quinta-feira, 26 de maio de 2011

ArteFórum UFRJ - Fórum de Ciência e Cultura



ARTEFÓRUM
PALÁCIO UNIVERSITÁRIO DA PRAIA VERMELHA - UFRJ
FÓRUM DE CIÊNCIA E CULTURA DA UFRJ
DIAS 4 E 5 DE JUNHO DE 2011
Av. Pasteur, 250 - Urca


PROGRAMAÇÃO

DIA 4 - sábado

10h - Abertura: Beatriz Resende e Denilson Lopes (Curadores)
Cristiane Costa (Curadora do Núcleo de Literatura Digital)
Ângela Leite Lopes (Curadora do Núcleo Performance)
Katia Maciel (Curadora do Núcleo Transcinema)
Samuel Araújo (Curador do Núcleo Paisagens Sonoras)
Glória Ferreira (Curadora do Núcleo Instalações)
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto
10h às 14h – Workshop de Criação Literária: a construção da narrativa dinâmica e como publicá-la na internet , com Ana Paula Maia – Núcleo Literatura Digital
Introdução à história do folhetim e à abordagem prática de uma construção narrativa, além de sua adaptação para a web. Utilizando a ferramenta blogspot, os alunos criarão uma história durante a aula e, por fim, irão publicá-la na internet em capítulos curtos em série. Local: Sala 206 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

10h às 14h – Oficina Narrativa para HQ, com Octávio Aragão – Núcleo Literatura Digital
A produção de uma série de cinco sequências de histórias em quadrinhos de três quadros, desenhados ao vivo pelo quadrinista durante a apresentação, servirá à demonstração do processo de compreensão e leitura de uma sequência de HQ. Com base em textos de Violette Morin, Scott McCloud, Will Eisner e Moacy Cirne, o artista demonstrará que o desenho, independentemente de sua qualidade técnica, pode ser adaptado à necessidade narrativa de qualquer comunicador. Local: Sala 210 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

11h30 às 12h30 - Intervenção crítica de Daniel Link, “Arte y técnica hoy: Youtube, el Neolítico superior” [Arte e técnica hoje: YouTube, o Neolítico superior]
Eric Hobsbawm uma vez afirmou que o período pós-guerra (e com maior intensidade a década de 1960 e a cultura a ela associada, a cultura pop) era equivalente ao Neolítico. Poder-se-ia pensar que, em efeito, as transformações tecnológicas envolvidas em ambos os períodos são de tão vasto alcance e transformam de maneira tão radical a qualidade do viver que as experiências dessas eras poderiam ser comparáveis. Mas se poderia assinalar, ao menos, uma diferença: o Neolítico marchou para a escritura (quer dizer, para seu próprio fim),  enquanto a cultura pop marcha para o YouTube (quer dizer, para sua perpetuação indefinida).
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

14h às 18h - MixLit: Oficina de Mash-Up e Remix Literário, com Leonardo Villa-Forte – Núcleo Literatura Digital
Reconstrução literária e novas práticas de criação são propostas a partir da leitura e da internet numa relação de contaminação entre textos/livros e novas mídias, através de intervenções práticas nos conteúdos e formas dos textos. A ação remete à remixagem de músicas por DJs e toma em consideração uma visão de literatura como um jogo, onde o papel do leitor é o de um co-criador que dialoga, inseparavelmente, com os textos e com suas inclinações pessoais. Como disparador da oficina, temos o trabalho realizado pelo site http://mixlit.wordpress.com e a produção e debate de textos semelhantes aos do MixLit, organizados pelos participantes sob orientação do ministrante.
Local: Sala 206 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

14 às 18h – Gamerama Workshow: coletivo de desenvolvimento de narrativas para jogos, com Guilherme Xavier e Arthur Protásio – Núcleo Literatura Digital
O evento é uma introdução à prática de criação e de desenvolvimento de jogos para jovens, por meio da metodologia lúdica de produção de histórias com atividades dinâmicas e objetivas. Serão apresentadas as ferramentas básicas de criação (argumento, imagem e interação), com a realização de uma narrativa completa pelo grupo.
Local: Sala 210 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

14h às 16h – Sequência de Intervenções - Núcleo Performance
“Cena para um figurino 2”, de Desirée Bastos, com Suzana Nascimento
Resumo: Projeto de performance que propõe interdisciplinaridade entre artes plásticas e teatro por meio de um figurino-instalação.  No centro de sua ideia está a criação de cenas a partir da interação do intérprete com o figurino, além da modificação do espaço pela ligação direta do figurino com o ambiente por meio de cabos.  A criação de espacialidade se dá pelas linhas que desenham o espaço enquanto o performer cria as cenas pela interação com a veste. A intervenção possui uma forma abstrata, maleável, ligada ao espaço por elásticos e funciona como uma obra aberta, podendo ser modificada a partir do momento em que é vestida.
Local: Hall do Instituto de Economia

"Caixa preta", coreografia de Lara Seidler e Patrícia Pereira, performance de Lara Seidler
Naquele pequeno lugar escuro o mundo não pode me ver. Ali, eu me escondo da razão e deixo os pensamentos e o corpo perambularem livremente.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

"A gente muda...", encenação de João Saldanha, atuação de Maria Alice Poppe e direção musical de Tato Taborda
Tendo como ponto de partida experimento coreográfico em que contracena com Angel Vianna, o duo  "...qualquer coisa a gente muda", Maria Alice Poppe, agora no solo "A gente muda...", reencontra o sentido de supressão como motivador da cena.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

"Uma fala de 29 min sobre performance na rua seguida de conversa sem fim", com Eleonora Fabião
Desde 2008, Eleonora Fabião vem realizando séries de performances em ruas e praças de grandes cidades – “Ações Cariocas”, “Ações Berlinenses”, “Ações Bogotanas”, “Ações Fortalezenses”, “Peça Linha-Nova Iorque”.  A proposta é sair da caixa preta do teatro ou branca da galeria e ocupar o espaço urbano. Realizar ações dissonantes o suficiente para desnaturalizar corpos, comportamentos e meio e, ao mesmo tempo, inclusivas, demoradas e precárias o bastante para que não se tornem espetaculares. Nesta fala serão apresentadas algumas das ações realizadas, suas motivações (políticas, estéticas, teóricas) e as estratégias dramatúrgicas. Conversar sobre essas performances em festivais, encontros e eventos artísticos tem sido parte fundamental do projeto.
Local: Cantina do Instituto de Economia

15h às 16h - Divino Futurista, com Fernando Mendonça  – Núcleo Paisagens Sonoras
Participação especial: Caixeiras do Divino
O festejo do Divino, forma do catolicismo arcaico, deu origem a diversas práticas da música popular brasileira. Em Divino Futurista,Fernando Mendonça apresenta uma releitura da tradição em uma versão pop-contemporânea onde os instrumentos utilizados nas antigas festas são reconstruídos com materiais alternativos, pintados pelo artista plástico e incorporados a um repertório musical em que ele retrata o homem pós-moderno em seu cotidiano,  com cortejos,  danças e o “toque” das caixas.
Local: Jardins da Fachada e Átrio do Fórum de Ciência e Cultura

16h às 18h – Silencioso aspecto das coisas - concepção de Laura Lima com apresentação do DJ LUKS – Núcleo Transcinema
Um DJ totalmente surdo toca sua música. A apresentação dura cerca de duas horas.
Local: Salão Pedro Calmon

16h30 às 18h - Vídeomúsica, Nanda Bessa  – Núcleo Paisagens Sonoras
O desenvolvimento das novas tecnologias tem permitido cada vez mais o acesso do artista aos meios de produção e contato direto com o público pela internet e por equipamentos digitais como câmeras e celulares. A proposta desse trabalho é a produção de dez miniclipes musicais para exibição e reflexão sobre os novos suportes, processos de criação, registro e difusão musical.
Local: Sala 203 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

17h às 21h – Sarau de Avatares  e Heterônimos, com direção de Jaqueline Rodrigues de Souza Raymundo.  Com João Paulo Cuenca, Márvio dos Anjos, Ramon Mello, Betina Kopp, Ismar Tirelli Neto e Cecília Giannetti  - Núcleo Literatura Digital
Não será um encontro qualquer, em que os escritores recitam suas poesias e contos. No sarau high tech, que mistura literatura, teatro e software, autores/atores vão contracenar com seus avatares nas telas, dialogando com heterônimos, personagens e alter egos inventados para dar conta de suas fantasias. Direção do Sarau: Jaqueline Rodrigues
Local: Sala Oduvaldo Vianna Filho (Vianninha, na ECO)

18h às 19h - Intervenção crítica de Jorge La Ferla, “El video en la historia de las artes audiovisuales" [O vídeo na história das artes audiovisuais] - Núcleo Literatura Digital
Uma arqueologia dos meios a partir de uma reflexão sobre a videoarte em sua especificidade tecnológica, suas variáveis discursivas e sua relação com os outros meios. A imagem eletrônica e seus usos artísticos, da sala obscura e seu traslado aos espaços de arte. Uma viagem por seus míticos começos até seu hibridismo com a televisão, com o cinema, com o digital e sua adesão à arte contemporânea em um presente pós-vídeo.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

18h às 21h – Workshop “Fundamentos da Arte Digital” (e-Sense LAB), com Richard Colson - Núcleo Literatura Digital
Introdução às ferramentas de código aberto para computação física e de programação para artistas. O seminário será uma oportunidade para os iniciantes de utilizar aplicativos de código aberto para compor aplicações que detectem mudanças físicas no meio ambiente imediato. Mostrará como captar os dados após a detecção e como usá-los para controlar motores, controles de luz ou projeções em uma tela e será focado na plataforma de prototipagem aberta Arduino, baseada em hardware e software de uso fácil e flexível. Também cobrirá o desenvolvimento do ambiente de código livre de processamento para fazer a interface com o Arduino. Conteúdo: dados RFID (Radio Frequency Identification), Range Ultrasonic Finders, trabalhando com pequenos grupos. A oficina também vai ajudar os interessados a conhecer a quantidade de informação disponível por meio de comunidades e grupos na internet.
Local: Sala 213 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

