sexta-feira, 16 de julho de 2010

Algumas críticas (só algumas) a gente repercute

 
“A ficção científica, em outras palavras, inclui tudo”
Isaac Asimov

Gilberto Schoereder, autor de um dos livros seminais de crítica brasileira sobre ficção de gênero, o clássico Ficção Científica, de 1986, me surpreendeu com uma pequena resenha de meu romance A Mão que Cria, de 2006, em seu site Vímana. Reproduzo abaixo, todo orgulhoso, o texto do mestre.


***

Mão Que Cria, A – 2006, Octavio Aragão. Unicórnio Azul/ Ed. Mercuryo. 159 páginas.


No prefácio do livro, o escritor Gerson Lodi-Ribeiro explica que Octavio Aragão foi o iniciador do primeiro projeto multimídia e universo ficional compartilhado de literatura fantástica brasileira, a Intempol. Neste livro, ele parte para a ficção alternativa, um tipo de história que se "apropria" de personagens literários de outras histórias, de outros escritores, e faz com que assumam papéis de personalidades históricas, misturando suas atuações com a de personagens históricos reais. Assim, o próprio Júlio Verne se torna um dos personagens centrais do livro, e um personagem como o dr. Moreau, do livro de H. G. Wells, se torna fundamental, uma vez que suas experiências mudam o mundo descrito no romance. Submarinos semelhantes ao Nautilus do Capitão Nemo, experiências genéticas que criam uma nova raça submarina e maravilhas da tecnologia só vistas nos romances de ficção de Verne e Wells, povoam esse universo elaborado por OA. Um livro que não pode deixar de ser lido, porque de fato traz um novo tipo de proposta para a fc nacional, e com muita qualidade.

3 comentários:

Frederico J. disse...

Boa Tarde

Onde posso arranjar o livro de Octavio Aragão em Portugal?
Cumps
Frederico J.
jverne@portugalmail.pt

Octavio Aragão disse...

Olá, Frederico!
Em Portugal, creio, não existe possibilidade fora das lojas virtuais. Já tentou a Saraiva? http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ESTRUTN1=0301&ORDEMN2=E&PALAVRASN1=a+m%E3o+que+cria&image2.x=0&image2.y=0&ORDEMN2=E&FILTRON1=X

Luiz Felipe Vasques disse...

Parabéns pela resenha, meu velho, mais do que merecido!

E também é legal saber do Schroeder, eu tenho o livro dele, é bom saber que ele ainda está por ai!