkien Estate publications, in hopes she'd allow him to do a limited run of prints. She said she couldn't license that but kept the art on file. To my utter amazement I got a letter in 1992 asking if I'd do the Tolkien Calendar for 1994. I said Yes and tried my best to get information on what dimensions they wanted the art. This is all Pre Internet: calling the UK and getting hold of folks you needed was still somewhat of a mysterious endeavor. I never got a firm answer: mostly I heard: just draw them up: they are due by February of 1993. I used the American Tolkien Calendar as a guide. SO: The 1994 American Tolkien Calendar, still put together and distributed by Ballantine, looks great and shows all the art (though the first month's art is flopped...). However: the beautifully produced calendars from the UK and Australia used a very wide format. The UK production folks cropped the top and bottom of the almost square art so it would fit the wider format: it makes me weep!!!! Such beautiful paper and color: the tops of heads and the feet of characters lost to all those UK/Australia Tolkien Calendar owners.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;All that to the side: drawing and painting the Tolkien art for that calendar is a high water mark in my career!&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-xCipDKi7qzw/TYgZZq8CycI/AAAAAAAAAM4/KxNzxL9PCu0/s1600/shadowstandingbig.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh5.googleusercontent.com/-xCipDKi7qzw/TYgZZq8CycI/AAAAAAAAAM4/KxNzxL9PCu0/s320/shadowstandingbig.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;The Shadow in a striking pose.&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-DLBRFmOd4nE/TYgbM8ZORUI/AAAAAAAAAM8/njMDB2JWVKg/s1600/ss-cvr01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – The Shadow, from all the characters you ever worked on, seems to be the one who lives closer to your heart. What’s your relation with the Maxwell Grant - Walter Gibson novels and what's your favorite rendition of his creation? When do you think you "got the spirit" of the Shadow?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;MK&lt;/b&gt; – I read what I thought were two Shadow Paperbacks when I was in Jr High School (approx 13 years old, say in 1960). When I was asked to do the comic book, 1973, my memory of those rather dull, tame books still lingered, but: my pal Steve Hickman had had a really strong portrait painting of the Shadow he'd done in Luminescent paints on the wall of his room: it impressed me enough to know I wanted to try to draw the comic book. Like everyone in America, I'd hear about the Radio Show, though it was on the air way before I was born. The "Who Knows What Evil Lurks In The Hearts Of Men?" phrase is as much in the American psyche as "Hi-yo, Silver!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As it turns out: those two Belmont paperback I'd read thinking they were actual Shadow Books, were bogus, newly made up stories as unlike the real Maxwell Grant stories as they could be. As soon as word got out I was drawing the comic book I began to get packages from total strangers, packed with xeroxed info/art and stories of The REAL Shadow. Of course, I wasn't writing the stories, but these Care Packages got me well on my way to researching the actual pulp stories so when it came to drawing the comics, I was able to imbue the art with the sense of the pulps.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By that time, 1973, Pyramid books had reprinted a number of the actual pulp stories in paperback, like The Living Shadow: the first pulp story, I believe, and there were a couple hardback collections of the seminal titles like Gangdom's Doom and The Grove of Doom, so I had plenty of foundation material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My favorite rendition of The Shadow from the old pulps, the covers I wish I'd done? That's easy: &lt;/i&gt;The Creeping Death&lt;i&gt;, January 15th, 1933, &lt;/i&gt;The Book Of Death&lt;i&gt;, January 15th, 1942 and the cover I used from the very beginning as my template for my representation of The Shadow: &lt;/i&gt;Partners of Peril&lt;i&gt;, November 1st, 1936, all art by George Rosen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The biggest surprise for me as a very young artist: as soon as I started drawing The Shadow, he and his world leapt from my pen... it was as if I'd spent years expecting to draw the 1930's New York City. But I hadn't: I'd been drawing Edgar Rice Burroughs material.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-DLBRFmOd4nE/TYgbM8ZORUI/AAAAAAAAAM8/njMDB2JWVKg/s1600/ss-cvr01.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh6.googleusercontent.com/-DLBRFmOd4nE/TYgbM8ZORUI/AAAAAAAAAM8/njMDB2JWVKg/s320/ss-cvr01.jpg" width="209" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A cover from Starstruck, a piece with an Art Nouveau flavor&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OA &lt;/b&gt;– Do you consider yourself an &lt;i&gt;Art Nouveau&lt;/i&gt; artist? If so, how this style would fit in your graphic narrative? Any sample of how &lt;i&gt;Art Nouveau &lt;/i&gt;concepts and elements appears in your comics?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;MK&lt;/b&gt; – I consider I'm very influenced by all the &lt;/i&gt;Art Nouveau&lt;i&gt; art I've seen and studied. I'm not a scholar on any subject, and only have a feeling from the art I've tried to absorb. It does come out in my pictures, and really helps when I remember to try to use an &lt;/i&gt;Art Nouveau&lt;i&gt; approach. The style is most evident in poster art I've done, less so in Comics, though early Carson Of Venus had some obvious usage in the title boxes, certainly. The &lt;/i&gt;Nouveau&lt;i&gt; and &lt;/i&gt;Deco&lt;i&gt; styles informed all the art I did for the 2002 and 2003 Celtic League Calendars. When the influence is subtle, it shows in the way cloth moves, water flows, etc... organic. I could stand to use it more!&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – How computers, scanners, the Internet and the contemporary graphic process affected your work? What changed after you had to deal with Photoshop alongside ink, pencils and crayon?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;MK&lt;/b&gt; – The chief result of Computers, in the form of Photoshop, is to reinforce the knowledge that there's no mistake that can't be undone... that knowledge frees my hand and mind, allowing me to take a concept further without fear of wasting time if it All Goes Wrong. In smaller ways Photoshop allows one to alter sketches on the fly to test ideas and compositions without investing so much time in each idea that the project hangs fire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sending digital files instead of original art gives one real peace of mind: the art never leaves the house!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;All that said: I've yet to create any complete art on the computer... I don't have the skill set. Pencil, Ink and Watercolor are still my media of choice. Enhancing their result with Photoshop points the way for further investment in the traditional materials.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-9071291480725250278?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/9071291480725250278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=9071291480725250278' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/9071291480725250278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/9071291480725250278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/high-water-marks-and-shadows-interview.html' title='High water marks and shadows: Interview with Michael Kaluta'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-30VqSTbx7qI/TYgV9EF0GLI/AAAAAAAAAMs/ZGnOc91dEew/s72-c/TheStudioKaluta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-6004525678625799306</id><published>2011-03-17T22:41:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T22:41:39.110-07:00</updated><title type='text'>Saiu a Ficção de Polpa Crime!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-NuttOGvOS30/TYLwRQzsLTI/AAAAAAAAAMo/pNLQ6r0YszI/s1600/Webcard-Convite.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh4.googleusercontent.com/-NuttOGvOS30/TYLwRQzsLTI/AAAAAAAAAMo/pNLQ6r0YszI/s320/Webcard-Convite.jpg" width="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-6004525678625799306?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/6004525678625799306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=6004525678625799306' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6004525678625799306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6004525678625799306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/saiu-ficcao-de-polpa-crime.html' title='Saiu a Ficção de Polpa Crime!'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-NuttOGvOS30/TYLwRQzsLTI/AAAAAAAAAMo/pNLQ6r0YszI/s72-c/Webcard-Convite.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1661274457766909769</id><published>2011-03-14T19:29:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T07:52:30.783-07:00</updated><title type='text'>Convite para as 1ªs Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Olha aí, povo: o período para inscrição de trabalhos vai até o dia 31 de &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;março de 2011. As normas estão disponíveis no &lt;a href="http://www.jornadasinternacionais.com.br/"&gt;site&lt;/a&gt; das Jornadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.jornadasinternacionais.com.br/"&gt;&lt;img border="0" height="134" src="https://lh3.googleusercontent.com/-HQQeeZtbaoA/TX7G8Ynb36I/AAAAAAAAAMk/yjSmYyWKWfQ/s320/Jornadas_web.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1661274457766909769?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1661274457766909769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1661274457766909769' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1661274457766909769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1661274457766909769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/convite-para-as-1s-jornadas.html' title='Convite para as 1ªs Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-HQQeeZtbaoA/TX7G8Ynb36I/AAAAAAAAAMk/yjSmYyWKWfQ/s72-c/Jornadas_web.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3965794115085679417</id><published>2011-03-12T10:22:00.000-08:00</published><updated>2011-03-13T21:23:01.105-07:00</updated><title type='text'>Céu e Inferno em Preto e Branco</title><content type='html'>por Octavio Aragão (coluna originalmente publicada no jornal Achei USA, junho de 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Kill the spirit and you'll be blinded/The end is always the same&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Ronnie James Dio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;José Saramago&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-XJQB1To27Mo/TXwb1E-3swI/AAAAAAAAAMc/Z3nZwvO878A/s1600/williamson_flash_450.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh4.googleusercontent.com/-XJQB1To27Mo/TXwb1E-3swI/AAAAAAAAAMc/Z3nZwvO878A/s320/williamson_flash_450.jpg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Página de Flash Gordon por Al Williamson&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Houve quem chamasse o cantor Ronnie James Dio, morto em 16 de maio, de ridículo. Também afirmaram que o escritor José Saramago, falecido em 18 de junho, era chato. Sobre Al Williamson, ilustrador e quadrinista novaiorquino cujo passamento ocorreu no dia 12, uma semana antes de Saramago e menos de um mês depois de Dio, não li nenhuma crítica negativa, o que talvez já seja uma crítica em si, ou no mínimo um atestado de sua aparente desimportância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Williamson ganhou fama desenhando a HQ de Flash Gordon, pela qual foi comparado a mestres como Alex Raymond e Harold Foster. Depois produziu versões quadrinizadas dos filmes &lt;i&gt;Star Wars&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Blade Runner &lt;/i&gt;em revistas nas quais exibia um traço realista numa época em que o cartunesco, o caricatural era mais valorizado. Ronnie James Dio, ex-integrante de bandas de renome como &lt;i&gt;Rainbow&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Black Sabbath&lt;/i&gt;, era dono de um timbre único. Basta ouvir suas primeiras gravações do final da década de 60, com o grupo &lt;i&gt;Elf&lt;/i&gt;, ainda longe do estigma do rock pesado, para constatar a qualidade de sua voz e interpretação, mas o universo temático de suas canções variava entre o horror e a fantasia épica, cheias de demônios e cavaleiros medievais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto Williamson quanto Dio foram profissionais dotados de técnica e talento, porém ancorados a estilos e a indústrias do entretenimento que, apesar de lhes conferir dinheiro e algum reconhecimento de público e de seus pares, jamais lhes trouxe respeito fora de seus nichos. Williamson poderia ter se tornado um artista gráfico de peso, digno representante da prestigiosa &lt;i&gt;Society of Cartoonists of America&lt;/i&gt;, e Dio, com pouco esforço, poderia se destacar como uma das grandes vozes da música popular de sua geração, como Mick Jagger ou David Bowie.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que José Saramago, do alto de seu prêmio Nobel de literatura, tem a ver com isso? Se fizermos um apanhado dos temas que o escritor lusitano escolheu como repertório, perceberemos alguns momentos de proximidade ao universo imagético de Williamson e Dio. Em &lt;i&gt;A Jangada de Pedra&lt;/i&gt; (1986), vemos um grupo de personagens em peregrinação por uma Península Ibérica desgarrada do resto da Europa, que singra o Oceano Atlântico, rumo a um destino ignorado. Ecos de &lt;i&gt;Descendo no Maelström&lt;/i&gt; (1841), de Edgar Allan Poe? Talvez, mas não consigo deixar de pensar nas cidades voadoras de Flash Gordon e&lt;i&gt; Star Wars&lt;/i&gt;. Em &lt;i&gt;Ensaio Sobre a Cegueira&lt;/i&gt; (1995), temos a retomada de um tema comum à ficção científica escrita por autores como John Wyndham em &lt;i&gt;Day of The Triffids &lt;/i&gt;(1951), e André Carneiro no conto &lt;i&gt;A Escuridão&lt;/i&gt; (1963), mas também há um clima que remete à letra da canção &lt;i&gt;The Mob Rules&lt;/i&gt; (1981), da fase em que Dio gravou com o &lt;i&gt;Black Sabbath&lt;/i&gt;, que mostra a plebe rude, cega e violenta tomando conta da sociedade. E nem vale a pena nos estendermos em comparações entre &lt;i&gt;O Evangelho Segundo Jesus Cristo &lt;/i&gt;(1991) ou &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt; (2009), último romance de Saramago, e toda a obra de teor herético de Dio, nas quais Deus não é, digamos, confiável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/QuHARSJW9Ys/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QuHARSJW9Ys&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/QuHARSJW9Ys&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;Qual a diferença, então? Por que Saramago é reverenciado e os outros não? E por que é chamado de chato por alguns?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra chave é “forma”. Trocando a pontuação e alterando a construção dos períodos, o escritor não se prende apenas ao inusitado do tema, mas transforma a visão do leitor. A “forma”, nesse caso, transcende a “função”, ampliando o entendimento e, principalmente, fazendo o leitor pensar, convidando-o a tornar-se parte do processo de construção da obra. Essa comunhão Williamson e Dio não conseguiam - e talvez nem pretendessem. Os trabalhos do desenhista e do cantor eram produzidos para um público cativo com padrões estéticos rígidos, que espera sempre mais do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por isso as críticas ao lado “ridículo” de Dio, um senhor de 67 anos vociferando no palco a respeito de diabos e dragões, com o cabelo rareando e a compleição física de um duende coadjuvante de &lt;i&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/i&gt;. Numa primeira instância, sim, parece ridículo, mas depois recordo de Plácido Domingo, fantasiado de Don Giovanni, caindo nas garras do demo no clímax da ópera homônima, e de repente Dio não parece tão mal. Por esse prisma, o cantor é amado pelos fãs enquanto padece pelas mãos dos críticos, sem meios termos.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/4EL67mjv1nM/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4EL67mjv1nM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/4EL67mjv1nM&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Não é o caso de Saramago. Seu ateísmo, seu eterno questionar, a sub-inversão das regras o tornam querido pela maioria dos críticos e alvo daqueles que o acusam de não assumir o flerte com a literatura de gênero. Também existem os que apenas rejeitam seu trabalho, acusando-o de usar uma forma complexa para encobrir a ausencia de conteúdo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/I1BnSuKICmU/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/I1BnSuKICmU&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/I1BnSuKICmU&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;Para Dio e Saramago, Céu e Inferno são salas intercambiáveis. Só rezo para que nas paredes do corredor por onde esses artistas passeiam para baixo e para cima haja espaço para um afresco desenhado por Al Williamson, retratando em detalhes a guerra final entre as tropas celestes e as hostes adversárias. Em preto e branco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3965794115085679417?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3965794115085679417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3965794115085679417' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3965794115085679417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3965794115085679417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/ceu-e-inferno-em-preto-e-branco.html' title='Céu e Inferno em Preto e Branco'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-XJQB1To27Mo/TXwb1E-3swI/AAAAAAAAAMc/Z3nZwvO878A/s72-c/williamson_flash_450.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-4866951232613057924</id><published>2011-03-10T05:03:00.000-08:00</published><updated>2011-03-11T21:13:48.293-08:00</updated><title type='text'>IV Semana de Quadrinhos da UFRJ é préindicada ao HQ Mix</title><content type='html'>O projeto que mobilizou&amp;nbsp; as Escolas de Belas Artes e de Comunicação da UFRJ no ano passado foi préindicado ao maior prêmio dos quadrinhos brasileiros na categoria &lt;a href="http://www.hqmix.com.br/index.php?option=com_wrapper&amp;amp;Itemid=66"&gt;Evento&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/c_FqNxPdVGc/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/c_FqNxPdVGc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/c_FqNxPdVGc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;A I&lt;a href="http://semanadequadrinhosdaufrj.blogspot.com/"&gt;V Semana de Quadrinhos da UFRJ&lt;/a&gt; reuniu, de 27/09 a 1º/10 de 2010, diversos profissionais e estudiosos da área para mesas redondas e oficinas sobre charge, cartum, ilustração, webcomics e mercado de trabalho na área além de comemorar os 100 anos de Angelo Agostini, pioneiro dos quadrinhos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/eQ8Y1WtwPBk/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eQ8Y1WtwPBk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/eQ8Y1WtwPBk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/MtHKusN2EKY/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MtHKusN2EKY&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/MtHKusN2EKY&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.hqmix.com.br/index.php?option=com_wrapper&amp;amp;Itemid=66" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/--20Nzc9KzeU/TXjJfh9MuLI/AAAAAAAAAMU/eJat7PYkxw4/s1600/blueberry_milkshake.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Parabéns à equipe a todos os colaboradores que fizeram por merecer a préindicação. Este ano tem mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-4866951232613057924?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/4866951232613057924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=4866951232613057924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4866951232613057924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4866951232613057924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/iv-semana-de-quadrinhos-da-ufrj.html' title='IV Semana de Quadrinhos da UFRJ é préindicada ao HQ Mix'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/--20Nzc9KzeU/TXjJfh9MuLI/AAAAAAAAAMU/eJat7PYkxw4/s72-c/blueberry_milkshake.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5064872591378659467</id><published>2011-03-06T20:21:00.000-08:00</published><updated>2011-03-06T20:23:27.991-08:00</updated><title type='text'>Quem sabe o mal que se esconde entre quadros? Entrevista com Scott McCloud</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-TUnMrthhzLE/TXRZdKQ_5nI/AAAAAAAAAMI/z2aGUkTUawU/s1600/mccloud.gif" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-TUnMrthhzLE/TXRZdKQ_5nI/AAAAAAAAAMI/z2aGUkTUawU/s1600/mccloud.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Autoretrato de Scott McCloud&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Autor dos livros teóricos &lt;i&gt;Desvendando os Quadrinhos&lt;/i&gt; (1993), &lt;i&gt;Reinventando os Quadrinhos&lt;/i&gt; (1999) e &lt;i&gt;Desenhando Quadrinhos&lt;/i&gt; (2008), Scott McCloud é um estudioso da arte seqüencial e um visionário da internet como um impressionante veículo para a média. Seus trabalhos com e a respeito de quadrinhos podem ser apreciados em seu &lt;a href="http://www.scottmccloud.com/"&gt;site&lt;/a&gt;. Esta entrevista foi realizada por telefone em 16 de julho de 2001, quatro meses antes dos atentados ao WTC e Pentágono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;*** &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Octavio Aragão&lt;/b&gt; – Caro senhor McCloud, obrigado por sua atenção. Minha dissertação sobre Angelo Agostini, lida, entre outras coisas, com a evolução da arte seqüencial desde o século XIX, focando também em sua importância social e no futuro desta mídia. Aqui estão apenas cinco perguntas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – No fim do século XIX, alguns artistas como Agostini foram influentes o suficiente para participarem com a força de seu trabalho na imprensa da época do processo que levou o Imperador Brasileiro, D. Pedro II, a abandonar o trono. Com suas críticas ferozes em páginas em quadrinhos, eles faziam piadas com a Família Real e seus ministros. Diferente de outros pioneiros como o holandês Töpffer, Agostini foi bastante sério a respeito de seu trabalho. O senhor vê a arte sequencial como uma força sócio política nos dias de hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Scott McCloud&lt;/b&gt; – Trata-se de um processo cíclico. Houve períodos em que a arte sequencial foi uma força política poderosa. Mais do que é hoje, porque cada geração de artistas que se sucede tem prioridades diferentes.Algumas estão mais preocupadas com a arte em si, outras em fazer literatura e, em consequência, são mais politizadas. Acredito que, no mercado norte-americano, existam períodos de vinte anos para o surgimento de cada geração e, consequentemente, para que essas mudanças ocorram. Eu não sei a respeito do Brasil, mas é assim que as coisas acontecem na América do Norte. Eu também creio que, depois desta que vemos hoje, assistiremos ao crescimento de uma nova geração, mais politizada, de criadores nos quadrinhos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Desde a década de 1940, os quadrinhos americanos - como qualquer outra forma de cultura de massa ocidental - exerceu uma forte influência sobre os artistas do terceiro mundo. O senhor pensa que, se os quadrinhos realmente conquistarem um espaço comercial na internet, esta situação se agravaria ou, pelo contrário, essa poderia ser a grande chance para o terceiro mundo reverter o cenário influenciando a América como os japoneses conseguiram através de seus &lt;i&gt;mangás&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;SMcC&lt;/b&gt; - Acredito que esse processo funcione nos dois sentidos. Computadores ainda são artefatos muito caros para a maioria dos cidadãos do terceiro mundo e isso dificulta a interação da grande maioria dos artistas com o mercado estadunidense e vice-versa, mas a &lt;/i&gt;internacionalização&lt;i&gt; vai se tornar muito mais comum e fácil em um curto período de tempo graças à nova tecnologia, novos tradutores e coisas assim, que derrubarão a barreira da língua, ainda um problema sério a ser vencido.