19h - Intervenção Guarda-Chuvas Sonoros, de Romano - Núcleo Instalação
Anônimo passeia entre o público com guarda-chuva que emitem sons de chuva.
Local: Arredores do Teatro de Arena Carvalho Netto 

19h30 às 20h - Intervenção -  Núcleo Performance
Performance "Somos românticos-punks, pierrôs-pós-modernos!", encenação de Ivan Sugahara, assistência de Guilherme Delgado, iluminação de José Geraldo, figurinos de Desirée Bastos, com Ana Abbott, Elisa Pinheiro e Laila Garin. Participação especial de Perebah & Jair.
Trabalho inédito, criado especialmente para o evento. A performance, que conta com três atrizes - Ana Abbott, Elisa Pinheiro e Laila Garin - e participação especialíssima da dupla funk Perebah & Jair, aborda o amor contemporâneo, utilizando textos de Arnaldo Jabor.  O título foi extraído de uma de suas crônicas. A tentativa é falar sobre os sentimentos que perpassam o espírito amoroso do nosso tempo, com suas promessas de liberdade e seus enganos. A ideia é colocar o público no centro do teatro de arena e fazer uma espécie de arena invertida, com a ação acontecendo ao seu redor.  E, deste modo, trazer os espectadores para dentro da performance, para que possam vivenciá-la junto com os intérpretes. Músicas, projeções de vídeo e efeitos de luz serão amplamente utilizados.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

20h às 21h - Intervenção crítica de Ana Maria Ochoa, "Naturaleza, tecnología, sonido e imagen en el Caribe colombiano:  repensar la noción de patrimonio intangible como recurso político”  [Natureza, tecnologia, som e imagem no Caribe colombiano: repensar a noção de patrimônio intangível como recurso político]
A ideia de que a cultura é um recurso para atingir fins políticos se acentuou na última década. No caso do reconhecimento de práticas associadas à cultura popular, esse processo, frequentemente, implica um ajuste das definições do que é cultural que permitam elaborar estratégias de reconhecimento público, tais como adaptar-se às noções de patrimônio intangível propostas pela Unesco. No entanto, a adoção de tecnologias de produção midiática contemporâneas por parte de distintos grupos, seja para autorrepresentar-se ou simplesmente para autoproduzir suas próprias imagens e sons, frequentemente vai  contra esses processos de objectualização folclorizante da cultura e tem muito mais a ver com o  que a antropologia recente tem chamado de um reordenamento dos sentidos e que Rancière chama de uma “redistribuição do sensível”.  Encontramos ainda certas lógicas que não separam o tecnológico, o cultural e a natureza e que, embora esteja claro que utilizam a cultura como recurso político, seu sentido de articulação primordial, incluindo o político, não passam pelas evidentes estratégias instrumentais. Aqui a palavra sentidos apela não só à benjaminiana transformação do sensório através das tecnologias, mas também a lógicas estéticas e míticas da relação entre tecnologia, arte e cultura. Esta intervenção se centra em ideias buscam trabalhar simultaneamente em duas experiências muito diferentes da costa colombiana do Caribe: a autopromoção da música champeta  em Cartagena das Índias e a produção de audiovisuais como mecanismo de defesa do território entre os indígenas da Serra Nevada de Santa Marta. Embora, indubitavelmente, ambos os processos recorram à relação entre arte e tecnologia como um recurso de mobilização política, as estratégias de sentido da relação passam melhor por uma reconceitualização  entre arte, tecnologia e espaço, seja este o espaço urbano da champeta ou aquele da natureza do mundo audiovisual indígena. Parte da apresentação será feita através de meio audiovisual.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

ATIVIDADES PERMANENTES

NÚCLEO LITERATURA DIGITAL
10H ÀS 22H - 
Mil Casmurros,  a leitura coletiva de Machado de Assis
Atividade baseada em projeto homônimo, realizado pela  TV Globo em 2009, para a divulgação da minissérie Capitu. O projeto original foi premiado em Cannes.
Local: Hall do Instituto de Economia

Exposição Paisagens Urbanas Quase sem Paisagens – Street Poetry,  de Alberto Pucheu
A exposição reúne fotografias de frases encontradas escritas em paredes e muros das ruas de cidades como Rio de Janeiro, São Luís e Lisboa, expandindo o campo do poético e do teórico às artes visuais, formando uma espécie de cidade-livro.
Local: Galeria Vitrine (Escola de Comunicação)

NÚCLEO TRANSCINEMA: DESFAZER/REFAZER
10H ÀS 22H -
Resumo: Artistas são convidados a desfazer e a refazer seus trabalhos na relação com o espaço.
Local: Salão Pedro Calmon

VIDEOART SYSTEM: RIO 40°, do Coletivo Filé de Peixe
Seleção ao vivo de trabalhos de videoarte, tendo como foco principal a produção de jovens artistas do Rio de Janeiro.

Toucados  (mixed media, 2011), de  Gláucia Mayer
Série de trabalhos onde objetos assumem cabelos que são penteados ou adornados.

Atempo [cinema] – (vídeo, 2007-2008), de João Modé
Uma sequência de 12 filmes curtos é projetada numa pequena estrutura feita de papelão que remete a um cinema ou um palco. Os filmes – que retratam a passagem do tempo – foram feitos numa ilha na Bretanha, durante residência do artista no outono de 2007, quando a ilha estava semideserta.

Effort  (vídeo, 2009), de Julia Pombo
Exercício físico ou mental, tentativa. Tensão, concentração, construção e desconstrução. Esforço.

Silencioso aspecto das coisas (2011), concepção de Laura Lima com apresentação do DJ LUKS.
Um DJ totalmente surdo toca sua música. A apresentação dura cerca de duas horas.

Quem desliza é o espaço para o corpo que vem (instalação fotográfica, 2011), de Luiza Crosman
Direção e vertigem do caminho. Relação de trânsito entre o corpo e o espaço.

Isso (Taça de Cristal) e Isso (Taça Azul) (vídeos em organismo maquínico, 2008), de Mariana Manhães
A artista apresentará duas obras em que vídeos de taças que falam comandam sons e movimentos na obra. Os trabalhos serão interconectados, ou seja, funcionarão como dois organismos em simbiose.

Des-limite  (vídeo, 2006), de Waléria Américo
Descer repetidas vezes de um andar a outro de um prédio, por meio do inusual recurso de uma escada externa instalada de modo a ligar duas janelas. Proposição para experimentar o des-limite entre corpo e cidade, dentro e fora, risco e segurança.

NÚCLEO INSTALAÇÕES
10H ÀS 22H –- INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS


Na área externa, em frente ao portão da Av. Pasteur com a Av. Venceslau Brás:
Bus 1, de Helio Branco
Uma kombi da UFRJ é emaranhada com fitilhos que se estendem  em diversas direções no espaço envolvendo também outros objetos.

No hall de entrada do Fórum, em frente ao jardim interno da Escola de Comunicação:
Chuveiro sonoro, de Romano
Um chuveiro de aço instalado no meio do caminho emite sons de cantores anônimos durante o banho. 

No Laguinho  - Jardim interno da Escola de Comunicação:
Arquitetuvore(a). Projeto Muro, de AoLeo (Leonardo Motta)
Um muro de barbante é tecido entre duas árvores.
e
Balaio de gatos, de Ronald Duarte
Uma grande malha translúcida feita com trama de fitas de garrafa PET flutua no espaço entre as árvores.

E no chafariz do Laguinho:
A  fonte, de Bruno Miguel
Intervenção com terra, sementes germinadas e tacos de madeira na fonte desativada.

Na Sala 111 da Escola de Comunicação:
Onde os olhos alcançam,  de Analu Cunha
Projeção do vídeo digital realizado pela artista especialmente para o ArteFórum no campus Praia Vermelha da UFRJ.

Na Sala 113 da Escola de Comunicação:
Furta Cor, de Gustavo Prado 
Projeções sobre diversas camadas de tecido translúcidas suspensas no ar.

Na Sala 115 Escola de Comunicação:
Fotografias da Série 4 elementos, de AoLeo (Leonardo Motta)
e
1000 pássaros para o Rio de Janeiro,  de Rosana Ricalde 
1000 imagens de pássaros impressas sobre papel de pipa cobrem a parede. As folhas de papel podem ser levadas pelo público durante o evento.

E no antigo Bandejão, ao lado da Central da Produção Multimídia (CPM):
Instalação Cartazes Arapuca, com o Coletivo Gráfico
Intervenção com cartazes lambe-lambe e impressos em serigrafia.

10h às 22h – A Livraria da UFRJ ficará aberta durante todo o evento


PROGRAMAÇÃO

DIA 5 - domingo

10h às 11h - Cyclophonica Paisagem Sonora Carioca Desemboca no ArteFórum – Núcleo Paisagens Sonoras
A Cyclophonica, única orquestra de câmara de bicicletas do mundo, consiste em um conceito de grupo musical e de ambiente de projeção artística no qual os músicos se locomovem em bicicletas convencionais, tocando arranjos e instrumentos especialmente elaborados e adaptados. Música é a mais difundida, universal e estimulante forma de expressão humana; ciclismo é o mais popular, econômico, ecológico e acessível meio de transporte e lazer no planeta.  Portanto, Cyclophonica é Música e Movimento. A performance é feita de maneira interativa através de ciclovias, ruas, monumentos, jardins, estradas e cidades. O público pode assumir diversas configurações com relação à formação, tais como estática, caminhando, de bicicleta, de patins e combinações destas. A Cyclophonica tem tocado em palcos, teatros, bienais de música, passeios ciclísticos, eventos ambientais, eventos universitários e festivais de música internacionais. Foi concebida inicialmente por Leo Fuks, oboísta e professor da Escola de Música, e nasceu praticamente dentro da UFRJ, com seus professores e ex-alunos, na sua maioria. Sua estréia foi em um concerto na Praça Paris em 1999, durante um congresso de Engenharia de Produção.
Nesse evento parceiro, a Cyclophonica Orquestra de Câmara de Bicicletas chegará à Praia Vermelha  finalizando  um concerto que será iniciado na Praia do Leme às 9h,  seguindo pela Avenida Princesa Isabel, Túnel Novo, sede antiga do Botafogo Futebol Clube, IPUB (interagindo com o projeto musical local) e chegando ao campus UFRJ na Praia Vermelha.
Nos jardins da fachada do Fórum, às 10h15, uma performance terá início formando um "carrossel" sonoro, com músicas populares, eruditas, MPB, contemporâneas, com a possibilidade de convidar os presentes a tocar com o grupo em instrumentos parados ou em movimento. A Cyclophonica, em seu projeto Paisagem Sonora Carioca, tem o patrocínio Oi e Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, com apoio do Oi Futuro. www.cyclophonica.blogspot.com.
Diretor: Leonardo Fuks
Músicos-ciclistas: Leandro Soares, Maíra Freitas, Manoela Marinho, Sheila Zagury, Denise Padilha, Cosme Silveira, Sérgio Magalhães, Sérgio Naidin, Gabriel Guenter e Leonardo Fuks.
Local: Jardins da fachada do Palácio Universitário

