Finalmente, reuni o material, revisei e reescrevi muita coisa, conversei com o pesquisador francês (e fã da Intempol) Eric Henriet, autor do compêndio sobre Uchronia L’Histoire Revisitée, para ver se ele topava escrever uma introdução, e perguntei se o Erick, editor da Draco, estaria interessado em publicar o material em formato livro. Cá estamos, então, com um pequeno volume de 112 páginas de percalços paratemporais e paradoxos peripatéticos, já em pré-venda aqui. É sempre bom recordar que, apesar de poder ser lida de maneira independente, essa história tem diversos pontos de contato com a HQ Para Tudo Se Acabar na Quarta-Feira, minha parceria com o ilustrador Manoel Ricardo, publicada pela Draco em 2011.
Finalizando, pelo que soube, esse não será o último romance da série a ser publicado pela Draco, mas as próximas aventuras serão contadas por gente mais talentosa que eu, como Carlos Orsi, Lúcio Manfredi e Fábio Fernandes. Assim, numa quebra radical de cronodigmas, os leitores poderão escolher qual versão do Intemverso é mais de seu agrado.
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“A pior coisa que pode acontecer a alguém é se apaixonar enquanto a História entra em colapso.
Carlo Costa ainda não sabe, mas em seu futuro residem uma moça capaz de botar o planeta de cabeça para baixo e um poder que pode virar um homem pelo avesso. Ou vice-versa.
Inimigos inusitados — nazistas, neandertais e até uma ex-futura-namorada — surgem com objetivos, armas e agentes capazes de tudo e muito mais para eliminar um homem, uma garota, a Intempol ou tudo ao mesmo tempo. Enquanto foge da entropia, Carlo encontra, conhece ou combate Houdini, Lampião, Lamarca, Le Courbusier, Evita e um desfile de personagens, descobre que mundos podem nascer dos sonhos e que nada poderá impedir o fim, seja lá o que isso signifique.
São planos dentro de planos dentro de alguma coisa vagamente parecida com uma história de amor, balas, unhas e dentes enquanto o espaço-tempo está prestes a sucumbir. Ou seja, apenas mais um dia nos corredores brancos da Intempol.”
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