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-R5upRqyoE_E/TXRbk7k_z_I/AAAAAAAAAMM/jaFjapRPzTM/s1600/authority.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh3.googleusercontent.com/-R5upRqyoE_E/TXRbk7k_z_I/AAAAAAAAAMM/jaFjapRPzTM/s320/authority.jpg" width="208" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;T&lt;/i&gt;&lt;i&gt;he Authority&lt;/i&gt;,&amp;nbsp; superheróis ultraviolentos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Alguns teóricos e filósofos ligados à mídia tais como o italiano Umberto Eco, o brasileiro Moacy Cirne e os chilenos Ariel Dorfman e Manuel Jofré postulam que as influências dos quadrinhos de super-heróis norte-americanos nos países do terceiro mundo são - basicamente - políticas e que elas difundem a noção que, quando, por exemplo, o &lt;i&gt;Superman&lt;/i&gt; enfrenta bandidos ou ladrões de banco, ele não estaria lidando com o problema real (diferenças entre classes sociais), mas defendendo o sistema capitalista ou mesmo uma ideologia fascista. O senhor, como um progessista, não crê que histórias em quadrinhos como &lt;i&gt;O Justiceiro&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;The Authority&lt;/i&gt; torna muito difícil discordar deles? Quero dizer, adultos identificam nessas revistas uma crítica à violência nos quadrinhos usando a própria violência como paródia, mas o senhor acha os jovens fãs de &lt;i&gt;The Authority&lt;/i&gt; conseguem captar as mensagens mais sutis ou apenas se deliciam com a brutalidade do título sem racionalizar nada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;SMcC&lt;/b&gt; – A violência está clara: há muito disso nas revistas, com certeza... mas fascismo? Há um óbvio lado fascista em todos as revistas de super-heróis, claro, mas você precisa lembrar que muitos dos criadores norte americanos nos anos 40 eram judeus e estavam combatendo o fascismo por meio de seus trabalhos. Mas você tem razão a respeito da relação entre o público mais jovem e a violência. Eu acredito que ainda há brutalidade demais nas história em quadrinhos modernas isto é considerado um atrativo para os jovens leitores, infelizmente.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; - O senhor é um grande defensor dos quadrinhos na internet - &lt;i&gt;OnLine Comics&lt;/i&gt; - e até diz que eles seriam o caminho do futuro. Se é assim, em quantos anos o senhor pensa que a mídia eletrônica substituirá as revistas em quadrinhos impressas de hoje em dia? E por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;SMcC&lt;/b&gt; – Não creio que  qualquer forma de comunicação impressa será eliminada em prol da mídia eletrônica porque a qualidade de visualização ainda é muito baixa nos quadrinhos pela internet. Além disso, há a questão da praticidade: você não pode levar um computador para todos os lugares que for porque eles - as máquinas - ainda são muito pesadas. A qualidade das imagens na internet ainda são muito precárias - os atuais quadrinhos impressos ainda são melhores nesse sentido - e os computadores ainda são muito lentos para processar imagens de alta resolução. Sempre haverá quadrinhos impressos mas, com o tempo, a versão para a internet vai tender a uma maior funcionabilidade, coisa que eles ainda não têm. Ainda... (risos).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-GfO2iDdMEC8/TXRc2UDMpiI/AAAAAAAAAMQ/_N-V02bnes8/s1600/chihiro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-GfO2iDdMEC8/TXRc2UDMpiI/AAAAAAAAAMQ/_N-V02bnes8/s1600/chihiro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;A Viagem de Chihiro&lt;/i&gt;, de Myiasaki&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – As Américas do Sul e do Norte, Ásia e Europa possuem maneiras bem diferentes de encarar, sentir e produzir arte seqüencial. O senhor acredita que, em alguns anos, veremos a combinação desses diferentes universos em um único e sólido mercado? Ou seria mais saudável se todos se mantivessem separados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;SMcC&lt;/b&gt; – Coisas muito interessantes acontecem quando culturas diferentes interagem. Não acredito que cada cultura venha a desaparecer para formar uma maior, amalgamada, mas eu consigo ver que, quando elas colidem, e alguns artistas maravilhosos aparecem desses encontros. (Jean Gireau) Moebius, da França, (Hayao) Myiasaki, do Japão, e Jim Woodring, dos Estados Unidos, são artistas que pertencem ao mundo e tenho certeza que essas combinações culturais continuarão a acontecer mais e mais.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5064872591378659467?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5064872591378659467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5064872591378659467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5064872591378659467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5064872591378659467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/o-universo-entre-quadros-entrevista-com.html' title='Quem sabe o mal que se esconde entre quadros? Entrevista com Scott McCloud'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-TUnMrthhzLE/TXRZdKQ_5nI/AAAAAAAAAMI/z2aGUkTUawU/s72-c/mccloud.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1158437138152237686</id><published>2011-03-05T16:54:00.000-08:00</published><updated>2011-03-05T16:54:57.803-08:00</updated><title type='text'>Humor na Revista USP</title><content type='html'>&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-BWRsWvJVrLQ/TXLarMsdCTI/AAAAAAAAAME/cp0RQ-rbmcE/s1600/revistausp-c%25C3%25B3pia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh4.googleusercontent.com/-BWRsWvJVrLQ/TXLarMsdCTI/AAAAAAAAAME/cp0RQ-rbmcE/s320/revistausp-c%25C3%25B3pia.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;Meu artigo &lt;i&gt;Cartum, do impresso à internet: narrativa sequencial e humor disjuntivo&lt;/i&gt; está no número 88 da prestigiosa &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.usp.br/revistausp/88/SUMARIO-88.html"&gt;Revista USP&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, uma edição dedicada ao humor na mídia. Procurei mostrar as transformações que os cartunistas tiveram que sofrer para adaptar seu estilo de humor às novas mídias, tendo por base os estudos de Violette Morin e do quadrinista Scott McCloud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização dos textos ficou por conta do professor Waldomiro Vergueiro, uma das maiores autoridades em quadrinhos do Brasil, e o time de articulistas é de primeira. É uma honra participar desse time.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;i&gt;Revista USP&lt;/i&gt; tem 208 páginas e custa R$ 20,00.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1158437138152237686?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.usp.br/revistausp/88/SUMARIO-88.html' title='Humor na Revista USP'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1158437138152237686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1158437138152237686' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1158437138152237686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1158437138152237686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/humor-na-revista-usp.html' title='Humor na Revista USP'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-BWRsWvJVrLQ/TXLarMsdCTI/AAAAAAAAAME/cp0RQ-rbmcE/s72-c/revistausp-c%25C3%25B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-2108067604386151924</id><published>2011-03-04T21:46:00.000-08:00</published><updated>2011-03-05T08:06:35.807-08:00</updated><title type='text'>Sherlock Holmes e a Ficção de Polpa</title><content type='html'>Outra notícia legal da semana é minha primeira publicação na excelente revista literária &lt;i&gt;Ficção de Polpa&lt;/i&gt;, da &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.naoeditora.com.br/novidades/noticia-caliente-a-lista-de-textos-e-autores-do-ficcao-de-polpa-4/"&gt;&lt;i&gt;Não Editora&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. A companhia não podia ser melhor, com autores do calibre de Carlos Orsi e Yves Robert, garantia de boas histórias. Meu conto é uma homenagem a Conan Doyle, com uma investigação inusitada do famoso detetive residente na Rua Baker. segue abaixo a resenha presente no blog da &lt;b&gt;&lt;i&gt;Não&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:&lt;br /&gt;&lt;div id="bg-conteudo"&gt;&lt;div id="conteudo"&gt;&lt;div id="novidade"&gt;&lt;div class="data"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-_S026gFh1z4/TXHN-Z1mECI/AAAAAAAAAL8/ocWTLSGzylQ/s1600/fdpcrime_full.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" src="https://lh5.googleusercontent.com/-_S026gFh1z4/TXHN-Z1mECI/AAAAAAAAAL8/ocWTLSGzylQ/s320/fdpcrime_full.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Um assassinato dentro de um &lt;i&gt;reality show&lt;/i&gt;, que precisa ser  resolvido antes do próximo bloco. Um detetive contratado para desvendar  uma estranha coincidência entre relógios. Quatro vidas que se cruzam num  hotel de temática detetivesca na cidade francesa de Etretat. Uma série  de desaparecimentos fazem a esposa de um açougueiro levantar suspeitas  contra o marido. Estranhas mortes que despertam a atenção do detetive  Sherlock Holmes. E o assassinato de um ladrão de carros-forte jogando um  detetive forense numa conspiração policial. O quarto volume da coleção  Ficção de Polpa explora o mistério, a ação e reviravoltas das histórias  policiais. Organizado por Samir Machado de Machado,&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Ficção de Polpa: Crime!&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; será lançado no primeiro semestre de 2011. Eis os contos selecionados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As muralhas verdes, de Carlos Orsi&lt;br /&gt;- A conspiração dos relógios, de Yves Robert&lt;br /&gt;- O caso do americano audaz, de Octávio Aragão&lt;br /&gt;- Agulha de calcário, de Carol Bensimon&lt;br /&gt;- A carne é fraca, de Rafael Bán Jacobsen&lt;br /&gt;- Um dos nossos, de Carlos André Moreira&lt;br /&gt;Faixa Bônus: A Moeda de Dionísio, de Ernest Bramah, traduzido por Bruno Mattos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-2108067604386151924?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.naoeditora.com.br/novidades/noticia-caliente-a-lista-de-textos-e-autores-do-ficcao-de-polpa-4/' title='Sherlock Holmes e a Ficção de Polpa'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/2108067604386151924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=2108067604386151924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/2108067604386151924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/2108067604386151924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/eu-sherlock-holmes-e-ficcao-de-polpa.html' title='Sherlock Holmes e a Ficção de Polpa'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-_S026gFh1z4/TXHN-Z1mECI/AAAAAAAAAL8/ocWTLSGzylQ/s72-c/fdpcrime_full.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1637755418706796618</id><published>2011-03-04T21:33:00.000-08:00</published><updated>2011-03-05T08:05:25.340-08:00</updated><title type='text'>Vitória, aí vou eu!</title><content type='html'>&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-qvdZ3FPnr7k/TXHK0-ztWjI/AAAAAAAAAL4/noBktPQ4ty8/s1600/rdesi.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="204" src="https://lh6.googleusercontent.com/-qvdZ3FPnr7k/TXHK0-ztWjI/AAAAAAAAAL4/noBktPQ4ty8/s320/rdesi.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;É com imenso prazer que divulgo minha participação no vindouro &lt;a href="http://rdesignvitoria.blogspot.com/2011/03/convidados-do-r-design-vitoria-parte-4.html"&gt;RDesign&lt;/a&gt;, que ocorerá nas dependências da UFES, em Vitória, ES, de 21 a 24 de abril. Será uma honra voltar ao campus e ao Departamento de desenho industrial para ministrar uma oficina de histórias em quadrinhos e mediar uma mesa sobre ilustração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo vocês por lá, guris!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1637755418706796618?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://rdesignvitoria.blogspot.com/2011/03/convidados-do-r-design-vitoria-parte-4.html' title='Vitória, aí vou eu!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1637755418706796618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1637755418706796618' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1637755418706796618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1637755418706796618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/03/vitoria-ai-vou-eu.html' title='Vitória, aí vou eu!'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-qvdZ3FPnr7k/TXHK0-ztWjI/AAAAAAAAAL4/noBktPQ4ty8/s72-c/rdesi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-2870911773237745143</id><published>2011-02-03T20:25:00.000-08:00</published><updated>2011-02-03T20:25:14.602-08:00</updated><title type='text'>Foi dada a largada para a V Semana de Quadrinhos da UFRJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TUt_b1Na0eI/AAAAAAAAALw/ySg5ZJpcvrE/s1600/logoVSQUFRJ01-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="123" src="http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TUt_b1Na0eI/AAAAAAAAALw/ySg5ZJpcvrE/s320/logoVSQUFRJ01-2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Muitas novidades a caminho. Mesmo.&lt;br /&gt;Aguardem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-2870911773237745143?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/2870911773237745143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=2870911773237745143' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/2870911773237745143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/2870911773237745143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/02/foi-dada-largada-para-v-semana-de.html' title='Foi dada a largada para a V Semana de Quadrinhos da UFRJ'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TUt_b1Na0eI/AAAAAAAAALw/ySg5ZJpcvrE/s72-c/logoVSQUFRJ01-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-6434332117645776746</id><published>2011-01-16T16:54:00.000-08:00</published><updated>2011-01-16T16:57:46.494-08:00</updated><title type='text'>I Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos</title><content type='html'>(Repostado do blog &lt;a href="http://esquadrinhandohq.blogspot.com/"&gt;Esquadrinhando HQ&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda está um pouco longe, mas já estão definidas as datas para as I Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos a ser realizado na USP.&amp;nbsp;Trata-se de um congresso que  tem como proposta abrigar estudos sobre a área de quadrinhos realizados  dentro e fora do país.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O evento acadêmico ocorrerá de  23 a 26 de agosto de 2011 na Escola de Comunicações e Artes da  Universidade de São Paulo, na Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443,  Butantã, Cidade Universitária, São Paulo, SP.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A abertura oficial será no dia  23 de agosto, à noite, em local ainda a ser divulgado, com a presença de  um convidado internacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Conselho Científico da jornada já está definido. Dele fazem parte os seguintes pesquisadores:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ana Merino&lt;/b&gt; (University of Iowa/Estados Unidos)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Andréa Nogueira&lt;/b&gt; (SESC/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Antonio Vicente Pietroforte&lt;/b&gt; (USP/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Edgar Franco&lt;/b&gt; (UFG/Goiás)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Eduardo Calil&lt;/b&gt; (UFAL/Alagoas)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Elydio dos Santos Neto&lt;/b&gt; (UMSB/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Gazy Andraus&lt;/b&gt; (UNIFIG/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Geisa Fernandes&lt;/b&gt; (Observatório de Histórias em Quadrinhos/Rio de Janeiro)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Héctor D. Fernandez L'Hoeste&lt;/b&gt; (Georgia State University/Estados Unidos)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Henrique Magalhães&lt;/b&gt; (UFPB/Paraíba)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Laura Vazquez&lt;/b&gt; (UBA/CONICET/Argentina)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Márcia Mendonça&lt;/b&gt; (UNIFESP/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Maria da Penha Lins&lt;/b&gt; (UFES/Espírito Santo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Marilda Queluz&lt;/b&gt; (UFTRP/Paraná)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Octávio Aragão&lt;/b&gt; (UFRJ/Rio de Janeiro)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Patrícia Borges&lt;/b&gt; (Observatório de Histórias em Quadrinhos/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Paulo Ramos&lt;/b&gt; (UNIFESP/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Roberto Elísio dos Santos&lt;/b&gt; (UMSC/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Selma Meireles&lt;/b&gt; (USP/São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sonia Luyten&lt;/b&gt; (São Paulo)&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Valéria Bari&lt;/b&gt; (UFS/Sergipe)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A coordenação do Conselho  Científico estará a cargo de Waldomiro Vergueiro, que terá a  responsabilidade de receber, distribuir os trabalhos para avaliação dos  pesquisadores e realizar todas as atividades de contato com os autores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada um dos trabalhos encaminhados às &lt;b&gt;I Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos&lt;/b&gt;  será objeto de avaliação de pelo menos dois membros do Conselho  Científico, que decidirão sobre a aceitação imediata, necessidade de  modificações ou não pertinência/não aceitação dos trabalhos. O  calendário e as normas para apresentação de trabalhos serão divulgados  em breve.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualizações sobre o congresso serão regularmente postadas no blog do &lt;a href="http://observatoriodehistoriasemquadrinhos.blogspot.com/"&gt;Observatório de Histórias em Quadrinhos da USP&lt;/a&gt;, no blog das&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;a href="http://jornadasinternacionais.wordpress.com/"&gt;I Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, no &lt;a href="http://twitter.com/jornadashq"&gt;twitter&lt;/a&gt;&amp;nbsp;do evento&amp;nbsp;e, é claro, aqui no &lt;b&gt;&lt;a href="http://esquadrinhandohq.blogspot.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cc0000;"&gt;Esquadrinhando HQ&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais informações também podem ser solicitadas pelo e-mail &lt;a href="mailto:jornadasinternacionais@gmail.com"&gt;jornadasinternacionais@gmail.com&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-6434332117645776746?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://esquadrinhandohq.blogspot.com/2011/01/i-jornadas-internacionais-de-historias.html?spref=bl' title='I Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/6434332117645776746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=6434332117645776746' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6434332117645776746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6434332117645776746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/01/esquadrinhando-hq-i-jornadas.html' title='I Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-851747089409229594</id><published>2011-01-07T18:45:00.000-08:00</published><updated>2011-01-07T18:56:27.081-08:00</updated><title type='text'>Vaporpunk na Blooks</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Convite para o  lançamento&lt;/b&gt;&lt;b&gt; carioca da antologia de ficção  steampunk&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;na Livraria Blooks&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;Local: Galeria Unibanco  Artplex (Praia de Botafogo, 316).&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;Data-hora: 13/01/2011  (quinta-feira) a partir das 18:30h.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;a href="http://estronho.com.br/loja/components/com_virtuemart/show_image_in_imgtag.php?filename=Vaporpunk_4cb747c85ea68.png&amp;amp;newxsize=250&amp;amp;newysize=250&amp;amp;fileout=" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://estronho.com.br/loja/components/com_virtuemart/show_image_in_imgtag.php?filename=Vaporpunk_4cb747c85ea68.png&amp;amp;newxsize=250&amp;amp;newysize=250&amp;amp;fileout=" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="font-size: small;"&gt;Eu e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Gérson Lodi-Ribeiro,  criador do universo &lt;i&gt;Taikodom&lt;/i&gt; e coeditor da antologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt; &lt;i&gt;Vaporpunk&lt;/i&gt;, bateremos um papo sobre história  alternativa &amp;amp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;steampunk em geral e sobre a organização da antologia em particular, com  &lt;/b&gt;&lt;b&gt;moderação do escritor e roteirista Max Mallmann. Depois do papo, autógrafos  &amp;amp; perguntas &amp;amp; participação entusiasmada &lt;/b&gt;&lt;b&gt;da plateia. Depois do  papo II: vinho, refrigerantes e extensão opcional ao restaurante &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Espaço Gourmet  (esquina da Rua da Passagem com Mena Barreto, em Botafogo).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;Aproveitaremos para fazer o lançamento carioca do romance &lt;i&gt;Xochiquetzal, uma Princesa  Asteca entre os Incas, &lt;/i&gt;também de Gérson Lodi-Ribeiro.