10h às 14h - Workshop de Criação Literária: a construção da narrativa dinâmica e como publicá-la na internet, com Ana Paula Maia -  Núcleo Literatura Digital
Introdução à história do folhetim e à abordagem prática de uma construção narrativa, além de sua adaptação para a web. Utilizando a ferramenta blogspot, os alunos criarão uma história durante a aula e, por fim, irão publicá-la na internet em capítulos curtos em série. Local: Sala 206 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

10h às 14h - Oficina narrativa para HQ, com Octávio Aragão -  Núcleo Literatura Digital
A produção de uma série de cinco sequências de histórias em quadrinhos de três quadros, desenhados ao vivo pelo quadrinista durante a apresentação, servirá à demonstração do processo de compreensão e leitura de uma sequência de HQ. Com base em textos de Violette Morin, Scott McCloud, Will Eisner e Moacy Cirne, o artista demonstrará que o desenho, independentemente de sua qualidade técnica, pode ser adaptado à necessidade narrativa de qualquer comunicador.  Local: Sala 210 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC) 

11h30 às 12h30 - Intervenção crítica de Richard Colson , "Sense before Feeling:  Working towards a digital algebra of the senses" [Sentidos antes dos sentimentos: trabalhando em direção a uma álgebra digital dos sentidos]
A palestra vai descrever os tipos de oportunidades que estão surgindo como resultado de um novo tipo de enfraquecimento ou supressão das fronteiras  entre os sentidos. Novas tecnologias e recentes desenvolvimentos  na neurociência estão criando situações em que um sentido pode mesmo tomar o papel de outro e tornar-se seu substituto.  Colson tocará nos aspectos da disfunção nos trabalhos da mente no que diz respeito  às áreas das sensações,   na esperança de que, fazendo isso, poderá jogar luz em relevantes descobertas sobre nosso entendimento da plasticidade no cérebro e de como isso será relevante para o futuro de nossa cultura. A palestra vai ser ilustrada com exemplos oriundos da própria carreira de Colson como artista e também de outros praticantes cujo trabalho seja  dependente de um entendimento proprioceptivo da experiência.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

11h30 às 13h - Oficina de construção de Instrumentos Alternativos Coletivos, com Leonardo Fuks Participação de Leandro Finotti (monitor) – Núcleo Paisagens Sonoras
Construção, operação e performance usando flautas e clarinetas gigantes para grupos, bambolês sonoros, órgão de tubos humano, carrilhões de sinos, vergalhões e peças cerâmicas.
Dentre a grande variedade de instrumentos musicais que podem ser construídos com poucos recursos,  focalizamos aqueles que podem ser tocados coletivamente e que elucidem sobre seu funcionamento (e de instrumentos mais complexos), estimulem o interesse na música e permitam a socialização e a estruturação de um trabalho sonoro comunitário.
No decorrer da oficina, com duração prevista de 90 minutos, exemplificaremos a produção de alguns destes instrumentos e exercitaremos seu uso.
Local: Sala 203 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC) 

14h às 18h - MixLit: Oficina de Mash-Up e Remix Literário, com Leonardo Villa-Forte – Núcleo Literatura Digital
Reconstrução literária e novas práticas de criação são propostas a partir da leitura e da internet numa relação de contaminação entre textos/livros e novas mídias, através de intervenções práticas nos conteúdos e formas dos textos. A ação remete à remixagem de músicas por DJs e toma em consideração uma visão de literatura como um jogo, onde o papel do leitor é o de um co-criador que dialoga, inseparavelmente, com os textos e com suas inclinações pessoais. Como disparador da oficina, temos o trabalho realizado pelo site http://mixlit.wordpress.com e a produção e debate de textos semelhantes aos do MixLit, organizados pelos participantes sob orientação do ministrante.
Local: Sala 206 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

14 às 18h – Gamerama Workshow: coletivo de desenvolvimento de narrativas para jogos, com Guilherme Xavier e Arthur Protásio – Núcleo Literatura Digital
O evento é uma introdução à prática de criação e de desenvolvimento de jogos para jovens, por meio da metodologia lúdica de produção de histórias com atividades dinâmicas e objetivas. Serão apresentadas as ferramentas básicas de criação (argumento, imagem e interação), com a realização de uma narrativa completa pelo grupo.
Local: Sala 210 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

14h30 às 15h30 - Intervenção crítica de Steven Shaviro, "The Universe of Things"

A palestra versa sobre o resultado de tomar os objetos, ou as coisas, seriamente: afirmando sua existência independente  e reconhecendo que todo objeto ou entidade tem sua própria “perspectiva”. O resultado de tal mudança no pensamento, longe do antropocentrismo, será de que nós devemos considerar a possibilidade de alguma forma de vitalismo ou panpsiquismo.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

16h às 17h - Zecora Ura apresenta o processo de criação de Hotel Medea – Núcleo Paisagens Sonoras
Hotel Medea é uma colaboração entre Brasil e Inglaterra:  Zecora Ura Theatre Network e Persis-Jade Maravala/Londres. A obra foi elaborada durante quatro anos por uma prática de treinamento contínuo,  e as residências foram feitas em todo o mundo com artistas locais e internacionais em  um extenso período de pesquisa e desenvolvimento.
A colaboração nasceu de um desejo de criar o teatro que se estendesse além dos limites normais de tempo e lugar, insistindo na radical participação, interação e imersão do público. Incorporando performance e música ao vivo, multimídia e tecnologia da comunicação e uma reinterpretação do mito, Hotel Medea desafia noções de teatro. Essa experiência singular dura de meia-noite até o amanhecer. Espaços e percepções são transformados, performer e público festejam juntos o começo da alvorada em um triunfo contra a noite.
Em ArteFórum, a companhia vai abordar, por meio de imagens de vídeo do espetáculo Hotel Medea, vídeo-link de Londres com projeções, e a demonstração de metodologia de trabalho compartilhada com o público presente, o processo de criação e a metodologia desenvolvida para o espetáculo, influenciado por algumas manifestações populares, como o tambor de crioula e o jongo, e o vasto potencial imaginativo explorado pelo uso de novas tecnologias.
Local: Sala Oduvaldo Vianna Filho (Vianninha)

17h30 - Filme Spiral Jetty  (1970, cor, 32 min)
Filme feito por Robert Smithson sobre sua principal obra de land art, realizada num lago salgado no deserto de Utah (EUA), cujo entorno foi grandemente afetado por operações industriais. Uma abordagem cinematográfica que combina diversos materiais e processos narrativos.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

18h às 19h - Intervenção crítica de Nelson Brissac, Paisagens Críticas
As principais obras de Robert Smithson, um dos mais importantes artistas do pós-minimalismo norte-americano, a partir das relações entre arte, ciência e indústria. Também serão apresentadas intervenções urbanas realizadas no projeto Arte/Cidade, em São Paulo
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

17h45 às 18h - Intervenção, Guarda- Chuvas Sonoros, de Romano -  Núcleo Instalação
Anônimo passeia entre o público com guarda-chuva que emitem sons de chuva.
Local: Arredores do Teatro de Arena Carvalho Netto 

18h às 21h – Workshop “Fundamentos da Arte Digital” (e-Sense LAB), com Richard Colson – Núcleo Literatura Digital
Introdução às ferramentas de código aberto para computação física e de programação para artistas. O seminário será uma oportunidade para os iniciantes de utilizar aplicativos de código aberto para compor aplicações que detectem mudanças físicas no meio ambiente imediato. Mostrará como captar os dados após a detecção e como usá-los para controlar motores, controles de luz ou projeções em uma tela e será focado na plataforma de prototipagem aberta Arduino, baseada em hardware e software de uso fácil e flexível. Também cobrirá o desenvolvimento do ambiente de código livre de processamento para fazer a interface com o Arduino. Conteúdo: dados RFID (Radio Frequency Identification), Range Ultrasonic Finders, trabalhando com pequenos grupos. A oficina também vai ajudar os interessados a conhecer a quantidade de informação disponível através de comunidades e grupos na internet.
Local: Sala 213 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC)

20h às 21h - Apresentação “O poço e o pêndulo”, de Nuno Ramos, com a participação especial de  D. Inah e de Eduardo Clima, seguida de debate com Flora Süssekind
Apresentação inspirada num conto de Edgar Allan Poe. Leitura de trechos de livros de Nuno Ramos, à qual o artista acrescenta as palavras “poço” e “pêndulo”. Estas palavras acionam uma instalação sonora de Nuno chamada Carolina, enquanto Eduardo Clima e D. Inah cantam sambas.
Local: Teatro de Arena Carvalho Netto

ATIVIDADES PERMANENTES
NÚCLEO LITERATURA DIGITAL
10H ÀS 22H -

Mil Casmurros,  a leitura coletiva de Machado de Assis
Atividade baseada em projeto homônimo, realizado pela  TV Globo em 2009, para a divulgação da minissérie Capitu. O projeto original foi premiado em Cannes.
Local: Hall do Instituto de Economia

Exposição Paisagens Urbanas Quase sem Paisagens – Street Poetry,  de Alberto Pucheu
A exposição reúne fotografias de frases encontradas escritas em paredes e muros das ruas de cidades como Rio de Janeiro, São Luís e Lisboa, expandindo o campo do poético e do teórico às artes visuais, formando uma espécie de cidade-livro.
Local: Galeria Vitrine (Escola de Comunicação)

NÚCLEO TRANSCINEMA: DESFAZER/REFAZER
10H ÀS 22H -

Artistas são convidados a desfazer e a refazer seus trabalhos na relação com o espaço.
Local: Salão Pedro Calmon

VIDEOART SYSTEM: RIO 40°, do Coletivo Filé de Peixe
Seleção ao vivo de trabalhos de videoarte, tendo como foco principal a produção de jovens artistas do Rio de Janeiro.

Toucados  (mixed media, 2011), de  Gláucia Mayer
Série de trabalhos onde objetos assumem cabelos que são penteados ou adornados.

Atempo [cinema] – (vídeo, 2007-2008), de João Modé
Uma sequência de 12 filmes curtos é projetada numa pequena estrutura feita de papelão que remete a um cinema ou um palco. Os filmes – que retratam a passagem do tempo – foram feitos numa ilha na Bretanha, durante residência do artista no outono de 2007, quando a ilha estava semideserta.

Effort  (vídeo, 2009), de Julia Pombo
Exercício físico ou mental, tentativa. Tensão, concentração, construção e desconstrução. Esforço.

Silencioso aspecto das coisas (2011), concepção de Laura Lima com apresentação do DJ LUKS.
Um DJ totalmente surdo toca sua música. A apresentação dura cerca de duas horas.

Quem desliza é o espaço para o corpo que vem (instalação fotográfica, 2011), de Luiza Crosman
Direção e vertigem do caminho. Relação de trânsito entre o corpo e o espaço.

Isso (Taça de Cristal) e Isso (Taça Azul) (vídeos em organismo maquínico, 2008), de Mariana Manhães
A artista apresentará duas obras em que vídeos de taças que falam comandam sons e movimentos na obra. Os trabalhos serão interconectados, ou seja, funcionarão como dois organismos em simbiose.

Des-limite  (vídeo, 2006), de Waléria Américo
Descer repetidas vezes de um andar a outro de um prédio, por meio do inusual recurso de uma escada externa instalada de modo a ligar duas janelas. Proposição para experimentar o des-limite entre corpo e cidade, dentro e fora, risco e segurança.

NÚCLEO INSTALAÇÕES
10H ÀS 22H –- INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS


Na área externa, em frente ao portão da Av. Pasteur com a Av. Venceslau Brás:
Bus 1, de Helio Branco
Uma kombi da UFRJ é emaranhada com fitilhos que se estendem  em diversas direções no espaço envolvendo também outros objetos.

No hall de entrada do Fórum, em frente ao jardim interno da Escola de Comunicação:
Chuveiro sonoro, de Romano
Um chuveiro de aço instalado no meio do caminho emite sons de cantores anônimos durante o banho. 

No Laguinho  - Jardim interno da Escola de Comunicação:
Arquitetuvore(a). Projeto Muro, de AoLeo (Leonardo Motta)
Um muro de barbante é tecido entre duas árvores.
e
Balaio de gatos, de Ronald Duarte
Uma grande malha translúcida feita com trama de fitas de garrafa PET flutua no espaço entre as árvores.

E no chafariz do Laguinho:
A  fonte, de Bruno Miguel
Intervenção com terra, sementes germinadas e tacos de madeira na fonte desativada.

Na Sala 111 da Escola de Comunicação:
Onde os olhos alcançam,  de Analu Cunha
Projeção do vídeo digital realizado pela artista especialmente para o ArteFórum no campus Praia Vermelha da UFRJ.

Na Sala 113 da Escola de Comunicação:
Furta Cor, de Gustavo Prado 
Projeções sobre diversas camadas de tecido translúcidas suspensas no ar.

Na Sala 115 Escola de Comunicação:
Fotografias da Série 4 elementos, de AoLeo (Leonardo Motta)
e
1000 pássaros para o Rio de Janeiro,  de Rosana Ricalde 
1000 imagens de pássaros impressas sobre papel de pipa cobrem a parede. As folhas de papel podem ser levadas pelo público durante o evento.

E no antigo Bandejão, ao lado da Central da Produção Multimídia (CPM):
Instalação Cartazes Arapuca, com o Coletivo Gráfico
Intervenção com cartazes lambe-lambe e impressos em serigrafia.

10h às 22h – A Livraria da UFRJ ficará aberta durante todo o evento

Realização: Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ
Patrocínio: Globo Universidade, PR-3, SG-6, Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE), Banco do Brasil, Capes, CNPq, FUJB
Apoio: PR-5, Prefeitura da UFRJ, Escola de Comunicação (ECO),  Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC),  Instituto de Economia (IE), Faculdade de Educação (FE), Casa da Ciência – Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da UFRJ, GráficaUFRJ,  Divisão de Transporte da UFRJ,   Central de Produção Multimídia e Setor de Extensão (ECO/UFRJ), Escola de Educação Física e Desportos, Instituto de Psiquiatria.
Agradecimentos especiais a  Márcia Cabral – Estúdio MC, responsável pela  identidade visual do evento.

SOBRE OS COORDENADORES

Carioca do Rio de Janeiro, Beatriz Resende é bacharel e licenciada em Português e Literaturas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1969), mestre em Teoria da Literatura (1980) e doutora em Letras (Literatura Comparada) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989). Realizou estágio de Pós-Doutorado no Museu Nacional da UFRJ (2000). É pesquisadora 1-B CNPq e do Programa Avançado de Cultura Contemporânea - PACC/UFRJ e Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ desde 2006. É professora do Departamento de Teoria do Teatro e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e professora colaboradora do Programa de Pós-Graduação em CIência da Literatura da UFRJ. Atualmente é Coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trabalha em especial com os seguintes temas: Literatura contemporânea, Estudos da Cidade, Lima Barreto, Literatura e novos suportes. Escreve regularmente para suplementos literários do Rio e São Paulo.

Denílson Lopes possui graduação em Comunicação Jornalismo pela Universidade de Brasília (1989), mestrado em Literatura pela Universidade de Brasília (1992) e doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília (1997). Foi professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, onde coordenou o Programa de Pós-Graduação. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro, bolsista do Conselho Nacional de Pesquisa, colaborador - International Resource Network/Center for Lesbian and Gay Studies, membro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema, membro da Associação Brasileira de Literatura Comparada e membro da Associação Brasileira 
de Estudos de Homocultura, da qual também já foi Presidente. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Estética da Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: estética da comunicação, cinema contemporâneo, estudos de gênero (estudos gays e transgêneros), crìtica de cultura e arte contemporâneas, estudos culturais, literatura comparada. Autor de A Delicadeza: Estética, Experiência e Paisagens (Brasília, EdUnB, a sair em 2007), O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios (RJ, Aeroplano, 2002) e Nós os Mortos: Melancolia e Neo-Barroco (RJ, 7Letras, 1999) e co-organizador de Imagem e Diversidade Sexual (SP, Nojosa, 2004) e organizador de O Cinema dos Anos 90 (Chapecó, Argos, 2005).



SOBRE OS CURADORES E JOVENS CURADORES


Núcleo Performance - sob a curadoria de Ângela Leite Lopes - 
Dentro da perspectiva dessa conversa de linguagens proposta pelo ArteFórum, a performance aparece como um dos meios privilegiados para o diálogo por colocar, por definição, o gesto artístico em contracena. Convidando artistas que têm na cena seu campo de origem – autores, encenadores, atores, coreógrafos, bailarinos, cenógrafos, figurinistas, iluminadores –, a ideia é transitar pelos eixos escolhidos e, junto com criadores de outros campos, explorar a teatralidade do Palácio Universitário da Praia Vermelha, que tem, ele mesmo, muita história para contar.

Ângela Leite Lopes é graduada em Artes Cênicas (UNIRIO) e doutora em Filosofia (Université Paris 1, Panthéon-Sorbonne). É professora do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas-Artes da UFRJ e pesquisadora das relações entre teatro, pintura e filosofia, entre outros temas. É autora de Nélson Rodrigues, trágico, então moderno (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007, 2. ed. revista e ampliada) e diretora da coleção dramaturgias da editora 7 Letras onde estão publicados, entre outros, Notas sobre o teatro e Regras para atores de Lenz e Goethe, Os gigantes da montanha de Pirandello, além de suas traduções da obra de Valère Novarina. Participa da linha de pesquisa “Fundamentos da cena moderna” do Núcleo de Estudo e Pesquisa em Artes Cênicas da EBA/UFRJ. Alguns de seus artigos em periódicos são: Na fronteira da pintura e do teatro: Tadeusz Kantor e Valère Novarina, Arte e Ensaio, v. 18, p. 62-69, 2009; O teatro e a cena da filosofia, Terceira Margem, v. 17, p. 57-64, 2007. É colaboradora de O Globo (Suplemento Prosa&Verso),  Bravo!, O Estado de S. Paulo e da Folha de S. Paulo.

Jovem Curador: Lara Seidler
Lara Seidler é bailarina, coreógrafa e pesquisadora, docente do Departamento de Arte Corporal da UFRJ. Mestre em Ciência da Arte (UFF) e doutoranda em Artes Visuais na Escola de Belas Artes/UFRJ. Participa da Companhia de Dança Contemporânea da UFRJ e integra o Grupo de Pesquisa de Arte Corporal/UFRJ. Atualmente participa do espetáculo Veia e dirige a performance Conversas na Noite. Participa também do grupo de performance e tecnologia ACHO (Antonieta chegou hoje) como pesquisadora e performer.


Núcleo Literatura digital - sob a curadoria de Cristiane Costa –
O contexto cultural que se descortina aponta para a convergência de mídias e saberes. Na literatura, os verbos ver, ler e ouvir se fundem numa nova experiência de leitura. Da realidade aumentada à fan fiction, das fotonovelas e HQs animadas aos romances para celular, dos games à ciberpoesia, novas linguagens e estruturas narrativas são criadas a partir da mixagem de informações visuais e textuais, rompendo com a linearidade da página impressa. No Projeto Arte Fórum, serão apresentadas algumas destas experiências que apontam para a criação de novos gêneros narrativos com base na mídia digital.