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;A Blooks possui o maior acervo de livros de ficção científica e fantasia brasileiras do Rio. Mesmo para quem não puder  comparecer na próxima quinta, vale a dica.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-851747089409229594?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/851747089409229594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=851747089409229594' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/851747089409229594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/851747089409229594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/01/lancamento-carioca-da-antologia.html' title='Vaporpunk na Blooks'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3388862429781298917</id><published>2011-01-06T10:26:00.000-08:00</published><updated>2011-11-06T02:38:34.450-08:00</updated><title type='text'>10 anos em quadrinhos</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Não são definitivas, não são basilares e também não são indiscutíveis. Mas são as 10 histórias em quadrinhos que mais me inspiraram na última década&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Hora de rever o que mais me agradou/impressionou/influenciou nos últimos dez anos em matéria de Histórias em Quadrinhos. Resolvi escolher apenas dez obras, mesclando &lt;i&gt;one shots&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;ongoing series&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;bande desinées&lt;/i&gt;, mangás e &lt;i&gt;comics&lt;/i&gt;, além de material nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O critério de seleção foi simples: escolher aqueles trabalhos que me deixaram com vontade de fazer algo parecido ou dar continuidade a projetos esquecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais delongas, as 10 mais do Octavio entre 2001 e 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://blogdosadovski.files.wordpress.com/2008/08/black-dossier.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://blogdosadovski.files.wordpress.com/2008/08/black-dossier.jpg" width="217" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1) &lt;b&gt;The League of Extraordinary Gentlemen&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Alan Moore e Kevin O’Neill&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles começaram em 1999, mas a série engrenou mesmo com o decorrer da década, sendo que, para mim, seu ponto alto até agora foi o compêndio &lt;i&gt;The Black Dossier&lt;/i&gt;, com experimentos narrativos diversos, que incluiam sequências em 3D, pastiches &lt;i&gt;beatniks&lt;/i&gt; e até páginas artificialmente envelhecidas. O melhor é que os autores prometem levar adiante o projeto indefinidamente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2006/imagens/BattleRoyale1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2006/imagens/BattleRoyale1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;2) &lt;b&gt;Battle Royale&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Koushun Takami e Masayuki Tagushi&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num futuro próximo, um &lt;i&gt;reality show&lt;/i&gt; obriga turmas de colegiais a combaterem até que apenas um sobreviva. Com essa premissa, adaptada de um romance homônimo, os autores criaram uma série opressiva e chocante na qual o traço infantil e a temática adulta, muitas vezes pornográfica, longe de entrarem em conflito, hipnotizam o leitor. Os personagens e seus destinos são tão bem construídos que é impossível largar até a última página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2005/imagens/Long_Yesterday.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.universohq.com/quadrinhos/2005/imagens/Long_Yesterday.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;3) &lt;b&gt;The Long Yesterday&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Osmarco Valladão e Manoel Magalhães&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum de estréia dos autores é um show de concisão narrativa e simplicidade no traço, sem falar nas cores chapadas, minimalistas e precisas. A mescla de &lt;i&gt;policial noir&lt;/i&gt; com viagem no tempo funciona melhor que em sua versão literária original e arrisco dizer que o texto nasceu para ser vertido em mídia visual, o que significa que daria um excelente filme também. Claro que tenho relações afetivas com a obra pelo fato dela pertencer ao universo Intempol, criado por mim, mas isso não tira dela o valor de ter apresentado um artista com estilo completamente diferente de tudo que se via no mercado brasileiro de HQs.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.canardpc.com/img/news/42831/hauteville_house_2-86a56_51257_6216.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-tqKSrGteWJM/TXHPQT7xsRI/AAAAAAAAAMA/PJ-pgLFXHP4/s1600/hauteville_house_zelda.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh4.googleusercontent.com/-tqKSrGteWJM/TXHPQT7xsRI/AAAAAAAAAMA/PJ-pgLFXHP4/s320/hauteville_house_zelda.jpg" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;4) &lt;b&gt;Hauteville House&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Duval, Gioux, Quet e Beau&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num século XIX alternativo no qual a França foi dominada pelo governo ditatorial de Napoeão III, um bando de guerrilheiros se reúne no subsolo da mansão de Victor Hugo - a &lt;i&gt;Hauteville House&lt;/i&gt; do título – para tentar sabotar a mais nova investida do tirano: as ciências ocultas. O agente especial Gavroche é enviado ao México para interceptar um livro perdido que pode levar a um artefato que permitirá à França escravizar, além da Europa, todo o continente americano. Essa série, com sua narrativa inteligente e sóbria, muitas vezes ausente de texto, é uma das influências para meu romance &lt;i&gt;A Mão Que Pune&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://furrywater.files.wordpress.com/2008/07/preview_mesmo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://furrywater.files.wordpress.com/2008/07/preview_mesmo.jpg" width="148" /&gt;&lt;/a&gt;5) &lt;b&gt;Mesmo Delivery&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Rafael Grampá&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro brasileiro que mostra serviço logo no primeiro trabalho de fôlego. O traço agressivo, com grande influência tanto do &lt;i&gt;art nouveau&lt;/i&gt; quanto do expressionismo, sua diagramação radical e falsas inserções publicitárias que ajudam a dar ritmo à história curta e grossa formam um conjunto de indiscutível força dramática. Somos levados a ler as páginas como se interpretássemos cartas de um tarô caótico, carregadas de signos aparentemente aleatórios mas que, em conjunto, fornecem material para várias noites de pesadelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://popdose.com/wp-content/uploads/AbsolutePlanetary1.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://popdose.com/wp-content/uploads/AbsolutePlanetary1.jpeg" width="205" /&gt;&lt;/a&gt;6) &lt;b&gt;Planetary&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Warren Ellis e John Cassaday&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a &lt;i&gt;League&lt;/i&gt; de Moore e O’Neal, essa série de Ellis e Cassaday busca referências em outras produções da cultura pop como revistas &lt;i&gt;pulp&lt;/i&gt;, cinema, folhetins, &lt;i&gt;dime novels&lt;/i&gt; e seriados de TV para sugerir a existência de uma realidade subjacente a nossos sentidos. Mesmo tendo sido iniciada no crepúsculo dos anos 90, atingiu seu ápice em meados da primeira década do século XXI e, mesmo depois de seu último episódio publicado, Ellis prometeu mais um, o que pode demorar mais uma década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.enjolrasworld.com/Annotations/Alan%20Moore/Promethea/Gold_files/promethea17.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.enjolrasworld.com/Annotations/Alan%20Moore/Promethea/Gold_files/promethea17.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.enjolrasworld.com/Annotations/Alan%20Moore/Promethea/Gold_files/promethea17.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.enjolrasworld.com/Annotations/Alan%20Moore/Promethea/Gold_files/promethea17.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.enjolrasworld.com/Annotations/Alan%20Moore/Promethea/Gold_files/promethea17.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.enjolrasworld.com/Annotations/Alan%20Moore/Promethea/Gold_files/promethea17.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) &lt;b&gt;Promethea&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Alan Moore, J. H. Williams III e Mick Gray&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra série de Moore e mais uma que, tendo começado em 1999, cresceu em profundidade e qualidade durante os anos 00. Mesclando cabala e superheróis, com referências à alta e à baixa literatura, além do auxílio luxuoso da arte de Williams III, Moore traça um panorama hermético da produção artística da humanidade, quase criando um catecismo ocultista, que foi bastante criticado por alguns por seu teor “pedagógico”, mas que eu adorei e me inspirou para um &lt;a href="http://octavioaragao.blogspot.com/2009/09/promethea-no-reino-de-thot-hermes-o.html"&gt;artigo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.adamsliterary.com/artgallery/files/BIG20k-pop-up.jpg.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://www.adamsliterary.com/artgallery/files/BIG20k-pop-up.jpg.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;8) &lt;b&gt;Vinte Mil Léguas Submarinas&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Sam Ita,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;baseado&amp;nbsp; na obra de Júlio Verne&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No apagar das luzes da década, dei de cara com esse ambicioso projeto de Sam Ita, que visa adaptar obras clássicas da literatura do século XIX em belos livros pop-up com ilustrações que saltam dos quadrinhos em esculturas de papel. Além de se manter o mais fiel possível, Ita dá vida e nova perspectiva a diversas cenas do romance de Verne, que no original são apenas pitorescas. O selvagem eletrocutado na escada no Náutilus é uma delas, mas o que dizer do panorama da Atlântida saltando das páginas numa montanha de recortes que parecem coral? Ou do naufrágio do submarino envolto por um redemoinho de papel? Indispensável em qualquer biblioteca - e assim que tiver algum em caixa, vou correndo comprar a versão dele de &lt;i&gt;Frankenstein&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/6/6e/Seven_Soldiers_of_Victory_vol_4.jpg/250px-Seven_Soldiers_of_Victory_vol_4.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/6/6e/Seven_Soldiers_of_Victory_vol_4.jpg/250px-Seven_Soldiers_of_Victory_vol_4.jpg" width="208" /&gt;&lt;/a&gt;9) &lt;b&gt;Seven Soldiers of Victory&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Grant Morrison e outros&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande saga de superheróis da década. Detalhista, onanista e multifacetada. Morrison gerencia uma história única por sete séries diferentes, com sete artistas diferentes, e consegue fazer sentido. A overdose de informação pode fritar seus olhos, mas a vontade de juntar as pontas soltas é mais forte e me fez devorar cada edição em busca de respostas para perguntas que nem sabia que estavam lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.comicsbulletin.com/news/images/0309/sojourn.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i.newsarama.com/images/sojourn_02.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://i.newsarama.com/images/sojourn_02.jpg" width="206" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i.newsarama.com/images/sojourn_02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;10) &lt;b&gt;Sojourn&lt;/b&gt;, &lt;i&gt;Ron Marz e Greg Land&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/i&gt; encontra a revista &lt;i&gt;Vogue&lt;/i&gt;. Essa série injustamente esquecida, publicada pela extinta editora &lt;i&gt;CrossGen,&lt;/i&gt;  mesclava com raro equilíbrio e alta qualidade artística ação medieval,  um vilão bem construído e protagonistas saídos de um mix de filme pornô  com desfile de moda. A arte de Land, então em seu auge, transforma o que  seria um festival de clichês nas mãos de qualquer outro ilustrador  menos apto em uma aventura cheia de contrastes e nuances, onde cada  canto de página esconde detalhes que convidam a minutos de apreciação e  deslumbre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.comicsbulletin.com/news/images/0309/sojourn.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Claro que outras obras poderiam estar aqui, como &lt;b&gt;Bórgia&lt;/b&gt;, de Jodorowsky e Manara, &lt;b&gt;Madman, &lt;/b&gt;de Mike Allred&lt;b&gt;, Santô&lt;/b&gt;, de Spacca, &lt;b&gt;Grendel - Black, White &amp;amp; Red&lt;/b&gt;, de Matt Wagner, ou &lt;b&gt;A Saga de Tio Patinhas&lt;/b&gt;, de Don Rosa, mas os 10 que citei foram meu material de inspiração e espero ter dado algumas dicas sobre histórias que nem todo mundo teve (ou tem) oportunidade de conhecer no Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3388862429781298917?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3388862429781298917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3388862429781298917' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3388862429781298917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3388862429781298917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2011/01/dez-anos-em-quadrinhos.html' title='10 anos em quadrinhos'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-tqKSrGteWJM/TXHPQT7xsRI/AAAAAAAAAMA/PJ-pgLFXHP4/s72-c/hauteville_house_zelda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-8929455359116649238</id><published>2010-10-19T17:57:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T17:57:17.819-07:00</updated><title type='text'>A originalidade óbvia e o ineditismo inútil</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0318/images/octavio.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img align="right" alt="" border="0" height="459" hspace="10" src="http://www.acheiusa.com/acheiusa/arquivo/0318/images/octavio.jpg" vspace="3" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A arte, mais do que conhecer o mundo, produz completamentos do mundo,   formas autônomas que se acrescentam às existentes, exibindo leis próprias e   vida pessoal. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Umberto Eco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pois, o que somos, senão livros, e quando eles desaparecem, nada mais.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Ray Bradbury &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;Uma   vez, há mais de vinte anos, Paulo Aragão, que não era meu parente, mas irmão   de ninguém menos que Renato Aragão, o Didi Mocó, me falou que as situações   de humor se resumiam a mais ou menos trinta e cinco e que toda e qualquer   piada já inventada ou ainda por nascer jamais escaparia de, no máximo, ser   um somatório de duas ou mais dessas três dezenas e pouco. O que ele queria   dizer com isso? Simples: que não adiantava correr atrás de uma suposta piada   original, que seu talento como humorista seria julgado a partir do “como”   você contaria a anedota. Algo muito parecido com o que, anos mais tarde,   ouviria de um dos organizadores do evento Invisibilidades, no Itaú Cultural:   “Pedro matou Paulo. Esse é sempre o enredo. Não importa o que acontece na   sua história, mas como você a conta”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Leia o resto em minha coluna no jornal &lt;a href="http://www.acheiusa.com/acheiusa/achei-colunistas-octavio.asp"&gt;AcheiUSA&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-8929455359116649238?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/8929455359116649238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=8929455359116649238' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8929455359116649238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8929455359116649238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/10/originalidade-obvia-e-o-ineditismo.html' title='A originalidade óbvia e o ineditismo inútil'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3511715996201141269</id><published>2010-09-24T10:09:00.000-07:00</published><updated>2010-09-24T11:06:55.108-07:00</updated><title type='text'>Meu reino por um editor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJzRrCeesNI/AAAAAAAAALk/VwQwEntIcRw/s1600/capa_610.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJzRrCeesNI/AAAAAAAAALk/VwQwEntIcRw/s320/capa_610.jpg" width="180" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Esta é a capa do jornal &lt;i&gt;&lt;a href="http://extra.globo.com/"&gt;Extra&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; que foi tema da aula de &lt;i&gt;Jornalismo Gráfico 1&lt;/i&gt; de hoje.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Procurei levantar com a turma os prós e contras de se publicar uma primeira página desse tipo. As conclusões foram as seguintes:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Positivos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;1)&lt;/b&gt; Chamou a atenção (e muito) dos leitores. Houve gente se amontoando na frente das bancas para apreciar melhor o jornal, o que, provavelmente...&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;2)&lt;/b&gt; ...deve ter alavancado as vendas, criando a expectativa de uma matéria interna ampla e diferenciada;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;3)&lt;/b&gt; É de uma ousadia digna de aplausos ao imprimir o logo e todo o cabeçalho do jornal duas vezes, sendo uma delas de cabeça para baixo. Acho que jamais vi algo parecido;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;4)&lt;/b&gt; A utilização de uma ilustração simples, mas efetiva e bem realizada, ocupando a capa inteira, em lugar de uma &lt;i&gt;photoshopada&lt;/i&gt; qualquer.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Negativos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;1)&lt;/b&gt; É opiniática, fugindo do caráter neutro do que &lt;i&gt;deveria&lt;/i&gt; assumir o bom jornalismo, e desnecessariamente agressiva ao mirar diretamente em Lula (claro que, se não fosse assim, não teria o mesmo impacto visual);&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;2)&lt;/b&gt; É clichê. Funciona, mas é clichê. A imagem é batida e as chamadas, principalmente as das tarjas vermelhas, apelativas;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;3)&lt;/b&gt; É potencialmente prejudicial por não cumprir internamente o que promete de forma tácita na capa: uma matéria reveladora, única e, principalmente, ampla. O que se vê, pelo contrário, são duas colunas de texto de 12 cms de altura na página 12 repercutindo uma &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4693205-EI7896,00-Lula+nove+ou+dez+familias+dominam+a+comunicacao+no+Brasil.html"&gt;entrevista&lt;/a&gt; do presidente cedida ao site &lt;i&gt;Terra&lt;/i&gt;. O seja, o leitor pode se sentir enganado pela capa, que chega a dar a impressão de uma edição especial dedicada ao tópico, e declinar a compra do jornal dali em diante.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Na minha opinião, creio que a capa é séria candidata ao prêmio da &lt;a href="http://www.snd.org/"&gt;SND&lt;/a&gt; de excelência gráfica, mas fica a dúvida se ela é uma peça de jornalismo gráfico ou apenas uma isca visualmente apelativa para leitores eventuais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Parafraseando um roteirista norteamericano conhecido meu, &lt;i&gt;“a função do artista é fisgar o público. Cabe ao cara do texto mantê-lo fidelizado”&lt;/i&gt;. Nesse caso não tenho certeza se a segunda parte do aforismo funciona a contento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3511715996201141269?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3511715996201141269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3511715996201141269' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3511715996201141269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3511715996201141269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/09/meu-reino-por-um-editor.html' title='Meu reino por um editor'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJzRrCeesNI/AAAAAAAAALk/VwQwEntIcRw/s72-c/capa_610.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1309269649684062331</id><published>2010-09-23T07:01:00.000-07:00</published><updated>2010-09-23T07:05:47.132-07:00</updated><title type='text'>O passado condena</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJtdLsnoOnI/AAAAAAAAALc/D0C3X2X0lrg/s1600/mime-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJtdLsnoOnI/AAAAAAAAALc/D0C3X2X0lrg/s320/mime-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Eis uma pintura em tecido (provavelmente em uma camiseta) encontrada por meu velho amigo Cláudio Fortes, direto do final dos anos 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0080120/"&gt;&lt;i&gt;The Warriors&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; ainda é um dos meus filmes preferidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1309269649684062331?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1309269649684062331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1309269649684062331' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1309269649684062331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1309269649684062331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/09/o-passado-condena.html' title='O passado condena'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJtdLsnoOnI/AAAAAAAAALc/D0C3X2X0lrg/s72-c/mime-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1404770851102443126</id><published>2010-09-18T19:39:00.000-07:00</published><updated>2010-09-18T19:39:24.674-07:00</updated><title type='text'>O banner gigantesco da IV Semana de Quadrinhos da UFRJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJV3asJWOII/AAAAAAAAALU/w5-ig_nPvSU/s1600/bannernaUFRJ.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJV3asJWOII/AAAAAAAAALU/w5-ig_nPvSU/s320/bannernaUFRJ.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O incansável Diego Novaes diante do monolito amarelo, na Ilha do Fundão. Tremei, mortais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1404770851102443126?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1404770851102443126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1404770851102443126' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1404770851102443126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1404770851102443126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/09/o-banner-gigantesco-da-iv-semana-de.html' title='O banner gigantesco da IV Semana de Quadrinhos da UFRJ'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TJV3asJWOII/AAAAAAAAALU/w5-ig_nPvSU/s72-c/bannernaUFRJ.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3010485238910192450</id><published>2010-09-11T22:48:00.000-07:00</published><updated>2010-09-11T22:50:01.827-07:00</updated><title type='text'>100 anos sem Angelo Agostini - Eu estarei lá</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TIxpKK7rcGI/AAAAAAAAALE/EUhJ8WvrAsc/s1600/Picture+3.