Cristiane Henriques Costa é doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pesquisadora do pós-doutorado do Programa Avançado de Cultura Contemporânea, onde desenvolve pesquisa sobre novas estratégias narrativas em mídias digitais.  É professora e coordenadora do curso de Jornalismo da ECO/UFRJ. Foi editora da Nova Fronteira, das revistas Nossa História e BrHistória, do Portal Literal e do Caderno Idéias, suplemento literário do Jornal do Brasil. É autora de Pena de aluguel: escritores jornalistas no Brasil 1904-2004 (São Paulo: Companhia das Letras, 2005), pesquisa premiada com a Bolsa Vitae de Literatura em 2001, e de Eu compro essa mulher: romance e consumo nas telenovelas brasileiras e mexicanas (Jorge Zahar Editor, 2000).  Coordenou a criação do curso Publishing Management – O negócio do livro, da FGV. Foi curadora dos eventos “Eu Vejo Novela” e “Laboratório do Escritor”, no CCBB.

Jovem Curador – Cecília Gianetti
Formada em Comunicação Social – Jornalismo em 2003 pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Cecília Giannetti, 35 anos, é autora de Lugares que não conheço, pessoas que nunca vi (Ediouro/Agir, 2007), finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2008. Contato: http://escrevescreve.wordpress.com; www.blogdaceciliagiannetti.blogspot.com.


Núcleo Instalações - sob a curadoria de Glória Ferreira –
Como termo que se refere às modalidades de apresentação e de exposições de obras de artes, incorporando diversos elementos constitutivos dos lugares específicos em que ocorrem, sejam eles históricos, sociais ou de ordens diversas, como os mitológicos, as instalações não se supõem uma segunda linguagem, mas o próprio acontecimento da arte.  No Projeto Arte Fórum, trata-se essencialmente de trabalhos artísticos que visam ao diálogo, com possíveis revelações e redescobertas, com um espaço com longa vigência histórica na cidade do Rio de Janeiro.

Maria da Glória Araújo Ferreira possui graduação no Institut D’Etudes du Développement Economique et Social – Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne), pós-graduação em História da Arte e da Arquitetura Brasileira, PUC-RJ, 1988, mestrado (1990)  e doutorado (1996) no Institut d’Art et d’Archéologie (Université Paris 1, Panthéon-Sorbonne), pós-doutorado na Escola de Belas Artes – UFRJ, 1996-1997). Atualmente é professora colaboradora da EBA-UFRJ, crítica de arte e curadora independente. Coordenou  curso de Aprofundamento na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2010. Entre suas curadorias recentes destacam-se  Imagens em migração. Uma exposição de Vera Chaves Barcellos,  2009; Anos 70 – Arte como questão, 2007; Trilogias. Nelson Felix, 2005. Entre suas publicações, co-organizou as coletâneas Clement Greenberg e o debate crítico, 1997, e Escritos de artistas 1960/1970, 2006.  Organizou a coletânea Critica de arte no Brasil: Temáticas Contemporâneas, 2006,  e Arte contemporáneo brasileño: documentos  y críticas / Contemporary Brazilian Art: Documents and Critical Texts, 2009.  Foi co-editora da revista Arte&Ensaios, de 1997 à 2006. Dirigiu a coleção Arte+, publicada pela Jorge Zahar Editor. É colaboradora da Revista Das Artes – Artes Visuais em Revista.

Jovem Curador: Izabela Pucu
é artista, produtora e pesquisadora. Mestre em Artes Visuais pelo PPGAV/EBA/UFRJ, participou de exposições no Brasil e no exterior, entre elas Brésil Dynamiques de Création, Avignon, 2005, e de editoração de livros como Crítica de Arte no Brasil: Temáticas contemporâneas, (org. Glória Ferreira), Funarte, 2006.


Núcleo Transcinema - sob a curadoria de Kátia Maciel –
Conceituamos transcinema como uma imagem pensada para gerar ou criar uma nova construção de espaço-tempo cinematográfico em que a presença do participador  ativa a trama que se desenvolve. Transcinema é uma forma híbrida entre a experiência das artes visuais e do cinema na criação de um espaço para o envolvimento sensorial do espectador.

Kátia Maciel possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1984), mestrado em Cinema e História pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1990), além de doutorado em Comunicação (UFRJ) e pós-doutorado em Artes Interativas (Universidade de Wales, Newport). Professora associada da UFRJ/Escola de Comunicação, onde é também coordenadora do Núcleo de Tecnologia da Imagem e diretora das Coleções N-Imagem e N-ensaios. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq, nível 2. Participa dos projetos de pesquisa “Transcinema: dispositivo e narrativa” e “As cineinstalações e os estados de presença na arte contemporânea”. É organizadora das obras  Transcinemas (Rio de Janeiro: Contracapa, 2009) e  O que se vê, o que é visto (Rio de Janeiro: Contracapa, 2010, com A. P. Fatorelli). Como pesquisadora do campo de arte e mídia, interessa-se, em particular, pelas relações entre cinema e artes visuais.

Jovem curador: Luiza Crosman
nascida no Rio de Janeiro, em 1987, é formada em Design pela PUC-Rio. É artista visual e desde 2007 cursa a EAV do Parque Lage. Seus trabalhos versam sobre a experiência do espaço e do tempo interior e exterior ao corpo e tomam forma em suportes diversos, tais como fotografia, vídeo, instalação, entre outros. Palestrante sobre arte e seu processo artístico em cursos de ensino médio e universitários.

Núcleo Paisagens Sonoras - sob a curadoria de Samuel Araújo –
Em se tratando de novas tecnologias e diferentes códigos culturais, os caminhos da experimentação sonora vêm se expandindo continuamente. Trilha sonora, som ambiente, música de fundo e sonoplastia em contracena. Interações entre som e imagem traduzindo contextos, conceitos e sentidos em representações cênicas e performáticas. A série Paisagens Sonoras se propõe a apresentar uma mostra da produção contemporânea, com trabalhos individuais e coletivos, fomentando sinergias transformadoras por meio de distintas formas expressivas e abrindo novo espaço à linha de frente do processo criativo contemporâneo.

Samuel Araújo fez doutorado em Etnomusicologia (Universidade de Illinois em Urbana- Champaign, EUA) sob a orientação de Bruno Nettl.  É professor adjunto de Etnomusicologia e Folclore Musical da Escola de Música da UFRJ. Tem publicado capítulos em livros, como Música Popular en América Latina  (Santiago de Chile: Fondart, 1999) e Ao Encontro da Palavra Cantada  (Rio de Janeiro: 7 Letras, 2001). É autor de diversos artigos e resenhas de livros e de CDs em periódicos especializados, como Ethnomusicology, Revista Brasileira de Música, Yearbook for Traditional Music, Latin American Music Review, Brasiliana, entre outras. Produziu dois audiodocumentários em CD, um sobre a música gravada comercialmente no Rio de Janeiro entre 1910 e 1917 (São Paulo: Instituto Moreira Salles, 1999) e outro dedicado ao auto popular do Cavalo Marinho em Bayeux, Paraíba, lançado pela Tradisom (Lisboa, 1998). Pesquisador do CNPq e da Faperj e membro do Conselho Diretor do International Council for Traditional Music (ICTM).  Fundador, cantor e violonista do grupo musical Tira o Dedo do Pudim, com o qual lançou, em 1999, um CD com a música popular do compositor César Guerra-Peixe.

Jovem curador: Nanda Bessa
é musicóloga pós-graduada pela UFRJ. Produziu os CDs Nanda Bessa Nova Bossa; Nanda Bessa Lua Branca; Ex-votos Futuristas e Caixeiras do Divino, nos quais participou como cantora, compositora, violonista e percussionista. Produziu diversos filmes em vídeo, fotografias e artigos sobre artes plásticas, dança e música. Criou a série Tradições Musicais do Brasil, inaugurada no Fórum de Ciência e Cultura em 2007, contemplando produção artística e acadêmica sobre a cultura popular do “Divino”. Atualmente faz parte da equipe do Laboratório de Etnomusicologia da Escola de Música da UFRJ dedicando-se ao projeto de pesquisa “Música e Memória Tupi-Guarani”.


SOBRE OS CONVIDADOS INTERNACIONAIS,  NACIONAIS E OS ARTISTAS
Convidados Internacionais

Ana Maria Ochoa Gautier obteve seu Ph.D em  Etnomusicologia e Folclore pela Universidade de Indiana (1996). Foi diretora do Arquivo de Música do Ministério da Cultura da Colômbia, investigadora no Instituto Colombiano de Antropologia e História, entre outros,  e professora assistente no Departamento de Música da Universidade de Columbia. Sua pesquisa concentra-se na América Latina. Publicou Entre Deseos y los Derechos, Un Ensayo Sobre Crítico Políticas Culturais (Bogotá, 2003) e Músicas Locales en Tiempos de Globalización (Buenos Aires: Editorial Norma), entre outros. Tem sido também beneficiária de bolsas de investigação e de vários prêmios.

Daniel Link é um das mais influentes e criativos críticos literários argentinos, transitando do ensaio à ficção, incorporando o formato digital não só como suporte, mas também como base de uma outra escritura. É professor catedrático de Literatura do Século XX da Universidad de Buenos Aires.

Jorge La Ferla é mestre em Artes pela Universidade de Pittsburgh, Pennsylvania, EUA, graduado pelo Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Pittsburgh, Pennsylvania, EUA e possui Licence d'Enseignement pela Université Paris VIII, Vincennes.  É professor e pesquisador em artes e mídia audiovisual, videomaker, TV e multimídia e tem experiência acadêmica na área de artes audiovisuais – cinema, vídeo, TV e novas tecnologias.

Richard Colson é conferencista sênior em arte digital da Thames Valley University. Trabalhou em coleções permanentes da Câmara dos Comuns, da Câmara dos Lordes, da Royal Dutch Shell PLC e na Pearson PLC.  Ensina digital media há muitos anos na área acadêmica da Inglaterra. Foi Reader for Art and Digital Media Practice na Thames Valley University e é autor de Fundamentals of Digital Art (2007, AVA Publishing).

Steven Shaviro é um dos mais estimulantes críticos de cinema nos EUA, tendo começado suas reflexões a partir de uma leitura crítica de Deleuze, contribuindo com toda uma discussão sobre o corpo; inclui em suas análises obras também comerciais, de videoclips a filmes B. Polemizando com o impacto do cognitivismo nos estudos de cinema, desenvolve importantes reflexões sobre o afeto e a cultura digital. É DeRoy Professor of English na Wayne State University e tem doutorado pela Universidade de Yale (1981).