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TIxpKK7rcGI/AAAAAAAAALE/EUhJ8WvrAsc/s320/Picture+3.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;15 de setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;10h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Agostini: percalços de uma   longa investigação&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Antonio Luiz Cagnin (ECA/USP)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Esse ilustre desconhecido:   história e memória de Angelo Agostini&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Marcelo Balaban (História/UnB)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Debatedor: Antonio Herculano (FCRB)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;14h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;               &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Guerra do Paraguai no traço de   Agostini&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Ricardo Salles (História/UniRio)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;A escravidão e a campanha   abolicionista&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Gilberto Maringoni (Comunicação/Cásper Líbero)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;As pernas finas do imperador:   riso, crítica e intimidade nos desenhos de A. Agostini sobre d. Pedro II&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Lilia Moritz Schwarcz (Antropologia/USP)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Debatedor: Eduardo Silva (FCRB)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;18h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;               &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Abertura da exposição Angelo   Agostini&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Curadoria de Luiz Guilherme Teixeira Sodré&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;16 de setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;            &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;10h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;O antilusitanismo e a polêmica   com Bordalo&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Isabel Lustosa (FCRB)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;O humor na fronteira entre   religião e a política&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Maria da Conceição F. Pires (UFV/BN)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Debatedor: Marco Morel (História/Uerj)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;14h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;               &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;A imprensa paulistana do tempo   de Agostini&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Brás Ciro Gallotta (História /PUC-SP)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;A São Paulo de Angelo Agostini&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Ana Luiza Martins (Condephaat/Secretaria de Cultura-SP)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Fleuiss e Agostini,   aproximações e divergências&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Laura Nery (História/Uerj)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Debatedor: Lucia Guimarães (História/Uerj)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;17 de setembro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;                  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;10h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Técnicas de impressão, da   litografia ao clichê&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Letícia Pedruzzi (Centro de Artes/Ufes)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Nhô-Quim e Zé Caipora&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Athos Eichler Cardoso (FAC/UnB)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Debatedor: Tânia Bessone (História/Uerj)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="data1"&gt;14h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;               &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Lápis e pincel nas mãos de um   artista: o Brasil de Angelo Agostini&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Rosangela de Jesus Silva (IFCH/Unicamp)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;A &lt;i&gt;Revista Ilustrada&lt;/i&gt;   (1876-1898): síntese de uma época&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Marcus Tadeu Daniel Ribeiro (Iphan)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="tit1"&gt;Abigail de Andrade e Angelo   Agostini: uma paixão interdita no Segundo Reinado&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Cláudia de Oliveira (Escola de Belas Artes/UFRJ)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Debatedor: Rafael Cardoso (Departamento de Artes e Design/PUC-Rio)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TIxpe98_FzI/AAAAAAAAALM/IpHbBlMA9B0/s1600/Picture+4.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TIxpe98_FzI/AAAAAAAAALM/IpHbBlMA9B0/s320/Picture+4.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;   Entrada Franca&lt;/span&gt;                  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3010485238910192450?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3010485238910192450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3010485238910192450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3010485238910192450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3010485238910192450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/09/100-anos-sem-angelo-agostini.html' title='100 anos sem Angelo Agostini - Eu estarei lá'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TIxpKK7rcGI/AAAAAAAAALE/EUhJ8WvrAsc/s72-c/Picture+3.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-4740133038862001592</id><published>2010-08-17T06:59:00.000-07:00</published><updated>2010-08-17T08:42:33.895-07:00</updated><title type='text'>Itaú Cultural - Invisibilidades III: programação</title><content type='html'>E o projeto &lt;i&gt;Invisibilidades&lt;/i&gt; chega à sua terceira edição, novamente com a curadoria do &lt;i&gt;omniman&lt;/i&gt; &lt;a href="http://www.verbeat.org/blogs/posestranho/"&gt;&lt;b&gt;Fábio &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Fernandes&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; , apresentando um painel diversificado e multimidiático do que se faz em termos de narativa fantástica no Brasil. Todas as mesas são imperdíveis e eu mediarei o bate-bola entre as feras quadrinísticas que estouraram em terras gringas &lt;b&gt;Rafael Grampá &amp;amp; &lt;a href="http://www.cabrapreta.org/"&gt;Daniel Pelizzari&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, parceiros no vindouro &lt;a href="http://furrywater.wordpress.com/"&gt;&lt;i&gt;Furry Water&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, que sairá pela &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.darkhorse.com/"&gt;Dark Horse Comics&lt;/a&gt;.&lt;/i&gt; Mas também será um prazer reencontrar velhos amigos como &lt;b&gt;Alexandre Mandarino&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Adriana Amaral&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Jacques Barcia&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Nelson de Oliveira&lt;/b&gt;, além, claro, do próprio Fábio.&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquem com a programação completa, aqui embaixo:&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sábado &lt;b&gt;21/08&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h30 mesa 1&lt;b&gt; Fora do Eixo – a Produção de Ficção e Crítica Literária no Brasil que Você não Conhece&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;com &lt;b&gt;Alice Feldens&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Arnaldo Mont’Alvão&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Quelciane Mattos&lt;/b&gt; – mediação &lt;b&gt;Edgar Nolasco&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os participantes irão discutir a produção de obras de ficção  científica fora do eixo Rio-São Paulo, com ênfase para o projeto  e-ficciones. Criado pelos professores Edgar Cézar Nolasco e Armando  Montalvão, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, o e-ficciones  visa fomentar a produção literária e crítica de ficção científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h30 mesa 2&lt;b&gt; Quadrinhos Brasileiros: a Experiência no Exterior&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;com &lt;b&gt;Daniel Pellizzari&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Rafael Grampá &lt;/b&gt;- mediação &lt;b&gt;Octavio Aragão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Dois jovens e respeitados artistas brasileiros compartilham suas  experiências na área dos quadrinhos. O objetivo é debater as  possibilidades de criação de HQs dentro do gênero da ficção científica,  no Brasil e no exterior.&lt;br /&gt;Encerramento do dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h30 palestra e apresentação com&lt;b&gt; Walmor Corrêa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;domingo &lt;b&gt;22/08&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h mesa 1&lt;b&gt; Ficção Científica e Estudos Culturais: Uma História Sem Fim&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;com &lt;b&gt;Adriana Amaral&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Chris Busato Smith&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;mediação &lt;b&gt;Fábio Fernandes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Uma mesa para discutir Estudos Culturais no universo da ficção  científica,lançando ao gênero um olhar mais acadêmico, convidando  pesquisadores e jornalistas para um panorama abrangente dos  desdobramentos dessa cultura, do fenômeno relativamente recente da  subcultura steampunk até a obra do escritor britânico underground  J.G.Ballard)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h30 mesa 2&lt;b&gt; New Weird Fiction – Um Novo Estranhamento Literário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;com &lt;b&gt;Alexandre Mandarino&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Nelson de Oliveira&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Richard Diegues&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;mediação &lt;b&gt;Jacques Barcia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os componentes da mesa opinarão sobre o presente e o futuro deste  subgênero da literatura fantástica. Surgido na década de 1990, somente  nos últimos dois anos a New Weird Fiction começou a ganhar atenção no  Brasil, através de ações táticas de jovens autores, pequenos editores e  também escritores premiados, como Nelson de Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Encerramento do dia:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;20h performance com os&lt;b&gt; VJs Wandeclayt &lt;/b&gt;e&lt;b&gt; Lady A – &lt;/b&gt;exibição de remixes de clássicos da ficção científica ao som de música eletrônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*** &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sobre os participantes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Adriana Amaral&lt;/b&gt; é professora do Programa de  Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS, Universidade do  Vale do Rio dos Sinos e pesquisadora do CNPq. Doutora em comunicação  social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul  (PUC-RS), escreveu, entre outros, &lt;i&gt;Visões Perigosas: Uma Arque-Genealogia do Cyberpunk&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alexandre Mandarino&lt;/b&gt; é autor de contos de fantasia e fan fiction. Foi jornalista por 15 anos, nas áreas de cultura e tecnologia do &lt;i&gt;Jornal do Brasil&lt;/i&gt;, dos sites &lt;i&gt;Conecta&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Hypervoid&lt;/i&gt;. Traduziu o livro &lt;i&gt;The Invisibles&lt;/i&gt;, de Grant Morrison. Mantém, desde 1998, o projeto de música eletrônica &lt;i&gt;Chip Totec&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alice Feldens&lt;/b&gt; é jornalista. Mestre em estudos de  linguagens pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) – onde  estudou a ficção científica na literatura brasileira –, participa do  Núcleo de Estudos Culturais Comparados (NECC) da UFMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Arnaldo Mont’Alvão&lt;/b&gt; é mestre em estudos de linguagens  pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). É membro do  NECC-UFMS, onde coordena o &lt;i&gt;e-ficciones&lt;/i&gt;. Publicou, em livros e revistas, artigos sobre a crítica brasileira de ficção científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cristiane Busato Smith&lt;/b&gt; é professora de literaturas  de língua inglesa na Universidade Tuiuti do Paraná e do mestrado em  teoria literária da Uniandrade. Editora da &lt;i&gt;Revista Scripta Alumni&lt;/i&gt;, atualmente pesquisa as representações da alteridade na literatura e na pintura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Daniel Pellizzari&lt;/b&gt; é escritor e tradutor. Um dos criadores do selo Livros do Mal, publicou o romance &lt;i&gt;Dedo Negro com Unha&lt;/i&gt;.  Traduziu os autores David Foster Wallace, William Burroughs, David  Mitchell e Hunter S. Thompson. É coautor, com Rafael Grampá, de &lt;i&gt;Furry Water&lt;/i&gt;, série de HQs a ser publicada, ainda em 2010, pela Dark Horse Comics.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Edgar Cézar Nolasco&lt;/b&gt; é professor nos cursos de  graduação e de mestrado da UFMS. Membro do Conselho Editorial da Editora  da UFMS e editor-presidente dos &lt;i&gt;Cadernos de Estudos Culturais&lt;/i&gt;, coordena o NECC-UFMS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fábio Fernandes&lt;/b&gt; é professor dos cursos &lt;i&gt;Jogos Digitais&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Mídias Digitais&lt;/i&gt; da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Escreveu &lt;i&gt;A Construção do Imaginário Cyber&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Os Dias da Peste&lt;/i&gt;. Traduziu, entre outros, &lt;i&gt;Laranja Mecânica&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Neuromancer&lt;/i&gt;. É o responsável editorial, na América Latina, pela coletânea &lt;i&gt;Best American Fantasy&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Jacques Barcia&lt;/b&gt; é jornalista e escritor. Edita a revista digital &lt;i&gt;Kalíopes&lt;/i&gt;, voltada para a fantasia pós-moderna, e coedita a revista virtual &lt;i&gt;Terra Incognita&lt;/i&gt;, com foco em ficção científica. É coautor do blog &lt;i&gt;Post-Weird Thoughts&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nelson de Oliveira&lt;/b&gt; é escritor. Doutor em letras pela Universidade de São Paulo (USP), coordena o curso de pós-graduação lato sensu &lt;i&gt;Prática de Criação Literária &lt;/i&gt;do Espaço Cultural Terracota. É autor de, entre outros, &lt;i&gt;A maldição do Macho&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Ódio Sustenido &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Naquela Época Tínhamos um Gato&lt;/i&gt;, pelo qual recebeu o &lt;i&gt;Prêmio Casa de las Américas&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Octavio Aragão&lt;/b&gt; é professor, designer gráfico e  ilustrador. Doutor em artes visuais pela Universidade Federal do Rio de  Janeiro e professor adjunto da Escola de Comunicação da UFRJ (ECO/UFRJ),  escreveu o livro &lt;i&gt;A Mão que Cria&lt;/i&gt;. Também editou a antologia de contos &lt;i&gt;Intempol&lt;/i&gt; e coescreveu &lt;i&gt;Imaginário Brasileiro e Zonas Periféricas&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quelciane Marucci&lt;/b&gt; é pesquisadora de ficção  científica, estudos culturais e literatura digital. Mestranda em Teoria   Literária e Estudos Comparados em Literatura e Memória Cultural na  UFMS, graduou-se em letras pela Universidade para o Desenvolvimento do  Estado e Região do Pantanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Rafael Grampá&lt;/b&gt; é quadrinista. Ganhador do &lt;i&gt;Eisner Awards 2008&lt;/i&gt; pela HQ &lt;i&gt;5&lt;/i&gt;, da qual é coautor, e de três prêmios &lt;i&gt;HQ MIX&lt;/i&gt;,  nas categorias Melhor Blog de Artista Gráfico, Melhor Desenhista  Nacional e Melhor Edição Especial Nacional, as duas últimas pela graphic  novel &lt;i&gt;Mesmo Delivery&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Richard Diegues&lt;/b&gt; é escritor e editor. Autor de &lt;i&gt;Magia – Tomo I&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Sob a Luz do Abajur&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Tempos de AlgóriA&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Cyber Brasiliana&lt;/i&gt;, é integrante da Tarja Editorial, voltada à literatura fantástica e à ficção científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Walmor Corrêa&lt;/b&gt; é artista plástico. Possui trabalhos  apresentados na XXVI Bienal de São Paulo, no Museu de Belas Artes na  Cidade do Cabo (África do Sul) e no Instituto Goethe (Porto Alegre),  entre outras exposições. Realiza trabalhos relacionados a arte e  ciência, explorando o cruzamento entre texto e imagem, razão e fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Wandeclayt M.&lt;/b&gt; é técnico em aviônica e artista  multimídia. Fundou em 1997, em parceria com membros em Nova York e em  Madri, a banda eletrônica Aire’n Terre, pioneira no uso da internet como  ambiente para composição. Desenvolve trabalhos de videoarte e  fotografia, retratando temáticas fetichistas e o imaginário cyberpunk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Invisibilidades III&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Sala Itaú Cultural (247 lugares) • ingresso distribuído com meia hora de antecedência&lt;br /&gt;&lt;i&gt; Não recomendado a menores de 12 anos&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Itaú Cultural&lt;/b&gt; | Avenida Paulista 149&amp;nbsp;- Paraíso&amp;nbsp;- São Paulo&amp;nbsp;- SP (próximo à estação Brigadeiro do metrô) • Informações &lt;b&gt;11 2168 1777&lt;/b&gt; | &lt;b&gt;&lt;a href="mailto:atendimento@itaucultural.org.br"&gt;atendimento@itaucultural.org.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-4740133038862001592?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/4740133038862001592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=4740133038862001592' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4740133038862001592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/4740133038862001592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/08/itau-cultural-invisibilidades-iii.html' title='Itaú Cultural - Invisibilidades III: programação'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-1194637927537470704</id><published>2010-08-16T21:09:00.000-07:00</published><updated>2010-08-16T21:09:19.080-07:00</updated><title type='text'>A programação da IV Semana de Quadrinhos da UFRJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TGoK8PeERdI/AAAAAAAAAKo/j94hRzwjarI/s1600/bannerSHQUFRJalternativapronto.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TGoK8PeERdI/AAAAAAAAAKo/j94hRzwjarI/s320/bannerSHQUFRJalternativapronto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TGoLQRanqeI/AAAAAAAAAKw/19Ghri_gZJA/s1600/folderbonecadentroPRONTO+c%C2%A2pia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TGoLQRanqeI/AAAAAAAAAKw/19Ghri_gZJA/s320/folderbonecadentroPRONTO+c%C2%A2pia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-1194637927537470704?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/1194637927537470704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=1194637927537470704' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1194637927537470704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/1194637927537470704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/08/programacao-da-iv-semana-de-quadrinhos.html' title='A programação da IV Semana de Quadrinhos da UFRJ'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TGoK8PeERdI/AAAAAAAAAKo/j94hRzwjarI/s72-c/bannerSHQUFRJalternativapronto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7592582718695758826</id><published>2010-08-13T18:36:00.000-07:00</published><updated>2011-03-27T22:19:45.715-07:00</updated><title type='text'>Arte sob suspeita</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TGXylHIFJtI/AAAAAAAAAKY/18rPTGCQ-cI/s1600/IlustraColunaRevolver.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TGXylHIFJtI/AAAAAAAAAKY/18rPTGCQ-cI/s200/IlustraColunaRevolver.jpg" width="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Charles   Manson nos interpretou como ‘os quatro cavaleiros do Apocalipse’. Ainda não   entendo qual foi a jogada. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Paul McCartney&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ela diz, ‘Apareça!’ ela diz, ‘Mate!’. Porque me culpar? Eu não escrevi a   música. Eu não fui a pessoa que projetou isso na consciência das pessoas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Charles Manson&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Coluna originariamente publicada em &lt;a href="http://www.acheiusa.com/acheiusa/achei-colunistas-octavio.asp"&gt;AcheiUSA.&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, a arte incita à violência, ou, como parte da vida, deve ser retratada sem pruridos? Pergunto porque não acredito que exista alguém com opinião pétrea a esse respeito. Às vezes, achamos que a arte reflete o mundo, outras vezes desligamos a TV quando acreditamos que uma cena mais assustadora ameaça a inocência das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando a arte é o bode expiatório perfeito para genocidas e assassinos em geral, o que fazer? Tentar estabelecer parâmetros de controle de danos, banindo cenas que poderiam incitar ao comportamento aberrante? Revisaríamos os clássicos para eliminar ou minimizar cenas mais pesadas? O que seria de &lt;i&gt;Hamlet&lt;/i&gt; sem o final catártico onde todos morrem (com uma exceção, afinal alguém tem de contar a história)? O que dizer de versões edulcoradas por Hollywood de clássicos como &lt;i&gt;Guerra e Paz&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;O Morro dos Ventos Uivantes&lt;/i&gt;? Recordo de uma conversa com uma amiga, há alguns anos atrás, em que ela clamava por um tipo de censura sobre os desenhos da Disney por serem por demais chocantes para as crianças. “Como assim, matarem a mãe do Bambi? Não vêem que as crianças têm sentimentos?” Pois é. Para alguns, a Disney também pode ser subversiva, quem diria. Não tive coragem de dizer à moça que se as versões e mantivessem fiéis às suas origens, a maioria dos longas animados da casa do rato orelhudo terminaria em tragédia. A Pequena Sereia, por exemplo, morre muda e vira espuma. Cinderela mandou os passarinhos da floresta vazarem os olhos da madrasta e das irmãs, condenando-as à mendicância. Pinóquio esmagou o Grilo Falante a pedradas, apenas para ser assombrado pelo fantasma decomposto do inseto (numa antecipação curiosa dos espectros nojentos de &lt;i&gt;Um Lobisomem Americano em Londres&lt;/i&gt;). E por aí vai, numa sucessão de atrocidades dignas de um filme da série &lt;i&gt;Jogo Mortal.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Pior é quando a acusação aparentemente tem fundamento. O romance &lt;i&gt;Os Sofrimentos do Jovem Wether&lt;/i&gt;, de Johann Wolfgang von Goethe, publicado em 1774 e considerado o marco inicial do romantismo, provocou uma onda de suicídios motivados por amor não correspondido. Logo Goethe, afeito a exercícios físicos, paixões avassaladoras e apreciação artística, tornou-se responsável por uma série de atos violentos e desesperados. Seria Goethe, o autor, responsável pelas mortes inspiradas por Werther, o personagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma maneira, não creio que devêssemos punir os Beatles por terem inadvertidamente influenciado os crimes cometidos por Charles Manson e sua “famíla”. Os assassinatos da atriz Sharon Tate, de Jay Sebring, Voytek Frykowski, Abigail Folger e Steven Parent, ocorridos em 8 de agosto de 1969, teriam sido inspirados por interpretações das letras de canções do quarteto de Liverpool, gravadas no Álbum Branco, lançado no ano anterior, sendo que a mais “criativa” das releituras das letras é a de &lt;i&gt;Helter Skelter&lt;/i&gt;, que consegue depreender slogans pró-genocídio de versos que dizem respeito a um tobogã. Muito criativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/aMfkVGCU_BA/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aMfkVGCU_BA&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/aMfkVGCU_BA&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Manson foi esperto o suficiente para tentar partilhar a culpa com cúmplices do quilate de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Não colou, mas estabeleceu um precedente para qualquer desequilibrado entrar num cinema, disparar uma metralhadora e insinuar que “o &lt;i&gt;Clube da Luta&lt;/i&gt; me forçou a isso”, ou, como ocorreu em Ouro Preto, em outubro de 2001, um grupo esfaquear uma menina afirmando que estavam jogando uma partida de RPG. Nesse caso específico, recordo de ter assistido em um telejornal a uma montagem com as imagens da revista em quadrinhos &lt;i&gt;O Corvo&lt;/i&gt;, do ilustrador James O’Barr, apresentada como uma “evidência da prática de rituais satânicos”, e cabe recordar que o próprio John Lennon foi morto por um fã, Mark Chapman, que se dizia inspirado pelo romance &lt;i&gt;O Apanhador no Campo de Centeio,&lt;/i&gt; de J. D. Sallinger. É quase possível intuir um ciclo fechado onde o elemento inspirador de Chapman não teria sido Sallinger, mas Manson. Tais criminosos tentariam, ao assassinar celebridades, construir uma obra de arte comparável aos trabalhos de suas vítimas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente haveria suicídios sem Werther, Charles Manson sem &lt;i&gt;Helter Skelter&lt;/i&gt; ou Chapman sem Holden Caulfield, mas as obras em questão emprestaram uma muleta para os marginais e criaram um símbolo facilmente recohecível, uma “cara” para cada atrocidade, transformando-as em eventos, em algo mais que simples crimes pueris desprovidos de charme e movidos pela inveja. No caminho inverso de alguns chargistas políticos que sentem que seu trabalho banaliza a importância da denúncia por tornar a vítima da caricatura mais palatável pelo humor, é possível que a citação de obras de arte como elementos inspiracionais eleve o crime a um patamar de “acontecimento social” (e a isso poderíamos incluir os suicídios como a ritualização espetaculosa do auto-sacrifício). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece óbvio que a intenção é importar algo da relevância das obras para seus atos ou crimes, ou, como se diz na publicidade, agregar valor. Os pistoleiros do oeste ou os cangaceiros do sertão, por exemplo, tiveram suas façanhas sangrentas imortalizadas nas &lt;i&gt;dime novels&lt;/i&gt; e nos cordéis, que as transformaram em verdadeiras jornadas do herói. Se pensarmos que muitos pretendentes a pistoleiros se maravilhavam com as histórias de seus pares, cunhando suas aspirações sobre esse exemplos, poderíamos concluir que talvez algumas vezes a arte possa ser um elemento de ligação entre diversas tragédias. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;O problema, porém, não é identificar a arte, seja popular ou clássica, como parte do processo, mas sim condená-la pela deformidade das mentes, o que é uma desculpa oportuna para não se resolver os problemas e deficiências da educação, da distribuição de renda e da responsabilidade social, mantendo tudo exatamente como está. Atribuir a culpa pela insanidade às obras de arte ou à cultura de massa, sejam filmes, livros, canções. quadrinhos, jogos de representação ou desenhos animados é o mesmo que executar o mensageiro pelas más notícias. As artes, no que diz respeito à violência, assim como a todo o resto, comentam e evidenciam os desejos, as ansiedades e as doenças latentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-7592582718695758826?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/7592582718695758826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=7592582718695758826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7592582718695758826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7592582718695758826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/08/arte-sobsuspeita.html' title='Arte sob suspeita'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TGXylHIFJtI/AAAAAAAAAKY/18rPTGCQ-cI/s72-c/IlustraColunaRevolver.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-2701556929665502079</id><published>2010-08-07T20:49:00.000-07:00</published><updated>2010-08-07T20:49:13.092-07:00</updated><title type='text'>A elitização dos quadrinhos: entrevista com Gian Danton</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TF4oINJaipI/AAAAAAAAAKI/I8i2YY2F3xY/s1600/gian.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TF4oINJaipI/AAAAAAAAAKI/I8i2YY2F3xY/s320/gian.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;O professor Ivan Carlo tem uma identidade secreta: nas horas vagas ele se transforma no destemido Gian Danton, quadrinista e roteirista premiado. Hoje ele dá um tempo em suas aventuras sequenciais para conversar conosco sobre qualidade, talento e arrogância, três elementos facilmente encontráveis na fauna quadrinista nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala, Gian!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Octavio Aragão&lt;/b&gt; – Você é um teórico dos quadrinhos brasileiros, com livros publicados que versam sobre autores e técnicas narrativas. Qual o retorno desse trabalho?&amp;nbsp; Você acha que existe hoje uma enxurrada de trabalhos teóricos sobre a mídia no Brasil? Caso sim, porque tão poucos focam nos primórdios dos quadrinhos brasileiros, tão profícuos quanto seus contemporâneos europeus e norte-americanos?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gian Danton&lt;/b&gt; – Depende muito do que se quer dizer por retorno. Do ponto de vista financeiro é um fiasco. Mas do ponto de vista de discussão, tem sido muito interessante. Tenho recebido e-mails e cartas de pessoas interessadas em discutir o assunto. No &lt;i&gt;Orkut&lt;/i&gt; também temos boas comunidades como a &lt;i&gt;Roteiristas de quadrinhos&lt;/i&gt;, que apresentam boas discussões. De fato, costuma-se brincar que no Brasil tem mais gente escrevendo sobre quadrinhos do que fazendo quadrinhos. Isso não é exatamente uma verdade. O que ocorre é que editoras como a &lt;i&gt;Opera Graphica&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;Marca de Fantasia&lt;/i&gt; começaram a lançar agora obras que já estavam prontas há muito tempo, mas não encontravam editora. Além disso, no Brasil, como não há um mercado estabelecido, muitos roteiristas e desenhistas ingressaram na área acadêmica e, quando foram fazer seus mestrados ou doutorados, por afinidade escolheram temas relacionados aos quadrinhos. Quanto a focar ou não nos quadrinhos nacionais, há duas dificuldades. A primeira delas é que é mais difícil conseguir material sobre os quadrinhos nacionais do que sobre os quadrinhos norte-americanos, por exemplo. Estou escrevendo um livro sobre a &lt;i&gt;Grafipar&lt;/i&gt; e é uma verdadeira pedreira conseguir informações. Até o contato com os autores é difícil. Além disso, quando se está num programa de mestrado ou doutorado, tem-se que adequar o tema à linha de pesquisa. No meu caso, a linha de pesquisa era divulgação científica, um tema difícil de ser encontrado nos quadrinhos nacionais (embora eu tenha dado alguns exemplos em minha dissertação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Falando em enxurrada, vivemos uma época única para o gênero no Brasil, onde vemos várias editoras, com destaque para &lt;/i&gt;Conrad&lt;i&gt; e &lt;/i&gt;Cia das Letras&lt;i&gt;, lançando produtos de excelente acabamento e preço, para dizer o mínimo, salgado. Como você vie essa situação? Será o início de um futuro promissor ou o início do fim? Haverá público consumidor para tantos lançamentos de peso?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;GD&lt;/b&gt; – Poucos desses lançamentos têm chegado a Macapá, mas o que percebo é uma elitização dos quadrinhos. Pelo que sei, as editoras estão de olho em pesquisas que demonstram que a idade do leitor de quadrinhos aumentou muito. Quem lê quadrinhos hoje é o pessoal da minha geração. Isso por um lado é bom, pois permite uma maior liberdade criativa, uma maior variedade de estilos. Mas por outro lado é horrível, pois corre-se o risco de não criar novos leitores. A &lt;i&gt;Panini&lt;/i&gt; está pegando um pouco desse público jovem e o Maurício pega o público infantil, mas sinto que há uma quebra. Muita gente que lê &lt;i&gt;Turma da Mônica&lt;/i&gt; não vai continuar lendo quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Quais os melhores quadrinhos nacionais lançados nos últimos cinco anos e por quê?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;GD&lt;/b&gt; – Ih, pegou. Como disse, em Macapá chega muito pouca coisa. A maioria do que leio de quadrinhos nacionais, são os autores que me mandam. &lt;i&gt;Fawcett&lt;/i&gt;, de André Diniz, foi um trabalho que me marcou. Muito bem escrito e arte genial do Colin. Já fui duas vezes em Fortaleza e lá ganhei os fanzines &lt;i&gt;Manicomics&lt;/i&gt; no qual destaco &lt;i&gt;A Mulher Estupenda&lt;/i&gt;, de JJ Marreiro, uma ótima homenagem aos quadrinhos da era de ouro, que o JJ imita com perfeição. Histórias assim mais simples e ingênuas talvez seja o que esteja faltando no quadrinho nacional para pegar os leitores que estão saindo da &lt;i&gt;Turma da Mônica&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Por que os quadrinhos de humor e sátira produzidos no Brasil têm um maior respeito por parte de público e crítica? Afinal, para o senso comum, chargistas são “gênios” e quadrinistas são "artistas menores".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;GD&lt;/b&gt; – Os humoristas trabalham em publicações respeitáveis, como a &lt;i&gt;Folha de São Paulo&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Istoé&lt;/i&gt;. Isso certamente influencia muito. Além disso, o trabalho deles é considerado jornalístico, e não quadrinístico. E no Brasil os jornalistas são respeitados. Têm até direito a prisão especial. Poucas pessoas lêm jornais, mas respeitam os jornalistas. Tanto que quando algum político não tem profissão nenhuma, apresenta-se como jornalista (lembram do Collor?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TF4omINoBaI/AAAAAAAAAKQ/8Xpfc_Z0aCQ/s1600/manticore01_.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TF4omINoBaI/AAAAAAAAAKQ/8Xpfc_Z0aCQ/s320/manticore01_.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Sua revista &lt;/i&gt;Manticore&lt;i&gt; foi uma execelnte iniciativa que mudou um pouco de foco em sua última encarnação. Dá pra falar a respeito? Por que essas mudanças radicais?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;GD&lt;/b&gt; – Não participei dessa segunda fase da &lt;i&gt;Manticore&lt;/i&gt;. Na época da primeira fase nós tínhamos a idéia de transformar a revista numa coletânea de histórias de terror e ficção, algo como a antiga &lt;i&gt;Kripta&lt;/i&gt; da qual todos nós éramos fãs. Muito tempo depois do lançamento dos dois primeiros números o editor procurou o Antônio e pediu para lançarem um terceiro número. Creio que fugiu um pouco da proposta, pois ficou um pouco humorístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Você acredita que exista um tipo de “richa” entre os produtores de quadrinhos de São Paulo e Rio? Caso sim, por que? Seriam linguagens diferentes?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;GD&lt;/b&gt; - Não conheço tão bem assim esses dois ambientes, mas em congressos e eventos nunca percebi uma richa. Percebi, claro, uma diferença de estilo que deve ter a ver com a própria cultura local. Os cariocas parecem ser mais divertidos. Os paulistas são mais profissionais, mais sérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;OA&lt;/b&gt; – Para terminar, uma espécie de bate-pronto. Eu cito um nome e você fala a respeito:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;a) Maurício de Souza&lt;/b&gt; - um cara que conseguiu o que parecia impossível: derrotar Disney. Só lamento que ele não permita que seus artistas assinem suas histórias. Mas acho que ele criou uma linguagem de quadrinhos infantil muito mais moderna que a da Disney, por exemplo. Meus filhos são viciados na &lt;i&gt;Turma da Mônica&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;b) Ota&lt;/b&gt; - Uma das coisas que lamento foi não tê-lo conhecido melhor. Parece um grande cara e um ótimo editor. A ele devemos a &lt;i&gt;MAD&lt;/i&gt; e a ótima fase dos quadrinhos nacionais da &lt;i&gt;Vecchi&lt;/i&gt;. Além de que foi graças a eles que conheci os quadrinhos da &lt;i&gt;EC Comics&lt;/i&gt; na revista &lt;i&gt;Cripta do Terror&lt;/i&gt;, que tenho encadernada na minha estante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;c) Mutarelli &lt;/b&gt;- Conheci ele no &lt;i&gt;HQ Mix&lt;/i&gt;. Um cara muito simpático e talentoso. Pena que nada dele chegue às bancas ou livraria de Macapá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;d) Moacy Cirne&lt;/b&gt; - Foi o coordenador do núcleo de quadrinhos do &lt;i&gt;Intercom&lt;/i&gt;. É um cara simpático e simples. Nem parece ser o autor de tantos livros importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;e) Ziraldo&lt;/b&gt; - Eu era o fã número um dele, até conhecê-lo pessoalmente. Numa entrevista coletiva em Belém ele descobriu que eu gostava de quadrinhos e ficou conversando apenas comigo, só respondia minhas perguntas. Ficou um clima super-chato com meus colegas jornalistas. Nesse dia descobri o quanto ele pode ser arrogante (não comigo, pois parece que ele simpatizou comigo). Já tinha ouvido muitas histórias sobre a arrogância dele. Dizem que quando o Moebius esteve aqui ele disse que era o único quadrinista brasileiro. O Ota estava por perto e desmentiu.. Mas continuo gostando muito do trabalho dele, a incrível simplicidade e expressividade do traço, as grandes sacadas de roteiro... Como diz o Chico Buarque, curta a poesia, não o poeta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-2701556929665502079?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/2701556929665502079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=2701556929665502079' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/2701556929665502079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/2701556929665502079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/08/elitizacao-dos-quadrinhos-entrevista.html' title='A elitização dos quadrinhos: entrevista com Gian Danton'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TF4oINJaipI/AAAAAAAAAKI/I8i2YY2F3xY/s72-c/gian.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-2712627533644610455</id><published>2010-08-04T06:37:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T08:51:39.125-07:00</updated><title type='text'>A Semana de Quadrinhos da UFRJ vem aí!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TFlrFJJNP1I/AAAAAAAAAKA/t8Ih-f5XU8I/s1600/mime.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TFlrFJJNP1I/AAAAAAAAAKA/t8Ih-f5XU8I/s320/mime.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O evento Semana de Quadrinhos é uma realização da Universidade Federal do Rio de Janeiro, através da Escola de Belas Artes (EBA) e da Escola de Comunicação (ECO), em parceria com o SESC-Rio, pela filial de Madureira. O evento possui dois objetivos: o primeiro é mostrar as Histórias em Quadrinhos (HQs) que, além de entreternimento, pode ser usado como uma ferramenta de comunicação, educação e linguagem artistica. O segundo motivo é homenagear Angelo Agostini, pois nesse ano rememoramos 100 anos do seu falecimento. Agostini foi um importante artista brasileiro e um dos percusores dos quadrinhos mundiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento ocorrerá de 27/09 a&amp;nbsp; 01/10 de 2010 e contará com palestras de profissionais da area, oficinas ministradas por artistas renomados e contará com standes de revistas em quadrinhos independentes e fanzines.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-2712627533644610455?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/2712627533644610455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=2712627533644610455' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/2712627533644610455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/2712627533644610455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/08/semana-de-quadrinhos-da-ufrj-vem-ai.html' title='A Semana de Quadrinhos da UFRJ vem aí!'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TFlrFJJNP1I/AAAAAAAAAKA/t8Ih-f5XU8I/s72-c/mime.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7931242000553869320</id><published>2010-07-16T13:27:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T20:55:34.586-07:00</updated><title type='text'>Algumas críticas (só algumas) a gente repercute</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TEDAfiCrYfI/AAAAAAAAAJ4/rAKVc2PhpZU/s1600/CapaFicoCientficaGs.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TEDAfiCrYfI/AAAAAAAAAJ4/rAKVc2PhpZU/s320/CapaFicoCientficaGs.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="titulo_pagina"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="titulo_pagina"&gt;“A ficção científica, em outras palavras, inclui tudo”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="titulo_pagina"&gt;Isaac Asimov&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="titulo_pagina"&gt;Gilberto Schoereder, autor de um dos livros seminais de crítica brasileira sobre ficção de gênero, o clássico &lt;i&gt;Ficção Científica&lt;/i&gt;, de 1986, me surpreendeu com uma pequena resenha de meu romance &lt;i&gt;A Mão que Cria&lt;/i&gt;, de 2006, em seu site &lt;a href="http://www.vimana.com.br/"&gt;&lt;i&gt;Vímana&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;. Reproduzo abaixo, todo orgulhoso, o texto do mestre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="titulo_pagina"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="titulo_pagina"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="titulo_pagina"&gt;&lt;i&gt;Mão Que Cria, A&lt;/i&gt; – 2006, Octavio Aragão.  Unicórnio Azul/ Ed. Mercuryo. 159 páginas.&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;No prefácio do livro, o escritor Gerson Lodi-Ribeiro explica que  Octavio Aragão foi o iniciador do primeiro projeto multimídia e universo  ficional compartilhado de literatura fantástica brasileira, a Intempol.  Neste livro, ele parte para a ficção alternativa, um tipo de história  que se "apropria" de personagens literários de outras histórias, de  outros escritores, e faz com que assumam papéis de personalidades  históricas, misturando suas atuações com a de personagens históricos  reais. Assim, o próprio Júlio Verne se torna um dos personagens centrais  do livro, e um personagem como o dr. Moreau, do livro de H. G. Wells,  se torna fundamental, uma vez que suas experiências mudam o mundo  descrito no romance. Submarinos semelhantes ao Nautilus do Capitão Nemo,  experiências genéticas que criam uma nova raça submarina e maravilhas  da tecnologia só vistas nos romances de ficção de Verne e Wells, povoam  esse universo elaborado por OA. Um livro que não pode deixar de ser  lido, porque de fato traz um novo tipo de proposta para a fc nacional, e  com muita qualidade.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-7931242000553869320?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.vimana.com.br/vimana/vimana_verConteudo.aspx?tipo=livro&amp;id=000520' title='Algumas críticas (só algumas) a gente repercute'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/7931242000553869320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=7931242000553869320' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7931242000553869320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7931242000553869320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/07/algumas-criticas-gente-repercute.html' title='Algumas críticas (só algumas) a gente repercute'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TEDAfiCrYfI/AAAAAAAAAJ4/rAKVc2PhpZU/s72-c/CapaFicoCientficaGs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3049049877584130624</id><published>2010-06-22T20:58:00.000-07:00</published><updated>2010-06-23T12:09:35.758-07:00</updated><title type='text'>O primeiro artigo acadêmico sobre ficção científica a gente nunca esquece</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TCF9lb_lcwI/AAAAAAAAAJw/JSpvisn61mw/s1600/CapaPPGAV.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TCF9lb_lcwI/AAAAAAAAAJw/JSpvisn61mw/s320/CapaPPGAV.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Uma bela surpresa me aguardava hoje na Escola de Comunicação: um exemplar de &lt;i&gt;Interações nas Artes Visuais&lt;/i&gt;, compilação com mais de 500 páginas dos artigos e comunicações apresentadas durante o 16º Encontro dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes, UFRJ, minha “casa”. Na página 31, bem no começo, meu artigo &lt;i&gt;Visões do Futuro do Pretérito: A ficção científica nos quadrinhos brasileiros do início ao fim do séc. 20&lt;/i&gt;, sobre o qual escreveu a professora Maria Cristina Volpi, organizadora da publicação lançada recentemente pela Editora UFRJ:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Octavio Aragão aborda a história da ilustração em revistas no Rio de Janeiro, tendo como tema a ficção científica. A partir de estudo de imagens de importantes ilustradores, o autor pretende apontar questões como a identidade nacional e a disseminação do que seria tecnológico em cem anos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do meu texto, outras incursões semelhantes desenvolvidas por mais de 40 autores valem o livro. Destaco &lt;i&gt;Imaginação, escrita e arte: O simbolismo de Mercúrio na série de quadrinhos “Promethea”&lt;/i&gt;, da autoria de Carlos Manoel de Hollanda Cavalcanti,&amp;nbsp; e &lt;i&gt;O expressionismo do cinema alemão na produção gráfica de Suehiro Maruo,&lt;/i&gt; de Marcia Casturino&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço à professora e à equipe do PPGAV pelo convite e a oportunidade de apresentar esse trabalho. Em breve uma versão atualizada estará disponível em algum lugar da rede, aguardem e verão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3049049877584130624?