Convidados Nacionais

Nelson Brissac é filósofo, curador e professor do Departamento de Tecnologias da Inteligência e Design Digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.  Organizador e curador do projeto Arte/Cidade www.artecidade.org.br. Autor de Arte/Cidade - Intervenções Urbanas (Senac, 2002); Paisagens Urbanas (Senac, 1996),  Cenários em Ruínas (Brasiliense, 1987) e A Sedução da Barbárie (Brasiliense, 1982).

Nuno Ramos é escultor, pintor, desenhista, cenógrafo, ensaísta, videomaker. Cursou filosofia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.  Trabalhou como editor das revistas Almanaque 80 e Kataloki, entre 1980 e 1981. Começou a pintar em 1983, quando fundou o Ateliê Casa 7. Realizou os primeiros trabalhos tridimensionais em 1986. No ano seguinte, recebeu do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo a 1ª Bolsa Émile Eddé de Artes Plásticas.

Flora Süssekind é professora, ensaísta e pesquisadora do Setor de Filologia do Centro de Pesquisas da Fundação Casa de Rui Barbosa. Regularmente publica livros e artigos que formam um autêntico painel da atual produção literária brasileira. Preocupada em identificar os movimentos de ruptura e de continuidade tanto nos autores que se consagraram no século XX quanto nos que estão surgindo nesse início de século XXI, Süssekind destaca-se por sua erudição e pela competência presente em suas análises.

Dona Inah, nascida no interior de São Paulo, é cantora. Aos 18 anos, iniciou sua carreira artística em rádios paulistanas, em meados de 1950. Dona de uma voz firme, que chama a atenção dos ouvidos mais desapercebidos, Dona Inah é uma das grandes sambistas paulistas de longa data, mas o reconhecimento de seu trabalho veio somente após os 60 anos, depois de uma vida muito dura e fora dos palcos.


Eduardo Clima é artista plástico, cineasta e compositor. Formado em Cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP (1976-1980), realiza exposições em museus, instituições culturais e galerias de arte no Brasil e no exterior, como o MAM de São Paulo e do Rio, o MAC/USP, o Centro Universitário Mariantonia e em galerias como a Sycomore Art em Paris, entre outras. Produz filmes e vídeos de curta e média metragem exibidos no Brasil e no exterior (Berlim, Paris, Lima, Cidade do México e Bruxelas), individualmente ou em parceria com Nuno Ramos e Gustavo Moura.

Artistas Nacionais


NÚCLEO LITERATURA DIGITAL

Ana Paula Maia, 33 anos, é autora de O habitante das falhas subterrâneas e A guerra dos bastardos, entre outros. Publicou o primeiro folhetim pulp da internet brasileira, em 2006, a novela Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos, que em 2009 ganhou edição impressa. Contato: www.killing-travis.blogspot.com.
Octávio Aragão é doutor em Artes Visuais pela UFRJ e professor adjunto da ECO/UFRJ. É autor do romance A Mão que Cria (2006) e editor da antologia Intempol (2000) e coautor de Imaginário Brasileiro e Zonas Periféricas (2005). Participou de diversas antologias literárias no Brasil e em Portugal. 
Leonardo Villa-Forte, 26 anos, é formado em Psicologia pela UFRJ com a monografia “Redes sociais virtuais: troca de informação e formação de identidade” e estudou literatura espanhola na Universidad de Salamanca, Espanha. Pesquisador da produtora Plumagenz e premiado no concurso de contos do Prêmio Off-Flip. Contato: www.mixlit.wordpress.com.

Guilherme Xavier é doutorando em Design pela PUC-Rio, game designer, CEO e Diretor de Artes e Design da Donsoft Entertainment. Professor de disciplinas acadêmicas relacionadas à imagem e mídia digital, é  consultor de integração entre entretenimento e atividades educacionais, instrucionais, laborais e artísticas.

Arthur Protásio é bacharel em Direito com Domínio Adicional em Mídia Digital, coordenador do projeto Game Studies do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV-RJ e presidente da International Game Developers - RJ. Suas obras, ficcionais e acadêmicas, estão disponíveis em www.vagrantbard.com.

João Paulo Cuenca, 33 anos, é músico e autor dos romances Corpo presente (2003), O dia Mastroianni (2007) e O único final feliz para uma história de amor é um acidente (Companhia das Letras, 2010).

Márvio dos Anjos, 32 anos, é poeta, compositor, cantor e performer. Seus poemas estão em antologias da editora Íbis Libris e da Biblioteca Nacional. Contato: www.nobrefarsa.blogspot.com(poesia); www.mariafilo.com.br/blog (colunista); www.myspace.com/radiocabaret (música e performance).
Ramon Mello, 27 anos, é escritor, poeta, jornalista e ator, formado pela Escola de Teatro Martins Pena. Autor de Tumorgrafias (2006), Vinis Mofados (2009) e All Star Bom É All Star Sujo. Contato: www.sorrisodogatodealice.blogspot.com.

Betina Kopp, 28 anos, já levou poesia ao palco do Canecão e ao Presídio Bangu I. É autora de Corpinturada e apresentadora do programa “Sensacionalista – um jornal isento de verdade”, no canal Multishow. Atua em eventos com performances poéticas. Contato: http://becodebb.blogspot.com.
Ismar Tirelli Neto, 26 anos, cria teatro, poesia, contos e crônicas. Cantor e compositor, está à frente da banda Os Subterrâneos e é autor de Synchronoscopio. Contatos: www.sonetosoitavaserie.blogspot.com e http://oamigosolteiro.wordpress.com. 
Cecília Giannetti, 35 anos, é autora de Lugares que não conheço, pessoas que nunca vi (Ediouro/Agir, 2007), finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2008. Contato: http://escrevescreve.wordpress.com; www.blogdaceciliagiannetti.blogspot.com.

Jaqueline Rodrigues de Souza Raymundo - membro da International Federation of Theatre Research, é especialista e mestre em Artes Cênicas, analista de sistemas, atriz e pesquisadora de teatro, com foco nos temas teatro, software, cibernética, interação humano-computador, novas mídias, arte e cultura digital.

Alberto Pucheu, 45 anos, é poeta e professor de Teoria Literária/UFRJ.  É autor de A Fronteira Desguarnecida e de Poesia Reunida 1993-2007. Como ensaísta, publicou Pelo colorido, para além do cinzento: a literatura e seus entornos interventivos (2007) e Antonio Cicero por Alberto Pucheu (2010), entre outros.

NÚCLEO PERFORMANCE

Ana Abbott - atriz formada pela CAL (1998) e em Artes Cênicas pela Uni-Rio (2004). Foi co-fundadora do Grupo Alice 118, tendo atuado em vários espetáculos. Em 2009, integrou o Teatro Oficina Uzyna Uzona, de José Celso Martinez Corrêa, trabalhando em Cacilda!! Estrela Brazyleira a Vagar-Cacilda!! e O Banquete. Em cinema atuou em curtas, como Retrato do Artista com 38 na mão, e em longas, como Memórias Póstumas, Dom e Cilada.com. Está em cartaz com Senhora dos Afogados.

Desirée Bastos - cenógrafa e figurinista, graduou-se em Artes Cênicas (UFRJ) em duas habilitações: Indumentária e Cenografia. Possui mestrado em Artes Visuais pela EBA/UFRJ (2010) com o trabalho Cena para um figurino. Desde 2003, atua em televisão, cinema, teatro, ópera, publicidade e carnaval. Atualmente é professora efetiva da UFRJ no curso de Indumentária.

Eleonora Fabião – atriz, performer e teórica da performance.  Professora Adjunta do Curso de Direção Teatral (ECO/ UFRJ), Doutora em Estudos da Performance (New York University) e Mestre em História Social da Cultura (PUC-RJ).  Fabião tem realizado performances e publicado no Brasil, nas Américas e na Europa. Atualmente desenvolve pesquisa sobre performance latino-americana nos anos 60 e 70 para o Projeto “Re.Act.Feminism” baseado em Berlin.

Elisa Pinheiro – atriz, formada em Teoria Teatral (Uni-Rio). Atuou em teatro, cinema, TV e publicidade, como as peças Labirinto (2011); Ensina-me a Viver (2009); os filmes Cilada.com (2010), Uma Professora Muito Maluquinha (2009);  comerciais para a Embratel, O Globo e Skol, entre outros; na TV, trabalhou em diversas séries e novelas, como Clandestinos (2010), Quase Anônimos (2009),  A Favorita (2008). No Canal Futura, fez a série Multicurso (2002).

Guilherme Delgado - é bacharel em Artes Cênicas - Habilitação em Direção Teatral pela UFRJ. Participou como ator das peças A Comédia dos Erros e Eles não Usam Black-Tie e dirigiu os espetáculos A Mais Forte, Os Aviões não Esperam e Nariz! Trabalhou com a diretora francesa Claude Buchvald e sua companhia. É mestrando em Artes Visuais na EBA/UFRJ.

Ivan Sugahara é formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (1997) e pela Faculdade de Teoria do Teatro da Uni-Rio (2005).  Nos últimos anos, dirigiu diversos espetáculos, entre eles: Terra do Nunca, Tudo que existe entre nós, Tristão e Isolda ao Vivo, Tempo de Solidão, Blitz, Sade em Sodoma, Pelo amor de Deus, não fala assim comigo! Fundador e diretor da Cia. Os dezequilibrados há quinze anos, encenou mais 12 espetáculos do grupo, alguns indicados ao Prêmio Shell de Melhor Direção.

João Saldanha – estudou dança moderna e balé no Brasil, Inglaterra e França entre 1978 e 1994. Fundou sua companhia, o Atelier de Coreografia, em 1986, e desde então recebeu diversas premiações. Foi contemplado com uma residência artística no ano de 2005 em Paris, onde idealizou o projeto Domingos no Municipal, com preços populares e programação de dança contemporânea brasileira.  Em janeiro de 2011 construiu o trabalho Núcleos para a bailarina e mestra Angel Vianna pela celebração de seus 60 anos de vida artística.