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3049049877584130624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3049049877584130624' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3049049877584130624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3049049877584130624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/06/o-primeiro-artigo-academico-sobre.html' title='O primeiro artigo acadêmico sobre ficção científica a gente nunca esquece'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TCF9lb_lcwI/AAAAAAAAAJw/JSpvisn61mw/s72-c/CapaPPGAV.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7034615882703712099</id><published>2010-06-20T19:16:00.000-07:00</published><updated>2010-06-20T20:47:52.555-07:00</updated><title type='text'>O Menino Que Gosta de Tudo, de Pedro Henrique Sampaio Aragão</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TB7J9_Uuq_I/AAAAAAAAAJo/EKqW3qcQvv0/s1600/HQ+do+Pedro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TB7J9_Uuq_I/AAAAAAAAAJo/EKqW3qcQvv0/s320/HQ+do+Pedro.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Esta pequena HQ ecológica é a tentativa inaugural de meu filho Pedro, de seis anos, nos meandros da arte sequencial. Espero que ele não pare e faça mais e mais e mais. O texto e os desenhos são dele. Eu não tenho nada a ver com a criação ou o processo de desenvolvimento narrativo.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;E sim, eu sou coruja.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-7034615882703712099?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/7034615882703712099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=7034615882703712099' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7034615882703712099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7034615882703712099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/06/o-menino-que-gosta-de-tudo-de-pedro.html' title='O Menino Que Gosta de Tudo, de Pedro Henrique Sampaio Aragão'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TB7J9_Uuq_I/AAAAAAAAAJo/EKqW3qcQvv0/s72-c/HQ+do+Pedro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3258217752886960710</id><published>2010-06-16T09:15:00.001-07:00</published><updated>2011-03-27T23:21:29.900-07:00</updated><title type='text'>Kitsch as kitsch can</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TBj436jVITI/AAAAAAAAAJY/ZNa4GRME_Lw/s1600/frank-frazetta-egyptian_queen.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TBj436jVITI/AAAAAAAAAJY/ZNa4GRME_Lw/s320/frank-frazetta-egyptian_queen.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em 1987, como toda minha geração, creio, eu era um fã inconteste do trabalho de Boris Vallejo e do recém-falecido Frank Frazetta, ilustradores realistas que costumavam povoar as capas da revista&lt;i&gt; Metal Hurlant&lt;/i&gt; e a imaginação de todo pós-púbere de vinte e poucos anos com ninfas semi-nuas, fadas sem vergonha e bárbaros hipertrofiados. Pra mim aquilo era o supra sumo, uma supremacia artística que julgava inatingível.&amp;nbsp; Se por lado eu era filho de pintor expressionista, por outro era fascinado por histórias em quadrinhos e minha cabeça era uma confusão de Picasso com Jack Kirby, Pollock com Hergé e Miró com Walt Disney. Para mim, tudo isso era bom, mas como sempre acompanhei o processo de criação de meu pai, conhecia os caminhos do abstracionismo e um pouco do surrealismo. Porém, o coronel Aragão era péssimo em desenho naturalista, e como seu trabalho passava longe disso, a representação do real me parecia uma realização nas raias do impossível, um feitiço técnico. Jamais havia visto alguém produzir algo como as ilustrações de Vallejo ou Frazetta e não tinha a menor idéia de como se fazia aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual não foi minha surpresa quando, ao entrar na Escola de Belas Artes, descobri que o que eu julgava o supra sumo era considerado lixo pela maioria das pessoas de bom gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei anos de minha vida sem entender por que diabos obras que eram claramente dificílimas de ser produzidas e certamente exigiam conhecimentos técnicos e anatômicos acima do normal eram motivo de esgares de nojo. Meu espanto cresceu quando percebi que algumas de minhas outras áreas de interesse - como rock pesado e literatura de ficção científica - também eram considerados "lixo da subcultura".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu acho que entendi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura de alguns livros foi fundamental para me esclarecer certos pontos: o principal deles foi o já óbvio &lt;i&gt;Apocalípticos e Integrados&lt;/i&gt;, de Umberto Eco, com sua análise sobre a estética do mau gosto, mas obras de Walter Benjamin, Edgar Morin e Teodor Adorno ajudaram bastante a me fazer entender minhas preferências pessoais e por que, geralmente, não eram bem vistas pelo meio acadêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para resumir a ópera-rock, podemos dizer que obra de mau gosto é aquela que tem um ou mais elementos destoantes, seja por exagero, seja por intenção de parecer algo que não é. Uma mulher obesa com um biquini minúsculo é de mau gosto porque está usando uma peça de roupa que não é para seu manequim. Da mesma forma, em termos de rock pesado, a técnica perfeita e "classicosa" de um guitarrista como Yingwie Malmsteem é fora de contexto dentro de uma estrutura melódica pobre. As imagens realistas de Vallejo e Frazetta entram nesse rol porque - assim como a guitarra de Malmsteem - são tecnicamente perfeitas, mas embalam um produto geralmente de escopo reduzido, revistas para consumo imediato, de periodicidade mensal e que não visam a perenidade. Seria o mesmo se tivéssemos Velásquez pintando, mensalmente, a capa da revista &lt;i&gt;Caras&lt;/i&gt; (ok, exagerei, mas serve como exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo acontece, muitas e muitas vezes, com a Ficção Científica literária. Parece que ela quer ser o que não lhe cabe. É cheia de boas intenções, boas idéias, mas ainda falta - citando meu amigo Osmarco Valladão - aquele grande romance de FC que, ao ser colocado lado a lado com &lt;i&gt;A Montanha Mágica&lt;/i&gt;, de Thomas Mann, ou &lt;i&gt;Crime e Castigo&lt;/i&gt;, de Dostoiévski, não faça feio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candidatos ao posto não faltam.&lt;i&gt; Duna, Hyperion, O Homem do Castelo Alto, Terrarium, Um Estranho Em Terra Estranha&lt;/i&gt;. Todos esses e muitos outros anseiam por ser considerados merecedores desse lugar de honra, mas apenas dois conseguiram ultrapassar a barreira da "arte menor": &lt;i&gt;Admirável Mundo Novo&lt;/i&gt;, de Aldous Huxley, e &lt;i&gt;1984&lt;/i&gt;, de George Orwell (&lt;i&gt;A Laranja Mecânica&lt;/i&gt;, de Anthony Burgess, também entraria nesse time, mas talvez mais pela versão cinematográfica de Stanley Kubrick). Na verdade, ultrapassaram tanto que, hoje em dia, não são considerados obras de Ficção Científica pela &lt;i&gt;inteligentsia&lt;/i&gt;, mas fábulas caucionárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o motivo da perenidade das obras de Huxley e Orwell, o que as faz ser levadas a sério pelos acadêmicos, seja o fato de ambos não colocarem rótulos sobre o que estavam escrevendo. No momento em que se utiliza um termo cunhado para os mass media, automaticamente muitas portas se fecham. Dizem que Salman Rushdie recusou um prêmio de “melhor romance de Ficção Científica do Ano” das mãos de Arthur Clarke porque seu agente afirmou que, caso aceitasse e isso viesse a público, jamais conseguiria vender outra obra sua fora do nicho da Ficção Científica. No mundo dos quadrinhos, Will Eisner tentou driblar esses preconceitos cunhando uma nova nomenclatura para seu trabalho &lt;i&gt;Um&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Contrato&lt;/i&gt; &lt;i&gt;com&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Deus&lt;/i&gt;. Chamou-o "novela gráfica" e, com isso, conseguiu uma aceitação em editoras e livrarias que antes lhe barrariam a entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TBj7xUCm9nI/AAAAAAAAAJg/ja0X4Fs9DN4/s1600/CapasDeLivorsDeFC.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TBj7xUCm9nI/AAAAAAAAAJg/ja0X4Fs9DN4/s320/CapasDeLivorsDeFC.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Será que se o livro &lt;i&gt;Terrárium&lt;/i&gt;, dos portugueses João Barreiros e Luis Filipe Silva, considerado o maior romance de ficção científica já escrito em nossa língua, deixasse de lado a alcunha de FC e se assumisse como "obra literária" pura e simples não seria aclamado internacionalmente? E se deixarmos o "nome" FC de lado, reservado para as ditas &lt;i&gt;Space Operas&lt;/i&gt;, e tomarmos como exemplo Bráulio Tavares, com sua &lt;i&gt;Máquina Voadora&lt;/i&gt;, que procurou seguir essa idéia? A indicação de &lt;i&gt;Síndrome&lt;/i&gt; &lt;i&gt;de&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Quimera&lt;/i&gt;, de Max Mallmann, ao Prêmio Jabuti de 2001 também parece apontar para um caminho sem rótulos para nossos escritores "fantásticos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso porque o rótulo, a marca, a inclusão em um gênero específico só parece fazer uma coisa em favor da Ficção Científica nacional: relegá-la ao gueto da subcultura. E nada mais cafona, &lt;i&gt;kitsch&lt;/i&gt;, do que subcultura que tenta fingir que não o é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e antes que me perguntem: meus contos são ficção científica, sim. E ficção pop também. E ainda pulp aventuresco despretensioso. Mas eu nunca pretendi fugir do &lt;i&gt;kitsch&lt;/i&gt;, muito pelo contrário. Diversão é solução, sim. Pra mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3258217752886960710?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3258217752886960710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3258217752886960710' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3258217752886960710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3258217752886960710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/06/em-1987-como-toda-minha-geracao-creio.html' title='Kitsch as kitsch can'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/TBj436jVITI/AAAAAAAAAJY/ZNa4GRME_Lw/s72-c/frank-frazetta-egyptian_queen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-6899398095588127110</id><published>2010-05-28T03:57:00.000-07:00</published><updated>2010-05-28T04:07:00.012-07:00</updated><title type='text'>Um clipe perdido</title><content type='html'>Acabei de encontrar na rede um último projeto de clipe de meus ex-alunos das saudosas turmas de Multimidia 2 daUFES, mesclando três manifestações artísticas num produto híbrido. Vejam o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=w8WWx2dUAuw"&gt;resultado&lt;/a&gt; interessante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-6899398095588127110?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='' href='http://www.youtube.com/watch?v=w8WWx2dUAuw' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/6899398095588127110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=6899398095588127110' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6899398095588127110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6899398095588127110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/05/um-clipe-perdido.html' title='Um clipe perdido'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-703930190168870966</id><published>2010-05-24T21:17:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T17:20:29.567-07:00</updated><title type='text'>SpaceBlooks, terceira noite: Steampunk</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S_tK8lKogGI/AAAAAAAAAI4/0ApDWwMqMc8/s1600/DSC06981.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S_tK8lKogGI/AAAAAAAAAI4/0ApDWwMqMc8/s320/DSC06981.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Se a mesa do segundo dia era potencialmente explosiva, não sabíamos o que esperar do grupo reunido para a terceira noite de &lt;b&gt;SpaceBlooks&lt;/b&gt;. Eu e Toinho Castro juntamos um trio que pode ser considerado, no mínimo, um paradoxo díspar: o dinossáurico Gerson Lodi-Ribeiro (que, mais uma vez, escreveu um relato acuradíssimo da noite em seu &lt;a href="http://alternative-highwayman.blogspot.com/2010/05/spaceblooks-3-steampunk.html#comments"&gt;blog&lt;/a&gt;), representando a geração “menos nova” dos autores de FC; Alexandre Lancaster, quadrinista e autor, cheio de idéias muito particulares a respeito do que deve ser feito em termos de popularização do gênero no Brasil, e a incógnita-mor, &lt;a href="http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/fausto-fawcett"&gt;Fausto Fawcett&lt;/a&gt;, que poderia ter se sentido um peixe fora d’água, mas que nadou de braçada tanto no assunto como fora dele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Gérson abriu os trabalhos explicando de maneira sucinta o que diabos seria &lt;i&gt;steampunk&lt;/i&gt;, de onde vem, quais as obras referenciais e, principalmente, o que não é &lt;i&gt;steampunk&lt;/i&gt;, homessa! Lancaster, que falou como se o mundo dependesse disso, apresentou dois &lt;i&gt;samples&lt;/i&gt; da HQ &lt;a href="http://expresso.steambook.com.br/"&gt;&lt;i&gt;Expresso&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, que mescla estilo japonês com texto influenciado pelas &lt;i&gt;dime novels&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;edisonades&lt;/i&gt; dos anos 20, onde garotinhos-gênios salvavam os Estados Unidos semanalmente, pilotando robôs gigantes ou coisas parecidas. Entre uma ou outra diatribe (por exemplo, Lancaster odeia o ator Will Smith com todas as suas forças), mostrou conhecimento de causa e defendeu uma FC “de base”, com o &lt;i&gt;steampunk&lt;/i&gt; funcionando de maneira a cooptar leitores mais jovens, transcendendo o universo literário, com a estética influenciando a moda e os costumes.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_863668897"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://expresso.steambook.com.br/" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S_z7EzK0k1I/AAAAAAAAAJQ/ybg04JVatCw/s320/Exp1_3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fausto Fawcett veio na sequência, proferindo a frase da noite: &lt;i&gt;dentro de todo Jetson existe um Flintstone&lt;/i&gt;. Sugerindo que, mais que &lt;i&gt;steam&lt;/i&gt;, a FC é &lt;i&gt;StillPunk&lt;/i&gt;, por não conseguir se livrar completamente das tendências desconstrutivistas do&lt;i&gt; cyberpunk&lt;/i&gt;, Fawcett disparou uma sequência de frases instigantes e bem construídas, quase transformando o bate papo numa performance &lt;i&gt;per se&lt;/i&gt; e cortando qualquer vestígio de nerdice panelística. Falou-se de monarquia, de revolução industrial alternativa, de William Gibson, Bruce Sterling, Kim Newman e até, cáspita!, de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa talvez tenha sido a mesa onde o conceito de bate papo melhor funcionou, com os debatedores cedendo a palavra uns aos outros e tomando-a de volta eventualmente. Além disso, com certeza foi a mais bem sucedida no quesito “pescaria”, ou seja, aquele efeito que atrai o público incidental que está ali para ver os livros, mas acaba gostando do papo e se aproxima para ouvir um poucochito, coroando o final da &lt;b&gt;SpaceBlooks&lt;/b&gt;, que deixou todos com gosto de quero mais e melhores mundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar, gostaria de agradecer à Elisa Ventura e a toda a equipe da &lt;i&gt;&lt;a href="http://blooks.com.br/2010/05/21/spaceblooks-foi-bom-pra-voce/"&gt;Blooks&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, que funcionou como um relógio do século XXX, sempre a postos, com precisão e profissionalismo, mas principalmente vai aqui um afetuoso “muito obrigado” a Toinho Castro, que me contatou há meses, convidando a participar desse projeto sensacional. Valeu, cara, estou em dívida contigo. ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que venham outras jornadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-703930190168870966?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/703930190168870966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=703930190168870966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/703930190168870966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/703930190168870966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/05/spaceblooks-terceira-noite-steampunk.html' title='SpaceBlooks, terceira noite: Steampunk'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S_tK8lKogGI/AAAAAAAAAI4/0ApDWwMqMc8/s72-c/DSC06981.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5852861979269066727</id><published>2010-05-22T21:01:00.000-07:00</published><updated>2010-05-22T21:04:23.324-07:00</updated><title type='text'>E não é que este blog foi indicado ao prêmio Topblog?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.topblog.com.br"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S_io22cesQI/AAAAAAAAAIw/ydTx67OpoeA/s320/links.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474311007350206722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5852861979269066727?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5852861979269066727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5852861979269066727' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5852861979269066727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5852861979269066727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/05/e-nao-e-que-este-blog-foi-indicado-ao.html' title='E não é que este blog foi indicado ao prêmio Topblog?'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S_io22cesQI/AAAAAAAAAIw/ydTx67OpoeA/s72-c/links.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5134166287498952482</id><published>2010-05-14T22:18:00.000-07:00</published><updated>2010-06-24T11:15:55.373-07:00</updated><title type='text'>SpaceBlooks, segunda noite - Internet e Ficção Científica</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-9XvkneflI/AAAAAAAAAIo/b38XtTpkoFc/s1600/SpaceBlooks-2%C2%AANoite.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471688547073162834" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-9XvkneflI/AAAAAAAAAIo/b38XtTpkoFc/s320/SpaceBlooks-2%C2%AANoite.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Outra meia hora de atraso, mas cheguei à &lt;a href="http://blooks.com.br/onde-fica-a-blooks-livraria/"&gt;Blooks&lt;/a&gt; a tempo de um bate papo informal com os participantes da segunda mesa do evento &lt;a href="http://blooks.com.br/onde-fica-a-blooks-livraria/"&gt;SpaceBlooks&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://talkativebookworm.wordpress.com/"&gt;Ana Cristina Rodrigues&lt;/a&gt;, historiadora, escritora e agitadora &lt;span style="font-style: italic;"&gt;online&lt;/span&gt;, Fábio Fernandes, professor, tradutor, teatrólogo e escritor, dono dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;blogs&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.verbeat.org/blogs/pwt/" style="font-style: italic;"&gt;Post Weird Thoughts&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.verbeat.org/blogs/posestranho/" style="font-style: italic;"&gt;Pós Estranho&lt;/a&gt;, e &lt;a href="http://opiario.livejournal.com/"&gt;Saint-Clair Stockler&lt;/a&gt;, escritor e editor das antologias &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Imaginários I&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;II&lt;/span&gt;. Meu colega, Toinho Castro, entretido com um sanduíche, me afirmou que todos já estavam devidamente orientados a respeito dos temas e dos caminhos a seguir, mas ainda assim reiterei que o ponto a ser focado era a carreira de cada um ligada diretamente à internet. No recinto já havia quórum para começarmos o evento e essa noite mostrava um número maior de autores de gênero na platéia. Gérson Lodi-Ribeiro, que postou um belo relato da noite em seu &lt;a href="http://alternative-highwayman.