José Geraldo Furtado - formou-se pela EBA/UFRJ. Trabalha como iluminador desde 1984, com projetos nas áreas de vídeo, exposições, música, dança, ópera e teatro. Professor da disciplina “Elementos Cênicos” da Faculdade de Dança Angel Vianna. Desenvolve um trabalho plástico autoral em que investiga as relações que a luz estabelece com o meio ambiente e como isso afeta sua percepção. Recebeu os Prêmios RioDança  (1998 e 2000) na categoria Iluminação e de Melhor Cenário Teatro infantil no 19º  Festival Nacional de Teatro de São José Do Rio Preto-SP, em 1998. Contato: http://josegeraldofurtado.carbonmade.com.

Laila Garin – atriz e cantora franco-brasileira. Formada pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, fez estudos de canto lírico e popular e de Mímica Corporal Dramática do francês Etienne Decroux. Atriz de cinema, pocket-óperas e peças, está em cartaz como protagonista do musical Eu te Amo Mesmo Assim, que alterna com temporadas na França do espetáculo Moi et mon cheveu, em Marselha. Atuou como cantora da trilha sonora de Clandestinos, da TV Globo.

Lara Seidler é bailarina, coreógrafa e pesquisadora, docente do Departamento de Arte Corporal da UFRJ. Mestre em Ciência da Arte (UFF) e doutoranda em Artes Visuais na Escola de Belas Artes/UFRJ. Participa da Companhia de Dança Contemporânea da UFRJ e integra o Grupo de Pesquisa de Arte Corporal/UFRJ. Atualmente participa do espetáculo Veia e dirige a performance Conversas na Noite. Participa também do grupo de performance e tecnologia ACHO (Antonieta chegou hoje) como pesquisadora e performer.

Maria Alice Poppe é bailarina, professora formada em balé clássico e graduada em Licenciatura Plena em Dança pela Faculdade Angel Vianna, onde leciona Dança Moderna e Contemporânea desde 1995.
Juntamente com o coreógrafo Paulo Caldas, fundou a Staccato Dança Contemporânea, que se apresentou em festivais no Brasil e no exterior. Ganhadora de vários prêmios (RioDança, Mambembe), atuou em vários espetáculos (Tempo de Valsa, Moderado com Elegância, Tempo Líquido, Ela, entre outros). Atualmente é professora da Faculdade Angel Vianna e do Curso de Dança da UFRJ de técnica de dança e composição coreográfica.

Patrícia Pereira é bailarina, coreógrafa, pesquisadora e professora de dança. Mestre em Ciência da Arte pela UFF. Professora do Curso de Bacharelado em Dança da UFRJ com atuação nas disciplinas de Técnica de Dança, Laboratórios e Composição Coreográfica desde 1998.  Ministrou diversas oficinas de dança contemporânea no Brasil e nos Estados Unidos e coordenou o Circuito de Dança nas Lonas Culturais. Assinou a direção e coreografia dos espetáculos da Cia. de Dança Contemporânea da UFRJ Veia (2010), Vai fazer o quê? (2008), Êxtase de Teresa (2002), entre outros.  É integrante do GT da ABRACE: Processos de Criação Expressão Cênicas, com trabalhos publicados nos Anais do Congresso.

Perebah & Jair – baterista e cantor, respectivamente, produzem batidas funk.  Criaram joias como a canção Coisa Boa A Gente Gosta, em que diversas ideias rápidas condensam poemas-pílula, com força de slogan, sobre bases kraftwerkkafkianas.Outras criações da dupla: Baratas Voadoras, Cerol Geral, Caracanta na Central, Saci. Com passagens pelo Circo Voador, Teatro Odisseia, vagão da Leopoldina, Teatro Café Pequeno, Centro Cultural Justiça Federal e CCBB, os shows da dupla têm agitado nas pessoas a vontade de inventar. Contato: www.perebahejair.com.br.

Suzana Nascimento - atriz | performer | dramaturga | contadora de histórias. Formada em Interpretação pela Casa das Artes de Laranjeiras/ RJ e em Produção Cultural pela UFF. Como atriz, atuou recentemente em Cena para um figurino (2011) e em Santas e Clarice (em pós-produção). Trabalhou em intervenções urbanas, clipes, TV e teatro.  Atua como contadora de histórias desde 2002 e escreve para o público infanto-juvenil, com destaque para o conto Invadiram o país das obras de arte, acolhido pelo Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea - Funarte.  

Tato Taborda – Compositor, pianista, professor e curador de eventos artísticos. Como compositor, tem obras encomendadas por instituições brasileiras e estrangeiras. Estreou em 2010 a ópera Amazonas, por encomenda da Bienal de Munique. Compôs para mais de 40 espetáculos de teatro e dança. Em parceria com Alexandre Boratto, constrói o multi-instrumento Geralda, uma orquestra eletroacústica com mais de 70 fontes sonoras. Lançou o CD Tato Taborda e Geralda - Música para Orquestra. Seu doutorado na UniRio analisou a fronteira entre a comunicação de criaturas de hábitos noturnos, como sapos, grilos e vagalumes e as técnicas de polifonia e contraponto.


NÚCLEO TRANSCINEMA
Glaucia Mayer é graduada em Pintura pela EBA/UFRJ e estudante da EAV do Parque Lage entre 2006 e 2007. Desenvolve trabalhos da relação entre arte, moda, corpo e lugar, colocando-se muitas vezes como parte da obra. Participou de diversas coletivas.

João Modé - Foi membro fundador do grupo Visorama.  Seu trabalho articula-se por uma noção plural de linguagens e espaços de atuação. Participou das Bienais de São Paulo, do Mercosul e de Praga. Alguns projetos, como REDE e Constelações, envolvem a participação direta do público. Recentemente fez exposição individual no MAMAM (De Sertão, Recife),  na Fundação Eva Klabin (RJ).

Julia Pombo, nascida no Rio de Janeiro, em 1985, é formada em Pintura pela EBA/UFRJ e mestranda em Artes Visuais. Tem como mídias fundamentais a fotografia, o vídeo e as interseções entre ambos. Investiga o uso do corpo na imagem e as implicações físicas e emocionais da presença da própria artista nos trabalhos, relacionado isso à produção de textos.

Laura Lima, mineira, é formada em Filosofia pela UFRJ. Frequentou a EAV do Parque Lage. Fundou em 2003, com outros artistas, a galeria de arte A Gentil Carioca. Participou de inúmeras exposições nacionais e internacionais . É ganhadora do Prêmio Marcantônio Vilaça de 2006, entre outros.

Luiza Crosman, nascida no Rio de Janeiro, em 1987, é formada em Design pela PUC-Rio. É artista visual e desde 2007 cursa a EAV do Parque Lage. Seus trabalhos versam sobre a experiência do espaço e do tempo interior e exterior ao corpo e tomam forma em suportes diversos, tais como fotografia, vídeo, instalação, entre outros. Palestrante sobre arte e seu processo artístico em cursos de ensino médio e universitários.

Mariana Manhães - (Niterói, 1977), participou de diversas coletivas em instituições e galerias no Brasil e exterior. Sua individual mais recente foi realizada em 2010 no Centro Cultural Banco do Brasil/RJ. Recebeu prêmios relevantes e tem sua obra representada em acervos e coleções nacionais e internacionais.

Waléria Américo (Fortaleza, 1979), é artista visual. Suas experimentações trafegam entre vídeo, fotografia e intervenção, investigando as relações entre o corpo e seu entorno, a habitação e a trajetividade. É graduada em Artes Plásticas pela Faculdade da Grande Fortaleza e especialista em Audiovisual e Meios Eletrônicos/UFC. Participou de coletivas no Brasil e no exterior.

Coletivo Filé de Peixe - formado por Alex Topini, Felipe Cataldo e Fernanda Antoun, desde 2006 realiza ações de intervenção urbana com base no audiovisual e projetos de ocupação artística em espaços não convencionais. Possui o projeto PIRATÃO, que, ao modo e preços praticados pelos camelôs pirata, comercializou mais de 4.300 vídeos da produção videoartística nacional e internacional.

NÚCLEO PAISAGENS SONORAS


Nanda Bessa é musicóloga pós-graduada pela UFRJ. Produziu os CDs Nanda Bessa Nova Bossa; Nanda Bessa Lua Branca; Ex-votos Futuristas e Caixeiras do Divino, nos quais participou como cantora, compositora, violonista e percussionista. Produziu diversos filmes em vídeo, fotografias e artigos sobre artes plásticas, dança e música. Criou a série Tradições Musicais do Brasil, inaugurada no Fórum de Ciência e Cultura em 2007, contemplando produção artística e acadêmica sobre a cultura popular do “Divino”. Atualmente faz parte da equipe do Laboratório de Etnomusicologia da Escola de Música da UFRJ dedicando-se ao projeto de pesquisa “Música e Memória Tupi-Guarani”.

Leandro Finotti iniciou seus estudos em flauta doce e, no Conservatório Brasileiro de Música, estudou flauta transversa. Cursou violino e oboé e integrou grupos como a Orquestra Sinfônica, a Orquestra Popular e o Núcleo de Música Antiga. Atualmente cursa bacharelado em oboé na UFRJ e integra a Orquestra Sinfônica da UFRJ, o Quinteto Experimental da UFRJ e o Quarteto Wanhal.

Cyclophonica é considerada a única orquestra de câmara de bicicletas do mundo. Criada em 1999 por Leonardo Fuks e colegas músicos-ciclistas, reúne música, esporte, urbanismo e lazer, estabelecendo uma nova proposta de escuta e produção de som: o som em movimento.

Leonardo Fuks é músico, construtor de instrumentos e professor na Escola de Música/UFRJ. Combina uma sólida formação acadêmica em engenharia acústica e mecânica com uma carreira de mais de 20 anos como oboísta de orquestra e como multi-instrumentista em música contemporânea. Criador da Cyclophonica e do projeto Cellphonica. Dá oficinas de construção de instrumentos no Brasil e no exterior.

Fernando Mendonça - artista multimídia. Compositor, pintor, gravador, cantor e poeta. Radicado no Rio de Janeiro, desenvolve, desde 1985, sua linguagem de cronista e performer. Participou dos grupos Laborarte/MA,  Ex-votos Futuristas/RJ, As Três Marias  Núcleo de Folclore Brasileiro/RJ. Nas artes plásticas, participou de diversas exposições coletivas e importantes individuais, destacando-se as duas últimas nas galerias Paulo Fernandes (RJ)  e Marília Razuk (SP).