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;blog&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, Max Mallmann e um reincidente Bráulio Tavares, entre outros, orbitavam os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;stands&lt;/span&gt; da livraria envoltos em um agradável burburinho pré-show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente do primeiro dia, não havia uma mesa enorme para os três convidados, mas um pequeno grupo de mesa e cadeiras ao mesmo nível da platéia, o que tornava o clima mais propício a um bate papo e liberava a livraria para que o público incidental circulasse pelas gôndolas. Munido de uma câmera digital emprestada por meu filho para a ocasião, dei início aos trabalhos da noite, apresentando os debatedores e reforçando a ligação de cada um com novas mídias e a internet em particular. Ana Cristina recebeu o microfone e desfiou suas aventuras como escritora submersa na rede &lt;span style="font-style: italic;"&gt;full time&lt;/span&gt;, com&lt;span style="font-style: italic;"&gt; blogs, Twitter, Orkut, Facebook&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;YouTube&lt;/span&gt;, mas que sempre encontra um meio de subir à superfície para lançar um ou dois livros “físicos”, sejam individuais ou antologias de autores diversos, que burilam os textos em oficinas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;online&lt;/span&gt;, como a &lt;a href="http://www.fabricadossonhos.org/"&gt;Fábrica dos Sonhos&lt;/a&gt;, gerenciada por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A platéia, dividida entre novatos, fãs e autores da Ficção Científica brasileira (ou, melhor dizendo, carioca) interrompeu diversas vezes, reiterando o clima benfazejo de conversa informal que era nosso objetivo desde o início. Chamou-me atenção o número de pessoas antenadas com o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;zeitgeist cyberpunk&lt;/span&gt;, trajando coturnos e sobretudos ou exibindo cortes de cabelo moicano, mas, ao contrário da noite anterior, havia pouca gente anotando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fábio Fernandes trouxe ao baile a experiência como desbravador dos caminhos cibernéticos e falou com propriedade sobre maneiras de se estabelecer como escritor num mundo onde fronteiras são cada vez mais tênues, seja entre países ou gêneros literários, apontando caminhos hoje mais verossímeis que há vinte anos, como o reconhecimento internacional de autores africanos ou brasileiros não apenas como elementos exóticos, mas como diferentes e válidas visões de um fazer literário. Ferrenho defensor da globalização no consumo da literatura, Fábio afirmou categórico que, em sua opinião, quem não souber ler em outras línguas não pode ter noção do universo contemporâneo de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muito esperar, Saint-Clair Stockler bateu bola enaltecendo qualidades da internet como celeridade em distribuição e contato, mas defendendo a resistência do livro físico enquanto objeto perfeito para uma leitura prazerosa. Comentou sobre o reconhecimento de seu trabalho pelo prestigioso caderno literário &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Prosa &amp;amp; Verso&lt;/span&gt;, do jornal &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Globo&lt;/span&gt;, e levantou a bandeira bauhausiana que apregoa que algumas vezes, no que diz respeito a textos de qualidade, “menos é mais”. Também defendeu alguma autonomia do escritor frente aos editores, pois às vezes o autor saberia exatamente que efeito quer causar com a forma de seu texto, e discorreu sobre os processos editoriais das antologias &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Imaginários&lt;/span&gt;, que contam com brasileiros e portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público, animado, bombardeou os debatedores com perguntas e trouxeram assuntos dos mais diversos, indo da competição entre &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Kindle&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;I-Pad&lt;/span&gt; até a possível existência de uma FC brasileira que usasse favelas como cenário e violência urbana. Foram citados diversos livros, tais como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brasyl&lt;/span&gt;, de Ian McDonald, e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tempos de Fúria&lt;/span&gt;, de Carlos Orsi, além de obras de Jeff Vandermeer, Dan Simmons, Cory Doctorow e Iain M. Banks, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falou-se da dificuldade de se escrever FC num presente com tantas características distópicas e cacotópicas, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;far future versus near future&lt;/span&gt; e construção de um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sense of wonder&lt;/span&gt; que não ressoasse a pastiche, com personagens de nome anglo saxão e coisas parecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem esperava um tipo de competição de agressividades entre Saint-Clair e Ana, decepcionou-se. Ambos comportaram-se de maneira elegante, deixando de lado eventuais divergências pessoais em prol de uma noite proveitosa onde o público foi quem mais lucrou com a experiência dos três. Aliás, que público... além dos já citados, marcaram presença o roteirista Patati, vencedor do prêmio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;HQ Mix&lt;/span&gt;, e Alexandre Mandarino, que foi editor do caderno de informática de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Dia&lt;/span&gt;. Também retornaram ao evento os escritores Ricardo França, Rafael Luppi e Rafael Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papo, bastante positivo, se extendeu noite adentro, até depois do encerramento oficial da segunda noite do SpaceBlooks, com o sorteio de mais um livro, dessa vez &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Anjo Exterminador&lt;/span&gt;, de Bráulio Tavares, que autografou o volume ali mesmo. Fábio Fernandes e Max Mallmann também distribuíram assinaturas a torto e a direito, pois alguns exemplares de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os Dias da Peste&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Centésimo em Roma&lt;/span&gt; foram vendidos no local graças àquela que talvez seja a prateleira sobre Ficção Científica brasileira mais completa, atualizada e variada de todas as livrarias do Rio, com obras de André Carneiro, Christina Lasaitis, Mary Elisabeth Ginway, Gérson Lodi-Ribeiro, Jorge Luis Calife, Ana Cristina Rodrigues e as antologias &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Imaginários&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Steampunk&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FC do B&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheio de fatos e fotos, retirei-me da Blooks às 22:40 hs, com a certeza que não apenas a segunda noite foi ótima, mas que a terceira noite do SpaceBlooks vai explodir a caldeira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5134166287498952482?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5134166287498952482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5134166287498952482' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5134166287498952482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5134166287498952482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/05/spaceblooks-segunda-noite-internet-e.html' title='SpaceBlooks, segunda noite - Internet e Ficção Científica'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-9XvkneflI/AAAAAAAAAIo/b38XtTpkoFc/s72-c/SpaceBlooks-2%C2%AANoite.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3987885739106590593</id><published>2010-05-11T20:18:00.000-07:00</published><updated>2010-05-11T20:53:03.418-07:00</updated><title type='text'>Ainda o símbolo da Vale (mas com um ponto positivo)</title><content type='html'>Todo mundo já viu a semelhança entre o símbolo da Vale e o daquela fábrica de sapatos, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-oe7cmKAbI/AAAAAAAAAII/RYZOf9MqSXI/s1600/LogoVale-Vitelli.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 271px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-oe7cmKAbI/AAAAAAAAAII/RYZOf9MqSXI/s320/LogoVale-Vitelli.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470218704032235954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto de nenhum deles, acho mal resolvidos. Mas adorei a adaptação feita para o 1º Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale. Isso sim é um símbolo impactante e representativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-olbqVrQ-I/AAAAAAAAAIY/4y-M0bhkGuk/s1600/SimboloVale.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 141px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-olbqVrQ-I/AAAAAAAAAIY/4y-M0bhkGuk/s320/SimboloVale.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470225854546789346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-olbdv1QtI/AAAAAAAAAIQ/nDIIK7A8ekU/s1600/Vale.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 254px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-olbdv1QtI/AAAAAAAAAIQ/nDIIK7A8ekU/s320/Vale.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470225851166835410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ri muito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3987885739106590593?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3987885739106590593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3987885739106590593' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3987885739106590593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3987885739106590593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/05/ainda-o-simbolo-da-vale-mas-com-um.html' title='Ainda o símbolo da Vale (mas com um ponto positivo)'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-oe7cmKAbI/AAAAAAAAAII/RYZOf9MqSXI/s72-c/LogoVale-Vitelli.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-5862352988400248981</id><published>2010-05-07T21:51:00.000-07:00</published><updated>2010-05-14T18:53:15.998-07:00</updated><title type='text'>SpaceBlooks: a primeira noite</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-3-aKtYSqI/AAAAAAAAAIg/bfGe9S08po0/s1600/SpaceBlooks-1%C2%AANoite.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 238px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-3-aKtYSqI/AAAAAAAAAIg/bfGe9S08po0/s320/SpaceBlooks-1%C2%AANoite.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471308847829764770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=CELDglXd20g"&gt;&lt;/a&gt;O combinado era chegar às 18:00hs para acertarmos o que falar, mas já sabia que seria impossível. Acabei aparecendo meia hora depois e dei com uma &lt;a href="http://blooks.com.br/2010/05/06/spaceblooks-e-nesta-quinta-e-tem-sorteio-de-1984/"&gt;Blooks&lt;/a&gt; em plena atividade. Falei com Elisa Ventura, dona da livraria, que me apontou a mesa onde se encontravam meu colega Toinho Castro e os convidados &lt;a href="http://mundofantasmo.blogspot.com/"&gt;Bráulio Tavares&lt;/a&gt;, escritor, músico e roteirista, e Eduardo Sousa Lima, jornalista e cineasta também conhecido como &lt;a href="http://azulejariaartisticaguerreiro.blogspot.com/2009/12/eduardo-souza-lima-o-ze-jose-carioca.html"&gt;Zé José&lt;/a&gt;. Presentes à mesa as namoradas de Toinho e Zé, que, vítimas de minha indelicadeza contumaz, acabaram não sendo apresentadas ao povo que foi chegando sorrateiro. Primeiro Luis Felipe Vasques, que demonstrou sua verve tradicional, depois Rafael Luppi, grande Lupo, meu colega e editor no site &lt;a href="http://www.hyperfan.com.br/"&gt;Hyperfan&lt;/a&gt;, que sempre que possível marca presença mesmo em  eventos improváveis como minha defesa de mestrado, em 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bate papo na mesa estava tão bom que perigamos perder a hora do evento. Como eu previa, necas do &lt;a href="http://www.animamundi.com.br/"&gt;César Coelho&lt;/a&gt; aparecer. Afinal, o cara vinha de uma ponte aérea e, de acordo com minha experiência, essas coisas são imprevisíveis e insuportáveis. Cheguei a afirmar ao Toinho que o esperava por volta de 20:30hs, mas que tinha certeza que viria, já que, quando fui responsável pela &lt;span style="font-style:italic;"&gt;SDesign&lt;/span&gt;, evento de design em Vitória, o animador e co-criador do Anima Mundi não decepcionou. Às 19:15hs, eu e Toinho decidimos dar início aos trabalhos com o Bráulio e o Zé José. Havia ainda um quarto convidado, o crítico Rodrigo Fonseca, que ligou avisando que não poderia comparecer, mas isso não me intimidou, pois sabia que podia contar com a destreza do Bráulio para abrir um evento desses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi quando percebi as presenças da historiadora, escritora e multimulher Ana Cristina Rodrigues, que participará da próxima mesa, no dia 13, e de Ricardo França, escritor bissexto e grande figura da Ficção Científica Brasileira. Os dois, juntamente ao Lupo e ao Felipe, mais tarde acrescidos do escritor e quadrinista Patati, formaram o núcleo da FCB durante toda a noite. Também presente o escritor Rafael Lima, autor de Aura de Asiris, um romance de Techno-Fantasy, segundo ele. Fiz uma pequena piada a respeito da profusão de subgêneros na literatura fantástica, mas o Rafael explicou que não haveria outra maneira de classificar sua obra e eu acatei antes de me dirigir à mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentei Toinho à platéia e ele, em resposta, me apresentou, convidando os visitantes incidentais que estavam por ali olhando livros a se acomodarem. A platéia rapidamente se estabilizou por volta das 30 pessoas, com acréscimos ocasionais. Logo o Bráulio assumiu o microfone, deliberando com muita propriedade sobre as diferenças de construção e concepção da ficção científica no cinema e na literatura, tema que perpassaria toda a noite em diversos momentos. No meio da fala inicial do Bráulio, chegou César Coelho, esbaforido, mas com o sorriso onipresente. A mesa, afinal, estava de acordo com o que havíamos imaginado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zé José herdou o microfone e discorreu sobre sua visão de uma ficção científica que é voltada para o futuro, mas pensa o presente, exemplificando com a série clássica de Star Trek. Zé também discorreu sobre os percalços de seus projetos pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César levantou diversas provocações, citando Arthur Clarke e Riddley Scott, afirmando que a ficção científica é o discurso preferido da maioria dos animadores iniciantes, incluindo a si próprio, cujo primeiro curta foi sobre um supercomputador tornado deus por uma tribo perdida. Acrescentou que a tecnologia contemporânea, apesar de facilitar uma inserção no mercado de animação, muitas vezes banaliza o resultado dos projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegando a trilha da tecnologia, Bráulio postulou que o grande salto da ficção científica não foi a nave espacial e sim o celular e Eduardo Lima apontou as diferenças entre um futuro esperado/projetado e um presente que mantém semelhanças com a idéia de futuro de antigamente, mas que é introjectado, voltado, por assim dizer, ao &lt;span style="font-style:italic;"&gt;innerspace&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aberta a sessão para o público, um rapaz arriscou com uma pergunta sobre computação e tecnologia que vai e volta. César respondeu bem falando sobre a eventual incapacidade de um autor em visualizar o futuro e citou Alien, de Riddley Scott, que exibia computadores de bordo com telas de fósforo nos monitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dei vazão a uma vontade que Bráulio e César comparassem seus trabalhos de criação em Hoje é Dia de Maria e O Romance da Pedra do Reino. Para se ter noção, o assunto foi até Tim Burton, fez uma curva acentuada, falou-se sobre Avatar e, mais uma vez, descambou para as questões de produção, o que foi ótimo. Toinho citou Farenheit 451, de Ray Bradbury e François Truffaut, e discorreu sobre a versão cinematográfica e a situação constrangedora de não existir uma boa mostra dos livros que, muitas vezes, servem de base para essas super (ou nem tão super assim) produções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Lima aproveitou a deixa e perguntou o que os debatedres achavam da nova safra de escritores de gênero. Bráulio, sempre um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;gentleman&lt;/span&gt;, desviou da conversa e não respondeu diretamente, preferindo falar sobre William Gibson. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando, uma moça da platéia apontou a facilidade de lidar com desenhos japoneses apesar de seu imaginário potencialmente estranho ao público ocidental. Foi quando Bráulio soltou a segunda melhor frase do dia, afirmando que considerava o surgimento de criatividade na televisão um evento próximo ao milagre de Fátima, quando as crianças viram a virgem Maria. Era algo desejável, mas que parecia raro e distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Findas as questões, houve o sorteio de um livro de Philip K. Dick para alguém da platéia. O vencedor foi o número 24, o que gerou a melhor frase da noite (e piada imediata), por Luis Felipe: “o 24 levou Dick”. Ao som das gagalhadas, terminou a primeira noite do evento SpaceBlooks, que prometeu novas palestras, novas civilizações, audaciosamente indo aonde muita gente nunca pensou que poderia viajar&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=CELDglXd20g"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-5862352988400248981?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/5862352988400248981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=5862352988400248981' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5862352988400248981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/5862352988400248981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/05/o-combinado-era-chegar-as-1800hs-para.html' title='SpaceBlooks: a primeira noite'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S-3-aKtYSqI/AAAAAAAAAIg/bfGe9S08po0/s72-c/SpaceBlooks-1%C2%AANoite.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-6287506715618350706</id><published>2010-03-26T11:14:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T20:02:48.107-07:00</updated><title type='text'>DAN’S JOURNEY: Interview with Dan Fraga</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S60YN4fLRqI/AAAAAAAAAH4/IOZHiGLPsgY/s1600/DanFraga.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 234px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S60YN4fLRqI/AAAAAAAAAH4/IOZHiGLPsgY/s320/DanFraga.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453041350596052642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Dan Fraga is one of the popular comic artists that started in the American industry back in the 1990’s, during the golden days of Image comics. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With a wide range of work that includes CGI based comics and different styles and themes that vary from traditional super-hero slugfests to radical Sci-Fi scenarios, he is now working in regular basis for the Big Two, Marvel and DC Comics, but is plenty of plans for the future. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Here he will talk about his early days, his works for Rob Liefeld and his literary influences, that include Joseph Campbell and William Gibson. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With you, Dan Fraga! &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Octavio Aragão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; – Hi, Dan! Good to have you here! First of all, please, can you talk a little about your career? How did you begin in the comics industry? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dan Fraga&lt;/span&gt; – When I was 13 I decided I wanted to be a comic book artist. 1986 was the year and THE DARK KNIGHT RETURNS was the book. I know that I don't have to elaborate, because so many people feel the way I do about THE DARK KNIGHT. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 1988 I got to see my first comic convention. It was Wonder-Con #2. I got to meet so many creators at that show. Arthur Adams, Bob Shreck, Larry Marder, Michael Kaluta, Sergio Aragones , Erik Larsen, and Ron Lim... it was amazing. It was at that show that I was certain that I wanted to draw comics. In 1988 I made my first zine, it was called CHESSKNIGHT VIEWS. It featured an interview with the great Carl Potts. That interview is still one of the best pieces of advice for aspiring comic book artists. Carl knows his stuff. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 1989 I went to another convention where I met Rob Liefeld for the first time. The dude was really cool. He was one of the few creators who really seemed to care when he gave you a critique of your work. He'd suggest books and artists and was really specific with his advice. I found that to be very encouraging and refreshing. Most of the time I'd show my work and get replies from the editor that sounded exactly the same as the one he gave the ten guys who showed their work before me. Rob's advice was really tailored for the person he was critiquing. I was a really grateful for his time and for his attention to my work. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My buddy Mike, who went to the show with me, bought a sketch from Rob that was drawn on the back of his personal stationary. It had Rob's number and address on it. I took that opportunity and called Rob that following week to thank him for his time. He was gracious and took my call and was really cool about a stranger calling his house. I started sending him more of my pages and drawings as I'd get them done. I'd send a fax daily when I was on lunch break in high school. I was a pest. Seriously. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That's when I got to meet Marat Mychaels. He was Rob's assistant at the time. Marat and I became friends over the phone and used to talk shop all of the time. We were about the craft. Every aspect of it. It was a really cool time to be into comics. The time before Image Comics happened, 1991, I had just graduated from High School and I was walking into the new exhibition hall for the San Diego Comic-Con. T2 opened that weekend. Man, it was cool. I ran into Rob and Marat and they had told me how they were going to start a comic studio and wanted to tell me about it. This was the first time I had heard about what would later become Extreme Studios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This wasn't the only excited news that I had heard at that show. I had done samples for the show and I had shown them to DC comics editors Neil Pozner and Brian Augustyn. They were so pleased with the samples that they gave me a tryout story. It was the one they gave to guys that showed potential, the JLA carnival story. I sent in my pages and I hadn't heard anything back. I was a little discouraged but I still kept plugging away and inquiring with both DC and Rob about a job. In February of 1992 I got that break. Rob Liefeld had asked me to join Extreme Studios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt; – What was your favorite gig till today? &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DF&lt;/span&gt; – I liked KID SUPREME. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt; – As we can see through your work in &lt;a href="http://www.atomicavenue.com/atomic/titledetail.aspx?TitleID=12260"&gt;GEAR STATION&lt;/a&gt;, you are an enthusiast of the possibilities of CGI Comics. Do you believe that the Internet - with the web comics - could be the answer to the industry?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DF&lt;/span&gt; – No. I think the industry is in a time of healing from the abuse it had in the 90's and is on it's way to full recovery. CGI is a tool, and that's it. It all comes down to the story and art. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S60Y7CHFz0I/AAAAAAAAAIA/HkyU9gSNhHM/s1600/fraga.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 207px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S60Y7CHFz0I/AAAAAAAAAIA/HkyU9gSNhHM/s320/fraga.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453042126273498946" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt; – Personally, I think GEAR STATION was your best work to date, with lots of great backgrounds and an interesting character design. Why do you put it aside and went back to the majors? It wasn't worth the effort? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DF&lt;/span&gt; – Low sales. I was going broke, working 16 hour days. I have a wife and a mortgage. I had to do something. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt; – You are a great fan of Sci-Fi and Fantasy, such as Star Wars and Lord of The Rings. I even can notice a heavy influence of the SW narrative structure in GEAR STATION. Do you also read Science Fiction and/or Fantasy? Or your basic influences are movies?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DF&lt;/span&gt; – I actually got the structure from Joseph Campbell's A HERO’S JOURNEY. I like movies and Sci-Fi novels. Especially William Gibson. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt; – Ok,  let's talk about the future. How do you see the future of American Comics and what's your plan for the next years?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DF&lt;/span&gt; – American Comics are maturing. Almost too much. I think they are going to snap back to the more exciting fun stories. Jim Lee's Batman is the herald for this. My plans are DARWIN LIGHTWING and doing the best work I can.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-6287506715618350706?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/6287506715618350706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=6287506715618350706' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6287506715618350706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/6287506715618350706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/03/dans-journey-interview-with-dan-fraga.html' title='DAN’S JOURNEY: Interview with Dan Fraga'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S60YN4fLRqI/AAAAAAAAAH4/IOZHiGLPsgY/s72-c/DanFraga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3929760049995787868</id><published>2010-03-21T20:20:00.000-07:00</published><updated>2010-03-26T09:31:25.368-07:00</updated><title type='text'>FLÉAU DANS L'ESPACE: Interview avec Valérie Mangin</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S6bqsgAlVaI/AAAAAAAAAHo/4v676i5am3Q/s1600-h/64.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 230px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S6bqsgAlVaI/AAAAAAAAAHo/4v676i5am3Q/s320/64.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451302449206089122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt; Elle est une jeune scénariste avec beaucoup de talent. Son Bande Dessinée avec dessinateur Aleksa Gajic, LE FLÉAU DE DIEUX, est publiée dans Brésil pour DEVIR EDITORA et est un fantastic travaille d'art et texte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alors, mes amies, pour la première tour pour le publique brésiliéne, Valérie Mangin...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;*************************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OCTAVIO ARAGÃO&lt;/span&gt;: Pour commencer, Valérie, cette est - je crois - votre premiére interview pour les lecteurs du Brésil... nous avons commencer pour une "petite resumée". Comme vous avez initiée votre carriére avec les Bandes Dessinées?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VALÉRIE MANGIN&lt;/span&gt;: Oui, c'est ma première interview destinée aux lecteurs brésiliens. Ça me fait très plaisir. Je dois dire que c'est une sensation étrange et excitante en même de penser que l'on lit le Fléau à l'autre bout du monde!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En fait j'en suis venue à faire carrière dans la Bande dessinée un peu par hasard. Je suis une grande fan de BD depuis très longtemps mais je ne pensais pas franchir le pas et devenir auteur. J'ai une formation d'historienne et je devais en toute logique devenir conservatrice ou professeur. Seulement voilà, en 1998, j'ai rencontré Denis Bajram dont je suis devenue la compagne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À l’époque il commençait UW1 et avait le projet d’adapter l’histoire d’Attila dans l’espace pour un jeune dessinateur serbe, Aleksa Gajic. Je devais juste lui fournir la documentation puisque c’était un sujet que je connaissais bien. Mais, UW1 lui prenait beaucoup de temps et de fil en aiguille je suis devenue sa co-scénairiste.&lt;br /&gt;Nous avons commencé à travailler avec Aleksa mais la guerre ONU-Serbie a coupé court à notre collaboration. Internet ne fonctionnait plus et nous avons perdu tout contact avec Aleksa pendant plus de 8 moins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pendant ce temps, Denis s'était définitivement tourné vers sa propre série de science-fiction et moi j'avais pris goût au scénario. Il m'a donc abandonné l'histoire d'Attila et je l'ai entièrement remaniée à mon idée. Quand nous avons retrouvé Aleksa, j'avais finalisé le projet. Il était d'accord pour travailler uniquement avec moi et Soleil était d'accord pour nous éditer.&lt;br /&gt;C'était parti ! :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S6bq-hwFMWI/AAAAAAAAAHw/_WDfPbSzIwI/s1600-h/1762.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 230px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S6bq-hwFMWI/AAAAAAAAAHw/_WDfPbSzIwI/s320/1762.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451302758911390050" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Je crois que "Le Fleu des Dieux" est basée dans une idée de votre mari, Denis Bajran. Comme vous avez croiée l’universe de cette séries? Vous avez prenez la vie d’Attila et racontez l’histoire sur une ambience de Science Fiction ou c’est ça une autre alternative plus complexe?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VM&lt;/span&gt;: Ça été plus complexe. Sans dévoiler le dénouement de la série, je peux dire qu'elle ne raconte pas juste l'histoire d'"Attila dans l'espace". Bien sûr, ceci est le point de départ, je me suis donc basée sur mes connaissances du dernier siècle de l'empire romain et de la biographie d'Attila pour bâtir l'intrigue apparente du Fléau (la lutte du roi hun Attila contre le Romain Flavius Aetius) et pour créer l'Orbis, mon empire romain galactique. Après j'ai laissé libre cours à mon imagination pour répondre à des questions du genre: et si les Romains avaient eu des vaisseaux spatiaux, qu'est-ce que ça aurait changé ? Et si les Huns pouvaient s'attaquer à des planètes entières ? etc.&lt;br /&gt;Ça a été la partie la plus amusante. Enfin, j'ai essayé de trouver un sens à tout cela. Comment, pourquoi l'histoire pourrait-elle se rejouer? Réponse à la fin de la série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt;: Comme est votre travaille avec dissinateur Aleksa Gaijic? Comme&lt;br /&gt;est l'industrie BD aujourd'hui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VM&lt;/span&gt;: Aleksa et moi travaillons par internet. Je lui envoie mon scénario, un découpage dialogué à la case. En général, il est d'accord avec lui et passe directement au crayonné de la page sinon évidemment nous en discutons par mail. Nous parlons aussi du crayonné puis de la réalisation finale dont Aleksa m'envoie toujours le scan. Quand nous sommes tous les deux contents, les pages partent de Belgrade pour Toulon dans le sud de la France où se trouve Soleil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nous avons la chance d'avoir un éditeur qui intervient très peu sur notre travail et nous laisse une liberté quasiment entière. L'industrie BD a été très florissante ces dernières années. Jamais on a publié autant d'albums. Cela a facilité la publication de livres de nouveaux auteurs comme nous. Mais certains craignent que cela ne déclenche à terme une grave crise de surproduction. "Alea jacta est" comme disait César.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt;: Vous avez participée de les projets de votre mari aussi? Je peau dire que UNIVERSAL WAR I, de Denis Bajran, est une grand livre... Vous avez quelque participatión sur la confección? Et vous avez autre travailles avec lui?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VM&lt;/span&gt;: En fait, Denis est juste intervenu au début de l'élaboration du Fléau. Il n'y a bien que l'idée "Attila dans l'espace" qui soit encore de lui dans la mouture finale.&lt;br /&gt;De mon côté, je ne suis absolument pour rien dans UW1: Denis avait entièrement écrit le synopsis avant qu'on se rencontre. Depuis, je n'ai fait que lettrer les bulles. Bien sûr comme nous travaillons dans la même pièce à la maison, il nous arrive souvent de discuter de nos travaux respectifs mais cela ne va pas plus loin. Nous hésitons beaucoup à travailler ensemble sur le même projet : mêler vie privée et vie professionnelle n'est pas toujours une bonne idée. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt;: Et sur le future? Que est-ce son les proxaine projets?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VM&lt;/span&gt;: Aleksa et mois sommes en train de terminer le tome 4 du Fléau, celui où Attila et Flavia? non rassurez-vous je ne vous raconterai pas ce qu'ils deviennent dans la suite de la série. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parallèlement, j'ai commencé une autre histoire d'antiquité spatiale : "Le Dernier Troyen". Le héros, Énée, va parcourir l'espace en quête de la planËte où aura lieu la Refondation de Rome, après la chute de sa propre planète, Troie, face aux Grecs d'Ulysse. Ce sera moins historique et plus mythique que le Fléau, dans l'esprit d'Homère (Odyssée) et de Virgile (Énéide). Ce sera dessiné par un jeune dessinateur: Thierry Demarez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfin, j'ai écrit un conte fantastique sans rapport avec la science-fiction : "Petit Miracle". Dessiné par Griffo, ce sont les aventures dramatiques d'un enfant né la tête séparée du corps en 1767 à Paris. Tout le monde ou presque le prend pour un démon et il doit apprendre à faire face à la cruauté des "gens normaux".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;OA&lt;/span&gt;: Merci beaucoup, Valérie! Et congratulations pour le fantastique travaille!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3929760049995787868?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3929760049995787868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3929760049995787868' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3929760049995787868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3929760049995787868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/03/fleau-dans-lespace-interview-avec.html' title='FLÉAU DANS L&apos;ESPACE: Interview avec Valérie Mangin'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S6bqsgAlVaI/AAAAAAAAAHo/4v676i5am3Q/s72-c/64.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-3770411530761903903</id><published>2010-03-12T16:10:00.000-08:00</published><updated>2010-03-12T16:27:30.828-08:00</updated><title type='text'>Minha palestra sobre o filme Stalker no Ciência em Foco</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S5rZkc3QYaI/AAAAAAAAAHg/6TUF4bOqtDs/s1600-h/cartaz_abril10_2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S5rZkc3QYaI/AAAAAAAAAHg/6TUF4bOqtDs/s320/cartaz_abril10_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447905919504507298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Programe-se para o feriado! Como parte da exposição Energia Nuclear, o &lt;a href="http://cineclubecienciaemfoco.blogspot.com/2010/03/cineclube-discute-como-seria-viver-num.html"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ciência em Foco&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; exibe no dia 3 de abril um dos mais famosos filmes de ficção científica de todos os tempos. Do diretor Andrei Tarkovsky: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=u-Vz1sdJdiM&amp;feature=related"&gt;Stalker&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Após a sessão, o professor de Comunicação da UFRJ, Octavio Aragão, apresenta a palestra &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Garimpando o imponderável: a energia limpa e a sociedade suja&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Stalker&lt;/span&gt;, um misterioso acidente origina um território proibido: a "Zona". Muitos tentam entrar no local para chegar ao “Quarto”, onde supostamente os desejos íntimos de cada um seriam realizados. O exército é acionado para garantir a segurança local, mas não é capaz de impedir que um “stalker” experiente, juntamente com um escritor e um físico, invadam a área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do cenário pós-apocalíptico do filme, repleto de usinas elétricas, fábricas desativadas, cemitérios de tanques e ruínas de construções, Octavio Aragão discute as possíveis consequências de se criarem equipamentos capazes de livrar o mundo da poluição. Octavio faz um paralelo com o romance que deu origem ao filme: &lt;a href="http://www.cca.org/cm/picnic.pdf"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Roadside Picnic&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, dos irmãos Strugatsky. A partir desta fábula sobre o desejo de transcendência do homem e suas amarras à materialidade, a questão que se coloca é: será que estaríamos preparados para um mundo limpo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-3770411530761903903?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/3770411530761903903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=3770411530761903903' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3770411530761903903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/3770411530761903903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/03/minha-palestra-sobre-o-filme-stalker-na.html' title='Minha palestra sobre o filme Stalker no Ciência em Foco'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/S5rZkc3QYaI/AAAAAAAAAHg/6TUF4bOqtDs/s72-c/cartaz_abril10_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-8240556559581038760</id><published>2010-03-10T19:46:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T19:52:36.592-08:00</updated><title type='text'>O amanhã é ontem</title><content type='html'>Ontem eu e Diego Novaes conseguimos oficializar o Núcleo de Pesquisa e Extensão de Arte Sequencial da UFRJ. Só isso, junto com um certo evento que vem por aí, já me deixou feliz com este ano que começa e que deixa o futuro com gosto de coisa corriqueira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-8240556559581038760?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/8240556559581038760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=8240556559581038760' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8240556559581038760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/8240556559581038760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/03/o-amanha-e-ontem.html' title='O amanhã é ontem'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7727739635108080367</id><published>2010-02-06T19:33:00.000-08:00</published><updated>2010-02-06T19:40:12.738-08:00</updated><title type='text'>Nasce uma coluna</title><content type='html'>Recebi um convite irrecusável do velho amigo e parceiro rock’n roll Jorge Gitto Nunes para contribuir com uma coluna quinzenal em sua publicação &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;a href="http://www.acheiusa.com/"&gt;AcheiUSA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, sediada na Flórida. Como toda proposta faustiana, as vantagens são inúmeras e meu já combalido tempo periga sofrer ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, já saiu a primeirona, com o título &lt;a href="http://www.acheiusa.com/acheiusa/achei-colunistas-octavio.asp"&gt;À Sombra dos Alienígenas em Flor&lt;/a&gt;, mesclando &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Avatar&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aliens&lt;/span&gt;, clichês e nostalgia. Espero que curtam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-7727739635108080367?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.acheiusa.com/acheiusa/achei-colunistas-octavio.asp' title='Nasce uma coluna'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/7727739635108080367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=7727739635108080367' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7727739635108080367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7727739635108080367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2010/02/nasce-uma-coluna.html' title='Nasce uma coluna'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7719933830598059580</id><published>2009-12-29T07:54:00.000-08:00</published><updated>2009-12-29T10:00:20.129-08:00</updated><title type='text'>Os livros de 2009</title><content type='html'>Seguindo a a proposta do &lt;a href="http://verbeat.org/blogs/pwt/2009/12/2009_in_review_-_my_lists_part_4.html"&gt;Fábio Fernandes&lt;/a&gt;, do &lt;a href="http://epistemonikephantasia.wordpress.com/2009/12/27/leituras-2009/"&gt;Lúcio Manfredi&lt;/a&gt;, da &lt;a href="http://www.giseliramos.com.br/blog/2009/12/lista-de-leituras-de-2009/"&gt;Giseli Ramos&lt;/a&gt; e da sensacional compilação de lançamentos brasileiros estruturada por &lt;a href="http://comunafc.wordpress.com/2009/12/26/adeus-ano-velho-feliz-ano-novo/"&gt;Ana Cristina Rodrigues&lt;/a&gt;, resolvi listar as leituras do ano. Vergonhosamente, não cheguei à metade dos colegas, mas creio que a qualidade geral é boa. Percebe-se uma tendência a certos autores, como Pérez-Reverte e Harry Turtledove, mas os livros teóricos também tiveram destaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde já prometo que, em 2010, se tudo der certo, ombrearei os colegas e alcançarei a meta de 100 livros lidos. Isso, claro, se as crianças deixarem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/Szo1lWuXssI/AAAAAAAAAHY/tJEP6aqxLgw/s1600-h/maquina_de_hye.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 215px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/Szo1lWuXssI/AAAAAAAAAHY/tJEP6aqxLgw/s320/maquina_de_hye.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5420704017365316290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;42 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Máquina de Hyerónimus e Outras Histórias&lt;/span&gt; André Carneiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;The Fawcett Companion - The Best of FCA&lt;/span&gt; P. C. Hammerlinck org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Galeria do Sobrenatural &lt;/span&gt;- Sílvio Alexandre Org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Evolução da Escrita História Ilustrada&lt;/span&gt; Carlos Horcades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Best-Seller: A Literatura de Mercado&lt;/span&gt; Muniz Sodré&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Território de Bravos&lt;/span&gt; Luiz Gê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;La Divina Increnca&lt;/span&gt; Juó Bananére&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;XIII&lt;/span&gt; W. Vance e J. Van Hamme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Portal Stalker&lt;/span&gt; Nelson de Oliveira org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33 – &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Que É Design Gráfico&lt;/span&gt; Quentin Newark&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os Detetives Selvagens&lt;/span&gt; Roberto Bolaño&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Novos Fundamentos do Design&lt;/span&gt; Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veja Como Se Faz&lt;/span&gt; Derek Fagerstrom, Lauren Smith &amp; The Show Me Team&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Grid: Construção e Desconstrução&lt;/span&gt; Timothy Samara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28 -  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Princesa de Marte&lt;/span&gt; Edgar Rice Burroughs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Futuro Presente&lt;/span&gt; Nelson de Oliveira - org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dom Casmurro&lt;/span&gt; Joaquim Maria Machado De Assis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;The Man With The Iron Heart&lt;/span&gt; Harry Turtledove&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Wordless Diagrams&lt;/span&gt; Nigel Holmes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Our Gods Wear Spandex: The Secret History of Comic Book Heroes&lt;/span&gt; Chris Knowles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Structural Fabulation: An Essay on Fiction of the Future (Ward-Phillips Lectures in English Language and Literature ; V. 7)&lt;/span&gt; Robert E. Scholes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Limpeza de Sangue (Aventuras do Capitão Alatriste)&lt;/span&gt; Arturo Perez-Reverte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Opening Atlantis&lt;/span&gt; Harry Turtledove&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Signo de Três&lt;/span&gt;  Umberto Eco - Thomas A. Sebeok&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Mestre de Esgrima&lt;/span&gt; Arturo Perez-Reverte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Cavaleiro Inexistente&lt;/span&gt; Italo Calvino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Capitão Alatriste&lt;/span&gt; Arturo Perez-Reverte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Terceiro Tira&lt;/span&gt; Flann O'Brien&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AnaCrônicas&lt;/span&gt; Ana Cristina Rodrigues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 -&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Lost Girls&lt;/span&gt; Alan Moore e Melinda Gebbie&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Dança da Morte&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  Stephen King&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Celular&lt;/span&gt; Stephen King&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Carta Esférica&lt;/span&gt; Arturo Perez-Reverte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Jangada de Pedra&lt;/span&gt; Jose Saramago&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Little Scarlet: An Easy Rawlins Novel&lt;/span&gt; Walter Mosley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Quadro Flamengo&lt;/span&gt; Arturo Perez-Reverte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;As Lanças Coloradas&lt;/span&gt; Arturo Uslar Pietri&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/SzopTOJhkeI/AAAAAAAAAHQ/S3eaOVFK6zk/s1600-h/c1089.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 222px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/SzopTOJhkeI/AAAAAAAAAHQ/S3eaOVFK6zk/s320/c1089.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5420690511686111714" /&gt;&lt;/a&gt; 5 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Alemanha de Hitler&lt;/span&gt; Roderick Stackelberg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Dilema de Shakespeare&lt;/span&gt; Harry Turtledove&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Agulha Oca&lt;/span&gt; Maurice Leblanc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 -&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; A Poética do Espaço&lt;/span&gt; Gaston Bachelard&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Para Ler Como Um Escritor: Um Guia Para Quem Gosta de Livros e Para Quem Quer Escrevê-los&lt;/span&gt; Francine Prose&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4024503125730472732-7719933830598059580?l=octavioaragao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://octavioaragao.blogspot.com/feeds/7719933830598059580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4024503125730472732&amp;postID=7719933830598059580' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7719933830598059580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4024503125730472732/posts/default/7719933830598059580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://octavioaragao.blogspot.com/2009/12/os-livros-de-2009.html' title='Os livros de 2009'/><author><name>Octavio Aragão</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15481367878189492527</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_iHeDAVYUwQo/SESgwhQ96WI/AAAAAAAAAAk/O6RCkR5O4ao/S220/OctavioLivro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_iHeDAVYUwQo/Szo1lWuXssI/AAAAAAAAAHY/tJEP6aqxLgw/s72-c/maquina_de_hye.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4024503125730472732.post-7273050858267556707</id><published>2009-12-09T15:09:00.000-08:00</published><updated>2009-12-11T05:19:21.963-08:00</updated><title type='text'>Piratas pirateados</title><content type='html'>Falando em inspirações, alguém lembra da &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=noJUEHq65Bg"&gt;abertura engraçadíssima&lt;/a&gt; do velho &lt;span style="font-style:italic;"&gt;TV Pirata&lt;/span&gt;? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Muito parecida com esse &lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=HMBd2PWMUcU&amp;NR=1"&gt;sketch&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; do Monty Python, no filme &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Sentido da Vida&lt;/span&gt;, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois o Tom Leão, velho companhero da redação de O Globo, percebeu a mesma influência no &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=uTxythHY09k"&gt;clipe&lt;/