Zecora Ura - Com base em Londres desde 2001, e no Brasil desde 2004, estando sediada em Miguel Pereira/RJ, Zecora Ura promove encontros ativos que pretendem desconstruir visões rígidas do fazer teatral para reinventar a prática teatral como uma ponte inclusiva e provocadora entre identidade individual e políticas vigentes de tecnologia e comunicação. Vem ganhando reconhecimento internacional por trabalhar relações sustentáveis com comunidades, artistas e parceiros em todo o mundo.


GRUPO INSTALAÇÕES
Analu Cunha - formada em Comunicação Visual, com Pós-Graduação em História da Arte e da Arquitetura no Brasil, mestrado em Linguagens Visuais (EBA/UFRJ), sendo doutoranda na mesma instituição. É professora no Instituto de Artes da UERJ e na EAV do Parque Lage. Contato: analulic@terra.com.br; www.analucunha.blogspot.com; http://br.youtube.com/naluacunha.

Bruno Miguel - (Rio de Janeiro, 1981), possui Licenciatura em Educação Artística/Artes Plásticas e Pintura na Escola de Belas Artes/UFRJ. Já fez diversos cursos na área. Foi professor na EBA/UFRJ em 2010 e está atualmente da EAV Parque Lage. Participou de várias exposições coletivas na América do Sul. Contato: brunoeba@gmail.com.

Coletivo Gráfico - criado em 2010, o grupo atua no intermédio entre o campo da arte, da pesquisa acadêmica, da arte de rua e do design. Alguns trabalhos de intervenção do Coletivo: o muro do Espaço Cultural Sérgio Porto e o trabalho Cristo Vazado em ruas de Botafogo, Humaitá e Centro. Contato: http://www.coletivografico.com.

Gustavo Prado (Rio de Janeiro, 1981), é graduado em Filosofia (UFRJ) e em Programação Visual, estudou na EAV Parque Lage com Ana Bella Geiger, Iole de Freitas, Paulo Sérgio Duarte e Charles Watson. Participou de várias exposições coletivas. Obras suas compõem o acervo do MAM-RJ, na coleção Gilberto Chateaubriand.

Helio Branco (Rio de Janeiro, 1963), formou-se em escultura e possui mestrado em Linguagens Visuais. Estudou pintura, teoria da arte, serigrafia, fotografia, cor e estética. A mais recente exposição, dESAPEGO, de 2010, é uma ação independente nas ruas da cidade. Integra o coletivo de artistas Imaginário Periférico e o grupo Pós-Formance, dentre outros. Contato: heliobranco@yahoo.com.br; http://www.heliobranco.com.br.

Leonardo Motta Campos (ou AoLeo) (Rio de Janeiro, 1983). Atua como artista, diretor, cenógrafo, ator e performer. É formado em Artes Plásticas (UERJ) e cursou Artes Cênicas (UFRJ), Habilitação em Direção Teatral (incompleto). Fez cursos na EAV do Parque Lage. Contato: leomottacampos@yahoo.com.br.


Romano (Floriano Araujo Peixoto)(Rio de Janeiro, 1969), formou-se em Gravura na EBA/UFRJ e é mestre em Linguagens Visuais. Recebeu diversos prêmios e bolsas de estudo. Expôs seu trabalho em mostras coletivas, tais como a Nova Arte Nova (CCBB, RJ, 2009); Futuro do Presente (Itaú Cultural, 2007); e a mostra individual Do Deslocamento (Portugal, 2000). Contato: romano.art@gmail.com.

Ronald Duarte (Rio de Janeiro, 1963), é mestre em Linguagens Visuais pela EBA/UFRJ. Desde 1997, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, entre elas Choque de Monstro (MAM-RJ) e Estrela de Luz (Havana, 2011), além de expor em Espanha, Holanda e Argentina. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça (2006) e a Bolsa Iberê Camargo (2008). Contato: www.ronalduarte.com.

Rosana Ricalde (Rio de Janeiro, 1971), é bacharel em Gravura (EBA/UFRJ). Realizou inúmeras exposições individuais (O Percurso da Palavra; Palavras Compartilhadas; Jardines Móviles – esta junto com Felipe Barbosa) e coletivas (MAPPAMUNDI; Gigantes por su propia naturaleza; Ya se leer). Fez residências artísticas no exterior. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça III edição. Contato: rosanaricalde@gmail.com.


FÓRUM  DE CIÊNCIA  E CULTURA
Aloisio Teixeira – Reitor da UFRJ/ Presidente do Fórum de Ciência e Cultura
Sylvia de Mello Vargas – Vice-Reitora
Beatriz Resende – Coordenação
Denilson Lopes – Coordenação
Heliane Rocha – Superintendência Administrativa
Paulo César Caetano – Chefia de Gabinete
Maria do Amparo Miranda Dias - Direção de Produção
Sandra Mello - Produção de convidados
Antonio Oswaldo Cruz  - Produção de conferências e tradução
Josinaldo Idalino da Silva – Assistente de produção
Arllen Guerra – Logística
Lena Vieira- Secretária de produção  
Elizabeth Castro – Setor de alimentação
Bira Soares e Eneraldo Carneiro – fotógrafos
Tuker Marçal – Produção de documentário
Zilda Martins ¬– Jornalismo
Rafael Barcellos – Assessoria de Imprensa
Sonja Cavalcanti – Edição de textos/ Revisão
Magali Costa – Revisão
Elisa Gomes e Rosângela Pereira - Divulgação
Júlio Ferretti e Lila Montezuma – Programação visual
Alexandre Terto – Coordenador de áudio e multimídia 
Bernardo Pereira  e Flávio Zariano da Silva  – Técnicos em audiovisual
Luís Carlos da Silva Braga – Coordenador da Informática
Jorge Alves – Técnico em informática
Augusto Lohmann - Webdesigner
José Geraldo Furtado – Iluminação
Desirée  Bastos - Cenografia
Ricardo – Técnico de luz
Alexandre – Eletricista
Fernando da Silva -  Chefe do Setor de finanças
Rosa Maria Malheiros - Chefe do Setor de compras
Valternei de Almeida – Administração
Bianca Chagas – Assistente do setor de compras
Prefeitura UFRJ – Sinalização

INTERVENÇÕES CRÍTICAS
ANA MARIA OCHOA GAUTIER Colômbia / DANIEL LINK Argentina / JORGE LA FERLA Argentina / NUNO RAMOS Brasil / NÉLSON BRISSAC Brasil / STEVEN SHAVIRO Estados Unidos / RICHARD COLSON Inglaterra

NÚCLEOS
Literatura Digital
Cristiane Costa – Curadora
Cecília Giannetti  – Jovem Curadora  e Artista
Clécia Oliveira e Waldelice Souza – Produção
Artistas: Alberto Pucheu, Ana Paula Maia, Arthur Protásio, Betina Kopp, Cecília Giannetti,  D. Inah, Eduardo Clima, Guilherme Xavier, Ismar Tirelli Netto,  Jaqueline Rodrigues de Souza Raymundo, João Paulo Cuenca, Leonardo Villa-Forte, Márvio dos Anjos, Octávio Aragão, Ramon Mello. Crítica: Flora Süssekind.
Contatos: cristiane.costa@eco.ufrj.br / entreparenteses@gmail.com / greciaoliveira@yahoo.com.br /   walsouza@forum.ufrj.br

Performance

Ângela Leite Lopes – Curadora
Lara Seidler – Jovem Curadora e Artista
André Aguiar Protásio – Produção
Artistas: Ana Abbott, Desirée Bastos, Eleonora Fabião, Elisa Pinheiro, Guilherme Delgado, Ivan Sugahara, João Saldanha, José Geraldo, Laila Garin, Lara Seidler, Maria Alice Poppe, Patrícia Pereira, Perebah & Jair, Suzana Nascimento, Tato Taborda.
Contatos: angelall58@gmail.com / laraseidler@yahoo.com.br / andre@forum.ufrj.br

Transcinema
Katia Maciel – Curadora
Luiza Crosman – Jovem Curadora e Artista
Manoel Silvestre Friques – Jovem Produtor
Adolfo Lachtermacher – Produção
Artistas: Coletivo Filé de Peixe (Alex Topini, Felipe Cataldo e Fernanda Antoun), Gláucia Mayer, João Modé, Julia Pombo, Laura Lima, Luiza Crosman, Mariana Manhães, Waléria Américo.
Contatos:  kmacieltoledo@gmail.com / luizacrosman@gmail.com
manoel.friques@gmail.com / alachtermacher@yahoo.com.br

Paisagens Sonoras
Samuel Araújo – Curador
Nanda Bessa – Jovem Curadora
Vanessa Rocha – Produção
Artistas: Caixeiras do Divino, Cyclophonica, Fernando Mendonça, Leandro Finotti, Leonardo Fuks, Nanda Bessa, Zecora Ura.
Contatos: araujo.samuel@gmail.com / fernandacheferrino@gmail.com vanessarocha@forum.ufrj.br

Instalações

Glória Ferreira – Curadora
Izabela Pucu – Jovem Curadora
Adolfo Lachtermacher – Produção
Artistas: Analu Cunha, Bruno Miguel, Coletivo Gráfico, Gustavo Prado,  Helio Branco, Leonardo Motta (AoLeo), Romano, Ronald Duarte, Rosana Ricalde.
Contatos: gloria.a.ferreira@gmail.com / izabelapucu@gmail.com / adolfo@forum.ufrj.br

Bolsistas PIBEX, Jornalismo e voluntário
Ana Beatriz Rangel, Andrey Raychtock, Bruno dos Santos Lopes, Clarissa Ribeiro Silva, Diego Blanco de Amorim, Gabriela Cunha, Jefferson de Albuquerque Mendes, Julia Ricciardi, Lidiana Gonçalves Nunes, Marcela de Oliveira Ramos, Mariana Hipólito Costa, Raquel Campos Gaio e Rebeca Brandão Vargas.
Felipe Araújo (Núcleo Performance) - Assistente de produção voluntário

2 comentários:

Blogger disse...

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Leonardo Peixoto disse...

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